República Federativa do Brasil

Brasil

Brasil (pronuncia-se localmente AFI: [bɾaˈziw]), oficialmente República Federativa do Brasil, é o maior país da América do Sul e da região da, sendo o quinto maior do mundo em área territorial (equivalente a 47% do território sul-americano) e população (com mais de 200 milhões de habitantes). É o único país na América onde se fala majoritariamente a língua portuguesa e o maior país lusófono do planeta, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de variados locais do mundo.

Delimitado pelo oceano Atlântico a leste, o Brasil tem um litoral de 7.491 km. É limitado a norte pela Venezuela, Guiana, Suriname e pelo departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; a noroeste pela Colômbia; a oeste pela Bolívia e Peru; a sudoeste pela Argentina e Paraguai e ao sul pelo Uruguai. Vários arquipélagos formam parte do território brasileiro, como o Atol das Rocas, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha (o único destes habitado) e Trindade e Martim Vaz. O país faz fronteira com todos os outros países sul-americanos, exceto Chile e Equador. A sua Constituição atual, formulada em 1988, define o Brasil como uma república federativa presidencialista, formada pela união do Distrito Federal, dos 26 estados e dos 5.570 municípios.

O território que atualmente forma o Brasil foi encontrado pelos europeus em 1500, durante uma expedição portuguesa liderada por Pedro Álvares Cabral. A região, que até então era habitada por indígenas ameríndios divididos entre milhares de grupos étnicos e linguísticos diferentes, torna-se uma colônia do Império Português. O vínculo colonial foi rompido, de fato, quando em 1808 a capital do reino foi transferida de Lisboa para a cidade do Rio de Janeiro, depois de tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte invadirem o território português. Em 1815, o Brasil se torna parte de um reino unido com Portugal. Dom Pedro I, o primeiro imperador, proclamou a independência política do país em 1822. Inicialmente independente como um império, período no qual foi uma monarquia constitucional parlamentarista, o Brasil tornou-se uma república em 1889, em razão de um golpe militar chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca (o primeiro presidente), embora uma legislatura bicameral, agora chamada de Congresso Nacional, já existisse desde a ratificação da primeira Constituição, em 1824. Desde o início do período republicano, a governança democrática foi interrompida por longos períodos de regimes autoritários, até um governo civil e eleito democraticamente assumir o poder em 1985, com o fim do último regime militar.

A economia brasileira é a maior da América Latina e do Hemisfério Sul, a sétima maior do mundo, tanto nominalmente quanto por paridade do poder de compra (PPC). Reformas econômicas deram ao país novo reconhecimento internacional, seja em âmbito regional ou global. O país é membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU), G20, BRICS, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), União Latina, Organização dos Estados Americanos (OEA), Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), Mercado Comum do Sul (Mercosul) e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), além de ser um dos países BRIC. O Brasil também é o lar de uma diversidade de animais selvagens, ecossistemas e de vastos recursos naturais em uma grande variedade de habitats protegidos.

A História do Brasil por Bóris Fausto

Série narrada pelo historiador Bóris Fausto e que, por meio de documentos e imagens de arquivo, traça um panorama político, social e econômico do País, desde os tempos coloniais até os dias atuais. A série é composta, ainda, de entrevistas com algumas personalidades que ajudaram a escrever essa história.

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MEU AMIGO, CHARLIE BROWN | “You’re a Good Man, Charlie Brown”

CHARLIE BROWN

Uma superprodução para todas as idades, bom para as crianças e melhor ainda para os adultos que acompanham estes personagens desde os anos 50. Uma história que celebra a amizade e traz personagens humanos, repletos de dilemas atuais que culminam em situações muito engraçadas, mas que mostram de maneira genuína que a felicidade está presente nas pequenas coisas, nos pequenos gestos.
Baseada na célebre história em quadrinhos criada pelo desenhista Charles M. Schulz em 1950 e até hoje publicada em milhares de jornais de todo o mundo.

