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O Monge e o Executivo

Fotos

Os desafios de um bom líder – seja na condução de uma equipe de trabalho ou em outras situações cotidianas – é o tema central da peça “O Monge e o Executivo”, inspirada no best-seller homônimo do escritor americano James Hunter. Em quase oito anos nos palcos, mais de 80 mil espectadores já assistiram ao espetáculo.

Entre os dias 1º e 4 de abril, o espetáculo estará em cartaz no Teatro Gamaro, localizado na Mooca, Zona leste da cidade São Paulo. Os ingressos variam entre R$ 60 (antecipados) e R$ 100 e estão disponíveis no site ingressorapido.com.br.

A obra traduzida em 11 idiomas. que já vendeu mais de quatro milhões de cópias apenas no Brasil, retrata a trajetória de Leonard Hoffman, um famoso empresário que largou a carreira para se tornar um monge beneditino e sua troca de conhecimentos com o executivo John, que passa algum tempo no mosteiro em busca de ajuda.

John é um executivo que se preocupa apenas com metas do trabalho, deixando de lado o bem-estar de empregados, dos amigos e da família. A pedido de sua esposa ele aceita passar uma semana no mosteiro, principalmente para conhecer Hoffman e colher dicas sobre trabalho. Mas é no retiro que John aprende muito mais do que novas estratégias para seus negócios. O período passa a ser uma grande experiência para refletir sobre seus atos e se tornar uma pessoa melhor.

SERVIÇO

Local: Teatro Gamaro – Rua Dr. Almeida Lima, 1.176, Mooca, zona leste, São Paulo, SP. Tel.: (11) 2081-5924.
Datas: 1, 2, 3 e 4 de abril.
Horários: 19h30 (dom.); 20h30 (demais dias). Ingr.: R$ 60 (antecipado) a R$ 100 (site: ingressorapido.com.br). Bilheteria: Quarta à Domingo das 14h ás 19h.
Duração: 90 minutos. Livre.

Ficha Técnica
• Produtor Executivo: Vagner Molina (www.vagnermolina.com.br)
• Diretor Artístico: Adriano Paixão;
• Diretora de Produção: Louri Batista;
• Direção de Palco: Lia Antunes;
• Iluminação: Vânia Nunes Jaconis;
• Sonoplasta: Rafael Vasconcelos Alves;
• Elenco: 07 atores.

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Assessoria para Casamento

Se a noiva não tivesse que se preocupar com nada, provavelmente ela acharia algum item para se pré ocupar, com toda a certeza! Sabendo dessa natural expectativa e ansiedade dos noivos, a assessora quando contratada ajuda o casal a realizar o evento, sem que eles precisem pensar e realizar todos os detalhes, fornecedores, check list e produção do evento. A dor de cabeça que pode aparecer no início, meio ou no dia do casamento, pode ser evitada com a ajuda das conhecidas assessorias.

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ELVIS BACK COM ADAM ROMAN & ELVISBACK BIG BAND

A MELHOR ELVIS BIG BAND DA AMÉRICA LATINA

Adam Presley & Elvisback Big Band apresentam o show “Elvis Las Vegas Concert” abrindo a turnê 2014 e em tributo pelo aniversário de Elvis Presley, fazendo com que o todos sintam a emoção de estar num verdadeiro show de Elvis, nos anos 70, época em que ele reinava absoluto em Las Vegas.
Adam Presley cativa e impressiona pela elegante performance frente a big band que traz um espetáculo vibrante e impactante, reproduzindo a magia e a energia das apresentações deste grande mito num show emocionante. O show que tem lotado plateias das cidades por onde passa e esteve em turnê por diversas cidades do país.

O show reproduz:

– All shook up
– What now my love
– It´s now or never
– Burning Love
– Heartbreak Hotel
– Teddy Bear / Don’t Be Cruel
– Trouble
– Johnny B. Good
– Hound Dog
– I Got A Woman
– Tutti-Frutti
– Jailhouse Rock
– Blue Suede Shoes
– Bridge Over Troubled Water
– Suspicious Minds
– My Way
– You’ve Lost That Lovin’ Feeling
– Sweet Caroline
– Polk Salad Annie
– Can’t Help Falling In Love

Entre outros sucessos no site.

Única apresentação: 13 de Março de 2016, desconto de 50% trazendo o print do post de R$ 70,00 por R$ 35,00.

Domingo às 20:00

Valores: Inteira R$ 70,00 | Meia Entrada R$ 35,00|

Estacionamento: R$ 20,00 em frente

Gênero: Rock Pop

Faixa Etária: Livre

Duração: 70 minutos

Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência: Bilheteria do Teatro Gamaro

Localização: Rua Doutor Almeida Lima, 1176 – Mooca – Estação Bresser/Mooca (Saída pela Rua Ipanema)
São Paulo / SP
CEP: 03164-000

Telefone: (11) 2081-5924
E-mail: contato.teatro@gamaro.com.br

Atendimento da Bilheteria: Quarta-feira à Domingo: 14h as 19h.

1920

1920

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MEU AMIGO, CHARLIE BROWN | “You’re a Good Man, Charlie Brown”

CHARLIE BROWN

Uma superprodução para todas as idades, bom para as crianças e melhor ainda para os adultos que acompanham estes personagens desde os anos 50. Uma história que celebra a amizade e traz personagens humanos, repletos de dilemas atuais que culminam em situações muito engraçadas, mas que mostram de maneira genuína que a felicidade está presente nas pequenas coisas, nos pequenos gestos.
Baseada na célebre história em quadrinhos criada pelo desenhista Charles M. Schulz em 1950 e até hoje publicada em milhares de jornais de todo o mundo.

