Um breve conselho

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Eventos como Ferramenta de Marketing

No entanto, há dois aspectos que fogem um pouco da tradição para colocarmos na equação. O primeiro deles é o modelo de trabalho que diversas empresas vêm aplicando: o Marketing Digital como parte essencial da aquisição de clientes da empresa. É um modelo que traz muitas vantagens e que em geral diminui os custos, mas que também acaba criando um distanciamento entre a empresa e o cliente, já que boa parte do relacionamento acontece de maneira online.

É comum que alguns potenciais clientes acabem não comprando justamente por falta desse contato presencial e dessa relação de confiança que é mais facilmente estabelecida no corpo a corpo. Também pode acontecer dessa distância de relacionamento influenciar quem já é cliente: alguém que poderia ficar mais tempo e renovar o uso de seu produto ou serviço acaba saindo antes e impedindo sua empresa de lucrar mais. Para a maioria dos casos sabemos que a distância não é problema, mas sabemos que sim, há impacto.

Há ainda o segundo aspecto relevante: vivemos tempos de contração econômica e nessas horas é muito comum que as empresas procurem cortar seus custos, sendo a área de Marketing uma das mais afetadas. A consequência é a necessidade de ser cada vez mais necessário também comprovar resultados concretos através do fechamento de oportunidades de negócio, retenção e upsell a clientes atuais.

O ideal hoje é que um evento como ferramenta de Marketing seja o casamento entre vários interesses: que consiga juntar clientes e potenciais clientes que só se relacionam com a empresa à distância e que isso gere novas receitas comprovadas para a empresa. A construção de marca pode acabar sendo uma consequência ao redor desses pilares.

Um setor de marketing voltado a resultados não precisa ser réfem das reduções de orçamento em tempos de crise ou dos ajustes no planejamento estratégico de sua empresa. Produzir eventos como parte do projeto do reconhecimento da marca e melhorar a retenção de clientes permite que você se justifique com indicadores importantes, tais como:

• A porcentagem do público do evento que não era nosso cliente e se tornou após a participação no evento e que, com isso, gerou um aumento de cerca de x reais no faturamento da empresa;

• Com uma taxa de retenção média de clientes de 80%, os participantes que conseguimos atrair para os eventos da nossa empresa demonstraram taxas de retenção de 95% e ganhos de y reais a mais que a média;

• Normalmente, o ciclo de vendas da nossa empresa é de 2 meses. Mas graças ao conteúdo oferecido por nós e uma qualificação cuidadosa dos nossos possíveis clientes, o ciclo de venda dos participantes de nosso evento é 30% menor.

Dessa forma, a produtividade da equipe de vendas é ampliada – já que agora ela consegue vender mais.

TP EVENTS

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INOVAÇÃO E DIFERENCIAL

Defina sua estratégia – O briefing

Há eventos e eventos. Para planejar como será o da sua empresa, você precisa antes de tudo definir sua estratégia. Qual o público deseja alcançar? Se os convidados forem externos (clientes ou fornecedores), você precisa focar em estreitar o relacionamento e desta forma apresentar o máximo de informações possíveis sobre a empresa. Já no caso do evento ser direcionado ao público interno, você precisa focar na motivação, momentos de aprendizado e de descontração para gerar um clima interno favorável ao seu negócio. Lembre-se: funcionários motivados é um dos segredos para o sucesso. Com um evento bacana eles se sentirão prestigiados e importantes para a empresa.

Faça um resumo de informações, identificando elementos essenciais para organização da ação. Isto se chama Briefing. Se posicionar de forma clara vai impedir prejuízos e ineficiência da ação. Pense em: Objetivos gerais e específicos; Tema central do evento; Tempo de antecipação para realização; Duração; Quantidade de convidados; Recursos físicos e humanos a envolver; Espaço onde irá decorrer; Custos associados; Comercialização e divulgação do evento (forma de convite e meios de comunicação a serem usados).

