idéias criativas e cheia de carinho

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Blocos do Carnaval de Rua 2015 em São Paulo

Confira a agenda dos principais blocos:

SEXTA-FEIRA 23/1

Acadêmicos do Baixo Augusta – lançamento do bloco
PERFIL: Bloco desfila pela via que dá nome ao cordão ostentando a presença de famosos. A atriz Alessandra Negrini é a rainha do bloco, e a cantora Tulipa Ruiz, madrinha. Em 2015 o bloco estreia com a banda do cantor Wilson Simoninha.
ONDE: Rua Augusta, 765, Consolação
HORÁRIO: 22h. (Festa de lançamento da banda da nova banda do bloco, comandada pelo músico Wilson Simoninha)
PREÇO: R$ 20 a R$ 40

Unidos do Grande Mel – Ensaio
PERFIL: Bloco estreia no Carnaval paulistano misturando diferentes ritmos musicais, dentre eles o afoxé, frevo samba-reggae e marchinhas.
ONDE: Terraço do Red Bull Station – Praça da Bandeira, 137, Centro
HORÁRIO: das 16h às 20h
PREÇO: Gratuito

Nu’Interessa – Ensaio
PERFIL: Bloco formado por sete amigos para celebrar o carnaval e a boemia pelas ruas de São Paulo.
ONDE: Club A – Av. das Nações Unidas, 12559 – Brooklin – Sheraton Hotel
HORÁRIO: 2h
PREÇO: Até 00h – Homem R$ 80 – Mulher R$ 40. Após 00h – Homem R$100 – Mulher R$50. Informações: (11) 3043-8343

SÁBADO – 24/1

Unidos do Grande Mel – Ensaio
PERFIL: Bloco que estreia este ano em desfile no Centro de São Paulo
ONDE: Terraço do Red Bull Station – Praça da Bandeira, 137, Centro
HORÁRIO: das 15h às 19h
PREÇO: Gratuito

Saia de Chita
PERFIL: Bloco fundado por ex-estudantes da faculdade de Direito da USP e amigos. Os rapazes da bateria tocam vestidos de saia de chita.
ONDE: Rua Tucuna, 1150, Perdizes
HORÁRIO: 14h concentração, saída às 17h
PREÇO: Gratuito

Bloco do Bagaça
PERFIL: Bloco do Bagaça visa resgatar a tradição do carnaval de rua no bairro da Lapa, na Zona Oeste.
ONDE: Igreja do Galo – Rua Domingos Rodrigues, n° 306, Lapa.
Percurso: Rua Domingos Rodrigues, Albion, Dom João V e Isac Annes
HORÁRIO: 12h às 19h
PREÇO: Gratuito

Kolombolo Diá Piratininga – Ensaio
PERFIL: Tradicional cordão carnavalesco da Vila Madalena, o grupo resgata a memória do samba paulistano.
ONDE: Praça Aprendiz das Letras – Rua Belmiro Braga, s/nº
HORÁRIO: das 14h às 16h
PREÇO: Gratuito

Baile Pré Carnaval do Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Escola Sim de Música – Rua Cardeal Arcoverde, 206
HORÁRIO: a partir das 22hs
PREÇO: R$ 30

DOMINGO – 25/1

Unidos do Grande Mel – Ensaio
PERFIL: Bloco que estreia este ano em desfile no Centro de São Paulo
ONDE: Praça Dom José Gaspar, 72, Centro – atrás da Biblioteca Mário de Andrade
HORÁRIO: das 16h às 20h
PREÇO: Gratuito

Tarado Ni você
PERFIL: Bloco que homenageia Caetano Veloso estreou no carnaval paulista em 2014. Este ano, fará uma festa no domingo, aniversário de São Paulo, com a ideia é arrecadar fundos para financiar o saída do cordão durante o carnaval.
ONDE: a definir
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

TERÇA-FEIRA – 27/1

Ensaio aberto do Bangalafumenga
PERFIL: Bloco super tradicional no Rio de Janeiro desfila na Vila Madalena junto com o bloco Sargento Pimenta, também carioca.
ONDE: Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros. Tel: 11 3813-8598
HORÁRIO: das 20 às 3h
PREÇO: R$ 50 – 3º lote

SEXTA-FEIRA – 30/01

Acadêmicos do Baixo Augusta – Ensaio
PERFIL: Bloco desfila pela via que dá nome ao cordão ostentando a presença de famosos. A atriz Alessandra Negrini é a rainha do bloco, e a cantora Tulipa Ruiz, madrinha. Em 2015 o bloco estreia com a banda do cantor Wilson Simoninha.
ONDE: Rua Augusta, 765, Consolação
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

SÁBADO – 31/1

Unidos Do Grande Mel
PERFIL: Bloco que estreia este ano em desfile no Centro de São Paulo
ONDE: Praça Dom José Gaspar, República.
HORÁRIO: concentração às 14h
PREÇO: Gratuito

Kolombolo Diá Piratininga – Ensaio
PERFIL: Tradicional cordão carnavalesco da Vila Madalena, o grupo resgata a memória do samba paulistano.
ONDE: Praça Aprendiz das Letras – Rua Belmiro Braga, s/nº
HORÁRIO: das 14h às 16h
PREÇO: Gratuito

Ritaleena
PERFIL: Bloco que homenageia a cantora Rita Lee. Se conseguir verba via financiamento coletivo, sairá pelas ruas de Pinheiros, na Zona Oeste, pela primeira vez.
ONDE: Rua dos Pinheiros, esquina com a Rua Cônego Eugênio Leite. A saída está marcada para as 16h, passando pelas ruas Francisco Leitão, Arthur de Azevedo, Mateus Grou e voltando ao ponto inicial.
HORÁRIO: a partir das 15h
PREÇO: Gratuito