No papel do emblemático Snoopy o ator Tiago Abravanel de volta aos palcos dos musicais depois do grande sucesso de Tim Maia, Vale Tudo – o musical. O elenco também é formado por Leandro Luna (Charlie Brown), Mariana Elisabetsky (Sally Brown), Paula Capovilla (Lucy Van Pelt). Completam o elenco Guilherme Magon (Schroeder) e Mateus Ribeiro (Linus Van Pelt), assim dos Swings Tecca Ferreira e Douglas Tholedo.

As canções originais são de Clark Gesner, canções adicionais de Andrew Lippa. Direção original de You’re A Good Man, Charlie Brown (versão 1999), de Michael Mayer. A Direção Musical e regência são assinados por Sandro Silva e Direção Vocal por Rafael Villar. Cenografia de Chris Ayzner e os figurinos de Jô Resende são uma releitura da criação de Schulz, contudo não perdem a identidade e referências desse artista. A iluminação é de Paulo César Medeiros e a Realização da Néctar Cultural que traz à frente da produção Danny Olliveira e Leandro Luna.

Uma das histórias em quadrinhos mais populares e queridas de todos os tempos, o Peanuts da turma de Charlie Brown, Snoopy, Lucy e cia., foi adaptada para diversas formas de entretenimento: cinema, séries e especiais de TV, discos, livros, parques temáticos e, claro, espetáculos musicais. You’re a Good Man, Charlie Brown estreou Off-Broadway em 1967, com cerca de 1600 apresentações. Uma segunda versão seria montada em 1971. A versão definitiva é a de 1999, da qual Meu Amigo, Charlie Brown foi adaptada e recebeu dois prêmios Tony (melhor ator e melhor atriz em musical) e três prêmios Drama Desk (melhor remontagem de musical, melhor ator e melhor atriz). Essa montagem teve duas adaptações para a TV americana: um especial com atores na rede NBC e um especial de animação na CBS.
No Brasil a mesma montagem ganhou em 2010 o prêmio FEMSA Coca-Cola para melhor cenário, produção e atriz coadjuvante.

A HISTÓRIA

“Um dia normal na vida de Charlie Brown”. Assim os autores resumem a história deste musical. Um dia recheado de pequenos momentos da vida de Charlie Brown; do Dia do Amigo à temporada de beisebol, do extremo otimismo ao desespero total, tudo isso misturado às vidas de seus amigos e colocado juntos num único dia, de uma linda e incerta manhã a um pôr do sol cheio de esperança.
O universo de Charlie Brown se caracteriza pelo humor delicado e melancólico, com personagens inteligentes, sensíveis, mordazes e criativos que provocaram uma revolução no mundo das histórias em quadrinhos. Afinal, o protagonista é um menino cheio de preocupações e com algumas frustrações; Schroeder vive cobertor; Lucy tem uma banca de analista; Sally, a irmã mais nova de Charlie Brown, vive num dilema escolar e Snoopy é absolutamente extraordinário. Todos personagens refletem sobre a simplicidade e a complexidade do cotidiano, além de questionarem e tentarem entender tudo que os rodeia.
A dramaturgia e a música propõem o encontro do menino Charlie Brown com o mundo que o cerca, e sua constante busca pelo significado das coisas e dos sentimentos.

Ficha Técnica

MEU AMIGO CHARLIE BROWN
Um musical da Broadway
Direção de Coreografia – Alonso Barros
Teatro Shopping Frei Caneca (600 lugares)
Rua Frei Caneca, 569 – 7º Andar.
Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230
Grupos: (11) 3472-2226 / www.teatrofreicaneca.com.br
Bilheteria: de terça à domingo, das 13h até o início do espetáculo. Nos dias em que não houver espetáculo, a bilheteria funciona até às 19h. Sujeito a alteração do elenco.
Vendas: (11) 4003.1212 / www.ingressorapido.com.br
logo_ibisbudget_cmjn
Hospedagem Oficialibis budget São Paulo Frei Caneca
Reservas – (11) 2678-7555

Março:
Sábados e Domingos às 17h30 e 20h

Abril:
Sábados às 15h e 17h30 | Domingos às 16h

Ingressos:
R$ 80

Duração: 90 minutos
Recomendação: livre
Gênero: musical

Estreia dia 05 de Março de 2016

Temporada: até 24 de Abril

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Feliz Natal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

TP Eventos quer neste Natal e em todos os dias de 2016, possamos fazer de Jesus Cristo nosso melhor amigo, pois Ele é o maior motivo do Natal e da nossa existência.
Neste Natal deixe a magia tomar conta da sua família e envolva todos com o poder da União e da Esperança.
Abra os olhos para novos projetos e transforme esta noite em uma grande Festa, permitindo que a Alegria contagie a todos e a Felicidade estava presente ao longo de 2016.

Natal 20016.

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Preparativos para Teleton 2015

O SBT já deu início aos preparativos para mais uma edição do “Teleton”. A maratona completará sua 18ª temporada e ocorrerá em outubro, nos dias 23 e 24.

A ideia é mais uma vez contar com uma equipe diversificada e reunir nomes prestigiados não só do SBT, mas também de emissoras concorrentes e outros segmentos, para ajudar o evento a alcançar sua meta, que ainda não foi divulgada.

