Um breve conselho

GLÚTEN

Antes de qualquer coisa, queríamos apresentar-lhes a doença e o grande vilão: O Glúten! Faça um teste e observe qualquer embalagem alimentícia. Você observará “contém ou não contém glúten” em seu rótulo de informações. Podemos perceber a grande dificuldade de quem possui a doença: encontrar o que se pode comer ou não sem ter um problema e ir parar no hospital.

Vamos ao que interessa. Falaremos então do “maldoso” glúten!

Glúten: É a principal proteína do trigo (Gliadina e Glutelina). A maior responsável pela doença é a gliadina. Outros grãos também contém glúten. São eles: Malte, Cevada, Aveia, Centeio. Para termos uma idéia, o glúten associado com a outra proteína do trigo (glutelina) forma uma rede elástica que é freqüentemente responsável pela “estrutura” de massas, pães e bolos. Portanto, se não utilizarmos a farinha de trigo (que contém glúten), o que utilizaremos para desenvolver receitas de pães, bolos, pizza, cerveja, wyskie e etc?

Entenda a doença: Ainda pouco conhecida, porém estudada desde 1888, somente em 1945 a doença celíaca é associada ao trigo, dada a escassez de pão e outros derivados. Em 1950, quando surgiu a endoscopia e a biópsia intestinal, a doença foi oficialmente diagnosticada. Seus sintomas podem se confundir com outros distúrbios. Trata-se da Doença Celíaca, ou seja: a intolerância permanente ao glúten. A Doença Celíaca geralmente pode-se manifestar na infância, entre o primeiro e terceiro anos de vida, podendo, entretanto, surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. O tratamento da doença consiste em respeitar uma dieta totalmente isenta de glúten. Os portadores da doença não podem ingerir alimentos como pães, bolos, bolachas, macarrão, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas, uísque, bem como produtos de higiene à base de aveia, trigo e etc., quando estes alimentos possuírem o glúten em sua composição ou processo de fabricação. Devido à exclusão total de alguns alimentos ricos em carboidratos e fibras, a dieta do Celíaco habitualmente é composta em sua maior parte de gorduras (margarina, manteigas, óleos, etc.) e proteínas (carne em geral) e em menor parte de carboidratos (massas sem glúten, açúcares, etc). Todo Celíaco que não viola as restrições alimentares tende a demonstrar um aumento do peso corporal pelo desequilíbrio nutricional. Para equilibrar a dieta, deve-se diminuir a ingestão de proteínas, moderar o consumo de gorduras e aumentar o de frutas, sucos naturais, verduras e legumes.

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COMIDA JAPONESA NO BRASIL

Abordando histórica e etnologicamente as raízes da cultura alimentar japonesa, professor Mori investiga como a gastronomia nipônica se adaptou, tanto do ponto de vista da cultura material bem como da cultura imaterial, às peculiares realidades objetivas encontradas em nosso país — passando por um amplo grau de diferenciação em relação ao quadro tradicional, revelando-se um sistema aberto: em diálogo com o exterior, flexível a ponto de transformar-se, variando e adotando novidades.
Atualmente, após um verdadeiro boom, lembrou o pesquisador, a culinária japonesa entrou na moda: são mais de 600 restaurantes em São Paulo, número superior ao de churrascarias. Essa comida, outrora tida como “incomível” — para muitos, o fato do peixe ser ingerido cru trazia, conjugada à incredulidade, certa repulsa fisiológica —, superou a imagem negativa.
O sushi e o sashimi, o missô (pasta de soja) e o shoyu (molho de soja) — ambos fermentados, o que representava problema de aceitação —, o “arroz de sushi” adocicado e o nori (folha de algas marinhas) — de aprovação também duvidosa —, acabaram se afirmando, sobretudo nos últimos trinta anos, como saborosos, saudáveis e esteticamente apurados. O peixe cru — livre, estranhamente, de qualquer “gosto de maresia” — viu seu simbolismo mudar, passou a significar algo fresco.
Professor Mori destaca a gastronomia japonesa, no início do milênio, como uma das principais matrizes culinárias globais. “O mundo está tão integrado”, comenta, “que a cozinha não poderia ficar de fora dessa fusão entre Oriente e Ocidente”. O sushi conquistou o planeta, observa, numa tendência dinâmica de inovação e não de manutenção de uma “nipocidade perfeita”. A imensa maioria dos restaurantes paulistanos, por exemplo, num contexto híbrido, não serve comida japonesa “clássica”: mistura sabores e técnicas, inventa uma culinária eclética de intercâmbio e adaptação.
Para destacar a realidade construída na cidade de São Paulo, razoavelmente próxima daquela que se viu na expansão acentuada da gastronomia japonesa nos Estados Unidos (principalmente em Los Angeles, que nos antecedeu), Mori organiza uma lista indicando a elasticidade das adaptações geradoras do nosso modelo de comida japonesa (melhor, segundo o estudioso, seria referir-se a ela como “comida brasileira de inspiração japonesa”):