DOMINGO – DIA 1º/2

Casa Comigo
PERFIL: Foliões vestidos de noivas e noivos cantam marchinhas pelas ruas da Vila Beatriz.
ONDE: Rua Beatriz altura do número 54
HORÁRIO: das 11h às 18h
PREÇO: Gratuito

Chega Mais
PERFIL: Bloco toca clássicos dos anos 80 em ritmo de carnaval.
ONDE: Rua Mourato Coelho, altura do 281, Vila Madalena
HORÁRIO: 10h
PREÇO: Gratuito

Bloco Pilantragi
PERFIL: Criado em 2013, o bloco é uma extensão da festa que ocorre semanalmente em um bar na região de Perdizes. O evento presta homenagem à cultura nacional.
ONDE: Avenida Professor Alfonso Bovero, 1107 – Perdizes
HORÁRIO: 13h às 22h
PREÇO: Gratuito

Cortejo de Iemanjá – Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Lisboa com Rua Cardeal Arcoverde.
HORÁRIO: a partir das 15h
PREÇO: Gratuito

SÁBADO – 7/2

Bangalafumenga e Sargento Pimenta
PERFIL: Blocos tradicionais do carnaval carioca, arrematam uma multidão de foliões em são Paulo desde 2011, quando estrearam na cidade. Bangalafumenga transforma músicas brasileiras em marchinhas. Sargento Pimenta faz versão carnavalesca das músicas dos Beatles.
ONDE: Avenida Paulo VI, no trecho entre a Av. Henrique Schaumann e estação de Sumaré do Metrô
HORÁRIO: concentração às 10h (Bangalafumenga desfila às 11h e Sargento Pimenta, às 15h)
PREÇO: Gratuito

Loveblock
PERFIL: Bloco faz versões carnavalescas de músicas de bandas de rock, pop e indie-rock
ONDE: Rua Cojubá até a Rua Lopes Neto, Itaim
HORÁRIO: das 14h às 18h
PREÇO: Gratuito

Bloco da Ressaca
PERFIL: Tradicional no bairro do Cambuci, reúne cerca de 5 mil foliões e faz desfile especial para celebrar 30 anos em 2014.
ONDE: Largo do Cambuci
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

Barracão da Folia
PERFIL: Bloco de torcedores do Palmeiras Futebol Clube.
ONDE: Rua Diana, entre a Rua Venâncio Aires e Turiassú, Pompeia
HORÁRIO: 11h
PREÇO: Gratuito

Ciga-nos
PERFIL: Bloco faz homenagem à cultura cigana
ONDE: Rua João Guimarães Rosa, praça Roosevelt, s/nº, Centro (em frente ao Caetano de Campos
HORÁRIO: 16h
PREÇO: Gratuito

Nu’Interessa
PERFIL: Bloco da Vila Madalena resgata a tradição dos antigos carnavais de rua, com sua banda animando os foliões com divertidas e famosas marchinhas de carnaval
ONDE: R. Filinto de Almeida, 50, Bar O pasquim – Vila Madalena
HORÁRIO: a partir das 13h
PREÇO: R$ 100 – 1º lote (apenas a concentração é gratuita)

Bloco Soviético
PERFIL: Bloco dos foliões ‘esquerdofestivos’ desfila pela terceira vez na região da Avenida Paulista.
ONDE: Rua Haddock Lobo, 74
HORÁRIO: 16h
PREÇO: Gratuito

Pholia na Luz
ONDE: entre a Estação da Luz e o Jardim da Luz.
HORÁRIOS:
14h30 – Bloco Esquenta do Partido Alto
15h15 – Bloco Estrela da Coroa
16h15 – Bloco do BSC
17h15 – Bloco A Bruxa Tá Solta
18h15 – Bloco Império do Morro
19h15 – Escola de Samba Quilombo
20h15 – Encerramento
PREÇO: Gratuito

Kolombolo Diá Piratininga
PERFIL: Tradicional cordão carnavalesco da Vila Madalena, o grupo resgata a memória do samba paulistano.
ONDE: Rua Belmiro Braga, s/nº – Vila Madalena, São Paulo/SP
HORÁRIO: concentração às 15h
Percurso: Rua Belmiro Braga – Rua Inácio Pereira da Rocha – Rua Mourato Coelho – Rua Aspicuelta – Rua Harmonia até a esquina com a Rua Luis Murat
PREÇO: Gratuito

DOMINGO – 8/2

Banda do Fuxico
PERFIL: Bloco LGBT que circula pelo Largo do Arouche desde 2000
ONDE: Largo do Arouche, 88/96
HORÁRIO: concentração às 10h (desfile das 18h às 23h)
PREÇO: Gratuito

Banda Grone’s
PERFIL: Bloco do Grêmio Cultural e Esportivo Grone’s completa 19 anos em 2015.
ONDE: Rua Eduardo Vicente Nasser, 354, Tremembé
HORÁRIO: concentração às 14h e desfile das 16h às 20h
PREÇO: Gratuito

Acadêmicos do Baixo Augusta – desfile
PERFIL: Bloco desfila pela via que dá nome ao cordão ostentando a presença de famosos. A atriz Alessandra Negrini é a rainha do bloco, e a cantora Tulipa Ruiz, madrinha. Em 2015 o bloco estreia com a banda do cantor Wilson Simoninha.
ONDE: Rua Augusta, 765, Consolação
HORÁRIO: das 14h às 20h
PREÇO: Gratuito

Não Serve Mestre
PERFIL: Bloco criado por amigos que trabalham com música.
ONDE: Rua Rodésia, 484, esquina com a Fradique Coutinho, Sumarezinho
HORÁRIO: 12h
PREÇO: Gratuito

Bloco do Pequeno Burguês
PERFIL: Bloco criado por um grupo de amigos da faculdade PUC na Zona Norte.
ONDE: esquina da rua Voluntários da Pátria com a Rua Pedro Doll, Santana.
HORÁRIO: das 12h às 20h
PREÇO: Gratuito