Historia

O Teleton foi criado em 1966, nos Estados Unidos, pelo ator e comediante Jerry Lewis, que teve um filho com distrofia muscular. Desde então, é realizado anualmente e serviu de inspiração para outras campanhas televisivas pelo mundo.

No Brasil, o primeiro Teleton ocorreu em 16 de maio de 1998 no SBT com o objetivo de levantar recursos para o tratamento e reabilitação de pacientes atendidos nas unidades da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). Em sua primeira edição, o projeto arrecadou R$ 14.855.000,00 que foram utilizados para a construção de uma nova unidade da AACD em Recife (PE) e na reforma da unidade da Mooca, em São Paulo.

Em 2013, o evento superou a meta de arrecadação de R$ 26 milhões. A maratona televisiva conseguiu arrecadar R$ 26.907.055,00. Os recursos foram utilizados nas 16 unidades e na ampliação do Hospital Abreu Sodré, e fortaleceu a estrutura da AACD para continuar oferecendo tratamentos com excelência.

Todos os anos, durante a exibição do Teleton, o SBT tem uma programação especial totalmente voltada ao projeto. Em suas 26 horas, reportagens especiais sobre o trabalho feito pela a AACD, prestações de contas, artistas renomados e atrações musicais são apresentadas ao público diretamente dos estúdios do SBT no Complexo Anhanguera, ao vivo, para todo o Brasil. E este ano também será exibido, ao vivo, pela TV Cultura, YouTube e pelos canais fechados Fox Life Brasil e Nickelodeon.

Nesta 17ª edição, que acontece nos dias 7 e 8 de novembro de 2014, a meta continua em R$ 26 milhões. O dinheiro será usado para manutenção e sustentabilidade das unidades da Instituição, além de investimentos em pesquisas de reabilitação que agreguem tecnologia e conhecimento.

Linha do Tempo

• 2013
Meta: Manutenção do hospital sede da AACD em SP, manutenção das unidades restantes e ampliação do Hospital Abreu Sodré. Arrecadação: R$26.907.055,00

• 2012
Meta: Ajudar a manter os 16 unidades existentes da AACD. Arrecadação: R$30.146.600,00

• 2011
Meta: Construção da AACD Vitória/ES e Campina Grande (PB) Arrecadação: R$26.802.633,00

• 2010

Meta: Construção da AACD Mogi das Cruzes/SP Arrecadação: R$ 23.971.095,00

• 2009
Meta: Construção da AACD Poços de Caldas (MG) e mais 2 unidades em São Paulo (SP) Arrecadação: R$ 19.355.137,00

• 2008
Meta: Diminuir a espera por atendimento nas unidades. Arrecadação: R$ 18.955.958,00

• 2007
Meta: Construção da AACD São José do Rio Preto (SP) Arrecadação: R$ 17.111.159,00

• 2006
Meta: Manutenção das unidades existentes e aumento do número de cirurgias de escoliose Arrecadação: R$ 16.162.588,00

• 2005
Meta: Construção da AACD Joinville (SC) Arrecadação: R$ 16.150.890,00

• 2004
Meta: Manutenção das unidades existentes e ampliação do Hospital Abreu Sodré (construção de 18 apartamentos em 5 pavimentos) Arrecadação: R$ 16.616.032,00

• 2003
Meta: Construção da AACD Nova Iguaçu (RJ) Arrecadação: R$ 15.000.000,00

• 2002
Meta: Construção da AACD Osasco (SP) Arrecadação: R$ 16.015.454,00

• 2001
Meta: Ampliação do número de atendimentos na AACD sede Arrecadação: R$ 11.847.000,00

• 2000
Meta: Construção da AACD Uberlândia (MG) Arrecadação: R$ 10.226.000,00

• 1999
Meta: Construção da AACD Porto Alegre (RS) Arrecadação: R$ 10.147.000,00

• 1998
Meta: Construção da AACD Recife (PE) e reforma da unidade Mooca (SP) Arrecadação: R$ 14.855.000,00

Sobre a AACD

A AACD mantém 14 unidades distribuídas pelo Brasil: AACD Ibirapuera (SP), AACD Mooca (SP), AACD Santana(SP), AACD Campo Grande (SP), AACD Lar Escola São Francisco (SP), AACD Osasco (SP), AACD São José do Rio Preto (SP), AACD Mogi das Cruzes (SP), AACD Recife (PE), AACD Uberlândia (MG), AACD Porto Alegre (RS), AACD Nova Iguaçu (RJ), AACD Joinville (SC) e na AACD Poços de Caldas (MG).

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Piloto Marcus Leão

Nosso piloto esta em busca de patrocínio para competir na Copa do Brasil de F1600, mais informações clique aqui.

Piloto Marcus Leão

Definição

Piloto ou motorista é a denominação que se dá a pessoa que conduz os automóveis.

São utilizados conhecimentos técnicos na manipulação e observação de parâmetros, tais como: velocidade, altitude, pressões, temperaturas, marchas, rotações por minuto de um motor, consumo de combustível entre outras.

O equipamento (carro), é parte determinante para o sucesso de um piloto, não bastando somente ser um ótimo piloto ou ter um conhecimento aprofundado sobre técnicas de pilotagem.

Quando se fala em qualidade de equipamento, a parte financeira se torna decisiva na evolução da carreira de um piloto. Basicamente, quem tem mais dinheiro, tem um equipamento melhor e consegue portanto, resultados melhores.