1. Preparações salgadas menos adocicadas que no Japão;
2. Emprego do shoyu e do missô nacionais. Nosso produto é bem diferente do japonês (feito com soja e trigo, sem a presença de milho);
3. Sushis com a metade do tamanho normalmente encontrado no Japão, para que o cliente não precisasse “encher a boca”, comportamento considerado inapropriado na cultura alimentar brasileira;
4. Sushis mais prensados, pois o brasileiro utiliza o molho de soja em quantidades maiores, dando um verdadeiro banho no bolinho;
5. Predileção por uma pequena variedade de peixes: o de carne branca, o amarelo (salmão) — largamente preferido — e o vermelho (atum). No Japão, a diversidade de peixes e frutos-do-mar empregados é vastamente maior;
6. Sushis de salmão defumado;
7. Emprego de frutas tropicais: abacaxi, manga, kiwi, e até mesmo abacate;
8. Uso eventual de um pouco de sumo de limão, principalmente em peixes de carne branca, para quebrar o paladar forte, adaptando ao gosto típico mais convencional;
9. Sushis ou sashimis de peixes brasileiros de água doce;
10. Invenção do uramaki, literalmente, “enrolado pelo avesso”. A folha de alga é posicionada na parte interna e não na cobertura externa do sushi, ficando dissimulada, já que muitos clientes não gostam da idéia de comer “papel-carbono”;
11. Inovações na disposição dos pratos e nas regras para servir à mesa: festivais de sushi, rodízios, buffets, “por quilo”, “combinados” — belos arranjos apresentados, normalmente, sobre um barco de madeira;
12. “Sakerina”: caipirinha, o mais brasileiro dos drinques, preparada com saquê;
13. Uso de azeite e de alho em algumas preparações.

São essas estratégias de abrasileiramento, distantes dos compromissos com a tradição culinária de origem, que fizeram a gastronomia japonesa vencer a barreira étnica, geográfica e simbólica. O sushi, de prato principal transformou-se em entrada, presente inclusive em churrascarias de rodízio. Comida antes incomum, passa a ser provada freqüentemente, populariza-se.
Outro fator contaminador foi larga emprego da mão-de-obra nordestina nas cozinhas e salões japoneses em São Paulo. Esse pessoal, que não estava preso aos valores culturais nipônicos, incentivou uma nova abordagem da cozinha japonesa, muito mais próxima do gosto dos brasileiros.
Curiosamente se nota, a maioria das pessoas percebe e partilha tão pouca coisa a respeito do Japão que, incapaz de reconhecer a falsa experiência, aceita a mais leve sugestão de ligação histórica (decoração orientalista com lanternas de papel, “gueixas” como garçonetes ou “pauzinhos” para comer), sem preocupações com a legitimidade ou com a pureza. O que se vivencia não é o Japão (cultura intensa, grandiosa) é sim o modo como se espera que o Japão seja. Claro que, como professor Mori indica, e isso importa de maneira definitiva, a comida em si, bastante diferente da original, muitíssimo bem adaptada, é uma delícia!

