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Blocos do Carnaval de Rua 2015 em São Paulo

Confira a agenda dos principais blocos:

SEXTA-FEIRA 23/1

Acadêmicos do Baixo Augusta – lançamento do bloco
PERFIL: Bloco desfila pela via que dá nome ao cordão ostentando a presença de famosos. A atriz Alessandra Negrini é a rainha do bloco, e a cantora Tulipa Ruiz, madrinha. Em 2015 o bloco estreia com a banda do cantor Wilson Simoninha.
ONDE: Rua Augusta, 765, Consolação
HORÁRIO: 22h. (Festa de lançamento da banda da nova banda do bloco, comandada pelo músico Wilson Simoninha)
PREÇO: R$ 20 a R$ 40

Unidos do Grande Mel – Ensaio
PERFIL: Bloco estreia no Carnaval paulistano misturando diferentes ritmos musicais, dentre eles o afoxé, frevo samba-reggae e marchinhas.
ONDE: Terraço do Red Bull Station – Praça da Bandeira, 137, Centro
HORÁRIO: das 16h às 20h
PREÇO: Gratuito

Nu’Interessa – Ensaio
PERFIL: Bloco formado por sete amigos para celebrar o carnaval e a boemia pelas ruas de São Paulo.
ONDE: Club A – Av. das Nações Unidas, 12559 – Brooklin – Sheraton Hotel
HORÁRIO: 2h
PREÇO: Até 00h – Homem R$ 80 – Mulher R$ 40. Após 00h – Homem R$100 – Mulher R$50. Informações: (11) 3043-8343

SÁBADO – 24/1

Unidos do Grande Mel – Ensaio
PERFIL: Bloco que estreia este ano em desfile no Centro de São Paulo
ONDE: Terraço do Red Bull Station – Praça da Bandeira, 137, Centro
HORÁRIO: das 15h às 19h
PREÇO: Gratuito

Saia de Chita
PERFIL: Bloco fundado por ex-estudantes da faculdade de Direito da USP e amigos. Os rapazes da bateria tocam vestidos de saia de chita.
ONDE: Rua Tucuna, 1150, Perdizes
HORÁRIO: 14h concentração, saída às 17h
PREÇO: Gratuito

Bloco do Bagaça
PERFIL: Bloco do Bagaça visa resgatar a tradição do carnaval de rua no bairro da Lapa, na Zona Oeste.
ONDE: Igreja do Galo – Rua Domingos Rodrigues, n° 306, Lapa.
Percurso: Rua Domingos Rodrigues, Albion, Dom João V e Isac Annes
HORÁRIO: 12h às 19h
PREÇO: Gratuito

Kolombolo Diá Piratininga – Ensaio
PERFIL: Tradicional cordão carnavalesco da Vila Madalena, o grupo resgata a memória do samba paulistano.
ONDE: Praça Aprendiz das Letras – Rua Belmiro Braga, s/nº
HORÁRIO: das 14h às 16h
PREÇO: Gratuito

Baile Pré Carnaval do Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Escola Sim de Música – Rua Cardeal Arcoverde, 206
HORÁRIO: a partir das 22hs
PREÇO: R$ 30

DOMINGO – 25/1

Unidos do Grande Mel – Ensaio
PERFIL: Bloco que estreia este ano em desfile no Centro de São Paulo
ONDE: Praça Dom José Gaspar, 72, Centro – atrás da Biblioteca Mário de Andrade
HORÁRIO: das 16h às 20h
PREÇO: Gratuito

Tarado Ni você
PERFIL: Bloco que homenageia Caetano Veloso estreou no carnaval paulista em 2014. Este ano, fará uma festa no domingo, aniversário de São Paulo, com a ideia é arrecadar fundos para financiar o saída do cordão durante o carnaval.
ONDE: a definir
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

TERÇA-FEIRA – 27/1

Ensaio aberto do Bangalafumenga
PERFIL: Bloco super tradicional no Rio de Janeiro desfila na Vila Madalena junto com o bloco Sargento Pimenta, também carioca.
ONDE: Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros. Tel: 11 3813-8598
HORÁRIO: das 20 às 3h
PREÇO: R$ 50 – 3º lote

SEXTA-FEIRA – 30/01

Acadêmicos do Baixo Augusta – Ensaio
PERFIL: Bloco desfila pela via que dá nome ao cordão ostentando a presença de famosos. A atriz Alessandra Negrini é a rainha do bloco, e a cantora Tulipa Ruiz, madrinha. Em 2015 o bloco estreia com a banda do cantor Wilson Simoninha.
ONDE: Rua Augusta, 765, Consolação
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

SÁBADO – 31/1

Unidos Do Grande Mel
PERFIL: Bloco que estreia este ano em desfile no Centro de São Paulo
ONDE: Praça Dom José Gaspar, República.
HORÁRIO: concentração às 14h
PREÇO: Gratuito

Kolombolo Diá Piratininga – Ensaio
PERFIL: Tradicional cordão carnavalesco da Vila Madalena, o grupo resgata a memória do samba paulistano.
ONDE: Praça Aprendiz das Letras – Rua Belmiro Braga, s/nº
HORÁRIO: das 14h às 16h
PREÇO: Gratuito

Ritaleena
PERFIL: Bloco que homenageia a cantora Rita Lee. Se conseguir verba via financiamento coletivo, sairá pelas ruas de Pinheiros, na Zona Oeste, pela primeira vez.
ONDE: Rua dos Pinheiros, esquina com a Rua Cônego Eugênio Leite. A saída está marcada para as 16h, passando pelas ruas Francisco Leitão, Arthur de Azevedo, Mateus Grou e voltando ao ponto inicial.
HORÁRIO: a partir das 15h
PREÇO: Gratuito

DOMINGO – DIA 1º/2

Casa Comigo
PERFIL: Foliões vestidos de noivas e noivos cantam marchinhas pelas ruas da Vila Beatriz.
ONDE: Rua Beatriz altura do número 54
HORÁRIO: das 11h às 18h
PREÇO: Gratuito

Chega Mais
PERFIL: Bloco toca clássicos dos anos 80 em ritmo de carnaval.
ONDE: Rua Mourato Coelho, altura do 281, Vila Madalena
HORÁRIO: 10h
PREÇO: Gratuito