Isso é válido para qualquer categoria do automobilismo, desde o kart até a F1.

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Entretenimento

É a presença de uma audiência que torna qualquer atividade privada de recreação ou lazer em entretenimento. A audiência pode ter um papel passivo, como quando se assiste a uma peça teatral, ópera, programa de televisão ou filme; ou um papel ativo, como no caso dos jogos. O entretenimento pode ser público ou privado e envolver uma atuação formal e pré-determinada, como no caso do teatro ou dos concertos, ou uma atuação espontânea, como no caso dos jogos. Muitas das formas de entretenimento são transversais ao longo da História e das culturas e evoluem em função das alterações culturais e tecnológicas. Os filmes e os jogos eletrónicos, por exemplo, embora façam uso de novos suportes e media, continuam a narrar histórias e a fazer uso da música. Os festivais dedicados à música, cinema ou dança permitem o entretenimento de uma audiência ao longo de vários dias consecutivos.

Algumas das atividades que outrora foram consideradas entretenimento, como as execuções públicas, foram sendo sucessivamente removidas da esfera pública. Outras atividades que ao longo da História foram competências essenciais de determinadas profissões, como o manejo de espadas ou o tiro com arco, são hoje desportos de competição, tornando-se ao mesmo tempo formas de entretenimento à medida que se tornam apelativos para uma audiência cada vez maior. O que um grupo ou indivíduo interpreta como entretenimento pode ser encarado como trabalho por outros.

O entretenimento proporciona divertimento, satisfação pessoal e boa disposição. Em determinadas circunstâncias e contextos, o entretenimento tem adjacente um propósito sério, como no caso de celebrações, festividades religiosas ou sátiras. Como tal, existe a possibilidade de que o que aparenta ser entretenimento possa também ser uma forma de desenvolvimento cultural e intelectual. O apelo do entretenimento, a par com a sua capacidade de usar diferentes media e do seu potencial para adaptações criativas, tem assegurado a continuidade e longevidade de muitas formas, temas, imagens e estruturas sociais.

Definição

O entretenimento é diferente de atividades como a educação ou o marketing, embora essas atividades tenham aprendido a recorrer ao apelo do entretenimento como ferramenta auxiliar. A importância e o impacto do entretenimento é reconhecida no meio académico e a sua crescente sofisticação tem influenciado a prática em campos tão diversos como a museologia.

A psicologia determina que a função do entretenimento é a obtenção de gratificação pessoal ou coletiva. Normalmente, não se espera mais nenhum resultado ou benefício quantificável. O entretenimento tem mecanismos opostos à educação, a qual é concebida com a função de desenvolver as capacidades de compreensão ou de ajudar as pessoas na aprendizagem, e do marketing, cuja função é aliciar as pessoas a comprar produtos. No entanto, a fronteira tem-se tornado ténue à medida que a educação procura incorporar elementos recreativos e o entretenimento e o marketing procuram incorporar elementos educativos. Estas simbioses são conhecidas pelos neologismos de edutainment ou infotainment. No entanto, muitas situações em que se combina entretenimento com educação são tentativas sérias de conjugar as melhores valências de cada um.

O entretenimento pode ir para além da simples gratificação e ser um veículo de transmissão de elementos culturais na audiência. Muitas das grandes questões filosóficas e existenciais podem proporcionar uma infinidade de narrativas, apresentadas na forma de histórias, argumentos de cinema ou teatro, poesia, literatura, dança, banda desenhada ou jogos. Entre as obras dramáticas que articulam questões filosóficas contam-se exemplos tão diversos como o influente Hamlet de Shakespeare, que explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade, ou The Matrix, que explora a natureza do conhecimento. Os romances proporcionam igualmente um vasto leque de exploração de questões filosóficas ao mesmo tempo que entretêm os leitores. Um dos exemplos de uma obra criativa que apresenta questões filosóficas de forma entretida é The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy; inicialmente um programa de humor radiofónico, a história tornou-se tão popular que foi adaptada para a litaratura, cinema, televisão, teatro, banda desenhada, audiobook, jogos eletrónicos, e traduzida para várias línguas. Os temas apresentados vão desde o sentido da vida à ética do entretenimento, inteligência artificial, Deus ou métodos filosóficos.

História

A narração de histórias desempenha um papel importante na maior parte das formas de entretenimento desde a pré-história, e cujo método simples ainda hoje é um comportamento cultural frequente.

A mesma peça dramática pode ser apresentada num teatro ao ar livre, num musicl hall, numa sala de cinema ou através de um dispositivo eletrónico pessoal, como um tablet. A alteração do contexto histórico, cultural, tecnológico e económico influencia a escolha ou a preferência por determinados recintos de entretenimento, embora as características principais de cada um deles pouco se tenha alterado ao longo dos séculos. Desde a antiguidade que existem estruturas arquitetónicas dedicadas em exclusivo às formas de entretenimento, como teatros, auditórios e estádios. Um dos recintos mais notáveis é o Coliseu de Roma, onde eram apresentados ao público espetáculos, competições, corridas e desportos.

Algumas formas de entretenimento tornaram-se controversas, tendo algumas sido proibidas. A caça de animais selvagens é ainda hoje vista por alguns como entretenimento, embora outras formas de entretenimento com recurso a animais se tenham tornado extremamente controversas. A caça desportiva, enquanto forma de entretenimento público e espetáculo, foi introduzida no Império Romano a partir de Cartago.

