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Locação de Fusca

Realize seus sonho de andar com o Fusca Original podendo se aeroportos, reuniões de negócio, shows, eventos, casamentos, festas, convenções, restaurantes, produção cinematográficas e etc.

Qual o Formato Ideal de Eventos Corporativos???

Cursos e workshops

São eventos criados para estimular principalmente o aumento do ticket médio dos clientes e a redução do ciclo de compra. Oferecer cursos ou workshops gratuitos a um grupo seleto de pessoas pode ser uma importante ferramenta para transmitir conteúdo relevante e estabelecer contato próximo com os participantes. Esse formato de evento é ideal para quando você possui um produto de alto valor agregado ao cliente e de longa curva de aprendizagem.

Grande evento anual

essa é a modalidade de evento mais versátil de todas! Através deste formato é possível cumprir qualquer um dos objetivos. Entretanto, é o mais trabalhoso e que exige maiores investimentos iniciais. Realizando grandes eventos anuais, você tem uma boa possibilidade de, no futuro, transformar a produção de eventos em uma parte auto-sustentável de sua empresa através da venda de inscrições e patrocínios.

Evento com streaming

Através de eventos com streaming você consegue aumentar bastante o alcance da sua realização sem grandes investimentos em infraestrutura. Eles propiciam aquisição de leads, reduzem o ciclo de vendas e também aumentam a retenção, mas em taxas inferiores se comparados à quem se encontra presencialmente no evento. Esse formato é ideal para grandes eventos que esgotam seus ingressos. Transmitir um evento online pode escalar os resultados com baixo custo e o conteúdo exposto poderá se fragmentar em vários vídeos para você utilizar como preferir no pós evento.


Encontros frequentes

Existem negócios que dependem ou se beneficiam muito com a criação de comunidades em que o contato constante entre os participantes e a empresa acaba por favorecer a todos. Também conhecidos como meetups, geralmente são eventos menores e que atendem públicos mais específicos. Por depender de pequena infraestrutura, trata-se de um evento mais simples de se produzir e que, por servir como um termômetro constante de seu público alvo, pode trazer grandes resultados de retenção e de insights. Esse formato possui grande limitação pois dificilmente possuirá atrativos suficientes para pessoas de outras cidades se deslocarem para participar – tendência de limitar sua estratégia geograficamente.

Produção de Eventos. Documentário nos bastidores de um evento corporativo.

Com o aquecimento da economia no Brasil, a área de produção de eventos se tornou um nova oportunidade de negócios e um foco de forte geração de empregos. Neste video, preparamos um documentário nos bastidores de um grande evento, com alguns profissionais que trabalharam na organização da OMETZ CONFERENCE. Um evento corporativo para mais de 2000 executivos e franqueados que contou com mais de 400 pessoas em sua organização.

UM EXCELENTE-PÉSSIMO NEGÓCIO CHAMADO GASTRONOMIA

Mas e os cozinheiros? A gastronomia hoje reproduz um estranho cenário onde a profissão ganhou mais importância que o profissional! Por isso se faz necessário uma análise fria do nosso mercado. Tentando deixar de lado as paixões, frases bonitas e lugares comuns, qual é a realidade da gastronomia hoje?

O salário médio de um cozinheiro é de R$ 1.259,00 (Dados: Guia de Profissões e Salários da Catho/2015). Os melhores salários ainda estão no eixo Rio de Janeiro – São Paulo, mas há oportunidade em todo o País, especialmente com a recente valorização das cozinhas regionais (gaúcha, amazônica e nordestina, por exemplo) e a exploração de novos ingredientes. A carreira de cozinheiro ainda não é regulamentada no Brasil.

Existem mais de 130 universidades autorizadas pelo MEC a oferecer o curso de Gastronomia, tanto em grau de bacharelado como de tecnólogo. A maioria é de instituições privadas. Esse dado seria incrível se não levássemos em consideração um importante fato; As instituições de ensino, em sua grande parte, estão em completa dissonância com as necessidades do mercado de trabalho.