Verão!!!!!

O verão (AO 1945: Verão) é uma das quatro estações do ano, caracterizada por ser a estação mais quente. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias de outras estações. Geralmente, o verão é também o período do ano reservado às férias.

O verão do hemisfério norte é chamado de “verão boreal”, e o do hemisfério sul é chamado de “verão austral”. O “verão boreal” tem início com o solstício de verão do Hemisfério Norte, que acontece cerca de 21 de Junho, e termina com o equinócio de Outono nesse mesmo hemisfério, por volta de 23 de Setembro. O “verão austral” tem início com o solstício de verão do Hemisfério Sul, que acontece cerca de 21 de Dezembro, e finda com o equinócio de outono, por volta de 20 de Março nesse mesmo hemisfério.

Nos tempos primitivos, era comum dividir o ano em cinco estações, sendo o verão dividido em duas partes: o verão propriamente dito, de tempo quente e chuvoso (geralmente começava no fim da primavera), e o estio, de tempo quente e seco palavra da qual deriva o termo “estiagem”. Atualmente usa-se o termo “estio” para um período de seca e também como um sinônimo para verão.

Solstício de verão no Hemisfério norte.

Solstício de verão no Hemisfério norte.

Solstício de verão no Hemisfério norte.

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Eventos como Ferramenta de Marketing

No entanto, há dois aspectos que fogem um pouco da tradição para colocarmos na equação. O primeiro deles é o modelo de trabalho que diversas empresas vêm aplicando: o Marketing Digital como parte essencial da aquisição de clientes da empresa. É um modelo que traz muitas vantagens e que em geral diminui os custos, mas que também acaba criando um distanciamento entre a empresa e o cliente, já que boa parte do relacionamento acontece de maneira online.

É comum que alguns potenciais clientes acabem não comprando justamente por falta desse contato presencial e dessa relação de confiança que é mais facilmente estabelecida no corpo a corpo. Também pode acontecer dessa distância de relacionamento influenciar quem já é cliente: alguém que poderia ficar mais tempo e renovar o uso de seu produto ou serviço acaba saindo antes e impedindo sua empresa de lucrar mais. Para a maioria dos casos sabemos que a distância não é problema, mas sabemos que sim, há impacto.

Há ainda o segundo aspecto relevante: vivemos tempos de contração econômica e nessas horas é muito comum que as empresas procurem cortar seus custos, sendo a área de Marketing uma das mais afetadas. A consequência é a necessidade de ser cada vez mais necessário também comprovar resultados concretos através do fechamento de oportunidades de negócio, retenção e upsell a clientes atuais.

O ideal hoje é que um evento como ferramenta de Marketing seja o casamento entre vários interesses: que consiga juntar clientes e potenciais clientes que só se relacionam com a empresa à distância e que isso gere novas receitas comprovadas para a empresa. A construção de marca pode acabar sendo uma consequência ao redor desses pilares.

Um setor de marketing voltado a resultados não precisa ser réfem das reduções de orçamento em tempos de crise ou dos ajustes no planejamento estratégico de sua empresa. Produzir eventos como parte do projeto do reconhecimento da marca e melhorar a retenção de clientes permite que você se justifique com indicadores importantes, tais como:

• A porcentagem do público do evento que não era nosso cliente e se tornou após a participação no evento e que, com isso, gerou um aumento de cerca de x reais no faturamento da empresa;

• Com uma taxa de retenção média de clientes de 80%, os participantes que conseguimos atrair para os eventos da nossa empresa demonstraram taxas de retenção de 95% e ganhos de y reais a mais que a média;

• Normalmente, o ciclo de vendas da nossa empresa é de 2 meses. Mas graças ao conteúdo oferecido por nós e uma qualificação cuidadosa dos nossos possíveis clientes, o ciclo de venda dos participantes de nosso evento é 30% menor.