Planeje com antecedência

Após delimitar seu briefing, chegou a hora de planejar. Tente iniciar esta tarefa o mais cedo possível, estabelecendo prioridades e respeitando prazos burocráticos (licenças, alvarás, seguros, etc), se existirem. Entre as tarefas a serem desempenhadas durante o planejamento, estão:

*Fazer cotações com fornecedores já conhecidos ou indicados;
*Levantar todos os custos do evento;
*Escolher com calma os parceiros e fornecedores, principalmente se o seu evento for exigir serviços de decoração, alimentação, brindes, etc;
*Em caso de empresas de grande porte, verifique quais departamentos da organização serão envolvidos e antecipe solicitações com prazos definidos (documente o processo, nem que seja via e-mail);
*Reservar e contratar com antecedência (local do evento, equipamentos necessários, entre outros). Até aí você já terá que ter feito um levantamento de todas as suas necessidades (converse com os interlocutores): microfones, projetores, computadores, wi-fi, tela, impressora, etc;
*Definir o conteúdo programático do seu evento, interlocutores e participantes. Durante esta escolha, tenha sempre em mente o público que deseja atingir;
*Verifique se não há incompatibilidade entre datas;
*Prepare todo o material gráfico para o evento: convite, banners, folhetos, certificados, crachás, pastas, impressão das apresentações, entre outros;
*Pense na divulgação: necessidade de criação de um hotsite, mobilização via redes sociais, comunicados internos, entre outros. Procure um especialista e leia também nosso artigo sobre divulgação;
*Preocupe-se com os participantes que virão de outra cidade, e ajude-os com hospedagem e locomoção, nem que seja disponibilizando informações claras;
*Defina o tipo de alimentação adequado para o local e a temperatura. Não se esqueça de providenciar água e café para os convidados durante todo o evento.

Escolha o melhor

Se você conseguiu uma verba bacana para produzir o evento da sua empresa, não há porque economizar na hora das contratações. Escolha sempre o melhor e se o melhor for o mais caro, avalie se vai valer a pena. Como exemplo, podemos citar empresas de alimentação ou montagem do espaço. Uma economia qualquer nestas contratações pode prejudicar seriamente a qualidade do seu evento. Imagine só os convidados chegando, e seu fornecedor (por trabalhar com equipe reduzida) ainda montando a estrutura. Erro gravíssimo!

Outra dica muito importante é solicitar referências para cada contratada. Conheça o portfólio do fornecedor, sua cartela de clientes e, se possível, converse com alguém que já tenha trabalhado com o serviço oferecido. Escolher um parceiro “às escuras” é muito arriscado. Estabeleça critérios para a contratação, como, responsabilidade, pontualidade, posicionamento no mercado, criatividade, práticas de trabalho e flexibilidade na negociação de custos.

Além de escolher os melhores fornecedores – aqueles confiáveis e com referência no mercado, se preocupe também em reservar um espaço agradável e de fácil localização. Acredite! Atrasar o seu evento porque os convidados não encontraram o local será constrangedor.

Valorize o seu tempo

Recorrer à ajuda de especialistas para ajudar na produção do evento não é sinônimo de fracasso. Você sozinho não dará conta de tudo. Valorize o seu tempo e terceirize tarefas operacionais que certamente irão desviar sua atenção do gerenciamento da ação. Terceirizando serviços você minimiza riscos, agrega criatividade e ideias novas à sua ação e ganha eficiência. O sucesso? Continua sendo seu que fez boas escolhas e soube ser um líder eficiente.

Alguns exemplos de servições que geralmente são terceirizados no mercado de eventos: Serviços de segurança, profissionais de fotografia, imprensa e marketing, serviços de transporte, som e iluminação, e muito mais.

Valorize o feedback

Para evitar cometer erros em futuros eventos, ouça os seus convidados e identifique seus principais pontos positivos e negativos. Ao final do seu evento, faça uma pesquisa entre os participantes para saber o que eles acharam da sua ação. Procure levantar também os pontos de melhorias e as sugestões que eles têm a fazer.