Bloco Pilantragi
PERFIL: Criado em 2013, o bloco é uma extensão da festa que ocorre semanalmente em um bar na região de Perdizes. O evento presta homenagem à cultura nacional.
ONDE: Avenida Professor Alfonso Bovero, 1107 – Perdizes
HORÁRIO: 13h às 22h
PREÇO: Gratuito

Cortejo de Iemanjá – Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Lisboa com Rua Cardeal Arcoverde.
HORÁRIO: a partir das 15h
PREÇO: Gratuito

SÁBADO – 7/2

Bangalafumenga e Sargento Pimenta
PERFIL: Blocos tradicionais do carnaval carioca, arrematam uma multidão de foliões em são Paulo desde 2011, quando estrearam na cidade. Bangalafumenga transforma músicas brasileiras em marchinhas. Sargento Pimenta faz versão carnavalesca das músicas dos Beatles.
ONDE: Avenida Paulo VI, no trecho entre a Av. Henrique Schaumann e estação de Sumaré do Metrô
HORÁRIO: concentração às 10h (Bangalafumenga desfila às 11h e Sargento Pimenta, às 15h)
PREÇO: Gratuito

Loveblock
PERFIL: Bloco faz versões carnavalescas de músicas de bandas de rock, pop e indie-rock
ONDE: Rua Cojubá até a Rua Lopes Neto, Itaim
HORÁRIO: das 14h às 18h
PREÇO: Gratuito

Bloco da Ressaca
PERFIL: Tradicional no bairro do Cambuci, reúne cerca de 5 mil foliões e faz desfile especial para celebrar 30 anos em 2014.
ONDE: Largo do Cambuci
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

Barracão da Folia
PERFIL: Bloco de torcedores do Palmeiras Futebol Clube.
ONDE: Rua Diana, entre a Rua Venâncio Aires e Turiassú, Pompeia
HORÁRIO: 11h
PREÇO: Gratuito

Ciga-nos
PERFIL: Bloco faz homenagem à cultura cigana
ONDE: Rua João Guimarães Rosa, praça Roosevelt, s/nº, Centro (em frente ao Caetano de Campos
HORÁRIO: 16h
PREÇO: Gratuito

Nu’Interessa
PERFIL: Bloco da Vila Madalena resgata a tradição dos antigos carnavais de rua, com sua banda animando os foliões com divertidas e famosas marchinhas de carnaval
ONDE: R. Filinto de Almeida, 50, Bar O pasquim – Vila Madalena
HORÁRIO: a partir das 13h
PREÇO: R$ 100 – 1º lote (apenas a concentração é gratuita)

Bloco Soviético
PERFIL: Bloco dos foliões ‘esquerdofestivos’ desfila pela terceira vez na região da Avenida Paulista.
ONDE: Rua Haddock Lobo, 74
HORÁRIO: 16h
PREÇO: Gratuito

Pholia na Luz
ONDE: entre a Estação da Luz e o Jardim da Luz.
HORÁRIOS:
14h30 – Bloco Esquenta do Partido Alto
15h15 – Bloco Estrela da Coroa
16h15 – Bloco do BSC
17h15 – Bloco A Bruxa Tá Solta
18h15 – Bloco Império do Morro
19h15 – Escola de Samba Quilombo
20h15 – Encerramento
PREÇO: Gratuito

Kolombolo Diá Piratininga
PERFIL: Tradicional cordão carnavalesco da Vila Madalena, o grupo resgata a memória do samba paulistano.
ONDE: Rua Belmiro Braga, s/nº – Vila Madalena, São Paulo/SP
HORÁRIO: concentração às 15h
Percurso: Rua Belmiro Braga – Rua Inácio Pereira da Rocha – Rua Mourato Coelho – Rua Aspicuelta – Rua Harmonia até a esquina com a Rua Luis Murat
PREÇO: Gratuito

DOMINGO – 8/2

Banda do Fuxico
PERFIL: Bloco LGBT que circula pelo Largo do Arouche desde 2000
ONDE: Largo do Arouche, 88/96
HORÁRIO: concentração às 10h (desfile das 18h às 23h)
PREÇO: Gratuito

Banda Grone’s
PERFIL: Bloco do Grêmio Cultural e Esportivo Grone’s completa 19 anos em 2015.
ONDE: Rua Eduardo Vicente Nasser, 354, Tremembé
HORÁRIO: concentração às 14h e desfile das 16h às 20h
PREÇO: Gratuito

Acadêmicos do Baixo Augusta – desfile
PERFIL: Bloco desfila pela via que dá nome ao cordão ostentando a presença de famosos. A atriz Alessandra Negrini é a rainha do bloco, e a cantora Tulipa Ruiz, madrinha. Em 2015 o bloco estreia com a banda do cantor Wilson Simoninha.
ONDE: Rua Augusta, 765, Consolação
HORÁRIO: das 14h às 20h
PREÇO: Gratuito

Não Serve Mestre
PERFIL: Bloco criado por amigos que trabalham com música.
ONDE: Rua Rodésia, 484, esquina com a Fradique Coutinho, Sumarezinho
HORÁRIO: 12h
PREÇO: Gratuito

Bloco do Pequeno Burguês
PERFIL: Bloco criado por um grupo de amigos da faculdade PUC na Zona Norte.
ONDE: esquina da rua Voluntários da Pátria com a Rua Pedro Doll, Santana.
HORÁRIO: das 12h às 20h
PREÇO: Gratuito

Quizomba
PERFIL: Bloco carioca que faz versões para músicas internacionais e clássicos da MPB. Em 2015, será o terceiro desfile na capital paulista.
ONDE: Avenida Paulo VI (continuação da Avenida Sumaré – Sumaré)
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

Confraria do Pasmado
PERFIL: Tradicional bloco que nasceu na rua Rodésia, na Vila Madalena, deixa o reduto boêmio para desfilar na região de Pinheiros este ano.
ONDE: O percurso ainda está em vias de aprovação pela Prefeitura, mas deve se concentrar na Rua Padre de Carvalho, e percorrer vias até a dispersão, que será no Largo da Batata.
HORÁRIO: 13h
PREÇO: Gratuito