Quizomba
PERFIL: Bloco carioca que faz versões para músicas internacionais e clássicos da MPB. Em 2015, será o terceiro desfile na capital paulista.
ONDE: Avenida Paulo VI (continuação da Avenida Sumaré – Sumaré)
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

Confraria do Pasmado
PERFIL: Tradicional bloco que nasceu na rua Rodésia, na Vila Madalena, deixa o reduto boêmio para desfilar na região de Pinheiros este ano.
ONDE: O percurso ainda está em vias de aprovação pela Prefeitura, mas deve se concentrar na Rua Padre de Carvalho, e percorrer vias até a dispersão, que será no Largo da Batata.
HORÁRIO: 13h
PREÇO: Gratuito

Pholia na Luz
ONDE: entre a Estação da Luz e o Jardim da Luz.
HORÁRIOS:
14h – Bloco Conselho do Samba
14h30 – Comunidade Boliviana
15h15 – Comunidade Paraguaia
15h45 – Bloco União dos Bairros
16h30 – Bloco Bateria Makossa
17h15 – Escola de Samba Acadêmicos do Parque Bristol
18h15 – Bloco Unidos da Melhor Idade
19h15 – Encerramento
PREÇO: gratuito

Cordão Samba do Congo
PERFIL: a marcha deste ano é uma homenagem ao bairro de Morro Grande. Bloco terá marchinhas de compositores do Congo e sambas dos carnavais antigos.
ONDE: saída da Rua Raulino Galdino da Silva, altura do número 300
HORÁRIO: 15h
PREÇO: Gratuito

TERÇA-FEIRA – 10/2

Umes Caras Pintadas
PERFIL: Bloco oficial da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo
ONDE: Praça Don Orione com 13 de Maio
HORÁRIO: concentração às 16h e desfile às 17h
PREÇO: Gratuito
QUARTA-FEIRA – 11/2

Banda do Candinho
PERFIL: Bloco tradicional do Centro, é famoso pelo desfile de mulatas.
ONDE: Rua Santo Antônio com a Rua 13 de Maio, Bela Vista
HORÁRIO: concentração às 18h e desfile às 21h
PREÇO: Gratuito

SEXTA-FEIRA – 13/2

Banda do Trem Elétrico
PERFIL: Bloco fundado na década de 80 por metroviários
ONDE: Rua Augusta com Rua Luiz Coelho, Estação Consolação do Metrô.
HORÁRIO: concentração às 19h e desfile às 21h
PREÇO: Gratuito

SÁBADO – 14/2

Tarado Ni Você
PERFIL: Bloco que homenageia Caetano Veloso desfila nas ruas do Centro.
ONDE: Avenida Ipiranga com a avenida São João
HORÁRIO: 14h
PREÇO: Gratuito

Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Galeno de Almeida, debaixo do viaduto
HORÁRIO: a partir das 17h
PREÇO: Gratuito

DOMINGO – 15/2

Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Galeno de Almeida, debaixo do viaduto
HORÁRIO: a partir das 17hs
PREÇO: Gratuito

Saia de Chita
PERFIL: Bloco fundado por ex-estudantes da faculdade de Direito da USP e amigos. Os rapazes da bateria tocam vestidos de saia de chita.
ONDE: Rua Tucuna, 1150, Perdizes
HORÁRIO: 14h concentração, saída às 17h
PREÇO: Gratuito

SEGUNDA-FEIRA – 16/2

Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Galeno de Almeida, debaixo do viaduto
HORÁRIO: a partir das 17hs
PREÇO: Gratuito

TERÇA-FEIRA – 17/2

Bloco Bastardo
PERFIL: Formado por ex-membros do tradicional Vai Quem Qué
ONDE: Rua Galeno de Almeida, debaixo do viaduto
HORÁRIO: a partir das 17hs
PREÇO: Gratuito

SÁBADO – 21/2

Cordão do Jamelão
PERFIL: tradicional bloco foca seu repertório em marchinhas de Carnaval
ONDE: Rua Rui Barbosa, 716, Bela Vista
HORÁRIO: das 12h às 18h
PREÇO: Gratuito

Bicho Maluco Beleza
PERFIL: A banda formada e liderada por Alceu Valença e mais sete músicos será acompanhada por 30 batuqueiros que participam da oficina de percussão do bloco no Rio de Janeiro. No repertório de estreia em São Paulo, promete músicas como: Bicho Maluco Beleza, Diabo Louro, Me Segura Senão eu Caio, Bom Demais, Tropicana, Ciranda de Lia, Ciranda da Rosa Vermelha, Girassol, Estação da Luz, Anunciação, Dois Animais, entre outras.
ONDE: Av. Paulo VI – saída da Praça Celso Delmonto, em Pinheiros até início da Avenida Sumaré, em Sumaré (abaixo do viaduto da Avenida Doutor Arnaldo)
HORÁRIO: das 14h às 17h
PREÇO: Gratuito

Rolando a Rocha Toda
PERFIL: Criado durante um bate-papo entre amigos na mesa de um bar, o bloco conta com integrantes da escola de samba Vai-Vai, além de moradores da Bela Vista e simpatizantes.
ONDE: Rua Rocha, 193, no bairro da Bela Vista
HORÁRIO: às 15h
PREÇO: Gratuito

Réveillon

O ano-novo do calendário gregoriano começa em 1 de janeiro (Dia do Ano Novo), assim como era no calendário romano. Existem inúmeros calendários que permanecem em uso em certas regiões do planeta e que calculam a data do ano-novo de forma diferente. A comemoração ocidental tem origem num decreto do imperador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (bifronte) – uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado). O povo romano era politeísta, ou seja, adorava vários deuses diferentes, e não existe nenhum relato de que o povo judeu que viveu nessa mesma época tenha comemorado o ano novo, tampouco os primeiros cristãos.