No papel do emblemático Snoopy o ator Tiago Abravanel de volta aos palcos dos musicais depois do grande sucesso de Tim Maia, Vale Tudo – o musical. O elenco também é formado por Leandro Luna (Charlie Brown), Mariana Elisabetsky (Sally Brown), Paula Capovilla (Lucy Van Pelt). Completam o elenco Guilherme Magon (Schroeder) e Mateus Ribeiro (Linus Van Pelt), assim dos Swings Tecca Ferreira e Douglas Tholedo.

As canções originais são de Clark Gesner, canções adicionais de Andrew Lippa. Direção original de You’re A Good Man, Charlie Brown (versão 1999), de Michael Mayer. A Direção Musical e regência são assinados por Sandro Silva e Direção Vocal por Rafael Villar. Cenografia de Chris Ayzner e os figurinos de Jô Resende são uma releitura da criação de Schulz, contudo não perdem a identidade e referências desse artista. A iluminação é de Paulo César Medeiros e a Realização da Néctar Cultural que traz à frente da produção Danny Olliveira e Leandro Luna.

Uma das histórias em quadrinhos mais populares e queridas de todos os tempos, o Peanuts da turma de Charlie Brown, Snoopy, Lucy e cia., foi adaptada para diversas formas de entretenimento: cinema, séries e especiais de TV, discos, livros, parques temáticos e, claro, espetáculos musicais. You’re a Good Man, Charlie Brown estreou Off-Broadway em 1967, com cerca de 1600 apresentações. Uma segunda versão seria montada em 1971. A versão definitiva é a de 1999, da qual Meu Amigo, Charlie Brown foi adaptada e recebeu dois prêmios Tony (melhor ator e melhor atriz em musical) e três prêmios Drama Desk (melhor remontagem de musical, melhor ator e melhor atriz). Essa montagem teve duas adaptações para a TV americana: um especial com atores na rede NBC e um especial de animação na CBS.
No Brasil a mesma montagem ganhou em 2010 o prêmio FEMSA Coca-Cola para melhor cenário, produção e atriz coadjuvante.

A HISTÓRIA

“Um dia normal na vida de Charlie Brown”. Assim os autores resumem a história deste musical. Um dia recheado de pequenos momentos da vida de Charlie Brown; do Dia do Amigo à temporada de beisebol, do extremo otimismo ao desespero total, tudo isso misturado às vidas de seus amigos e colocado juntos num único dia, de uma linda e incerta manhã a um pôr do sol cheio de esperança.
O universo de Charlie Brown se caracteriza pelo humor delicado e melancólico, com personagens inteligentes, sensíveis, mordazes e criativos que provocaram uma revolução no mundo das histórias em quadrinhos. Afinal, o protagonista é um menino cheio de preocupações e com algumas frustrações; Schroeder vive cobertor; Lucy tem uma banca de analista; Sally, a irmã mais nova de Charlie Brown, vive num dilema escolar e Snoopy é absolutamente extraordinário. Todos personagens refletem sobre a simplicidade e a complexidade do cotidiano, além de questionarem e tentarem entender tudo que os rodeia.
A dramaturgia e a música propõem o encontro do menino Charlie Brown com o mundo que o cerca, e sua constante busca pelo significado das coisas e dos sentimentos.

Ficha Técnica

MEU AMIGO CHARLIE BROWN
Um musical da Broadway
Direção de Coreografia – Alonso Barros
Teatro Shopping Frei Caneca (600 lugares)
Rua Frei Caneca, 569 – 7º Andar.
Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230
Grupos: (11) 3472-2226 / www.teatrofreicaneca.com.br
Bilheteria: de terça à domingo, das 13h até o início do espetáculo. Nos dias em que não houver espetáculo, a bilheteria funciona até às 19h. Sujeito a alteração do elenco.
Vendas: (11) 4003.1212 / www.ingressorapido.com.br
logo_ibisbudget_cmjn
Hospedagem Oficialibis budget São Paulo Frei Caneca
Reservas – (11) 2678-7555