Dessa forma, a produtividade da equipe de vendas é ampliada – já que agora ela consegue vender mais.

TP EVENTS

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INOVAÇÃO E DIFERENCIAL

Defina sua estratégia – O briefing

Há eventos e eventos. Para planejar como será o da sua empresa, você precisa antes de tudo definir sua estratégia. Qual o público deseja alcançar? Se os convidados forem externos (clientes ou fornecedores), você precisa focar em estreitar o relacionamento e desta forma apresentar o máximo de informações possíveis sobre a empresa. Já no caso do evento ser direcionado ao público interno, você precisa focar na motivação, momentos de aprendizado e de descontração para gerar um clima interno favorável ao seu negócio. Lembre-se: funcionários motivados é um dos segredos para o sucesso. Com um evento bacana eles se sentirão prestigiados e importantes para a empresa.

Faça um resumo de informações, identificando elementos essenciais para organização da ação. Isto se chama Briefing. Se posicionar de forma clara vai impedir prejuízos e ineficiência da ação. Pense em: Objetivos gerais e específicos; Tema central do evento; Tempo de antecipação para realização; Duração; Quantidade de convidados; Recursos físicos e humanos a envolver; Espaço onde irá decorrer; Custos associados; Comercialização e divulgação do evento (forma de convite e meios de comunicação a serem usados).

Planeje com antecedência

Após delimitar seu briefing, chegou a hora de planejar. Tente iniciar esta tarefa o mais cedo possível, estabelecendo prioridades e respeitando prazos burocráticos (licenças, alvarás, seguros, etc), se existirem. Entre as tarefas a serem desempenhadas durante o planejamento, estão:

*Fazer cotações com fornecedores já conhecidos ou indicados;
*Levantar todos os custos do evento;
*Escolher com calma os parceiros e fornecedores, principalmente se o seu evento for exigir serviços de decoração, alimentação, brindes, etc;
*Em caso de empresas de grande porte, verifique quais departamentos da organização serão envolvidos e antecipe solicitações com prazos definidos (documente o processo, nem que seja via e-mail);
*Reservar e contratar com antecedência (local do evento, equipamentos necessários, entre outros). Até aí você já terá que ter feito um levantamento de todas as suas necessidades (converse com os interlocutores): microfones, projetores, computadores, wi-fi, tela, impressora, etc;
*Definir o conteúdo programático do seu evento, interlocutores e participantes. Durante esta escolha, tenha sempre em mente o público que deseja atingir;
*Verifique se não há incompatibilidade entre datas;
*Prepare todo o material gráfico para o evento: convite, banners, folhetos, certificados, crachás, pastas, impressão das apresentações, entre outros;
*Pense na divulgação: necessidade de criação de um hotsite, mobilização via redes sociais, comunicados internos, entre outros. Procure um especialista e leia também nosso artigo sobre divulgação;
*Preocupe-se com os participantes que virão de outra cidade, e ajude-os com hospedagem e locomoção, nem que seja disponibilizando informações claras;
*Defina o tipo de alimentação adequado para o local e a temperatura. Não se esqueça de providenciar água e café para os convidados durante todo o evento.

Escolha o melhor

Se você conseguiu uma verba bacana para produzir o evento da sua empresa, não há porque economizar na hora das contratações. Escolha sempre o melhor e se o melhor for o mais caro, avalie se vai valer a pena. Como exemplo, podemos citar empresas de alimentação ou montagem do espaço. Uma economia qualquer nestas contratações pode prejudicar seriamente a qualidade do seu evento. Imagine só os convidados chegando, e seu fornecedor (por trabalhar com equipe reduzida) ainda montando a estrutura. Erro gravíssimo!