A ordem dos meses no calendário romano vai de janeiro a dezembro desde o rei Numa Pompilius em cerca de 700 a.C, de acordo com Plutarco e Macrobius. Foi só recentemente que o dia 1 de janeiro voltou a ser o primeiro dia do ano na cultura ocidental. Até 1751, por exemplo, na Inglaterra e no País de Gales (e em todos os domínios britânicos), o ano-novo começava em 25 de março. Desde então, o 1º de janeiro tornou-se o primeiro dia do ano. Durante a Idade Média, vários outros dias foram diversas vezes considerados como o início do ano civil (1 de março, 25 de março, 1 de setembro, 25 de dezembro). Em muitos países, como República Checa, Brasil, Espanha, Itália e Reino Unido, o dia 1 de janeiro é um feriado nacional. (Para obter informações sobre a mudança do calendário juliano para o calendário gregoriano e o efeito sobre a datação de eventos históricos, consulte o verbete Mudança para o calendário gregoriano)

Com a expansão da cultura ocidental para muitos outros lugares do mundo durante séculos recentes, o calendário gregoriano foi adotado por muitos outros países como o calendário oficial e a data de 1 de janeiro tornou-se global para se comemorar o ano-novo, mesmo em países com suas próprias celebrações em outros dias (como Israel, China e Índia). Na cultura da América Latina, há uma variedade de tradições e superstições em torno dessas datas como presságios para o próximo ano.

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Mercebes-Bens C 200 Kompressor Avantgarde

A Mercedes-Benz C-Class é uma linha de carros executivos compactos produzidos pela Daimler AG . Introduzido em 1993 como um substituto para o 190 (W201) gama, o C-Class foi o menor modelo lineup da marca até a chegada do Classe A , em 1997. A Classe C é construído nas fábricas da Mercedes-Benz em Sindelfingen e Bremen , na Alemanha, bem como numerosas fábricas de satélites de outros países. O primeiro sedan C-Class (W202) foi produzido em 1 de junho de 1993, eo primeiro da segunda geração (W203) saiu da linha de montagem em 18 de Julho de 2000. A terceira geração mais recente (W204) foi lançado em 2007.

Embora originalmente vendido como sedan e station wagon, a série W203 em 2000 estreou uma versão cupê fastback / hatchback que, quando um facelift, tornou-se a CLC-Class da Mercedes-Benz. O CLC-Class permaneceu em produção até 2011, quando foi substituído por um novo cupê C-Class W204-based para o ano modelo 2012.

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C 200 Avantgarde

Ano: 2009
Cor: Branca
Fabricante: Mercedes-Bens
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Velocidade máxima: 229,2 km/h
Ar condicionado
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Faróis de xenônio
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Foto 1 | Foto 2

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Dia do Trabalhador – 1º de Maio

O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países. No calendário litúrgico celebra-se a memória de São José Operário por tratar-se do santo padroeiro dos trabalhadores.

História

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Dia do Trabalhador em Portugal

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).

No Algarve, assim como na Madeira e Açores é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas nas regiões..

Dia do Trabalhador no Brasil

Com a chegada de imigrantes europeus no Brasil, as ideias de princípios e leis trabalhistas vieram junto. Em 1917 houve uma Greve geral. Com o fortalecimento da classe operaria, o dia 1º de Maio foi declarado feriado pelo presidente Artur Bernardes em 1925.

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, em 01 de maio de 1943.

Dia do Trabalhador em Moçambique

Durante o período colonial (até 1975), os moçambicanos estavam proibidos de celebrar o 1º de Maio em virtude da natureza repressiva do regime colonial português. No entanto, houve manifestações de trabalhadores moçambicanos, em particular em Lourenço Marques (actual Maputo), contra o modo de relações laborais existente naquele período.

Após a Independência Nacional, o Dia do Trabalhador é celebrado anualmente, e com o passar dos anos, com as reformas políticas, económicas e sociais que o país sofreu a partir de finais da década de 80, registrou-se um crescimento do movimento sindical em Moçambique. A primeira instituição sindical no país foi a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos (OTM), que veio depois a impulsionar o surgimento de novos movimentos sindicais, cada vez mais específicos de acordo com os sectores de actividade.

Dia do Trabalhador no mundo

Na Austrália, Bolívia, Canberra, Nova Gales do Sul, Sydney e na Austrália Meridional esta data de celebração varia de acordo com a região.
Estados Unidos e Canadá: Celebram o Labour Day na primeira segunda-feira de Setembro.

Shows 2014

Na quinta, a partir das 10h, acontece a celebração ao Dia Internacional do Trabalhador 2014, evento realizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil) e pela CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), no Vale do Anhangabaú.
Entre as atrações estão Sampa Crew, Art Popular, Leci Brandão, Maria Cecília & Rodolfo, Pixote, Paula Fernandes, Michel Teló, Belo e Péricles.

Na Praça Campo de Bagatelle, em Santana, zona norte de São Paulo, rolam os shows do 1º de Maio Unificado, evento realizado pela Força Sindical, UGT, Nova Central e CTB, a partir das 7h.
Entre as atrações estão Michel Teló, Jads & Jadson, André & Adriano, Patati Patatá, Latino, Zé Henrique & Gabriel, Cacau com Leite, Sam Alves, Lucas Lucco, Rionegro & Solimões, Sorriso Maroto, Léo Magalhães, João Neto & Frederico, Hugo Pena & Gabriel, Fernando & Sorocaba, Nilton & Néton, Edson & Hudson, Cristiano Araújo,Pixote e Paula Fernandes.

Parabéns aos Profissionais de Eventos da cidade que é tudo de bom!