Março:
Sábados e Domingos às 17h30 e 20h

Abril:
Sábados às 15h e 17h30 | Domingos às 16h

Ingressos:
R$ 80

Duração: 90 minutos
Recomendação: livre
Gênero: musical

Estreia dia 05 de Março de 2016

Temporada: até 24 de Abril

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COMIDA JAPONESA NO BRASIL

Abordando histórica e etnologicamente as raízes da cultura alimentar japonesa, professor Mori investiga como a gastronomia nipônica se adaptou, tanto do ponto de vista da cultura material bem como da cultura imaterial, às peculiares realidades objetivas encontradas em nosso país — passando por um amplo grau de diferenciação em relação ao quadro tradicional, revelando-se um sistema aberto: em diálogo com o exterior, flexível a ponto de transformar-se, variando e adotando novidades.
Atualmente, após um verdadeiro boom, lembrou o pesquisador, a culinária japonesa entrou na moda: são mais de 600 restaurantes em São Paulo, número superior ao de churrascarias. Essa comida, outrora tida como “incomível” — para muitos, o fato do peixe ser ingerido cru trazia, conjugada à incredulidade, certa repulsa fisiológica —, superou a imagem negativa.
O sushi e o sashimi, o missô (pasta de soja) e o shoyu (molho de soja) — ambos fermentados, o que representava problema de aceitação —, o “arroz de sushi” adocicado e o nori (folha de algas marinhas) — de aprovação também duvidosa —, acabaram se afirmando, sobretudo nos últimos trinta anos, como saborosos, saudáveis e esteticamente apurados. O peixe cru — livre, estranhamente, de qualquer “gosto de maresia” — viu seu simbolismo mudar, passou a significar algo fresco.
Professor Mori destaca a gastronomia japonesa, no início do milênio, como uma das principais matrizes culinárias globais. “O mundo está tão integrado”, comenta, “que a cozinha não poderia ficar de fora dessa fusão entre Oriente e Ocidente”. O sushi conquistou o planeta, observa, numa tendência dinâmica de inovação e não de manutenção de uma “nipocidade perfeita”. A imensa maioria dos restaurantes paulistanos, por exemplo, num contexto híbrido, não serve comida japonesa “clássica”: mistura sabores e técnicas, inventa uma culinária eclética de intercâmbio e adaptação.
Para destacar a realidade construída na cidade de São Paulo, razoavelmente próxima daquela que se viu na expansão acentuada da gastronomia japonesa nos Estados Unidos (principalmente em Los Angeles, que nos antecedeu), Mori organiza uma lista indicando a elasticidade das adaptações geradoras do nosso modelo de comida japonesa (melhor, segundo o estudioso, seria referir-se a ela como “comida brasileira de inspiração japonesa”):

1. Preparações salgadas menos adocicadas que no Japão;
2. Emprego do shoyu e do missô nacionais. Nosso produto é bem diferente do japonês (feito com soja e trigo, sem a presença de milho);
3. Sushis com a metade do tamanho normalmente encontrado no Japão, para que o cliente não precisasse “encher a boca”, comportamento considerado inapropriado na cultura alimentar brasileira;
4. Sushis mais prensados, pois o brasileiro utiliza o molho de soja em quantidades maiores, dando um verdadeiro banho no bolinho;
5. Predileção por uma pequena variedade de peixes: o de carne branca, o amarelo (salmão) — largamente preferido — e o vermelho (atum). No Japão, a diversidade de peixes e frutos-do-mar empregados é vastamente maior;
6. Sushis de salmão defumado;
7. Emprego de frutas tropicais: abacaxi, manga, kiwi, e até mesmo abacate;
8. Uso eventual de um pouco de sumo de limão, principalmente em peixes de carne branca, para quebrar o paladar forte, adaptando ao gosto típico mais convencional;
9. Sushis ou sashimis de peixes brasileiros de água doce;
10. Invenção do uramaki, literalmente, “enrolado pelo avesso”. A folha de alga é posicionada na parte interna e não na cobertura externa do sushi, ficando dissimulada, já que muitos clientes não gostam da idéia de comer “papel-carbono”;
11. Inovações na disposição dos pratos e nas regras para servir à mesa: festivais de sushi, rodízios, buffets, “por quilo”, “combinados” — belos arranjos apresentados, normalmente, sobre um barco de madeira;
12. “Sakerina”: caipirinha, o mais brasileiro dos drinques, preparada com saquê;
13. Uso de azeite e de alho em algumas preparações.