Em uma das grandes faculdades de gastronomia do país, a Anhembi Morumbi, os próprios alunos que se encarregavam da limpeza dos fogões e equipamentos utilizados nas aulas. (não sei se o sistema ainda permanece na Instituição). De 60% a 70% da carga horária é voltada para a parte prática – a grade teórica inclui microbiologia, dietas alternativas e gestão de pessoas, entre outras. Além de os alunos zelarem por seus pertences pessoais, há uma escala semanal que define quem verifica se todos lavaram suas panelas, se os materiais foram guardados e se o lixo foi retirado. Em 1999, a primeira turma da Anhembi Morumbi revoltou-se com essas obrigações. Fez abaixo-assinado reivindicando autorização para levar para a classe suas empregadas domésticas. O pedido estapafúrdio, evidentemente, foi ignorado.

Este fato (absurdo) só corrobora com alguns dados evidenciados pelo MEC há alguns anos. De acordo com o Ministério da Educação há pouco mais de 5 anos, 200 alunos no Rio concluíram a graduação em gastronomia. O número corresponde a apenas 20% dos estudantes matriculados. Hoje a educação superior de gastronomia no Brasil, ainda não forma profissionais para o mercado de trabalho. A evasão de 80% é uma reação à intensa rotina de trabalho nas cozinhas. E você sabe quanto custa em média uma mensalidade nas faculdades de gastronomia no país? R$1.300. Uma média de 40 reais mais caro que a média salarial da profissão.

Vamos a alguns pontos importantes à se considerar. Para aqueles que permanecem até o final do curso (tendo conseguido pagar as mensalidades), ainda precisam passar por um processo importante; O estágio. Considerado por muitos a porta de entrada para o mercado de trabalho, o estágio deve cumprir a dupla função de iniciação profissional e a possibilidade de capacitação barata para o futuro cozinheiro (caso a empresa acabe por contratar o estudante). Agora, você sabe quanto é a média de salário para um estagiário de Engenharia de Produção? R$1.436,72 (é um dos mais bem pagos do mercado). E a média de um estagiário em uma empresa de Marketing? R$ 1.030,29. Mas eu não queria dar exemplos de mercados de trabalho tão distantes da gastronomia. Então, quanto você acha que um estagiário da área de nutrição ganha, em média? R$ 635,29 E um estagiário em turismo? R$ 677,80.

E como é na gastronomia? Na sua grande maioria esmagadora, o estágio em cozinhas NÃO É REMUNERADO!!! O restaurante de cozinha contemporânea D.O.M., objeto de desejo da maioria dos estudantes, não paga nada. Segundo o chef Alex Atala, de cada 100 alunos que passam por sua cozinha todo ano, apenas dois permanecem ali. “A moçada ainda tem uma imagem distorcida da profissão”, diz Atala. “Esquece que, antes de se tornar um chef, é preciso aprender a ser um bom cozinheiro”.

Sem um salário atraente, o iniciante sofre mais um solavanco ao receber a lista de atribuições. Em muitas cozinhas, será dele a missão de descascar batatas, lavar as folhas das saladas e limpar o chão no fim da noite. São tarefas pelas quais a maioria dos chefes tarimbados já passaram antes de liderar uma grande brigada, mas que muitos principiantes não têm o hábito de encarar – nem mesmo em sua própria casa. A maior parte dos estagiários pede demissão logo nos primeiros dias de trabalho; “São raros os que aguentam até a segunda semana”, conta a premiada Roberta Sudbrack.

Fica nítido que a luta por melhorias no mercado de trabalho não faz parte das agendas destes profissionais. E isso é corriqueiro em nosso mercado. Eles estão certos? Não me cabe julgar tal questão. Estes são os profissionais que colocaram o país nas mais altas esferas da gastronomia mundial. Nomes que estão alterando toda uma cadeia socioeconômica, valorizando regiões e pequenos produtores rurais. Além de trazer à luz de nossos estudos ingredientes e técnicas singulares. Por tantos méritos, nosso total respeito.

Trocando em miúdos, é nítido que a mão de obra barata sempre é algo interessante. Ainda mais num país com cargas tributárias abusivas para qualquer empreendedor. Dito isso, vocês acham que partirá deles tal mudança? Quero acreditar, mas acho pouco provável. Assim fica fácil perceber o os efeitos nocivos da GLAMOURIZAÇÃO da gastronomia para a uma educação mais inclusiva, com novas possibilidades de nichos de trabalho.