Outra dica muito importante é solicitar referências para cada contratada. Conheça o portfólio do fornecedor, sua cartela de clientes e, se possível, converse com alguém que já tenha trabalhado com o serviço oferecido. Escolher um parceiro “às escuras” é muito arriscado. Estabeleça critérios para a contratação, como, responsabilidade, pontualidade, posicionamento no mercado, criatividade, práticas de trabalho e flexibilidade na negociação de custos.

Além de escolher os melhores fornecedores – aqueles confiáveis e com referência no mercado, se preocupe também em reservar um espaço agradável e de fácil localização. Acredite! Atrasar o seu evento porque os convidados não encontraram o local será constrangedor.

Valorize o seu tempo

Recorrer à ajuda de especialistas para ajudar na produção do evento não é sinônimo de fracasso. Você sozinho não dará conta de tudo. Valorize o seu tempo e terceirize tarefas operacionais que certamente irão desviar sua atenção do gerenciamento da ação. Terceirizando serviços você minimiza riscos, agrega criatividade e ideias novas à sua ação e ganha eficiência. O sucesso? Continua sendo seu que fez boas escolhas e soube ser um líder eficiente.

Alguns exemplos de servições que geralmente são terceirizados no mercado de eventos: Serviços de segurança, profissionais de fotografia, imprensa e marketing, serviços de transporte, som e iluminação, e muito mais.

Valorize o feedback

Para evitar cometer erros em futuros eventos, ouça os seus convidados e identifique seus principais pontos positivos e negativos. Ao final do seu evento, faça uma pesquisa entre os participantes para saber o que eles acharam da sua ação. Procure levantar também os pontos de melhorias e as sugestões que eles têm a fazer.

Com esta pesquisa em mãos, emita um relatório considerando todos os indicadores. Isto o permitirá avaliar se conseguiu atingir seus objetivos específicos e, sobretudo, te dará uma visão sobre o trabalho desempenhado por cada departamento e fornecedor.

Planejamento Eventos

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Black Friday – Sexta Feira Negra

Há vestígios de que a denominação surgiu no início dos anos 90 na Filadélfia, quando a polícia local chamava de Black Friday o dia seguinte ao feriado de Ação de Graças. Havia sempre muitas pessoas e congestionamentos enormes, já que a data abria o período de compras para o natal. O termo já foi associado com a crise financeira que atingiu os Estados Unidos em 1869. Também passou a ser usado em 1966, mas só se tornou popular em 1975 quando o uso do termo passou a ser conhecido por meio de artigos publicados em jornais, que abordavam a loucura da cidade durante o evento.

Já se referiu ao período de conforto financeiro para os varejistas. No início de 1980, foi criada uma teoria que usava a cor vermelha para se referir aos valores negativos de finanças e a cor preta para indicar valores positivos. O período negativo correspondia ao período de janeiro a novembro e o lucro acontecia no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças e permanecia até o final do ano.

Alguns anos depois, Black Friday foi o nome usado pelos varejistas para indicar o período de maior faturamento e desde então é a data mais agitada do varejo no país. No dia do evento muitas lojas abrem bem cedo, algumas com até quatro horas de antecedência, para atrair o maior número de consumidores através de ofertas. Milhares de pessoas aguardam em filas enormes. Embora não seja um feriado, muitas pessoas ganham o dia de folga e se tornam consumidores com grande potencial. O dia também é conhecido por dar início à temporada de compras de natal. A popularidade do evento é grande, sendo que os descontos oferecidos são considerados mais atrativos do que os natalinos por muitos consumidores.

Black Friday no Brasil

O primeiro Black Friday do Brasil aconteceu no dia 28 de novembro de 2010 e foi totalmente online. A data reuniu mais de 50 lojas do varejo nacional.

Em 2013, a Black Friday no Brasil bateu seu recorde, lucrando R$770 milhões em comércio online. Os produtos mais almejados são televisores, e smartphones. A média de desconto para aparelhos celulares foi de 16%, e para televisores chegou a 19%.