São essas estratégias de abrasileiramento, distantes dos compromissos com a tradição culinária de origem, que fizeram a gastronomia japonesa vencer a barreira étnica, geográfica e simbólica. O sushi, de prato principal transformou-se em entrada, presente inclusive em churrascarias de rodízio. Comida antes incomum, passa a ser provada freqüentemente, populariza-se.
Outro fator contaminador foi larga emprego da mão-de-obra nordestina nas cozinhas e salões japoneses em São Paulo. Esse pessoal, que não estava preso aos valores culturais nipônicos, incentivou uma nova abordagem da cozinha japonesa, muito mais próxima do gosto dos brasileiros.
Curiosamente se nota, a maioria das pessoas percebe e partilha tão pouca coisa a respeito do Japão que, incapaz de reconhecer a falsa experiência, aceita a mais leve sugestão de ligação histórica (decoração orientalista com lanternas de papel, “gueixas” como garçonetes ou “pauzinhos” para comer), sem preocupações com a legitimidade ou com a pureza. O que se vivencia não é o Japão (cultura intensa, grandiosa) é sim o modo como se espera que o Japão seja. Claro que, como professor Mori indica, e isso importa de maneira definitiva, a comida em si, bastante diferente da original, muitíssimo bem adaptada, é uma delícia!

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Feliz Natal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

TP Eventos quer neste Natal e em todos os dias de 2016, possamos fazer de Jesus Cristo nosso melhor amigo, pois Ele é o maior motivo do Natal e da nossa existência.
Neste Natal deixe a magia tomar conta da sua família e envolva todos com o poder da União e da Esperança.
Abra os olhos para novos projetos e transforme esta noite em uma grande Festa, permitindo que a Alegria contagie a todos e a Felicidade estava presente ao longo de 2016.

Natal 20016.

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Black Friday – Sexta Feira Negra

Há vestígios de que a denominação surgiu no início dos anos 90 na Filadélfia, quando a polícia local chamava de Black Friday o dia seguinte ao feriado de Ação de Graças. Havia sempre muitas pessoas e congestionamentos enormes, já que a data abria o período de compras para o natal. O termo já foi associado com a crise financeira que atingiu os Estados Unidos em 1869. Também passou a ser usado em 1966, mas só se tornou popular em 1975 quando o uso do termo passou a ser conhecido por meio de artigos publicados em jornais, que abordavam a loucura da cidade durante o evento.

Já se referiu ao período de conforto financeiro para os varejistas. No início de 1980, foi criada uma teoria que usava a cor vermelha para se referir aos valores negativos de finanças e a cor preta para indicar valores positivos. O período negativo correspondia ao período de janeiro a novembro e o lucro acontecia no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças e permanecia até o final do ano.

Alguns anos depois, Black Friday foi o nome usado pelos varejistas para indicar o período de maior faturamento e desde então é a data mais agitada do varejo no país. No dia do evento muitas lojas abrem bem cedo, algumas com até quatro horas de antecedência, para atrair o maior número de consumidores através de ofertas. Milhares de pessoas aguardam em filas enormes. Embora não seja um feriado, muitas pessoas ganham o dia de folga e se tornam consumidores com grande potencial. O dia também é conhecido por dar início à temporada de compras de natal. A popularidade do evento é grande, sendo que os descontos oferecidos são considerados mais atrativos do que os natalinos por muitos consumidores.

Black Friday no Brasil

O primeiro Black Friday do Brasil aconteceu no dia 28 de novembro de 2010 e foi totalmente online. A data reuniu mais de 50 lojas do varejo nacional.

Em 2013, a Black Friday no Brasil bateu seu recorde, lucrando R$770 milhões em comércio online. Os produtos mais almejados são televisores, e smartphones. A média de desconto para aparelhos celulares foi de 16%, e para televisores chegou a 19%.