Com esta pesquisa em mãos, emita um relatório considerando todos os indicadores. Isto o permitirá avaliar se conseguiu atingir seus objetivos específicos e, sobretudo, te dará uma visão sobre o trabalho desempenhado por cada departamento e fornecedor.

Planejamento Eventos

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Black Friday – Sexta Feira Negra

Há vestígios de que a denominação surgiu no início dos anos 90 na Filadélfia, quando a polícia local chamava de Black Friday o dia seguinte ao feriado de Ação de Graças. Havia sempre muitas pessoas e congestionamentos enormes, já que a data abria o período de compras para o natal. O termo já foi associado com a crise financeira que atingiu os Estados Unidos em 1869. Também passou a ser usado em 1966, mas só se tornou popular em 1975 quando o uso do termo passou a ser conhecido por meio de artigos publicados em jornais, que abordavam a loucura da cidade durante o evento.

Já se referiu ao período de conforto financeiro para os varejistas. No início de 1980, foi criada uma teoria que usava a cor vermelha para se referir aos valores negativos de finanças e a cor preta para indicar valores positivos. O período negativo correspondia ao período de janeiro a novembro e o lucro acontecia no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças e permanecia até o final do ano.

Alguns anos depois, Black Friday foi o nome usado pelos varejistas para indicar o período de maior faturamento e desde então é a data mais agitada do varejo no país. No dia do evento muitas lojas abrem bem cedo, algumas com até quatro horas de antecedência, para atrair o maior número de consumidores através de ofertas. Milhares de pessoas aguardam em filas enormes. Embora não seja um feriado, muitas pessoas ganham o dia de folga e se tornam consumidores com grande potencial. O dia também é conhecido por dar início à temporada de compras de natal. A popularidade do evento é grande, sendo que os descontos oferecidos são considerados mais atrativos do que os natalinos por muitos consumidores.

Black Friday no Brasil

O primeiro Black Friday do Brasil aconteceu no dia 28 de novembro de 2010 e foi totalmente online. A data reuniu mais de 50 lojas do varejo nacional.

Em 2013, a Black Friday no Brasil bateu seu recorde, lucrando R$770 milhões em comércio online. Os produtos mais almejados são televisores, e smartphones. A média de desconto para aparelhos celulares foi de 16%, e para televisores chegou a 19%.

Segundo a consultoria E-Bit, em 2014, a data deve gerar R$1,2 bilhão somente na internet, que corresponde a 3,5% do faturamento anual, consolidando assim, a Black Friday como uma das datas mais importantes para o comercio online.

Para evitar praticas fraudulentas como a maquiagem de preços, e falsos descontos, a câmara brasileira de comércio eletrônico (Câmara e-net), criou o código de ética para a Black Friday, e publicou uma lista com as lojas participantes que foram regulamentadas segundo as normas da cláusula.

Assim como nos Estados Unidos, a Black Friday Brasil acontece anualmente na sexta-feira seguinte à quarta quinta feira de novembro. Há registros de que o evento também aconteça em lojas físicas, pelo menos no Brasil e Estados Unidos. Outro problema sério que ocorre no Brasil são os descontos “maquiados”, ou seja, as lojas sobem o preço uma semana antes do Black Friday e baixam no dia do evento alegando “mega descontos”.

A segunda edição do Black Friday, em 25 de novembro de 2011, rendeu um faturamento de 100 milhões para o e-commerce brasileiro, representando um incremento de 80% em relação ao ano de estreia país. Após o sucesso de vendas da Black Friday, o Cyber Monday também foi importado para o Brasil.

O terceiro Black Friday ocorreu em 23 de novembro de 2012, em mais de 300 lojas virtuais e foi a primeira vez que lojas de decoração participaram do evento. As empresas Walmart, Extra, Ponto Frio, Submarino, Americanas.com, Saraiva e Fast Shop também foram notificadas pelo Procon por indícios de maquiagem nos descontos.