Pholia na Luz
ONDE: entre a Estação da Luz e o Jardim da Luz.
HORÁRIOS:
14h – Bloco Conselho do Samba
14h30 – Comunidade Boliviana
15h15 – Comunidade Paraguaia
15h45 – Bloco União dos Bairros
16h30 – Bloco Bateria Makossa
17h15 – Escola de Samba Acadêmicos do Parque Bristol
18h15 – Bloco Unidos da Melhor Idade
19h15 – Encerramento
PREÇO: gratuito

Cordão Samba do Congo
PERFIL: a marcha deste ano é uma homenagem ao bairro de Morro Grande. Bloco terá marchinhas de compositores do Congo e sambas dos carnavais antigos.
ONDE: saída da Rua Raulino Galdino da Silva, altura do número 300
HORÁRIO: 15h
PREÇO: Gratuito

TERÇA-FEIRA – 10/2

Umes Caras Pintadas
PERFIL: Bloco oficial da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo
ONDE: Praça Don Orione com 13 de Maio
HORÁRIO: concentração às 16h e desfile às 17h
PREÇO: Gratuito
QUARTA-FEIRA – 11/2

Banda do Candinho
PERFIL: Bloco tradicional do Centro, é famoso pelo desfile de mulatas.
ONDE: Rua Santo Antônio com a Rua 13 de Maio, Bela Vista
HORÁRIO: concentração às 18h e desfile às 21h
PREÇO: Gratuito

SEXTA-FEIRA – 13/2

Banda do Trem Elétrico
PERFIL: Bloco fundado na década de 80 por metroviários
ONDE: Rua Augusta com Rua Luiz Coelho, Estação Consolação do Metrô.
HORÁRIO: concentração às 19h e desfile às 21h
PREÇO: Gratuito

SÁBADO – 14/2

Tarado Ni Você
PERFIL: Bloco que homenageia Caetano Veloso desfila nas ruas do Centro.
ONDE: Avenida Ipiranga com a avenida São João
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Galeno de Almeida, debaixo do viaduto
HORÁRIO: a partir das 17h
PREÇO: Gratuito

DOMINGO – 15/2

Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Galeno de Almeida, debaixo do viaduto
HORÁRIO: a partir das 17hs
PREÇO: Gratuito

Saia de Chita
PERFIL: Bloco fundado por ex-estudantes da faculdade de Direito da USP e amigos. Os rapazes da bateria tocam vestidos de saia de chita.
ONDE: Rua Tucuna, 1150, Perdizes
HORÁRIO: 14h concentração, saída às 17h
PREÇO: Gratuito

SEGUNDA-FEIRA – 16/2

Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Galeno de Almeida, debaixo do viaduto
HORÁRIO: a partir das 17hs
PREÇO: Gratuito

TERÇA-FEIRA – 17/2

Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Galeno de Almeida, debaixo do viaduto
HORÁRIO: a partir das 17hs
PREÇO: Gratuito

SÁBADO – 21/2

Cordão do Jamelão
PERFIL: tradicional bloco foca seu repertório em marchinhas de Carnaval
ONDE: Rua Rui Barbosa, 716, Bela Vista
HORÁRIO: das 12h às 18h
PREÇO: Gratuito

Bicho Maluco Beleza
PERFIL: A banda formada e liderada por Alceu Valença e mais sete músicos será acompanhada por 30 batuqueiros que participam da oficina de percussão do bloco no Rio de Janeiro. No repertório de estreia em São Paulo, promete músicas como: Bicho Maluco Beleza, Diabo Louro, Me Segura Senão eu Caio, Bom Demais, Tropicana, Ciranda de Lia, Ciranda da Rosa Vermelha, Girassol, Estação da Luz, Anunciação, Dois Animais, entre outras.
ONDE: Av. Paulo VI – saída da Praça Celso Delmonto, em Pinheiros até início da Avenida Sumaré, em Sumaré (abaixo do viaduto da Avenida Doutor Arnaldo)
HORÁRIO: das 14h às 17h
PREÇO: Gratuito

Rolando a Rocha Toda
PERFIL: Criado durante um bate-papo entre amigos na mesa de um bar, o bloco conta com integrantes da escola de samba Vai-Vai, além de moradores da Bela Vista e simpatizantes.
ONDE: Rua Rocha, 193, no bairro da Bela Vista
HORÁRIO: às 15h
PREÇO: Gratuito

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Mercebes-Bens C 200 Kompressor Avantgarde

A Mercedes-Benz C-Class é uma linha de carros executivos compactos produzidos pela Daimler AG . Introduzido em 1993 como um substituto para o 190 (W201) gama, o C-Class foi o menor modelo lineup da marca até a chegada do Classe A , em 1997. A Classe C é construído nas fábricas da Mercedes-Benz em Sindelfingen e Bremen , na Alemanha, bem como numerosas fábricas de satélites de outros países. O primeiro sedan C-Class (W202) foi produzido em 1 de junho de 1993, eo primeiro da segunda geração (W203) saiu da linha de montagem em 18 de Julho de 2000. A terceira geração mais recente (W204) foi lançado em 2007.

Embora originalmente vendido como sedan e station wagon, a série W203 em 2000 estreou uma versão cupê fastback / hatchback que, quando um facelift, tornou-se a CLC-Class da Mercedes-Benz. O CLC-Class permaneceu em produção até 2011, quando foi substituído por um novo cupê C-Class W204-based para o ano modelo 2012.

TP EVENTOS AGORA COM VEÍCULOS EXECUTIVOS DE LUXO

C 200 Avantgarde

Ano: 2009
Cor: Branca
Fabricante: Mercedes-Bens
Potência: 184 cv a 5.500 rpm
Motor: 1.8 16v
Velocidade máxima: 229,2 km/h
Ar condicionado
Rodas 17 polegadas
Faróis de xenônio
Sensor de temperatura na cabine
Locação com Motorista
Perfeito estado de conservação
Foto 1 | Foto 2

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Chrysler 300 C

O Chrysler 300 é um sedan de porte grande da Chrysler projetado por Ralph Gilles como um sedan de automóvel de alta performance. Foi apresentado em Nova Iorque em 2003 como um carro conceito e começou a ser comercializado no final de 2004.

O 300 é comercializado nos Estados Unidos e na Austrália, sendo que neste último país é o primeiro grande porte desde o Chrysler Valiant, descontinuado em 1981.