Desde 2012, o profissional do evento tem um dia especial 30 de Abril. A data de comemoração dos profissionais deste importante setor coincide, não por acaso, com o aniversário de Caio de Alcântara Machado, patrono da Academia Brasileira de Eventos e Turismo e grande pioneiro de feiras de negócios e eventos no Brasil.

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Páscoa | Evento Religioso Cristão

Origem do nome páscoa

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pesa, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pesah. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua , os franceses de Pâques, e também em outras línguas que provavelmente não saiu do hebraico: latim Pascha, azerbaijano Pasxa, basco Pazko, catalão é Pasqua, crioulo haitiano Pak, dinamarquês Påske, Pasko em esperanto, galês Pasg, Pasen em holandês, indonésio Paskah, Páskar em islandês, Paskah em malaio, em norueguês påske, Paști em romeno, Pasaka em suaíle, påsk em sueco e Paskalya em turco.

Os termos “Easter” (Ishtar) e “Ostern” (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas a fertilidade, das quais provavelmente o mito de “Ostern”, e consequentemente a Páscoa (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.

Páscoa Cristã

Celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição.

Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a “passagem” de Cristo, da morte para a vida.

A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia da qual participou Jesus Cristo (segundo o Evangelho de Lucas 22:16) teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.

Páscoa Judaica

Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Moisés que todos os primogênitos seriam exterminados (com a passagem do anjo por sobre suas casas), mas aqueles (Israelitas ou Egípcios) que seguissem suas instruções seriam poupados. Para isso, deveria sacrificar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro sobre as ombreiras das portas de suas casas e não deveriam sair de suas casas, assim, o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.

A Bíblia judaica institui a celebração do Pessach em Êxodo: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra de Adonai: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua.

Tradições pagãs na Páscoa

Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas; em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia e portanto, este é uma alusão a antigos rituais pagãos. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação associados a deusa nórdica Gefjun.

A lebre (e não o coelho) era o símbolo de Gefjun. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é comercialmente mais interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima.

A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. Seus cultos pagãos foram absorvidos e misturados pelas comemorações judaico-cristãs, dando início a Páscoa comemorado na maior parte do mundo contemporâneo.

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Crucificação de Jesus

A crucificação de Jesus foi um evento que ocorreu no século I d.C. Jesus, que os cristãos acreditam ser o Filho de Deus e também o Messias, foi preso, julgado pelo Sinédrio e condenado por Pôncio Pilatos a ser flagelado e finalmente executado na cruz. Coletivamente chamados de Paixão, o sofrimento e morte de Jesus representam aspectos centrais da teologia cristã, incluindo as doutrinas da salvação e da expiação.

A crucificação de Jesus está descrita nos quatro evangelhos canônicos, foi atestada por outras fontes antigas e está firmemente estabelecida como um evento histórico confirmado por fontes não-cristãs1. Os cristãos acreditam que o sofrimento de Jesus foi previsto na Bíblia hebraica, como no salmo 22 e nos cânticos de Isaías sobre o servo sofredor. De acordo com uma harmonia evangélica, Jesus foi preso no Getsêmani após a Última Ceia com os doze apóstolos e foi julgado pelo Sinédrio, por Pilatos e por Herodes Antipas antes de ser entregue para execução. Após ter sido chicoteado, Jesus recebeu dos soldados romanos, como zombaria, o título de “Rei dos Judeus”, foi vestido com um robe púrpura (a cor imperial), uma coroa de espinhos, foi surrado e cuspido. Finalmente, Jesus carregou a cruz em direção ao local de sua execução.

Uma vez no Gólgota, Jesus recebeu vinho misturado com bile para beber. Os evangelhos de Mateus e Marcos relatam que ele se recusou a beber. Ele então foi pregado à cruz, que foi erguida entre a de dois ladrões condenados. De acordo com Marcos 15:25, ele resistiu ao tormento por aproximadamente seis horas, da hora terça (aproximadamente 9 da manhã) até a sua morte (Marcos 15:34-37), na hora nona (três da tarde). Os soldados afixaram uma tabuleta acima de sua cabeça que dizia “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus” em três línguas (“INRI” em latim), dividiram entre si as suas roupas e tiraram a sorte para ver quem ficaria com o robe. Eles não quebraram as pernas de Jesus como fizeram com os outros dois crucificados (o ato acelerava a morte), pois Jesus já estava morto. Cada evangelho tem o seu próprio relato sobre as últimas palavras de Jesus (sete frases ao todo). Nos evangelhos sinóticos, vários eventos sobrenaturais acompanharam toda a crucificação, incluindo uma escuridão, um terremoto e, em Mateus, a ressurreição de santos. Após a morte de Jesus, seu corpo foi retirado da cruz por José de Arimateia com a ajuda de Nicodemos e enterrado num túmulo escavado na rocha. De acordo com os evangelhos, Jesus então voltou da morte dois dias depois (o “terceiro dia”).

Os cristãos tradicionalmente entendem a morte de Jesus na cruz como sendo um sacrifício proposital e consciente (dado que Jesus não tentou se defender em seus julgamentos), realizado por ele na figura de “agente de Deus” para redimir os pecados da humanidade e tornar a salvação possível. A maior parte dos cristãos proclamam este sacrifício através do pão e do vinho na Eucaristia, uma lembrança da Última Ceia, e muitos também comemoram o evento na Sexta-Feira Santa anualmente.

Relatos sobre a crucificação

Os estudiosos modernos consideram o batismo de Jesus e a sua crucificação como sendo dois fatos historicamente certos sobre ele. James Dunn afirma que estes “dois fatos na vida de Jesus detém hoje uma concordância quase universal” e “figuram bem alto na escala do ‘quase impossível duvidar ou negar’ dos fatos históricos” que eles são geralmente os pontos de partida para o estudo do Jesus histórico. Bart Ehrman afirma que a crucificação por ordem de Pôncio Pilatos é o elemento mais certo que sabemos sobre ele. John Dominic Crossan afirma que a crucificação de Jesus é tão certa quanto um fato histórico pode ser. Eddy e Boyd afirmam que está atualmente “firmemente estabelecido” que existe confirmação por fontes não-cristãs sobre a crucificação de Jesus.