A quarta Black Friday, que caiu no dia 29 de novembro de 2013, mais uma vez bateu recorde de vendas, contemplando a venda tanto de bens, como produtos diversos, imóveis, carros, artigos infantis; utilidades domésticas, quanto de serviços, como turismo, festas infantis e comunicação. Segundo pesquisa do Provar – Programa de Administração do Varejo, o preço de 21% dos produtos foram aumentados na Black Friday, o que gerou indignação nos e-consumidores, que resgataram a expressão “Black Fraude” para se referir ao evento. Houve um movimento nas redes sociais de posts de print screen dos preços e seu aumento à medida que o dia da Black Friday Brasil se aproximava. Devido a essas incidências, a empresa Reclame Aqui lançou uma ferramenta de monitoramento, onde os usuários podiam conferir a reputação das empresas das quais desejavam efetuar compras e também reclamar ou denunciar práticas irregulares nas promoções.

O evento não tem regulamentação, nem organização centralizada. Qualquer empresa, tanto virtual, quanto física pode fazer promoções com o nome Black Friday. A procura pelo termo ‘Black Friday’ em 2013 cresceu mais de 300% em relação a 2012, o que levou muitas agências de publicidade a se colocarem como centrais oficiais do evento.

Maquiagem de preços

De acordo com um estudo feito pela Opinion Box em parceria com o Mundo Marketing, três em cada quatro internautas brasileiros pretendem aproveitar a data em 2014 para realizar compras online. Apesar de vários outros números positivos apresentados pela pesquisa, foi constatado que 42% dos entrevistados ainda desconfia dos descontos oferecidos no Black Friday.

Uma das maiores reclamações dos consumidores é a maquiagem de preços, tática utilizada pelos e-commerces pra vender mais sem ter que necessariamente diminuir os valores. Funciona da seguinte forma: O lojista sobe arbitrariamente o preço do produto dias ou uma semana antes do Black Friday. Dessa forma, no dia 28 de novembro, ele pode dar um desconto muito grande no produto, e o consumidor acreditará estar levando vantagem.

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Certificação em Eventos no Brasil – Programa CEM

O programa CEM – é um programa de capacitação e certificação de profissionais de feiras e eventos da responsabilidade da IAEE, a maior associação mundial de organizadores de feiras e eventos, que consiste na frequência de 9 módulos sobre diversas temáticas abrangendo todo o processo organizativo em feiras e eventos e que está sendo desenvolvido pela Newevents Global, representante da IAEE no Brasil, contando com o imprescindível apoio estratégico da UBRAFE e SINDIPROM/SP e como parceiros as principais entidades do setor, ABEOC, ABRACCEF, AMPRO, entre outros.
Atualmente o programa CEM realiza-se em São Paulo e Porto Alegre, contando com a participação de mais de 30 profissionais que em breve também irão receber a sua certificação CEM.

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PRÓXIMOS CURSOS NO BRASIL

Os próximos cursos realizam-se nos dias 7, 8 e 9 de Dezembro em São Paulo e 10, 11 e 12 de Dezembro em Porto Alegre.
As inscrições para os próximos cursos CEM no Brasil estão abertas na web e as turmas são limitadas. Os membros da UBRAFE, SINDIPROM, ABEOC, AMPRO, ABRACEFF e IAEE beneficiam de 10% de desconto na inscrição.

Mais Informações.

Ficha de Inscrição CEM

A prestigiada Certificação Internacional em Feiras e Eventos – CEM está no Brasil. Atualmente, mais de 2.000 profissionais em todo o mundo têm a cobiçada certificação CEM. Faça parte deste grupo de excelência

Festa de Fim de Ano | Dicas de como Organizar

Dentro de qualquer empresa, a chegada do final do ano é sinônimo de balanço e análise dos resultados atingidos. Ao mesmo tempo, há outro assunto que precisa de muita atenção – a aguardada festa da firma.