E assim, apesar de abarrotadas de alunos, as faculdades acabam por possuir pouca representatividade na formação profissional. O francês radicado no Brasil há dezenove anos, o chefe Emmanuel Bassoleil, vê com bons olhos o crescimento das escolas. Em 1994, ele deu consultoria na criação do curso do Senac. “Quando cheguei aqui, faltavam profissionais qualificados”, recorda-se ele, que faz uma ressalva à proliferação de faculdades. “Meu medo é que essa multiplicação resulte apenas em quantidade, e não em qualidade.”

E quem são estes profissionais que atuam na educação na gastronomia? Quais são os caminhos possíveis de estudo deste profissional? O Brasil hoje possui poucos cursos de pós graduação na área de gastronomia e somente 1 curso (privado) de mestrado! Ou seja, o professor que sai de uma faculdade com extremo perfil técnico e tem por meta a formação de novos profissionais, encontra extrema dificuldade para sua própria formação nas áreas de pós-graduação! Não fica difícil entender a triste dialética em que nos encontramos…

É urgente a regulamentação da profissão, levando em consideração suas especificidades. Mas não devemos deixar de pensar na ampliação e aprofundamento do meio acadêmico, dando oportunidade para o crescimento de outros nichos de nossa área. Hoje não consigo conceber outras formas de mudança senão a organização de nosso setor por meios de Conselhos. Regionais e Federal. Para estabelecer finalmente um Código de Ética Profissional do Cozinheiro, por exemplo. Ou ainda definir, nos termos legais, o limite de competência do exercício profissional, conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestada em escolas ou institutos profissionais reconhecidos (PÚBLICO, para que o acesso seja irrestrito!) Assim o profissional que não teve a oportunidade de se especializar em cursos técnicos ou tecnológicos da área, poderia através de uma prova de proficiência (conhecimentos técnicos) ser regularizado na profissão.

E como fazer? Acredito que o envolvimento de representantes do mercado de trabalho (cozinheiros, chefes de cozinha), da educação (professores, coordenadores de curso, diretores de instituições) e representantes de associações (ABRESI , SBGAN, APC , ABAGA , ABRASEL) para discutir estas questões levantadas no artigo, seja um belo começo.

Considero de suma importância não somente um diálogo mais amplo do mercado de trabalho com as instituições de ensino e associações de nosso país, como também o começo de um amadurecimento destas instituições no que tange a formação de seus alunos e professores, para assim finalmente pensar a realidade da gastronomia com a sua diversidade inerente!

PODEMOS E DEVEMOS MUDAR ESTA REALIDADE.

Autor – Gustavo Guterman é professor de gastronomia, consultor, palestrante e, acima de tudo, um cozinheiro apaixonado.

GUTERMAN GASTRONOMIA

Como Escolher a Melhor Data do Evento

1. Período do mês

É fundamental considerar o período do mês na hora de decidir quando determinado evento será realizado. Não se esqueça de que as pessoas costumam receber seus salários no começo do mês, ou seja, é nos primeiros dias que elas ficam mais propensas a gastar dinheiro. Por isso, aproveite para marcar eventos na primeira quinzena do mês, o que pode se traduzir em um aumento no número de ingressos vendidos;

2. Dia da semana

Outro elemento importante na escolha da data de um evento é o dia da semana em que ele acontecerá. Dificilmente você conseguirá atrair a quantidade esperada de frequentadores se você programar um show, um comício ou qualquer outro evento numa segunda-feira, por exemplo. Tirando os dias seguidos de feriados, não é recomendável agendar eventos para dias úteis, especialmente os eventos de grande porte, pois muitas pessoas não poderão comparecer em função do trabalho ou dos estudos. Sendo assim, dê preferência a datas que caiam em fins de semana ou numa sexta-feira;