Craig Blomberg afirma que a maioria dos acadêmicos na terceira busca pelo Jesus histórico consideram a crucificação indisputável. Ainda que os estudiosos concordem na historicidade da crucificação, eles discordam sobre as razões e sobre o contexto em que ela se insere, por exemplo E. P. Sanders e Paula Fredriksen defendem a historicidade da crucificação, mas argumentam que ele não a teria previsto e que a sua profecia sobre sua morte é uma história cristã. Christopher M. Tuckett afirma que, embora as razões exatas para a morte de Jesus sejam difíceis de determinar, um dos fatos inquestionáveis sobre ele é que ele foi crucificado. Geza Vermes também entende que a crucificação é um evento histórico, mas apresenta sua própria explicação e contexto para ela.

John P. Meier enxerga a crucificação de Jesus como um fato histórico e afirma, baseado no “critério do embaraço”, que os cristãos não teriam inventado uma morte sofrida do seu líder. Meier afirma ainda que diversos outros critérios, como da “múltipla atestação” (a confirmação por mais de uma fonte), o “critério da coerência” (o evento se encaixa corretamente em outros eventos históricos) e o “critério da rejeição” (o evento não foi contestado por fontes antigas) ajudam a estabelecer a crucificação de Jesus como um evento histórico.

Embora quase todas as fontes antigas sobre a crucificação sejam literárias, a descoberta arqueológica de 1968, a nordeste de Jerusalém, do corpo de um homem crucificado no século I nos deu boas evidências confirmatórias sobre os relatos evangélicos da crucificação. O homem foi identificado como sendo Yohan Ben Ha’galgol e morreu por volta de 70 d.C., por volta da época da revolta judaica contra Roma. As análises na “Hadassah Medical School” estimaram que ele morreu com quase trinta anos. Estes estudos também mostraram que ele foi crucificado de uma forma muito similar à relatada nos evangelhos. Outra descoberta arqueológica relevante, que também data do século I, é um osso do calcanhar de uma pessoa não identificada perfurado por prego descoberto numa cova em Jerusalém, preservado pela Autoridade Israelense para Antiguidades e em exposição no Museu de Israel.

Data, local e pessoas presentes

Cronologia da crucificação

Ano da crucificação

Embora não haja consenso sobre a data exata da crucificação, os estudiosos geralmente concordam que ela ocorreu numa sexta-feira de ou próxima da Páscoa judaica (15 de Nisan), durante o governo de Pôncio Pilatos (r. 26-36). Como o calendário hebreu era utilizado no tempo de Jesus e ele incluía a determinação dada de uma nova fase da lua e do amadurecimento da colheita da cevada, o dia – e mesmo o mês – exato da Páscoa judaica num determinado ano é tema de muita especulação83 84 . Várias abordagens já foram utilizadas para estimar o ano da crucificação, inclusive o uso dos evangelhos canônicos, a cronologia da vida de Paulo de Tarso, assim como diferentes modelos astronômicos. Estas estimativas para o ano da crucificação resultaram numa faixa entre 30 e 36 d.C.85 86 87 A frequently suggested date is Friday, April 3, AD 33.

Dia da semana e hora

O consenso entre os estudiosos modernos é de que os relatos do Novo Testamento representam a crucificação ocorrendo numa sexta-feira, mas datas de quinta ou quarta já foram propostas. Alguns deles propuseram a data de quinta baseadas num “duplo sabbath” causado por um sabbath de Páscoa adicional caindo entre o pôr-do-sol de uma quinta e a tarde de uma sexta à frente do sabbath semanal de costume. Outros argumentaram que Jesus foi crucificado numa quarta e não numa sexta, com base na menção de “três dias e três noites” em Mateus 12:40 antes de sua ressurreição, celebrada no domingo, ao que foram contestados por acadêmicos explicando que esta tese ignora o idioma judaico, no qual um “dia e noite” pode se referir a qualquer parte de um período de 24 horas, que a expressão em Mateus é idiomática e não uma afirmação de que Jesus teria passado 72 horas no túmulo e que muitas referências à ressurreição no terceiro dia não requerem literalmente três noites.

Em Marcos 15:25, afirma-se que a crucificação ocorreu na hora terceira (9 da manhã) e que a morte de Jesus ocorreu na hora nona (3 da tarde). Porém, em João 19:14, Jesus ainda está perante Pilatos na hora sexta. Os acadêmicos já apresentaram diversos argumentos para tratar desta aparente contradição, alguns sugerindo uma reconciliação, por exemplo baseando-se na tese da utilização do sistema horário romano em João, mas não em Marcos, argumento rejeitado por outros. Diversos estudiosos notáveis argumentaram que a precisão moderna na marcação dos horários durante o dia não deve ser projetada nos relatos evangélicos, escritos numa época quando não havia a padronização dos mecanismos de contagem de tempo e nem um registro exato das horas e minutos estava disponível. Geralmente o horário era aproximado para a o período de três horas mais próximo.

Caminho para a crucificação

Os três evangelhos sinóticos fazem referência a um homem chamado Simão Cirineu, que foi obrigado a carregar a cruz, enquanto que, no evangelho de João.

O evangelho de Lucas também descreve uma interação entre Jesus e as mulheres que estavam na multidão de lamentadores que o seguia, citando Jesus dizendo: «Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; mas chorai por vós mesmas e por vossos filhos, porque dias virão, em que se dirá: ‘Bem-aventuradas as estéreis, os ventres que nunca geraram e os peitos que nunca amamentaram.’ Então começarão a dizer aos montes: ‘Cai sobre nós’, e aos outeiros: ‘Cobri-nos’, porque se isto se faz no lenho verde, que se fará no seco?» (Lucas 23:28-31).