Segundo a consultoria E-Bit, em 2014, a data deve gerar R$1,2 bilhão somente na internet, que corresponde a 3,5% do faturamento anual, consolidando assim, a Black Friday como uma das datas mais importantes para o comercio online.

Para evitar praticas fraudulentas como a maquiagem de preços, e falsos descontos, a câmara brasileira de comércio eletrônico (Câmara e-net), criou o código de ética para a Black Friday, e publicou uma lista com as lojas participantes que foram regulamentadas segundo as normas da cláusula.

Assim como nos Estados Unidos, a Black Friday Brasil acontece anualmente na sexta-feira seguinte à quarta quinta feira de novembro. Há registros de que o evento também aconteça em lojas físicas, pelo menos no Brasil e Estados Unidos. Outro problema sério que ocorre no Brasil são os descontos “maquiados”, ou seja, as lojas sobem o preço uma semana antes do Black Friday e baixam no dia do evento alegando “mega descontos”.

A segunda edição do Black Friday, em 25 de novembro de 2011, rendeu um faturamento de 100 milhões para o e-commerce brasileiro, representando um incremento de 80% em relação ao ano de estreia país. Após o sucesso de vendas da Black Friday, o Cyber Monday também foi importado para o Brasil.

O terceiro Black Friday ocorreu em 23 de novembro de 2012, em mais de 300 lojas virtuais e foi a primeira vez que lojas de decoração participaram do evento. As empresas Walmart, Extra, Ponto Frio, Submarino, Americanas.com, Saraiva e Fast Shop também foram notificadas pelo Procon por indícios de maquiagem nos descontos.

A quarta Black Friday, que caiu no dia 29 de novembro de 2013, mais uma vez bateu recorde de vendas, contemplando a venda tanto de bens, como produtos diversos, imóveis, carros, artigos infantis; utilidades domésticas, quanto de serviços, como turismo, festas infantis e comunicação. Segundo pesquisa do Provar – Programa de Administração do Varejo, o preço de 21% dos produtos foram aumentados na Black Friday, o que gerou indignação nos e-consumidores, que resgataram a expressão “Black Fraude” para se referir ao evento. Houve um movimento nas redes sociais de posts de print screen dos preços e seu aumento à medida que o dia da Black Friday Brasil se aproximava. Devido a essas incidências, a empresa Reclame Aqui lançou uma ferramenta de monitoramento, onde os usuários podiam conferir a reputação das empresas das quais desejavam efetuar compras e também reclamar ou denunciar práticas irregulares nas promoções.

O evento não tem regulamentação, nem organização centralizada. Qualquer empresa, tanto virtual, quanto física pode fazer promoções com o nome Black Friday. A procura pelo termo ‘Black Friday’ em 2013 cresceu mais de 300% em relação a 2012, o que levou muitas agências de publicidade a se colocarem como centrais oficiais do evento.

Maquiagem de preços

De acordo com um estudo feito pela Opinion Box em parceria com o Mundo Marketing, três em cada quatro internautas brasileiros pretendem aproveitar a data em 2014 para realizar compras online. Apesar de vários outros números positivos apresentados pela pesquisa, foi constatado que 42% dos entrevistados ainda desconfia dos descontos oferecidos no Black Friday.

Uma das maiores reclamações dos consumidores é a maquiagem de preços, tática utilizada pelos e-commerces pra vender mais sem ter que necessariamente diminuir os valores. Funciona da seguinte forma: O lojista sobe arbitrariamente o preço do produto dias ou uma semana antes do Black Friday. Dessa forma, no dia 28 de novembro, ele pode dar um desconto muito grande no produto, e o consumidor acreditará estar levando vantagem.

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Certificação em Eventos no Brasil – Programa CEM

O programa CEM – é um programa de capacitação e certificação de profissionais de feiras e eventos da responsabilidade da IAEE, a maior associação mundial de organizadores de feiras e eventos, que consiste na frequência de 9 módulos sobre diversas temáticas abrangendo todo o processo organizativo em feiras e eventos e que está sendo desenvolvido pela Newevents Global, representante da IAEE no Brasil, contando com o imprescindível apoio estratégico da UBRAFE e SINDIPROM/SP e como parceiros as principais entidades do setor, ABEOC, ABRACCEF, AMPRO, entre outros.
Atualmente o programa CEM realiza-se em São Paulo e Porto Alegre, contando com a participação de mais de 30 profissionais que em breve também irão receber a sua certificação CEM.