Algumas das formas de entretenimento, sobretudo música e peças dramáticas, deram origem a inúmeras variantes de forma a responder a um vasto leque de preferências pessoais e expressões culturais. Muitas das formas de entretenimento estão incorporadas ou são apoiadas por outras formas. Por exemplo, muitas das peças dramáticas recorrem à música para realçar a sua expressividade. Outras formas incorporam jogos ou desporto de forma a serem mais atrativas. É relativamente comum que a origem de algumas formas de entretenimento tenham tido origem em atividades tidas como sérias ou necessárias (como a corrida ou o salto), que evoluem para competição e, consequentemente, para entretenimento. Os combates de gladiadores, populares durante a época Romana, são um bom exemplo de uma atividade que combina desporto, castigos corporais e entretenimento. Eexemplos de entretenimento violento como este têm servido como argumento para a posição de que o entretenimento contemporâneo é menos violento do que no passado, apesar do recurso à violência como forma de entretenimento nos media modernos. Muito do equipamento para atividades outrora necessárias, como a pesca, foi alvo de inovações tecnológicas em função da sua função recreativa.

Embora a maior parte das formas de entretenimento tenha sido constante ao longo da História, algumas formas bastante populares em épocas passadas já não são vistas como aceitáveis. Por exemplo, durante vários séculos a participação popular no julgamento e castigo de criminosos e proscritos, ou outras cerimónias de humilhação pública eram vistas como entretenimento. Mesmo a execução de penas capitais como o enforcamento e a decapitação, exibidas em público como medida de dissuacção, eram vistas em parte como entretenimento, chegando-se mesmo a optar por execuções com processos demorados, como o apedrejamento, de forma a prolongar o espetáculo público. Os castigos públicos enquanto entretenimento só cessaram no século XIX, fruto da crescente contestação na classe média.

Infância

O entretenimento infantil centra-se em jogos e brincadeiras, e é fundamental na aprendizagem, desenvolvimento e formação de personalidade da criança. Os adultos ensinam e transmitem várias formas de entretenimento e muitas das atividades apelativas às crianças, como os fantoches, palhaços, pantominas ou banda desenhada são também apreciadas por adultos.

A maior parte das formas de entretenimento pode ser adaptada para se ajustar ao interesse e capacidade das crianças. Durante o século XX, tornou-se evidente que o desenvolvimento psicológico das crianças se processa em estágios e que as suas capacidades são diferentes das dos adultos. Começam a surgir histórias e atividades desenvolvidas especificamente para uma audiência infantil, na forma de livros, filmes ou jogos. São implementados sistemas de classificação etária de forma a orientar melhor o público.

Na atualidade, tal como acontece para os adultos, estão disponíveis várias formas de entretenimento para crianças através da internet, o que constitui uma alteração significativa em relação a épocas anteriores. A quantidade de tempo dispendida pelas crianças em entretenimento proporcionado pela televisão ou computadores, a par do assinalável colapso da relação da criança com o meio envolvente, tem sido alvo de diversas críticas pelo efeito negativo que acarreta a nível da imaginação, cognição e bem-estar psicológico.

Formas Músicas

A música é um componente fundamental em muitas formas de entretenimento e em vários artes performativas. É usada para realçar determinados aspetos de uma narrativa, é indispensável na dança (1) e na ópera, e é muito frequentemente incorporada em filmes e peças de teatro.21

A música é em si própria uma forma autónoma de entretenimento popular e universal. De acordo com o ritmo, instrumentos, estilo e forma de atuação, a música pode ser dividida em vários géneros, como a música clássica, o jazz, folk ou o rock. Até ao século XX, as atuações musicais estavam ao alcance de apenas uma minoria capaz de pagar a atuação dos intérpretes. A introdução do registo em suportes pré-gravados, para venda ou difusão radiofónica, fez com que a música passasse a ser um bem de consumo, disponível de forma barata a milhões de pessoas.

Todas as atuações musicais constituem uma forma de entretenimento, independentemente de serem ou não amplificadas ou de serem interpretadas a solo, em coro, orquestra ou conjunto. As atuações ao vivo são realizadas em recintos próprios, com tamanho variável, interiores ou exteriores e desde gratuitos a caros. Os diferentes tipos de audiência têm diferentes expectativas em relação aos intérpretes e ao seu próprio papel durante a atuação. Por exemplo, determinadas audiências preferem a audição em silêncio e são entretidas puramente pela excelência da música ou da interpretação, enquanto que outro tipo de audiência recebe o entretenimento através do ambiente e participação coletiva. Grande parte dos ouvintes é entretida pela audição em privado de música pré-gravada.

Os instrumentos usados em entretenimento musical podem ser constituídos apenas pela voz, serem apenas instrumentais, ou serem alguma conjugação de ambos. A audiência pode ser individual, móvel, pequena ou grande. O canto é normalmente acompanhado por instrumentos, embora algumas formas usem apenas a voz.

CHACRINHA O MUSICAL

A Peça

Com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira e direção musical e arranjos de Delia Fischer, a superprodução da Aventura Entretenimento é protagonizada por Stepan Nercessian e Leo Bahia, que vivem o apresentador em fases distintas. Gringo Cardia assina a cenografia que vai remeter ao lendário Cassino do Chacrinha.

A trilha sonora reúne mais de 60 sucessos da música nacional.