Primeira geração (2005-2010)

O Chrysler 300 foi fabricado com base do Chrysler LX, que por sua vez era derivado do Mercedes-Benz W211 (2003-2009). Dentre os componentes derivados estão a suspensão traseira, os bancos dianteiros, a coluna de direção e a transmissão automática de 5 velocidades. A suspensão dianteira foi adaptada do Mercedes-Benz W220.

Chrysler 300 Heritage Edition 2009

TP EVENTOS AGORA COM VEÍCULOS EXECUTIVOS DE LUXO

Chrysler 300C
Ano: 2009
Cor: Preto
Fabricante: Chrysler
Potência: V6 24 válvulas – 3.5 litros
Motor: Hemi V8 5.7
Velocidade máxima: 274 km/h
Ar condicionado central
DVD
Boston Acoustics com 322 watts
Rodas 22 polegadas
Faróis de xenônio
Sensor de temperatura na cabine
Locação com Motorista
Perfeito estado de conservação
Foto 1 | Foto 2

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Dia do Trabalhador – 1º de Maio

O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países. No calendário litúrgico celebra-se a memória de São José Operário por tratar-se do santo padroeiro dos trabalhadores.

História

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Dia do Trabalhador em Portugal

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).

No Algarve, assim como na Madeira e Açores é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas nas regiões..

Dia do Trabalhador no Brasil

Com a chegada de imigrantes europeus no Brasil, as ideias de princípios e leis trabalhistas vieram junto. Em 1917 houve uma Greve geral. Com o fortalecimento da classe operaria, o dia 1º de Maio foi declarado feriado pelo presidente Artur Bernardes em 1925.

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, em 01 de maio de 1943.

Dia do Trabalhador em Moçambique

Durante o período colonial (até 1975), os moçambicanos estavam proibidos de celebrar o 1º de Maio em virtude da natureza repressiva do regime colonial português. No entanto, houve manifestações de trabalhadores moçambicanos, em particular em Lourenço Marques (actual Maputo), contra o modo de relações laborais existente naquele período.

Após a Independência Nacional, o Dia do Trabalhador é celebrado anualmente, e com o passar dos anos, com as reformas políticas, económicas e sociais que o país sofreu a partir de finais da década de 80, registrou-se um crescimento do movimento sindical em Moçambique. A primeira instituição sindical no país foi a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos (OTM), que veio depois a impulsionar o surgimento de novos movimentos sindicais, cada vez mais específicos de acordo com os sectores de actividade.

Dia do Trabalhador no mundo

Na Austrália, Bolívia, Canberra, Nova Gales do Sul, Sydney e na Austrália Meridional esta data de celebração varia de acordo com a região.
Estados Unidos e Canadá: Celebram o Labour Day na primeira segunda-feira de Setembro.

Shows 2014

Na quinta, a partir das 10h, acontece a celebração ao Dia Internacional do Trabalhador 2014, evento realizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil) e pela CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), no Vale do Anhangabaú.
Entre as atrações estão Sampa Crew, Art Popular, Leci Brandão, Maria Cecília & Rodolfo, Pixote, Paula Fernandes, Michel Teló, Belo e Péricles.

Na Praça Campo de Bagatelle, em Santana, zona norte de São Paulo, rolam os shows do 1º de Maio Unificado, evento realizado pela Força Sindical, UGT, Nova Central e CTB, a partir das 7h.
Entre as atrações estão Michel Teló, Jads & Jadson, André & Adriano, Patati Patatá, Latino, Zé Henrique & Gabriel, Cacau com Leite, Sam Alves, Lucas Lucco, Rionegro & Solimões, Sorriso Maroto, Léo Magalhães, João Neto & Frederico, Hugo Pena & Gabriel, Fernando & Sorocaba, Nilton & Néton, Edson & Hudson, Cristiano Araújo,Pixote e Paula Fernandes.

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Christine Daaé

Artista de origem humilde, ganhava a vida cantando junto com seu pai, um violinista, nas ruas da Suécia (seu país natal). Mudam-se para a França junto com o sr. Valérius, uma espécie de protetor dos dois.
Cantora talentosa na infância, Christine perde o interesse pela música após a morte do pai, já na adolescência. Mas ainda mantém um pouco de seu talento natural, e consegue entrar no conservatório em Paris, mas não tem muito progresso nos estudos. Seu entusiasmo voltou ao escutar uma voz em seu camarim, a qual ela acredita ser do Anjo da Música, que seu pai dizia que mandaria para ela quando morresse. O Anjo, na verdade, era Erik, gênio deformado que vive nos porões da Ópera, que se apaixona por Christine e só encontra essa maneira de se aproximar dela. Ele lhe dá aulas de canto e, em três meses, ela torna-se uma soprano excepcional.
Christine ama desde a adolescência o visconde Raoul de Chagny, a quem reencontra na Ópera. Erik decide então se mostrar para ela, e a leva para sua casa no subterrâneo. Christine sente os mais variados sentimentos em relação a Erik, mas o que mais cresce é o de horror, graças a obsessão que se tornou o amor dele para com ela.

No filme O Fantasma da Ópera, de 2004, a personagem é interpretada por Emmy Rossum, e nos palcos do Brasil, por Kiara Sasso e Sara Sarres.

La Carlotta (Minnie Driver) é a diva de uma conceituada companhia teatral, que é responsável pelas óperas realizadas em um imponente teatro. Temperamental, La Carlotta se irrita pela ausência de um solo na nova produção da companhia e decide abandonar os ensaios. Com a estréia marcada para o mesmo dia, os novos donos do teatro não têm outra alternativa senão aceitar a sugestão de Madame Giry (Miranda Richardson) e escalar em seu lugar a jovem Christine Daae (Emmy Rossum), que fazia parte do coral. Christine faz sucesso em sua estréia, chamando a atenção do Visconde de Chagny (Patrick Wilson), o novo patrocinador da companhia. O Visconde e Christine se conheceram ainda crianças, mas ele apenas a reconhece na encenação da ópera. Porém o que nem ele nem ninguém da companhia, com exceção de Madame Giry, sabem é que Christine tem um tutor misterioso, que acompanha nas sombras tudo o que acontece no teatro: o Fantasma da Ópera (Gérard Butler).