Tradicionalmente, o caminho que Jesus tomou é chamado de Via Dolorosa (latim para “Caminho Doloroso”)[carece de fontes] e é uma rua na Cidade Velha de Jerusalém. Ele está marcado por nove das quatorze “Estações da Cruz”[carece de fontes] e passa pela Igreja Ecce Homo. As demais cinco estações estão localizadas dentro da Igreja do Santo Sepulcro[carece de fontes].

Não há referências à lendária103 Santa Verônica nos evangelhos, mas fontes como a Acta Sanctorum descrevem-na como uma mulher piedosa de Jerusalém que, por pena de Jesus que carregava sua cruz até o Gólgota, deu-lhe seu véu para que ele limpasse a testa e o rosto.

Local da crucificação

A localização precisa da crucificação permanece tema de muitas conjecturas, mas os relatos bíblicos indicam que ela ocorreu fora dos muros da cidade, num local acessível aos que passavam e passível de ser observado a distância110 . Eusébio de Cesareia identificou sua localização como sendo ao norte do Monte Sião, local consistente com os dois locais mais citados em tempos modernos.

Calvário é uma palavra que deriva da palavra latina para “caveira” (calvaria), que é utilizada na tradução Vulgata como “local da caveira”, a explicação dada nos quatro evangelhos para a palavra aramaico Gûlgaltâ, que era o nome do local da crucificação. Os evangelhos não explicam por que ele era chamado assim, mas diversas teorias já foram propostas. Uma é de que, como o local se prestava às execuções públicas, o Calvário poderia estar repleto de caveiras de vítimas abandonadas (o que seria contrário às tradições funerárias judaicas, mas não às romanas). Outra é de que o Calvário foi chamado assim por causa de um cemitério próximo (o que é consistente com ambos os locais propostos em tempos modernos). Uma terceira teoria é de que o nome deriva do contorno físico do local, o que seria mais consistente com o uso da palavra no singular, ou seja, “local da caveira”. Mesmo sendo geralmente chamado de “Monte do Calvário”, o local era provavelmente uma pequena colina ou um formação rochosa113 .

O local tradicional, localizado dentro da atual Igreja do Santo Sepulcro no Bairro Cristão da Cidade Velha, foi atestado já no século IV. Um segundo local (geralmente chamado de “Calvário de Gordon”), localizado mais ao norte da Cidade Velha, perto de um local popularmente chamado de Túmulo no Jardim, tem sido alardeado como o local correto desde o século XIX, principalmente pelos protestantes.

Pessoas presentes na crucificação

Mateus 27:1-66 apresenta diversos indivíduos presentes na crucificação. Dois “rebeldes” ou “ladrões” foram crucificados juntamente com Jesus, um à direita e outro à esquerda (v. 38). Há ainda o centurião e outros soldados guardando todos os crucificados (v. 54). Além disso, observando à distância, estavam “muitas mulheres”, seguidoras de Jesus durante o seu ministério (v. 55), principalmente “Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José e a mulher de Zebedeu” (v. 56).

Lucas 23:28-31 afirma que, no caminho do Calvário, Jesus falou com diversas mulheres que estavam na multidão, chamando-as de “filhas de Jerusalém”. Estudiosos bíblicos já apresentaram diversas teorias sobre a identidade delas e também das que estavam presentes na crucificação, incluindo entre elas Maria, mãe de Jesus, e Maria Madalena.

Lucas não menciona que a mãe de Jesus estava presente durante a crucificação, porém João 19:26-27 relata a sua presença e afirma que, na cruz, “Jesus, vendo a sua mãe e perto dela o discípulo a quem ele amava, disse a sua mãe: Mulher, eis aí teu filho!”.

O evangelho de João também coloca outras mulheres (as Três Marias) ao pé da cruz, afirmando que “Perto da cruz de Jesus estavam sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléopas, e Maria Madalena.” É incerto se o evangelho de João se refere no total a três ou quatro mulheres na cruz. Referências às mulheres também aparecem em Mateus 27:56 e Marcos 15:40 (que também menciona Salomé). Comparando as referências, todos parecem incluirm Maria Madalena.

O evangelho de Marcos afirma que soldados romanos também estavam presentes na crucificação: «O centurião, que estava em frente de Jesus, vendo-o assim expirar, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus.» (Marcos 15:39)

Crucificação – History 

 

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Ayrton Senna da Silva | Nosso Campeão Brasileiro!!!!

Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 — Bolonha, 1 de maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e em 1993. Morreu em acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994. É reconhecido como um dos maiores nomes do esporte brasileiro e um dos maiores pilotos da história do automobilismo.
Senna começou sua carreira competindo por kart. Mudou-se para competições de automobilismo em 1981, sagrando-se campeão do Campeonato Britânico de Fórmula 3 após 2 anos de sua estreia. Seu bom desempenho na Fórmula 3 impulsionou sua ascensão à Fórmula 1, fazendo sua primeira aparição na categoria no Grande Prêmio do Brasil de 1984 pela equipe Toleman-Hart, tendo abandonado a corrida na 8a volta. Em sua primeira temporada, Senna conseguiu pontuar em 5 corridas, fechando o ano com treze pontos e a 9a posição na classificação geral dos pilotos. No ano seguinte, trocou a Toleman-Hart pela Lotus-Renault, equipe pela qual venceu seis Grands Prix ao longo de três temporadas. Em 1988, juntou-se o francês Alain Prost (que seria seu maior rival em sua carreira)13 na McLaren-Honda e viveu anos vitoriosos pela equipe. Os dois juntos venceram 15 dos 16 Grands Prix daquela temporada, e Senna sagrou-se campeão mundial pela primeira vez. Prost levou o campeonato de 1989, e Senna retomou o título em 1990 – ambos títulos foram decididos por colisões entre os pilotos no Grande Prêmio do Japão. Na temporada seguinte, Senna faturou seu terceiro título mundial, tornando-se o piloto mais jovem a conquistar um tricampeonato na Fórmula 1 – façanha que foi mantida até o final da temporada de 2012, quando Sebastian Vettel chegou ao tricampeonato vencendo por três anos consecutivos. A partir de 1992, a equipe Williams-Renault dominou amplamente a competição. Ainda assim, Ayrton senna conseguiu terminar a temporada 1993 como vice-campeão, vencendo cinco corridas. Negociou uma transferência para Williams em 1994.
Sua reputação de piloto veloz ficou marcada pelo recorde de pole positions que deteve. Sobre asfalto chuvoso, demonstrava grande capacidade e perícia, como demonstrado em atuações antológicas nos GPs de Mônaco 1984, de Portugal 1985 e da Europa 1993. Senna ainda detém o recorde de maior número de vitórias no prestigioso Grande Prêmio de Mônaco – seis – e é o terceiro piloto mais bem sucedido de todos os tempos em termos de vitórias.
Em dezembro de 2009 a revista inglesa Autosport publicou uma matéria onde fez uma eleição para a escolha do melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. A revista consultou 217 pilotos que passaram pela categoria, e Ayrton Senna venceu tal votação.
A rede de comunicação estatal britânica, BBC, elegeu o brasileiro Ayrton Senna como o melhor piloto de Fórmula 1 da história. “Provavelmente nenhum piloto da Fórmula 1 tenha se dedicado mais ao esporte e dado mais de si mesmo em sua rígida busca pelo sucesso. Ele era uma força da natureza, uma combinação incrível de muito talento e, em alguns casos, uma determinação espantosa”, aponta o texto publicado no site da BBC.
Em 2012, o SBT realizou o programa O Maior Brasileiro de Todos os Tempos para eleger a maior personalidade do país. Ayrton Senna ficou entre os 12 mais votados, sendo vencido por Chico Xavier em uma das semifinais do programa.

Em 2014, foi homenageado pela escola de samba Unidos da Tijuca, que veio a ser campeã do carnaval carioca.
É considerado um dos maiores ídolos do esporte no Brasil, ganhando inclusive a alcunha de herói nacional por parte da mídia especializada.

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Sambódromo da Marquês de Sapucaí

A Passarela Professor Darcy Ribeiro, popularmente conhecida como Sambódromo , localiza-se na Avenida Marquês de Sapucaí, nos bairros Centro e Cidade Nova, no município do Rio de Janeiro, no Brasil. A maior parte da passarela situa-se no Centro, porém a sua porção final, após a Avenida Salvador de Sá, pertence ao bairro Cidade Nova.

O seu projeto, de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, foi implantado durante o primeiro governo fluminense de Leonel Brizola (1983-1987), visando a dotar a cidade de um equipamento urbano permanente para a exibição do tradicional espetáculo do desfile das escolas de samba. Inaugurada em 1984, com o nome oficial de “Avenida dos Desfiles”, marcou o início do sistema de desfiles das escolas de samba em duas noites, ao invés de em apenas uma noite, como era costume até então. Posteriormente, seu nome oficial mudou para “Passarela do Samba” e, finalmente, a partir de 18 de fevereiro de 1987, seu nome oficial passou a ser “Passarela Professor Darcy Ribeiro”, numa homenagem ao principal mentor da obra, o antropólogo Darcy Ribeiro. Essa denominação oficial se conserva até hoje. Popularmente, porém, a obra é mais conhecida como “Sambódromo”, que foi um termo cunhado pelo próprio Darcy Ribeiro , a partir da junção de “samba” com o sufixo de origem grega “dromo”, que significa “corrida, lugar para correr”. Sua estrutura, em peças pré-moldadas de concreto, mede cerca de 700 metros de comprimento.

 

Reforma de 2011-2012

Em 5 de junho de 2011, os camarotes do antigo Setor 2 foram derrubados para dar lugar a novas arquibancadas, seguindo o projeto original de Oscar Niemeyer. Com a reforma, a passarela passou a ser quase totalmente simétrica, à exceção da sua primeira arquibancada. Na época de sua construção, em 1984, o projeto de Niemeyer teve de ser modificado devido à existência de uma unidade industrial da CervejariaBrahma no local. As novas arquibancadas foram construídas a um custo de R$ 30 milhões de reais, totalmente custeados pela Ambev, dona da fábrica, que em contrapartida pôde “destombar” a velha fábrica e ainda teve a autorização de construir um prédio no restante do terreno. A nova passarela, após as reformas, teve sua capacidade aumentada de 60.000 para 72.500 pessoas e foi reinaugurada no dia 12 de fevereiro de 2012 há poucos dias do carnaval.

Olimpíadas de 2016

Em 2016, a passarela sediará a competição de tiro com arco e a chegada da maratona dos jogos olímpicos. Essas competições exigiram que a passarela passasse por uma reforma ao longo de 2011, com a demolição de alguns camarotes. Com isso, a passarela passou a ter uma simetria quase total entre seus dois lados, o que não havia sido possível quando da sua construção, devido à presença de um prédio ao lado da passarela (o prédio da Cervejaria Brahma), prédio este que foi, finalmente, implodido em 2011.

 

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Espaço Gastronomico Shopping Anália Franco

Evento realizado no Shopping Anália Franco com presença de chefes:

Folheto:

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Programação

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Planta Baixa | Visão 1 | Visão 2

Fotos:

Eduardo Guedes
Maurício Lopes
Olivie Anquier