3. Feriados

Optar por feriados requer uma avaliação criteriosa de acordo com a cidade em que o evento ocorrerá, visto que há locais em que os moradores não tendem a viajar, mas também existem lugares que ficam vazios em véspera de feriado ou nos próprios dias de folga. Além disso, é preciso considerar o feriado em questão, pois cada um gera um fluxo diferente de pessoas na cidade. No caso de municípios que atraem bastantes visitantes em determinados feriados, você pode marcar eventos sem precisar se preocupar com a possibilidade de fazer um evento sem alcançar o público desejado;

4. Comemorações específicas

Alguns eventos podem ser ligados a comemorações específicas, o que pode ser uma ótima estratégia de divulgação. Se você pretende realizar uma festa para celebrar a cultura indígena da região, que tal marcar o evento no dia do índio ou numa data próxima desse dia (19 de abril)? Basta ficar de olho nas datas comemorativas que podem dar mais visibilidade e relevância para seus eventos;

5. Previsão do tempo

Assim como os frequentadores do evento costumam observar a previsão do tempo para terem noção se o dia estará ensolarado, chuvoso, frio ou de qualquer outro tipo, você também deve se precaver ao planejar a data de eventos. Se o local de um evento não tiver proteção contra chuva, por exemplo, é melhor pensar numa data alternativa ou então mudar o lugar para que o evento não seja um fracasso;

6. Outros eventos regulares

Toda cidade possui certos eventos que ocorrem todo ano na mesma data. Dependendo da situação, é possível integrar o seu show à programação do evento maior que acontece regularmente na cidade. Caso não seja possível fazer isso, escolha uma data não tão próxima de feiras, festivais e mostras tradicionais, para que o seu público não seja afetado pelos grandes eventos;

7. Eventos parecidos

Ao planejar a data para o seu evento, não se esqueça de conferir se já existem eventos semelhantes marcados na data cogitada. Para não haver conflitos na programação, tente agendar seu show ou outro evento em um dia diferente, o que será vantajoso para o público e para os produtores dos eventos, pois não haverá o risco de que os frequentadores em potencial precisem escolher entre um show e outro;

8. Concorrência de peso

Muitas vezes, é necessário reavaliar a data de um evento de acordo com a presença de concorrentes de peso no mesmo período. Lembre que é mais fácil atrair o público quando seu evento não ocorrer numa data perto de um evento com artistas famosos, por exemplo. Se o seu evento contar com uma audiência que possa se interessar por essas celebridades, é melhor não concorrer diretamente com elas;

9. Parcerias com pessoas famosas

Dependendo do tipo de evento, você pode aproveitar a passagem de pessoas famosas pela região para convidá-las para o seu evento. A participação delas pode gerar uma visibilidade ainda maior para o seu evento, especialmente se a celebridade tiver relação com o tipo de evento que você estiver produzindo. Por exemplo: contrate bandas em turnê pela cidade para tocar no seu show ou chame um esportista famoso para fazer parte de uma conferência ligada a esportes.

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TERRENO DE ESQUINA COM 33.000 METROS QUADRADOS

Esquina valorizada

O terreno possui quase 250 metros de frente, uma bela esquina. Ele é todo murado e possui excelente topografia.

Flexível

Terreno muito flexível e em excelente localização. Perfeito para a realização de qualquer projeto.

Clube, Clínica ou Eventos

Durante quase 50 anos foi usado como sítio, portanto, possui casas e infra-estrutura que podem ser aproveitadas para montar um clube, um pesque-pague, um SPA, uma clínica de reabilitação ou até mesmo servir de área de eventos.

Rodoanel

O Rodoanel está sendo construído a 3.000 metros da porta da propriedade. Além disso, possui saída fácil para as principais avenidas da Zona Leste de São Paulo.

Direto com proprietário

A venda está sendo feita pelo proprietário, sem intermediários. Negociação fácil.

50% de permuta

Aceita permuta de até 50% do valor em imóveis, terrenos, carros e motos.

VANTAGENS DESTE TERRENO

FLEXÍVEL

Topografia excelente que permite a realização de qualquer projeto.

DOCUMENTAÇÃO OK

Documentação em dia. Além de possuir água, luz, telefone, asfalto, infra-estrutura de bairro e ponto de ônibus na porta. Tudo o que um projeto precisa para ser iniciado.