Maior comunicador do rádio e da TV brasileira, Abelardo Barbosa costumava dizer que “Na televisão nada se cria, tudo se copia”. Paradoxalmente, não teve ninguém até hoje que conseguiu copiar a espontaneidade do Velho Guerreiro. Comandante de extravagantes concursos de calouros, responsável por revelar grandes nomes da música nacional e inventor de bordões infames, o apresentador agora é homenageado em ‘Chacrinha, o musical’, que estreia dia 27 de março, no Teatro Alfa, após uma temporada de sucesso no Rio. Com orçamento de R$ 12 milhões, a montagem é assinada pela Aventura Entretenimento, maior produtora de musicais do país. Com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, o espetáculo marca a primeira direção teatral de Andrucha Waddington e o fim da trilogia Uma Aventura Brasileira, iniciada por ‘Elis, A musical’ (em sua segunda temporada carioca) e ‘Se eu fosse você, o musical’ (em cartaz em São Paulo). Com apresentação do Bradesco Seguros, Chacrinha, o musical tem patrocínio de EMS, Multiplus, Raízen e Sem Parar.

O espetáculo acompanha a trajetória do apresentador desde sua infância em Surubim, Pernambuco, até o auge da carreira na TV Globo, comandando o programa de auditório “Cassino do Chacrinha”, com espaço para as rebolativas chacretes, os trocadilhos infames, buzinadas e troféu abacaxi. Dois atores dão vida ao protagonista: Stepan Nercessian interpreta o Chacrinha consagrado no rádio e na TV, enquanto Leo Bahia incorpora o jovem Abelardo Barbosa. Aos 60 anos, Nercessian volta aos palcos depois de mais de 10 anos sem trabalhar no teatro. “Eu sempre disse que só voltaria se fosse para participar de um projeto muito especial. É uma atividade que requer muita dedicação, esforço e disciplina. Falei desde o início que não sou um imitador. Vou criar o meu personagem através da emoção que ele me provocar”, explica Stepan. Revelação no espetáculo universitário ‘The Book of Mormon’, Leo Bahia, de 23 anos, foi escolhido durante as audições que reuniram mais de 400 atores no total. “O Chacrinha permanece vivo, mesmo para a geração que não acompanhou sua carreira. Ele representa grande parte da história da televisão brasileira”, avalia Leo. Completam o elenco 22 atores-cantores-bailarinos, que dão vida a familiares do Velho Guerreiro e personalidades que fizeram parte da vida do apresentador como Boni (Saulo Rodrigues) e Elke Maravilha (Mariana Gallindo).

O diretor Andrucha Waddington faz sua estreia na atividade teatral depois de quase três décadas de carreira dedicada à produção cinematográfica. “O importante para mim neste trabalho é fazer um musical que saia da caixa, seja algo novo. Só assim conseguiremos honrar o espírito do Chacrinha. Vou dirigir como se fosse um filme, que é a atividade com a qual estou acostumado. Mas ambos os trabalhos partem do mesmo ponto fundamental, que é a dramaturgia”, explica o diretor.

‘Chacrinha, o musical’ é a terceira produção da primeira trilogia Uma Aventura Brasileira, comandada pelos sócios da Aventura Entretenimento Aniela Jordan, Fernando Campos e Luiz Calainho, que reúne espetáculos 100% nacionais em parceria com uns dos mais competentes autores e diretores do país. Depois de ‘Elis, A musical’ (com direção de Dennis Carvalho) e ‘Se eu Fosse Você, o musical’ (com supervisão geral de Daniel Filho), o jornalista Pedro Bial e o cineasta Andrucha Waddington foram convidados para levarem novas ideias ao gênero musical. “A Aventura Entretenimento quer diversificar suas produções, e um caminho para isso é convidar para os projetos profissionais bem-sucedidos em outras áreas, que possam pôr em prática propostas inovadoras e fazer com que a gente não siga uma fórmula. Outras trilogias virão”, conta Aniela Jordan.

A primeira trilogia Uma Aventura Brasileira contribuiu para o crescimento dos musicais nacionais genuínos, depois do sucesso alcançado por adaptações de clássicos da Broadway no país. “Estamos fazendo história no teatro musical. No Brasil, há uma capacidade criativa gigante. O que falta no país é uma boa gestão. E a Aventura, assim como outras grandes empresas, tem procurado implementar a gestão de alto nível. Se Chacrinha fosse vivo, ele continuaria a estar à frente do tempo dele. Então, temos o privilégio, o prazer e a honra de colocar esse espetáculo de pé em um momento em que os musicais brasileiros estão tão fortalecidos”, celebra Luiz Calainho, empresário, sócio da Aventura Entretenimento.

A trama

O jornalista Pedro Bial foi responsável pelo primeiro tratamento do texto, a partir de extensa pesquisa de Carla Siqueira. A trama é dividida em dois atos, com espaço para episódios biográficos e momentos líricos e fantasiosos. A infância difícil com a falência do pai, o ingresso no rádio e revolução que ele promoveu na televisão brasileira são temas presentes, assim como momentos em que são revelados sua bipolaridade, autoritarismo e obsessão pelos números de audiência. “Responder a pergunta: ‘por que Chacrinha?’ é difícil. Temos que perguntar: ‘Como Chacrinha?’ . ‘Como o Abelardo inventou o Chacrinha?’ ,’Como esse sujeito inaugurou no Brasil e no mundo a comunicação de massas?’, ‘Como esse cara inventou o primeiro palhaço da televisão?’, ‘De onde ele tirou isso?’. A gente se pergunta e vai atrás das respostas durante o espetáculo”, descreve Bial. O dramaturgo Rodrigo Nogueira frisa o lado teatral que sempre marcou a carreira do apresentador. “Acho que o Chacrinha é uma das pessoas mais teatrais que eu já conheci. Ele conseguiu levar a profanação para a televisão, um ambiente que até então era careta e regido por fórmulas. O que a gente quer fazer é pegar toda essa liberdade e excentricidade e jogá-las de volta ao teatro. O público vai ter a oportunidade de viver a experiência que tinha quando assistia aos seus programas”, detalha Rodrigo.