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PRÓXIMOS CURSOS NO BRASIL

Os próximos cursos realizam-se nos dias 7, 8 e 9 de Dezembro em São Paulo e 10, 11 e 12 de Dezembro em Porto Alegre.
As inscrições para os próximos cursos CEM no Brasil estão abertas na web e as turmas são limitadas. Os membros da UBRAFE, SINDIPROM, ABEOC, AMPRO, ABRACEFF e IAEE beneficiam de 10% de desconto na inscrição.

Mais Informações.

Ficha de Inscrição CEM

A prestigiada Certificação Internacional em Feiras e Eventos – CEM está no Brasil. Atualmente, mais de 2.000 profissionais em todo o mundo têm a cobiçada certificação CEM. Faça parte deste grupo de excelência

Mais Informações: edu@newevents.com.br

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Problemas com Energia | Grupo Gerador

Quedas de energia causam muitos prejuízos e, na maioria dos casos, irremediáveis.
O custo do kWh para geração com equipamentos locados (somando locação + diesel), gira em torno de R$ 1,05¹, em muitos casos o cliente consegue uma redução de até 30%² na conta de energia no horário de ponta.

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Preparativos para Teleton 2015

O SBT já deu início aos preparativos para mais uma edição do “Teleton”. A maratona completará sua 18ª temporada e ocorrerá em outubro, nos dias 23 e 24.

A ideia é mais uma vez contar com uma equipe diversificada e reunir nomes prestigiados não só do SBT, mas também de emissoras concorrentes e outros segmentos, para ajudar o evento a alcançar sua meta, que ainda não foi divulgada.

Historia

O Teleton foi criado em 1966, nos Estados Unidos, pelo ator e comediante Jerry Lewis, que teve um filho com distrofia muscular. Desde então, é realizado anualmente e serviu de inspiração para outras campanhas televisivas pelo mundo.

No Brasil, o primeiro Teleton ocorreu em 16 de maio de 1998 no SBT com o objetivo de levantar recursos para o tratamento e reabilitação de pacientes atendidos nas unidades da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). Em sua primeira edição, o projeto arrecadou R$ 14.855.000,00 que foram utilizados para a construção de uma nova unidade da AACD em Recife (PE) e na reforma da unidade da Mooca, em São Paulo.

Em 2013, o evento superou a meta de arrecadação de R$ 26 milhões. A maratona televisiva conseguiu arrecadar R$ 26.907.055,00. Os recursos foram utilizados nas 16 unidades e na ampliação do Hospital Abreu Sodré, e fortaleceu a estrutura da AACD para continuar oferecendo tratamentos com excelência.

Todos os anos, durante a exibição do Teleton, o SBT tem uma programação especial totalmente voltada ao projeto. Em suas 26 horas, reportagens especiais sobre o trabalho feito pela a AACD, prestações de contas, artistas renomados e atrações musicais são apresentadas ao público diretamente dos estúdios do SBT no Complexo Anhanguera, ao vivo, para todo o Brasil. E este ano também será exibido, ao vivo, pela TV Cultura, YouTube e pelos canais fechados Fox Life Brasil e Nickelodeon.

Nesta 17ª edição, que acontece nos dias 7 e 8 de novembro de 2014, a meta continua em R$ 26 milhões. O dinheiro será usado para manutenção e sustentabilidade das unidades da Instituição, além de investimentos em pesquisas de reabilitação que agreguem tecnologia e conhecimento.

