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Equipe de pista afina os treinos para o GP Brasil de Fórmula 1

O cockpit, que traz o emblema da FIA, divulgando sua campanha de segurança e sustentabilidade no automobilismo esportivo, é o melhor instrumento para preparar as equipes que cuidam de dois aspectos cruciais em uma corrida de F1: a remoção de um piloto em caso de acidente e a rápida intervenção dos médicos. O treino de extração do piloto pode ser executado com o cockpit na posição normal ou tombado para o lado esquerdo ou direito, quando a cabeça do piloto fica protegida pelo santo antônio. Nesse segundo caso, o primeiro médico a chegar é obrigado, praticamente, a entrar embaixo do carro para avaliar as condições do piloto.
O cockpit da FIA traz todas as características de um carro de F1 com as caixas laterais, santo antônio, banco removível, volante e cinto de segurança. O cockpit permite que o treinamento seja muito próximo da realidade de um carro de F1.
“Esta simulação faz com que a equipe enfrente uma situação, praticamente, idêntica à que pode enfrentar nos treinos ou na corrida” diz o diretor esportivo do GP Brasil, Alfredo Tambucci Jr.
Além de Tambucci Jr, o treinamento foi dirigido pelo novo diretor de prova Felippe Biazzi e pelo diretor médico do GP Brasil, Dino Altmann. E o cockpit voltará a ser utilizado também na semana no GP. Na quinta, dia 10 de novembro, haverá um exercício no box da equipe Mercedes e, na sexta, na pista, com a presença do delegado-médico da Federação Internacional de Automobilismo.

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