A trilha sonora é composta por mais de 60 canções (com medleys) consagradas na história da música nacional. Muitos desses sucessos fizeram parte do repertório do Cassino do Chacrinha e dos artistas que o comunicador ajudou a consagrar, como ‘O meu sangue ferve por você’ (Sidnei Magal), ‘O amor e o poder’ (eternizada por Rosana), ‘Tente outra vez’ (Raul Seixas), ‘Televisão’ (Titãs) e ‘Fogo e Paixão’ (Wando). “O espetáculo reúne músicas desde o fim dos anos 30 até meados dos 80, apresentadas nos últimos programas. Entre os musicais em que trabalhei, este é o que reúne canções com comunicação mais imediata da plateia. São obras bem populares, mas que os espectadores terão oportunidade de escutar de uma outra forma. Muitas são consideradas bregas, mas são belíssimas”, conta a diretora musical Delia Fischer. Os atores são acompanhados por uma banda de nove músicos.

Também fazem parte da equipe criativa o diretor de movimento Alonso Barros (Diretor e coreógrafo de ‘Se eu fosse você, o musical’, em cartaz em São Paulo), Gringo Cardia (Direção de arte e cenografia), Carlos Esteves (Desenho de som), Claudia Kopke (Figurinista), Paulo César Medeiros (Desenho de luz) e Marcela Altberg (Produção de elenco).

Ficha Técnica

Atores:

STEPAN NERCESSIAN como velho Guerreiro.
LEO BAHIA como Abelardo Barbosa.

Elenco:

BETO VANDESTEEN
Diretor, Antônio Medeiros (Pai), Titãs, Paulo Montenegro, Delegado
CHRIS PENNA
Cangaceiro, Mário Reis, Titãs, Fábio Júnior, Aracy de Almeida, Leleco Barbosa, Caetano Veloso
DIEGO CAMPAGNOLLI
Cangaceiro, China, Dercy Gonçalves, Russo, Jornalista, Jaguar, Censora
ERIKA RIBA
Noiva, Florinda Barbosa (fase 2), Clara Nunes, Chacrete (Cléo Toda Pura)
GABRIEL LEONE
Boi, Fernando Lobo, Roger (Ultraje a rigor), Roberto Carlos, Novos Baianos
LAURA CAROLINAH
Pastora, Gringa, Rosana, Wilza Carla, Baby Consuelo, Chacrete (Fernanda Terremoto)
LEILANE TELES
Pastora, Nega do cordel, Casal da valsa, Caloura, Seu Sete da Lira, Chacrete (Índia Potira)
LÍVIA DABARIAN
Pastora, Mulher-pássaro, Moça do suéter, Chacrete (Rita Cadillac)
LUÍZA LAPA
Pastora, Carmen Miranda, Elba Ramalho, Maninha, Chacrete (Sarita Catatau)
MARIANA GALLINDO
Mulher do cabelo grande, Casal da valsa, Elke Maravilha
MATEUS RIBEIRO
Cachorro, Antônio Maria, Titãs, Pedro de Lara, Nanato Barbosa, Policial
MILTON FILHO
Homem do berrante, Crooner, Orlando Silva, Titãs, Padre, Coronel Paiva Chaves, Novos Baianos, Policial
PATRICK AMSTALDEN
Mágico, Fritz, Ritchie, Jorge Barbosa
PAULA SANDRONI
Aurélia Barbosa (Mãe), Chacrete (Gracinha Copacabana)
PAULO DE MELO
Cachorro, Casal da valsa, Souza Barros, Gonzaguinha, Psicanalista, Novos Baianos
PEDRO HENRIQUE LOPES
Boi, Oficial, Titãs, Benito de Paula, Jece Valadão, Psiquiatra, Novos Baianos
RENAN MATTOS
Homem da viola, Casal da valsa, Sidney Magal, Gringo, Ney Matogrosso, Tarso de Castro
SAULO RODRIGUES
Padre/Diabo, Boni, Dorival Caymmi
STEPHANIE SERRAT
Pastora, Florinda Barbosa (fase 1), Wanderléa, Chacrete (Loura Sinistra)
TADEU FREITAS
Guarda, Calouro, Ultraje a rigor, Novos Baianos, Prefeito
NATACHA TRAVASSOS
Swing feminino
RODRIGO MORURA
Swing masculino

Chacretes:

CAROLINA FRANÇA
DEBORA POLISTCHUCK
FABIANA GOIS
FABIANA SALABERT
FERNANDA COSTA
GABRIELLA ZECCHINELLI
IURI SOARES DE FREITAS
LAURA BRAGA
LIDIANE DE PAIVA MOREIRA
MARIANA GOMES MENDES DA CUNHA
PAOLA POLINY
TAISA MIGUEL BACHUR