Segundo a consultoria E-Bit, em 2014, a data deve gerar R$1,2 bilhão somente na internet, que corresponde a 3,5% do faturamento anual, consolidando assim, a Black Friday como uma das datas mais importantes para o comercio online.

Para evitar praticas fraudulentas como a maquiagem de preços, e falsos descontos, a câmara brasileira de comércio eletrônico (Câmara e-net), criou o código de ética para a Black Friday, e publicou uma lista com as lojas participantes que foram regulamentadas segundo as normas da cláusula.

Assim como nos Estados Unidos, a Black Friday Brasil acontece anualmente na sexta-feira seguinte à quarta quinta feira de novembro. Há registros de que o evento também aconteça em lojas físicas, pelo menos no Brasil e Estados Unidos. Outro problema sério que ocorre no Brasil são os descontos “maquiados”, ou seja, as lojas sobem o preço uma semana antes do Black Friday e baixam no dia do evento alegando “mega descontos”.

A segunda edição do Black Friday, em 25 de novembro de 2011, rendeu um faturamento de 100 milhões para o e-commerce brasileiro, representando um incremento de 80% em relação ao ano de estreia país. Após o sucesso de vendas da Black Friday, o Cyber Monday também foi importado para o Brasil.

O terceiro Black Friday ocorreu em 23 de novembro de 2012, em mais de 300 lojas virtuais e foi a primeira vez que lojas de decoração participaram do evento. As empresas Walmart, Extra, Ponto Frio, Submarino, Americanas.com, Saraiva e Fast Shop também foram notificadas pelo Procon por indícios de maquiagem nos descontos.

A quarta Black Friday, que caiu no dia 29 de novembro de 2013, mais uma vez bateu recorde de vendas, contemplando a venda tanto de bens, como produtos diversos, imóveis, carros, artigos infantis; utilidades domésticas, quanto de serviços, como turismo, festas infantis e comunicação. Segundo pesquisa do Provar – Programa de Administração do Varejo, o preço de 21% dos produtos foram aumentados na Black Friday, o que gerou indignação nos e-consumidores, que resgataram a expressão “Black Fraude” para se referir ao evento. Houve um movimento nas redes sociais de posts de print screen dos preços e seu aumento à medida que o dia da Black Friday Brasil se aproximava. Devido a essas incidências, a empresa Reclame Aqui lançou uma ferramenta de monitoramento, onde os usuários podiam conferir a reputação das empresas das quais desejavam efetuar compras e também reclamar ou denunciar práticas irregulares nas promoções.

O evento não tem regulamentação, nem organização centralizada. Qualquer empresa, tanto virtual, quanto física pode fazer promoções com o nome Black Friday. A procura pelo termo ‘Black Friday’ em 2013 cresceu mais de 300% em relação a 2012, o que levou muitas agências de publicidade a se colocarem como centrais oficiais do evento.

Maquiagem de preços

De acordo com um estudo feito pela Opinion Box em parceria com o Mundo Marketing, três em cada quatro internautas brasileiros pretendem aproveitar a data em 2014 para realizar compras online. Apesar de vários outros números positivos apresentados pela pesquisa, foi constatado que 42% dos entrevistados ainda desconfia dos descontos oferecidos no Black Friday.

Uma das maiores reclamações dos consumidores é a maquiagem de preços, tática utilizada pelos e-commerces pra vender mais sem ter que necessariamente diminuir os valores. Funciona da seguinte forma: O lojista sobe arbitrariamente o preço do produto dias ou uma semana antes do Black Friday. Dessa forma, no dia 28 de novembro, ele pode dar um desconto muito grande no produto, e o consumidor acreditará estar levando vantagem.