THE PHANTOM OF THE OPERA

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Lindsey Stirling

Vida e Carreira

Lindsey Stirling nasceu em Santa Ana, na Californa (Estados Unidos) e cresceu em Gilbert, Arizona. Estudou na Brigham Young University em Utah, no curso de recreação terapêutica. Participou como missionária de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em Nova York.
Retornou para Utah em 2009, para continuar seus estudos em 2009, permanecendo lá até 2012, quando retornou para o Arizona com sua família. Com cinco anos, influenciada pela música clássica que seu païi ouvia, Stirling comecou a estudar violino. Teve aulas particulares por 12 anos. Com 16 anos, se juntou a uma banda de rock, na Mesquite High School com quatro amigos, intitulado o grupo de “Stomp on Melvin”. Nessa época, escreveu composições de violino solo. Ganhou títulos de Miss Arizona Junior e competiu para o prêmio Spirit Award na categoria Miss Junior America. Stirling também foi membro da banda Charley Jenkins Band por um ano.
Em 2010, com 23 anos, Stirling foi eliminada nas quartas de final do programa televisivo America’s Got Talent, quinta temporada, e se descreveu como uma “violinista hip hop”. Os jurados do programa classificaram suas apresentações como eletrizantes e Stirling ganhou atenção do público. Mas, ao focar na melhora na dança de sua apresentação, nas quartas de final, o jurado Piers Morgan lhe disse: “Você não é uma pessoa sem talento, mas não é boa suficiente para que saia voando por aí, ao mesmo tempo em que toca violino.” A jurada Sharon Osbourne comentou “Você precisa estar em um grupo… O que você faz não é suficiente para encher uma platéia em Las Vegas”. Em resposta, no seu blog, Stirling confidenciou que estava devastada com os resultados e que a experiência acabou sendo, de certa forma, humilhante e, apesar disso, ela quer reaprender de onde move sua força. Stirling decidiu continuar no seu estilo único, promovendo-se pela Internet. Em 2012, falou em uma entrevista “Muitas pessoas me disseram pelo caminho qual era meu estilo e a música que faço… não pode ser comercializável. Mas a única razão pelo meu sucesso é que mantive verdadeira comigo mesma.
Depois de sua apresentação na televisão, o diretor Devin Graham (DevinSuperTramp) entrou em contato para a gravação de um vídeo no YouTube. Eles concordaram em gravar a música “Spontaneous Me”, filmada na semana de 9 de maio de 2011. Sua popularidade aumentou ainda mais e ela produziu mais filmes para o YouTube. Seu canal no YouTube criado em 2007, Lindseystomp, em homenagem à sua primeira banda Stomp, é a fonte principal de seus vídeos musicais.
Em 2011, o canal atingiu grande popularidade, com mais de 375 milhões de visitas e 2.8 milhões de assinantes, até julho de 2013. A primeira turnê aconteceu nos Estados Unidos, em 2012. Em 2013, iniciou sua turnê européia. em 26 cidades.

 

Site Oficial  | YouTube Oficial | Datas de Shows

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The Phantom of the Opera | O Fantasma da Ópera

O Fantasma da Ópera (no original em inglês: The Phantom of the Opera) é um musical composto por Andrew Lloyd Webber, baseado no romance homônimo de Gaston Leroux. As músicas foram compostas por Andrew Lloyd Webber, com letras de Charles Hart e letras adicionais por Richard Stilgoe. O musical narra a história de uma bela soprano, Christine Daaé, que passa a ser a misteriosa obsessão de um gênio musical conhecido como “O Fantasma da Ópera”, já que ninguém o vê nem sabe quem é. O álbum deste musical está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.
The Phantom of the Opera abriu no West End, em Londres, 1986. A produção foi dirigida por Hal Prince, coreografada por Gillian Lynne, design de Maria Bjornson e iluminação de Andrew Bridge. Em 2008, a producção do West End atingiu as 9.000 performances. Em 9 de janeiro de 2006, a produção de Nova Iorque se tornou o espectáculo da Broadway com o maior tempo de exibição, com sua performance de número 7.486. De acordo com o website oficial, The Phantom of the Opera é a produção de entertenimento com mais sucesso da história, com, mais de 5 bilhões de dólares, em 2007. O musical é considerado a maior atração teatral de todos os tempos. A esperada sequencia do musical, Love Never Dies, estreou em Londres em fevereiro de 2010, e deveria chegar aos palcos da Broadway em novembro do mesmo ano mas teve sua estréia várias vezes adiada.

Produções originais do West End e Broadway

The Phantom of the Opera abriu no Her Majesty’s Theatre em Londres em 9 de Outubro de 1986, com o elenco composto por Michael Crawford no papel principal, Sarah Brightman como Christine e Steve Barton como Raoul. Atingiu as suas 9.000 performances em 31 de Maio de 2008.
O musical abriu na Broadway, no Majestic Theatre, em 26 de Janeiro de 1988 e é o musical com maior tempo de exibição, quebrando o recorde de Cats, em Janeiro com a sua performance nº 7.486. Crawford, Brightman e Barton formaram o elenco original na produção de Nova York, e Judy Kaye teve o papel de Carlotta. O fantasma já foi representado por vários atores, sendo seus últimos, Ramin Karimloo, Howard McGillin e John Cudia.
O musical ganhou mais de 50 grandes prémios do teatro, e ganhou ambos Olivier Award and Tony Award para o melhor musical, no West End e na Broadway. Ambas as produções de Londres e Nova York continuam a ser representadas. De acordo com o website oficial, o musical foi representado em 124 cidades, em 25 países e visto por mais de 100 milhões de pessoas. Com o total de $5.1 biliões, The Phantom of the Opera é o evento de entertenimento com mais sucesso de sempre. A produção da Broadway fez mais de US $715 milhões, fazendo dele o espectáculo da Broadway com mais sucesso da história. Em sinal da sua popularidade, The Phantom of the Opera ficou em segundo lugar na “Nation’s Number One Essential Musicals” da BBC