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São Paulo Fashion Week Inverno 2016 RTW

A 40ª edição do SPFW que comemora os 20 anos do calendário oficial da moda brasileira acontecerá de 18 a 23 de outubro e celebrará os processos e as singularidades do fazer.
A abertura oficial da temporada será no domingo com evento comemorativo do legado do SPFW para a cidade de São Paulo, seguido de desfile de Alexandre Herchcovitch e da edição Inverno 2016 da Fashion Run. Uma série de conteúdos interativos, ao longo da semana, vai destacar a capacidade humana de criar com as mãos e inspirar novas possibilidades, do artesanal ao tecnológico, do princípio ao início, em constante evolução, sempre em busca de novos pontos de partida.

CALENDÁRIO:

18.10 (domingo)
Alexandre Herchcovitch – Prefeitura de São Paulo

19.10 (segunda-feira)
Animale
Uma Raquel Davidowicz
Ronaldo Fraga
Lilly Sarti

20.10 (terça-feira)
Vitorino Campos – Casa Jaguar
Iódice – Pier 88
GIG Couture
João Pimenta
PatBo
Ellus

21.10 (quarta-feira)
Reinaldo Lourenço
Samuel Cirnansck
Apartamento 03
Coven
Hêlo Rocha

22.10 (quinta-feira)
Lethícia para Riachuelo
Gloria Coelho
Fernanda Yamamoto
Juliana Jabour
Lolitta
Lino Villaventura
Osklen

23.10 (sexta-feira)
Giuliana Romanno – Galeria Rabieh
Patricia Viera – Universidade Belas Artes
Wagner Kallieno
Ratier
Colcci
Amapô

Site Oficial.

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Arenas Multiusos

Arena Nationwide

Transformação da arena da pista do hóquei, a sala de concertos , a quadra de basquete e de volta ao hóquei em 72 horas, ou seja, uma média de um evento a cada 18 horas.

Lille Stadium

Cowboys Stadium

American Airlines Center 6 dias e 4 Diferentes Eventos
Veja como o pessoal de operações no American Airlines Center muda a arena de uma pista de dança, a uma quadra de basquete, para um rodeio e , em seguida, termina com o concerto da Polícia .

A transformação da noite para o dia ANZ Stadium de Sydney a partir de AFL ao campo NRL em finais preliminares fim de semana de 2012.

A Air Canada Centre pode mudar de gelo NHL para NBA hardwood em menos de oito horas

Se você tem uma empresa e ela ainda não quebrou, pode ser apenas sorte

Bem, não era preciso ir até a Suiça para descobrir isso. A Uber está mudando o transporte urbano no mundo inteiro e no Brasil já existe uma forte reação de taxistas e frotistas ao novo modelo. O WhatsApp e o Skype fizeram um rombo nas finanças das empresas de telefonia. A Amazon ajudou a fechar livrarias em centenas de lugares e a Airbnb oferece a seus hóspedes lugares surpreendentes como a casa-avião para quem não quer mais ficar num hotel pão-com-manteiga sem graça.

Até as montadoras de automóvel andam assustadas. E com razão. O carro elétrico não foi criado por elas. O acessório mais útil para enfrentar o trânsito das cidades, o Waze, foi feito por uma startup que hoje pertence ao Google. O veículo sem motorista não nasceu em Detroit mas em Mountain View. Tentando correr atrás do prejuízo, este mês a Ford, GM e a BMW lançaram programas que oferecem aos compradores dos seus modelos a oportunidade de alugar os veículos para outras pessoas quando eles não estiverem sendo usados. Assim, seus proprietários ganham uma nova fonte de renda. Nada como aprender com o inimigo, não é mesmo?

A moderna tecnologia não está criando só novos produtos e serviços mas principalmente novos modelos de negócio que as empresas tradicionais nem sonhavam. Aliás, sonhar, nunca foi tão importante hoje para acordar vivo amanhã.

Coluna de Ruy Lindenberg criada originalmente para Reclame no Rádio, na Rádio Estadão.