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Certificação em Eventos no Brasil – Programa CEM

O programa CEM – é um programa de capacitação e certificação de profissionais de feiras e eventos da responsabilidade da IAEE, a maior associação mundial de organizadores de feiras e eventos, que consiste na frequência de 9 módulos sobre diversas temáticas abrangendo todo o processo organizativo em feiras e eventos e que está sendo desenvolvido pela Newevents Global, representante da IAEE no Brasil, contando com o imprescindível apoio estratégico da UBRAFE e SINDIPROM/SP e como parceiros as principais entidades do setor, ABEOC, ABRACCEF, AMPRO, entre outros.
Atualmente o programa CEM realiza-se em São Paulo e Porto Alegre, contando com a participação de mais de 30 profissionais que em breve também irão receber a sua certificação CEM.

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PRÓXIMOS CURSOS NO BRASIL

Os próximos cursos realizam-se nos dias 7, 8 e 9 de Dezembro em São Paulo e 10, 11 e 12 de Dezembro em Porto Alegre.
As inscrições para os próximos cursos CEM no Brasil estão abertas na web e as turmas são limitadas. Os membros da UBRAFE, SINDIPROM, ABEOC, AMPRO, ABRACEFF e IAEE beneficiam de 10% de desconto na inscrição.

Mais Informações.

Ficha de Inscrição CEM

A prestigiada Certificação Internacional em Feiras e Eventos – CEM está no Brasil. Atualmente, mais de 2.000 profissionais em todo o mundo têm a cobiçada certificação CEM. Faça parte deste grupo de excelência

Mais Informações: edu@newevents.com.br

Festa de Fim de Ano | Dicas de como Organizar

Dentro de qualquer empresa, a chegada do final do ano é sinônimo de balanço e análise dos resultados atingidos. Ao mesmo tempo, há outro assunto que precisa de muita atenção – a aguardada festa da firma.

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São Paulo Fashion Week Inverno 2016 RTW

A 40ª edição do SPFW que comemora os 20 anos do calendário oficial da moda brasileira acontecerá de 18 a 23 de outubro e celebrará os processos e as singularidades do fazer.
A abertura oficial da temporada será no domingo com evento comemorativo do legado do SPFW para a cidade de São Paulo, seguido de desfile de Alexandre Herchcovitch e da edição Inverno 2016 da Fashion Run. Uma série de conteúdos interativos, ao longo da semana, vai destacar a capacidade humana de criar com as mãos e inspirar novas possibilidades, do artesanal ao tecnológico, do princípio ao início, em constante evolução, sempre em busca de novos pontos de partida.

CALENDÁRIO:

18.10 (domingo)
Alexandre Herchcovitch – Prefeitura de São Paulo

19.10 (segunda-feira)
Animale
Uma Raquel Davidowicz
Ronaldo Fraga
Lilly Sarti

20.10 (terça-feira)
Vitorino Campos – Casa Jaguar
Iódice – Pier 88
GIG Couture
João Pimenta
PatBo
Ellus

21.10 (quarta-feira)
Reinaldo Lourenço
Samuel Cirnansck
Apartamento 03
Coven
Hêlo Rocha

22.10 (quinta-feira)
Lethícia para Riachuelo
Gloria Coelho
Fernanda Yamamoto
Juliana Jabour
Lolitta
Lino Villaventura
Osklen

23.10 (sexta-feira)
Giuliana Romanno – Galeria Rabieh
Patricia Viera – Universidade Belas Artes
Wagner Kallieno
Ratier
Colcci
Amapô

Site Oficial.

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Arenas Multiusos

Arena Nationwide

Transformação da arena da pista do hóquei, a sala de concertos , a quadra de basquete e de volta ao hóquei em 72 horas, ou seja, uma média de um evento a cada 18 horas.

Lille Stadium

Cowboys Stadium

American Airlines Center 6 dias e 4 Diferentes Eventos
Veja como o pessoal de operações no American Airlines Center muda a arena de uma pista de dança, a uma quadra de basquete, para um rodeio e , em seguida, termina com o concerto da Polícia .

A transformação da noite para o dia ANZ Stadium de Sydney a partir de AFL ao campo NRL em finais preliminares fim de semana de 2012.

A Air Canada Centre pode mudar de gelo NHL para NBA hardwood em menos de oito horas