Personagens principais

O Fantasma da Ópera (tenor / barítono) – Nasceu com uma deformidade parcial no rosto, o Fantasma é um gênio compositor, músico e, por vezes, um mágico, que se esconde por detrás de uma máscara branca e é conhecida pelos administradores e atores da ópera como o “Opera Ghost”.
Christine Daaé (soprano) – Uma garota sueca, bailarina e cantora do coro do “Opera Populaire”. Embora talentosa, ela precisava de prática até o Fantasma leva-la sob a sua asa e ensina-la a cantar.
Raoul, Visconde de Chagny (barítono / tenor) – O patrono do “Opera Populaire” e amor de infância de Christine.
Carlotta Giudicelli (soprano) – A arrogante diva da Ópera, terá muito ciúmes de Christine após seu grande sucesso.
Madame Giry (mezzo-soprano) – A amante do balé da Ópera, e “porta-voz” do Fantasma.
Meg Giry (mezzo-soprano) – A filha de Madame Giry, um membro do balé e do coro, melhor amiga de Christine.
Monsieur Richard Firmin (barítono) – O ranzinza administrador do “Opera Populaire”.
Monsieur Gilles André (barítono) – O leviano administrador do “Opera Populaire”.
Ubaldo Piangi (tenor) – O líder dos tenores da Ópera , marido de Carlotta Giudicelli.
Joseph Buquet (barítono / baixo) – O chefe da Opéra Stagehand, sabe alguma coisa sobre a identidade do fantasma.

Números musicais

Primeiro ato:

“Prologue”
“Overture”
“Think of Me”- Carlotta, Christine, e Raoul
“Angel of Music”- Meg e Christine
“Little Lotte/The Mirror (Angel of Music)”- Christine, Raoul, e o fantasma
“The Phantom of the Opera”- O fantasma e Christine
“The Music of the Night”- O fantasma
“I Remember/Stranger Than You Dreamt It”- Christine e o fantasma
“Magical Lasso”- Buquet, Meg, Madame Giry, e as Ballet Girls
“Notes/Prima Donna”- Firmin, Andre, Raoul, Carlotta, Giry, Meg, Piangi, e o fantasma
“Poor Fool, He Makes Me Laugh (Il Muto)”- Carlotta e a Companhia
“Why Have You Brought Me Here?/Raoul, I’ve Been There”-Raoul e Christine
“All I Ask of You”- Raoul e Christine
“All I Ask of You (Reprise)”- O fantasma

Segundo ato

“Entr’acte”
“Masquerade/Why So Silent”- Companhia
“Notes/Twisted Every Way”- Andre, Firmin, Carlotta, Piangi, Raoul, Christine, Giry, e o fantasma
“Wishing You Were Somehow Here Again”- Christine
“Wandering Child/Bravo, Monsieur!”- O fantasma, Christine, e Raoul
“The Point of No Return”- O fantasma e Christine
“Down Once More/Track Down This Murderer”- O fantasma, Christine, Raoul, e a Companhia

You Tube Oficial

O FANTASMA DA ÓPERA NO ROYAL ALBERT HALL

O Fantasma da Ópera / The Phantom of the Opera 1925

O Fantasma da Ópera no Brasil

A partir de abril de 2005, o musical iniciou sua temporada no Brasil, em São Paulo, no Teatro Abril, e com data de encerramento para abril de 2007, após estender sua temporada duas vezes. Como o fantasma, atuou Saulo Vasconcelos, que também fez o mesmo personagem na montagem no México.

Elenco Original Brasileiro

Christine – Sara Sarres e Kiara Sasso (Alternante)
Covers: Bianca Tadini e Daniela Vega
O Fantasma – Saulo Vasconcelos
Covers: Fred Silveira e Marcos Tumura
Raoul – Nando Prado
Cover: Fred Silveira
Carlotta – Edna D’Oliveira
Alternantes: Cidalia Castro e Solange Siquerolli. Cover: Amélia Gumes
Meg Giry – Carolina Puntel
Covers: Julia Duarte e Janaína Amorim
Madame Giry – Paula Capovilla
Covers: Alessandra Linhares e Magda Painno
Firmin- Jhonatas Joba
Cover: Rodrigo Miallaret
André – Homero Velho e Marcos Tumura
Cover: André Saporetti
Don Atilio : Saulo Javan
Covers: Misael Santos, Randal Oliveira e Leonardo Pace

 

A versão que gosto mais e da Lindsey Stirling.

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Sarah Brightman e Antonio Banderas – The Phantom of the Opera 1998

“The Phantom of the Opera”, tocada ao vivo em abril de 1998 durante a celebração de gala Royal Albert Hall de aniversário de 50 anos de Andrew Lloyd Webber, por Sarah Brightman e Antonio Banderas.

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Camarotes Carnaval São Paulo 2014

A TP Eventos comercializa Camarotes do Carnaval São Paulo 2014.

A maior festa do mundo convida você a fazer parte deste grande espetáculo.

Nada melhor do que ter a oportunidade de acompanhar de perto o requinte das fantasias, a beleza dos carros alegóricos e o sorriso estampado no rosto dos foliões numa festa de luxo e cor que se desenvolve a cada ano.

Além desse grande evento, a Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo vai produzir os camarotes do Carnaval, que oferecem conforto e satisfação para que a sua noite de festa seja repleta de encanto e beleza.

Datas dos Ensaios Técnicos.

Clique aqui e baixe um pdf com a apresentação completa do Camarotes Carnaval São Paulo -2014.

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Sambódromo da Marquês de Sapucaí

A Passarela Professor Darcy Ribeiro, popularmente conhecida como Sambódromo , localiza-se na Avenida Marquês de Sapucaí, nos bairros Centro e Cidade Nova, no município do Rio de Janeiro, no Brasil. A maior parte da passarela situa-se no Centro, porém a sua porção final, após a Avenida Salvador de Sá, pertence ao bairro Cidade Nova.