Apresentações de Projetos de Eventos | LÍBIA MACEDO

Lembro-me muito bem de como era o processo de vender uma idéia de eventos alguns anos atrás. As reuniões de briefing, onde parte da equipe da empresa trazia informações sobre a expectativa do evento e nós, a agência, escutávamos tudo e fazíamos o que era quase que um interrogatório. E depois a apresentação de projeto com alguns impressos mostrando as informações,a proposta e, dependendo do tamanho do pedido, uma maquete para dar uma idéia da proposta.

Hoje em dia é comum que as propostas contém com vídeos, plantas 3D e até holográficas, além de apresentações elaboradíssimas para contar e encantar os clientes sobre os projetos de eventos ou produtos que apoiam os mesmos.

Deixando a nostalgia de lado, é fato que as apresentações apoiam a venda e não basta somente saber usar ferramentas como Power Point, Keynote (Mac), Canvas, Prezi, Slide Rocket, entre outros. É preciso saber como mostrar e usar adequadamente estes conteúdos para apoiar uma idéia.

Acabo de ler o livro Apresentações Brilhantes – Susan M. Weinschenk que é psicóloga e traz indicações de design a apelos comportamentais para termos uma eficiente apresentação.

Mesclei algumas dicas dela com outras minhas relacionado ao setor de eventos, espero que possa apoiá-los.

Na apresentação de projetos sempre utilizo um resumo do briefing nos primeiros slides. Isso indica claramente sobre o que estaremos falando e reforça que este briefing foi feito com informações específicas, dadas por tal pessoa, em tal data. Ou seja: o projeto não considera mudanças ocorridas no meio tempo e não avisadas .
Faça a revelação progressiva, passando as informações aos poucos, seguindo o princípio de Atenção/ Relevância/ Confiança / Satisfação. Por exemplo, às vezes e melhor apresentar primeiro o case e depois a teoria que o ampara.
Repetição de termos ou associações são formas das pessoas memorizar informações e ajudam a vender uma idéia ou projeto, ou para convencimento. Não significa se tornar repetitivo, mas focar várias vezes na sua idéia como solução para objetivos do briefing, exemplificando com quem já usou ou até mesmo o ineditismo disto.
Cuidado com o tempo de apresentação:com a correria do cotidiano, quando conseguimos uma reunião de apresentação temos que utilizar o tempo da melhor maneira e levar em conta que o ser humano se distrai facilmente (especialmente com celulares, labtops, etc). Exercite fazer suas apresentações em no máximo 20 minutos. Se você tiver muitos dados à apresentar, quebre em 2 apresentações de 20min. E como as pessoas tendem a se lembrar mais do inicio e final de apresentações, capriche e ilustre pontos fundamentais de seu projeto nessas fases;
Ao fazer suas apresentações procure sempre levar em conta comportamentos da platéia, tanto para evitar possíveis problemas, como para melhorar os resultados da apresentação:

Surpreenda, falando algo que o público talvez não saiba. Exemplo: as zonas Oeste e Sul de São Paulo concentram 80% dos espaços de eventos. Esta informação pode impactar a platéia, dando uma idéia de uma oportunidade de investimento ou perceber como a concorrência é forte em certas regiões.
Se numa apresentação com 05 pessoas na sala, ao falar um item, você perceber que uma ou duas pessoas balançam a cabeça negativamente e uma outra de alguma forma concordou com um breve sorriso; foque seu olhar para ela, encorajando aquele comportamento que você deseja que se repita e não se abalará com os outros. (já ouviu falar do condicionamento operante de Skinner?)
Interatividade: faça com que os ouvintes participem e experimentem durante sua apresentação:
Entregue protótipos enquanto fala sobre o mesmo.
Simule situações (vídeo/ musica/ entrega do mesmo brinde ou comida que será entregue).
Realize a apresentação no local que você está propondo para o evento.
Por fim, uma última dica: as pessoas se lembram de apenas quatro itens por vez. Esta afirmação é baseada em vários estudos de psicólogos relacionados a memória funcional e, em apresentações, podemos utilizar dessa maneira: se há 15 itens para serem apresentados, tente agrupar em grandes grupos e seus respectivos tópicos e sub-tópicos, também divididos em 4 pontos.
Procure usar elementos do design ou mesmo estruturar o texto e manter a estrutura de 4 tópicos por vez. Quer um exemplo? Repare no texto acima: os tópicos foram reunidos em 2 grupos de 4 ítens, separados por um parágrafo e uma linha, e o 9.o tópico transformado num parágrafo. 🙂