Músicos:

CLAUDIA ELIZEU
Pianista regente e Teclado
RAFAEL MAIA
Bateria e Percussão
MATIAS CORRÊA
Baixo
ANDRÉ DANTAS
Guitarra, Violão e Cavaquinho
LEVI CHAVES
Saxofone alto, Flauta e Clarinete
ELIAS CORRÊA
Trombone
THAIS FERREIRA
Violoncelo
CLARA SANTOS
Violino
CHRISTIAN BIZZOTTO
Teclados e Acordeão

AGENDA:

27 DE MARÇO A 26 DE JULHO

Quintas feiras: 21h

Sextas-feiras: 21h30

Sábados: 16h e 20h

Domingos: 19h

Site: Teatro Alfa

Programa BASTIDORES (Multishow) – Especial CHACRINHA, o musical (Rio de Janeiro)

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Mercado de Eventos

O Brasil está na rota dos grandes shows e eventos de negócios do mundo e esse é um setor que cresce, em média, 10% ao ano.
A boa notícia para o trabalhador é que há vagas para muitas áreas. O mercado de eventos é promissor e envolve todo o tipo de profissional que trabalha no desenvolvimento dos projetos, na montagem, na execução… É uma grande estrutura que cresce e que atrai muita gente.
Uma das áreas em ascensão é a de live marketing – o marketing ao vivo. “A gente está falando de eventos, de campanhas de incentivo, de campanhas promocionais ao consumidor, ao público intermediário e ativações que acontecem no ponto de venda”, explica Kito Mansano, presidente da Associação de Marketing Promocional.
O live marketing vai além da promoção de uma marca. Tem um time de criação sim, mas envolve muito mais profissionais. “Um advogado para construir uma autorização de realização de um evento, um engenheiro para fazer a assinatura das plantas de um palco”, afirma Kito.
Já existem cursos técnicos de live marketing e faculdade para quem quer seguir carreira. “Algumas faculdades oferecem o curso de live marketing, que é uma especialização e existem algumas faculdades que já tem um curso chamado mercadologia, que também é um curso de live marketing”, orienta Kito.
Para quem quer seguir na área de eventos, as feiras podem ser uma oportunidade. O Brasil realiza mais de 2,2 mil feiras de negócios por ano. Sudeste, Sul e Nordeste são as regiões onde acontece o maior número de feiras, um mercado que movimenta 49 mil empresas expositoras.
Uma feira realizada no pavilhão do Anhembi, em São Paulo, por exemplo, levou um ano de planejamento e ocupou 85 mil metros quadrados. Foram cinco dias de montagem, outros sete para desmontar e milhares de profissionais. “Aqui pra gente montar, realizar e desmontar gera em torno de 14 mil empregos. Nós temos profissional de marketing, engenharia, comunicação, equipe de operacional, tem arquitetos, engenheiros”, afirma Liliane Bortloluci, diretora da Reed Exhibitions.

Tem ainda os profissionais que movimentam os estandes, como vendedores, expositores, modelos e atores. Lilian Bragança trabalha como recepcionista em eventos há 16 anos e tem alguns segredos: ela fala inglês, francês, não desce do salto alto por nada e conserva sempre o sorriso, mesmo que o tempo demore pra passar: “Você tem que ficar linda o dia inteiro, recebendo as pessoas, conversando, explicando, ajudando. Não tem horário, já cheguei a fazer 13 horas de evento”.

Lollapalooza

Um dos grandes eventos realizados no Brasil é Lollapalooza, festival internacional que começa no próximo sábado (28) em São Paulo. Em dois dias são esperadas 150 mil pessoas e milhares de profissionais para dar conta de tudo. “Toda a parte de banheiros, de acessos, de pisos, de tendas de comida, de bebida, enfim, toda a parte de gradiamento, de perímetro de festival”, explica Pedro Braga, coordenador de área de festival.

“Tudo que as agências de publicidade criam e a gente executa aqui em campo, em uma melhor forma para o público, pra que não interfira nas passagens, nos acessos, nos palcos…”, relata a produtora Alessandra Câmara.
Há cerca de 20 anos, festivais gigantes como esse eram poucos no Brasil. “Quando eu comecei a trabalhar, eu fazia dois shows por ano, ou dois festivais e também tinha muito pouca gente no mercado e pouca demanda”, conta Fabiana Lian, diretora do curso On Stage Lab.

Agora, é um atrás do outro. “Quando acaba um festival, a gente já começa a pensar no outro. O Brasil virou foco de turnê, de banda, mega festivais. São muitos festivais acontecendo no Brasil só esse ano. A gente acaba criando um mercado muito amplo, mas falta a mão de obra”, diz Victor Pelúcia, diretor técnico de montagem.
Falta profissional qualificado porque o mercado cresceu e o nível de exigência também. O diretor de eventos Pablo Fantoni é professor do curso que prepara quem quer trabalhar com show business: “É uma situação muito profissional. Hoje em dia a fiscalização é muito grande, a responsabilidade dos promotores de evento é gigante. Formar as pessoas pra que esse resultado seja o mais profissional possível é super interessante e super positivo”.
Tem muita gente estudando para entrar nesse mercado. “Eu trabalho na área desde os 16 anos como freelancer e acho que faltava a parte de aprender realmente, o papel, uma planilha, então faltava realmente isso, você tem a prática, mas faltava a essência, conta a estudante Luly Souza.