Linha do Tempo

• 2013
Meta: Manutenção do hospital sede da AACD em SP, manutenção das unidades restantes e ampliação do Hospital Abreu Sodré. Arrecadação: R$26.907.055,00

• 2012
Meta: Ajudar a manter os 16 unidades existentes da AACD. Arrecadação: R$30.146.600,00

• 2011
Meta: Construção da AACD Vitória/ES e Campina Grande (PB) Arrecadação: R$26.802.633,00

• 2010

Meta: Construção da AACD Mogi das Cruzes/SP Arrecadação: R$ 23.971.095,00

• 2009
Meta: Construção da AACD Poços de Caldas (MG) e mais 2 unidades em São Paulo (SP) Arrecadação: R$ 19.355.137,00

• 2008
Meta: Diminuir a espera por atendimento nas unidades. Arrecadação: R$ 18.955.958,00

• 2007
Meta: Construção da AACD São José do Rio Preto (SP) Arrecadação: R$ 17.111.159,00

• 2006
Meta: Manutenção das unidades existentes e aumento do número de cirurgias de escoliose Arrecadação: R$ 16.162.588,00

• 2005
Meta: Construção da AACD Joinville (SC) Arrecadação: R$ 16.150.890,00

• 2004
Meta: Manutenção das unidades existentes e ampliação do Hospital Abreu Sodré (construção de 18 apartamentos em 5 pavimentos) Arrecadação: R$ 16.616.032,00

• 2003
Meta: Construção da AACD Nova Iguaçu (RJ) Arrecadação: R$ 15.000.000,00

• 2002
Meta: Construção da AACD Osasco (SP) Arrecadação: R$ 16.015.454,00

• 2001
Meta: Ampliação do número de atendimentos na AACD sede Arrecadação: R$ 11.847.000,00

• 2000
Meta: Construção da AACD Uberlândia (MG) Arrecadação: R$ 10.226.000,00

• 1999
Meta: Construção da AACD Porto Alegre (RS) Arrecadação: R$ 10.147.000,00

• 1998
Meta: Construção da AACD Recife (PE) e reforma da unidade Mooca (SP) Arrecadação: R$ 14.855.000,00

Sobre a AACD

A AACD mantém 14 unidades distribuídas pelo Brasil: AACD Ibirapuera (SP), AACD Mooca (SP), AACD Santana(SP), AACD Campo Grande (SP), AACD Lar Escola São Francisco (SP), AACD Osasco (SP), AACD São José do Rio Preto (SP), AACD Mogi das Cruzes (SP), AACD Recife (PE), AACD Uberlândia (MG), AACD Porto Alegre (RS), AACD Nova Iguaçu (RJ), AACD Joinville (SC) e na AACD Poços de Caldas (MG).

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COPA DO BRASIL DE F1600 2015

Ela é a maior, porque é a mais acessivel, porque proporciona a oportunidade de aprender, de sentir a emoção de pilotar um fórmula a praticamente 200 km por hora, de realizar um sonho que só quem é apaixonado pelo automobilismo sabe traduzir.

Mais do que isso, a Fórmula 1600 integra todos aqueles que fazem parte dela, uma nova família composta pelo mais diversificado perfil de competidores, de jovens promissores a profissionais liberais, que se unem, que se tornam amigos, que sonham juntos.

Calendário 2015

F1600-Calendario-2015

Clique aqui e baixe um pdf com a apresentação completa do Patrocínio da Copa do Brasil F1600 – 2015
Mais informações: F1600

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Piloto Marcus Leão

Nosso piloto esta em busca de patrocínio para competir na Copa do Brasil de F1600, mais informações clique aqui.

Piloto Marcus Leão

Definição

Piloto ou motorista é a denominação que se dá a pessoa que conduz os automóveis.

São utilizados conhecimentos técnicos na manipulação e observação de parâmetros, tais como: velocidade, altitude, pressões, temperaturas, marchas, rotações por minuto de um motor, consumo de combustível entre outras.

O equipamento (carro), é parte determinante para o sucesso de um piloto, não bastando somente ser um ótimo piloto ou ter um conhecimento aprofundado sobre técnicas de pilotagem.

Quando se fala em qualidade de equipamento, a parte financeira se torna decisiva na evolução da carreira de um piloto. Basicamente, quem tem mais dinheiro, tem um equipamento melhor e consegue portanto, resultados melhores.

Isso é válido para qualquer categoria do automobilismo, desde o kart até a F1.