O seu projeto, de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, foi implantado durante o primeiro governo fluminense de Leonel Brizola (1983-1987), visando a dotar a cidade de um equipamento urbano permanente para a exibição do tradicional espetáculo do desfile das escolas de samba. Inaugurada em 1984, com o nome oficial de “Avenida dos Desfiles”, marcou o início do sistema de desfiles das escolas de samba em duas noites, ao invés de em apenas uma noite, como era costume até então. Posteriormente, seu nome oficial mudou para “Passarela do Samba” e, finalmente, a partir de 18 de fevereiro de 1987, seu nome oficial passou a ser “Passarela Professor Darcy Ribeiro”, numa homenagem ao principal mentor da obra, o antropólogo Darcy Ribeiro. Essa denominação oficial se conserva até hoje. Popularmente, porém, a obra é mais conhecida como “Sambódromo”, que foi um termo cunhado pelo próprio Darcy Ribeiro , a partir da junção de “samba” com o sufixo de origem grega “dromo”, que significa “corrida, lugar para correr”. Sua estrutura, em peças pré-moldadas de concreto, mede cerca de 700 metros de comprimento.

 

Reforma de 2011-2012

Em 5 de junho de 2011, os camarotes do antigo Setor 2 foram derrubados para dar lugar a novas arquibancadas, seguindo o projeto original de Oscar Niemeyer. Com a reforma, a passarela passou a ser quase totalmente simétrica, à exceção da sua primeira arquibancada. Na época de sua construção, em 1984, o projeto de Niemeyer teve de ser modificado devido à existência de uma unidade industrial da CervejariaBrahma no local. As novas arquibancadas foram construídas a um custo de R$ 30 milhões de reais, totalmente custeados pela Ambev, dona da fábrica, que em contrapartida pôde “destombar” a velha fábrica e ainda teve a autorização de construir um prédio no restante do terreno. A nova passarela, após as reformas, teve sua capacidade aumentada de 60.000 para 72.500 pessoas e foi reinaugurada no dia 12 de fevereiro de 2012 há poucos dias do carnaval.

Olimpíadas de 2016

Em 2016, a passarela sediará a competição de tiro com arco e a chegada da maratona dos jogos olímpicos. Essas competições exigiram que a passarela passasse por uma reforma ao longo de 2011, com a demolição de alguns camarotes. Com isso, a passarela passou a ter uma simetria quase total entre seus dois lados, o que não havia sido possível quando da sua construção, devido à presença de um prédio ao lado da passarela (o prédio da Cervejaria Brahma), prédio este que foi, finalmente, implodido em 2011.

 

Carnaval de São Paulo

 

História

Depois do embarque do Mililique e do entrudo em terras brasileiras, a festa, que viria a se tornar o Carnaval, desenvolveu-se de forma diferente nos diversos lugares em que floresceu: na Bahia, de forma ligada aos fortes ritmos africanos; no Rio de Janeiro, já desde muito cedo organizado em sociedades, o embrião das futuras Escolas de Samba; em São Paulo, objeto do verbete, sob forte influência das populações que migravam do campo para a cidade, já no contexto da crise da economia cafeeira. Foi a população resultante do êxodo rural causado pela crise do café que desencadeou o início do Carnaval paulistano.

As comemorações carnavalescas e o próprio samba diferiam pouco do Rio de Janeiro para São Paulo, exceto por uma nítida diferença de andamento, ou seja, a grosso modo, de velocidade, de tempo da música. O sambista paulista, acostumado à árdua lida nas lavouras de café e migrando para a cidade para o trabalho operário, fazia o que Plínio Marcos denominou de “samba de trabalho, durão, puxado para o batuque”, contrastando com o lirismo e a cadência do samba carioca. Além disso, o samba paulistano era decisivamente influenciado por outros ritmos fortemente percurssivos, como o jongo-macumba, também conhecido por Caxambú. Data dessa época o início da relação entre o Carnaval e o direito: a repressão policial sofrida pelos sambistas, feita de forma dura e sem critério. Os sambistas, não só no Carnaval, mas durante todo o ano, eram vistos como vagabundos, marginais que eram duramente perseguidos pelas autoridades.

Na periferia marginalizada de uma São Paulo em construção, o som retumbante dos batuques anunciava uma cultura imigrante que mais tarde influenciaria a cultura brasileira de forma definitiva. Os negros, últimas gerações de escravos do final do século XIX, resgatavam sua identidade perdida nos navios negreiros com o som dos seus instrumentos peculiares em um samba rural e popular, improvisado em meio às lavouras cafeeiras. Não eram poetas ou compositores, mas cantavam sua vida em ritmo dançante e contagiante.

A história do samba em São Paulo é feita de alguns grandes nomes. Um deles e talvez o primeiro é Dionísio Barbosa, negro da primeira geração de escravos livres que veio para a capital em busca de oportunidades como liberto. Aqui, foi para a Barra Funda, reduto negro da cidade.

Nascido em 1891, Dionísio uniu a expressão do interior paulista com a influência do samba do Rio de Janeiro, onde conheceu a Festa da Penha e todas as tradições carnavalescas cariocas. Em 1914, reuniu sua família e foi para as ruas festejar, cantar e tocar o samba que iniciou a tradição dos cordões. Já havia na cidade eventos carnavalescos, mas eram manifestações da classe rica e branca, onde investiam todo seu apoio no desfile de Carros Alegóricos, e nas competições de Clubes. O Cordão Barra Funda era o primeiro movimento cultural organizado dos negros, o primeiro cordão da cidade, algo pequeno, composto por 15 a 20 pessoas. Este movimento foi o embrião do hoje A.C.S.E.S.M. CAMISA VERDE E BRANCO, ressurgida como escola de samba, graças a união dos sambistas do Grupo Barra Funda com os do Camisas Verdes, em 4 de setembro de 1953. (fonte Jornal USP ano XXII no.790)

A tradição carnavalesca paulistana, além do chamado “Carnaval de Rua”, consistente em bailes e brincadeiras populares pelas ruas da cidade, era centralizada na figura dos cordões, entre os quais destacavam-se justamente os Geraldinos, Mocidade do Lavapés, Ruggerone e Campos Elyseos, os maiores da cidade até então. A festa nas ruas e os desfiles de cordões ocorriam paralelamente e em harmonia, compondo o quadro cultural paulistano. Data de 1885 a primeira intervenção da Prefeitura Municipal de São Paulo no Carnaval, promovendo o primeiro desfile carnavalesco dos cordões existentes à época. Os cordões por longo tempo definiram a musicalidade da população operária paulistana, e neles é que se desenvolvia o samba paulistano.