Espero que suas apresentações sejam um sucesso e que revertam em vendas. Se você também tem uma dica para apresentações, divida com a gente aqui nos comentários.

http://www.dicaevento.com

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Curso de Branding + Eventos em SP

Sobre os Palestrantes:
Marcia Auriani

Escritora, palestrante e consultora em Branding e Gestão do Design. Coordenadora do MBA Executivo em Marketing Digital Estratégico e MBA em Branding / Gestão de Marcas nas Faculdades Alpa e Fadisp. Professora de cursos de pós-graduação com as disciplinas Marketing, Branding e Gestão do Design na HSM Educação, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e PUC. Colunista e uma das fundadoras do Portal InfoBranding e colunista do Portal O Negócio do Varejo com a coluna Branding no Varejo. Organizadora e autora dos Livros: Marketing e Gestão Comercial, Gestão de Recursos Humanos, InfoBranding: Marcas, Ideias e Afins e Gestão do Design.

Extensão Internacional em Design e Branding (EUA), Santa Fe University of Art and Design/2014, Extensão Internacional em Gestão de Negócios, (Espanha) na Escuela de Organizacion Industrial – EOI/ 2013 e em (Chile), na Universidad Andres Bello/2007. Mestre em Engenharia da Produção pela Universidade Paulista. Graduada em Administração de Empresas e pós-graduada em Administração de Marketing pela Fundação Álvares Penteado. Extensão em Marketing Digital, na HSM Educação São Paulo; Ensino Superior Internacional, na Laureate International Universities; Comunicação, na Escola Superior de Marketing / ESPM e Design Management, na LBDI Santa Catarina.

Libia Macedo

Mais de 20 anos no mercado de eventos corporativos e esportivos, atuando em agências e em mega eventos como Copa. Diretora – Conceito – soluções Integradas em eventos. Atuou e atua como Profa em Universidades ( ESPM, Anhembi Morumbi, SENAC em cursos de graduação e Pós). Idealizadora do site www.dicaevento.com. Membro da MPI – Meeting professional Internacional.

Kdu Munis

Publicitário pós-graduado em Gestão de Marcas e Branding pela Business School São Paulo com mais de 18 anos de experiência em marketing, publicidade e na organização e criação de estandes em diversos segmentos e eventos corporativos para marcas como jornal O Estado de São Paulo, BMW, Land Rover, Kia Motors, Honda, Yamaha, Pfizer, Cadiveu Professional entre outras. Co-criador e colunista no portal InfoBranding. Docente na Escola de Negócios Trevisan no curso de Pós-graduação em Marketing Digital.

Tema das Palestras:

Marcia Auriani | Autoridade sobre Branding

Branding – Um olhar sobre eventos:
Uma pequena discussão sobre eventos e branding

Libia Lender | Autoridade sobre Eventos

Eventos – Um olhar sobre branding:

Analise da marca em participação em eventos de terceiros e próprios – Prós & Contras.
Percepção de eventos de marcas concorrentes e influência em suas ações de eventos.
Naming right: DNA da marca impressa nos eventos

Kdu Munis | Brand Experience

Branding Experience em eventos – Como usar a ferramenta Eventos para criar experiências únicas para o seu consumidor:

Como contar a história da sua marca através da experiência
Conhecendo o cliente para inovar o seu evento
Sua marca oferece experiências únicas?
Aplicando branding experience em eventos corporativos

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