Na década de 1930, começaram a surgir as primeiras Escolas de Samba, oriundas da Marcha-Rancho de Santana do Parnaíba, e dos desfiles das Grandes Sociedades na Avenida Paulista, e graças a influencia da Rádio Nacional que começara a transmitir os desfiles carnavalescos do Rio, nasce a E.S. Primeira de São Paulo . Os desfiles ainda eram organizados de forma mais artesanal, e como não havia ainda uma diferenciação em São Paulo, Cordões, Blocos e Escola de Samba desfilavam competindo pelo mesmo certame, o primeiro desfile de uma escola que se tem notícia foi em 1931 na Praça Patriarca no centro de São Paulo. Os desfiles já tinham caráter oficial desde 1935, eram financiados pela prefeitura de São Paulo, que oferecia local, arquibancadas, infraestrutura além de apoiar e oficializar campeonatos através da C.C.R.P, ou das Federações que ao longo dos anos comandavam as instituições carnavalescas daqui… logo então podemos dizer que o carnaval de São Paulo já era oficial desde então.

Porem graças a lacunas mal preenchidas, erros de administração, documentações perdidas infelizmente a oficialialização é feita pelo Prefeito José Vicente Faria Lima (carioca, nascido em Vila Isabel e apreciador de samba) em 1968, da Lei nº 7.100/67, destinada a regular a promoção do Carnaval pela Prefeitura Municipal de São Paulo, e regulamentada pelo Decreto nº 7.663/68. Essa lei, juntamente com a criação da Secretaria de Turismo e Fomento e as atividades por esta promovidas, encontrava-se num contexto de ampliação da atuação cultural da Municipalidade. Ainda como consequência desta política, foi idealizada no ano de 1968 e criada no ano de 1970 a Anhembi Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo S/A, (hoje chamada de SPTuris) sociedade de economia mista de capital aberto, que atualmente tem 77% de suas ações em propriedade da Prefeitura Municipal de São Paulo. A Anhembi teria, no futuro, papel de destaque nas transformações pelas quais passou o carnaval paulistano.

A edição da lei acima referida iniciou o fenômeno denominado “oficialização do Carnaval”. Embora aparentemente extremamente bem intencionada, a atuação da Prefeitura revelou-se desastrosa do ponto de vista cultural. Isso porque, embora o parágrafo único do artigo 1° da lei estipulasse vários investimentos públicos em infraestrutura para acomodar festejos em vários pontos da cidade, além de instituir verbas e premiações, na prática os recursos foram destinados unicamente a organizar o desfile das Escolas de Samba, decretando, pela falta de incentivo e recursos, o fim dos cordões e da ligação do Carnaval paulistano com suas raízes culturais.

Em 1977 o desfile foi transferido para a Avenida Tiradentes, onde eram construídas arquibancadas que comportavam (ainda que com pouca infraestrutura) trinta mil pessoas.

Em 1986, a organização das Escolas de Samba passou a ser feita nos moldes atuais, com a fundação da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo – LigaSP, que de certa forma, substituiu aUESP sem extingui-la, uma vez que a representação das agremiações tornou-se bipartite: as Escolas do Grupo Especial e do Grupo de Acesso (respectivamente a primeira e a segunda divisão) eram representadas pela LigaSP acima aludida; e as Escolas dos grupos inferiores, bem como os blocos pela UESP, que deixou de representar todas as Escolas como fazia desde a sua fundação. Em 1990, a Prefeita Luiza Erundina sancionou a Lei nº 10.831, que, de acordo com sua emenda “socializa o Carnaval da Cidade de São Paulo, revoga a Lei n° 7.100/67, e dá outras providências”. Esta lei acomete à Prefeitura, por meio do artigo 3°C/c artigo 2°, II, a responsabilidade de organizar o Carnaval, por meio da Anhembi S/A. A lei também reconhece e institucionaliza a representação das Escolas de Samba por meio de entidades associativas, que, desde 1986, funcionava da maneira acima descrita.

A lei n° 10.831/90 desencadeou a última mudança de endereço dos desfiles de Carnaval, que se deu em 1991, quando passaram a ser realizados no Polo Cultural Grande Otelo, uma grande passarela de mais de quinhentos metros construída na Avenida Olavo Fontoura, e popularmente conhecido por Sambódromo do Anhembi. Este local, de propriedade da Anhembi S/A, sedia os desfiles desde então, e nele ainda são realizados diversos eventos das mais variadas naturezas.

Temos, dessa forma, que a atuação administrativa da Prefeitura Municipal de São Paulo, por meio de leis e decretos, e de seu órgão de administração indireta, interagindo com fatores históricos, sociológicos e antropológicos, determinou a forma atual do Carnaval paulistano, inclusive determinando o abandono de suas raízes culturais e musicais.

A partir de 2006 passou a vigorar dois títulos no Carnaval paulistano. O primeiro e mais importante título é o do Grupo Especial das Escolas de Samba, o outro título, passou a ser disputado apenas pelas escolas ligadas a torcidas organizadas de clubes de futebol, casos da Mancha Verde (ligada ao Palmeiras) e Gaviões da Fiel (ligada ao Corinthians), nascia assim o Grupo Especial das Escolas de Samba Desportivas. A intenção em 2006 era realizar apenas esse Grupo de Escolas Desportivas quando houvesse duas ou mais agremiações ligadas a clubes disputando o Grupo Especial do Carnaval, mas em 2007, mesmo com a presença apenas da Mancha Verde no Grupo Especial, o título foi mantido, dando o bicampeonato a torcida do Palmeiras, que levara o primeiro título desse novo grupo em 2006. Em 2008 o Grupo Especial das Escolas de Samba Desportivas deixou de existir, fazendo com que Gaviões da Fiel e Mancha Verde voltassem a disputar com as outras escolas o título do Grupo Especial no carnaval de 2008.

E depois de vários anos, sem sair do papel o Carnaval de São Paulo ganhará com previsão de término em 2016, a Fábricas de Sonhos nos mesmos moldes da Cidade do Samba, no carnaval carioca. que reunirá os barracões das principais escolas de samba do carnaval.

O carnaval é muito importante, para todos os brasileiros e até para os turistas de outros países, o carnaval é a imaginação, sonho, amor e muita alegria para todos.

Vídeo que apresenta a história do carnaval no Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Bahia.

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