FINANCIAMENTO

Propriedade aceita financiamento bancário.

SEM INTERMEDIÁRIO

Venda direta com o proprietário.

ÁREA VERDE

De frente para os bairros Jardim São Paulo e Cambiri. Atrás, uma grande área verde.

DIVISA COM OUTRAS CIDADES

A propriedade está próximo a divisa de 3 outras cidades: São Paulo, Suzano e Poá.

LOCALIZAÇÃO

Av. Helmuth Hans Hermann Louis Baxmann, 290 – Ferraz de Vasconcelos – SP

Site: http://terrenoemferraz.com.br/

CONTATO: (11) 97028-0077 (celular e Watts) | (11) 2674-5050 | tpeventos@tpeventos.com.br

Evento Open Bar

1. Parcerias ajudam a lucrar com os eventos

Assim como qualquer outro evento, a maior intenção dos organizadores geralmente é lucrar com a quantidade de participantes, não é mesmo? Pois se a intenção é o lucro, os organizadores de festas open bar devem lembrar que parcerias são essenciais para tanto, uma vez que são as empresas parceiras que ajudarão a bancar e patrocinar a compra das bebidas e até comidas fornecidas aos frequentadores.

Busque marcas de bebidas e outras empresas que poderão se beneficiar com a exposição dos produtos. Assim, tais companhias terão como oferecer os itens a preço de custo ou até mesmo sem cobrar dependendo do número de produtos necessários para o evento. Por isso, é imprescindível utilizar sua habilidade de negociação para conseguir parcerias realmente vantajosas.

2. Preço diferenciado

Outra forma de conseguir lucrar é estabelecer um preço diferenciado para os convites ou ingressos. Como as pessoas terão acesso ilimitado a bebidas durante a festa, nada mais natural do que aumentar o valor das entradas. Desse modo, ficará mais fácil cobrir uma parte do valor gasto com as bebidas, sem que o peso caia somente sobre os apoios, os patrocínios e as parcerias.

3. Público específico

Independente do tipo de evento, qualquer organizador precisa saber exatamente quem é o público-alvo. No caso de eventos open bar, o público se restringe a pessoas maiores de 18 anos de idade, pois não é recomendável incentivar o consumo de bebidas alcoólicas para menores de idade. Para tomar cuidado para não cometer o crime de liberar bebidas a quem ainda não pode ingerir bebidas com álcool, é fundamental ter um controle rigoroso tanto na venda dos ingressos como na entrada do evento.

4. Estimativa do número de pessoas

As pessoas que vão a um evento open bar costumam pensar que, pelo preço cobrado, terão direito a beber o quanto quiserem até a festa acabar. Por isso, é importante estimar o número de pessoas que irá até o local, de modo que você saiba quanto de bebida deve estar disponível, evitando transtornos relacionados à falta de bebida, por exemplo.

Em geral, calcula-se 500 ml de bebida para cada mulher; já a quantidade de bebidas (vodka, cerveja, refrigerante, água, etc.) para homens tende a ser maior. Estima-se que deve haver 1 litro de uísque para cada 10 homens, 1 litro de cerveja por homem, 1 litro de vodka para cada 10 pessoas e 1 litro de refrigerante para cada litro de vodka ou outra bebida mais forte. Outro elemento importante é o gelo, que precisa ser disponibilizado em baldes térmicos (cerca de 1 kg de gelo picado por convidado).

5. Permissão para realizar o evento

Não se esqueça de que fazer eventos sem alvará é considerado crime. Logo, verifique se o salão, a chácara ou qualquer outro lugar onde o evento acontecerá pode sediar a festa. Ao calcular a quantidade de pessoas estimadas, você será capaz de reservar o ambiente ideal para o evento, sem deixar de lado a questão do alvará, que é primordial para evitar que você passe por complicações relacionadas à lei, principalmente por se tratar de um evento com alto teor de bebidas alcoólicas disponibilizadas aos frequentadores.

6. Escolha do nome

Toda festa requer um nome com a capacidade de chamar atenção do público-alvo. Sendo assim, capriche na hora de criar o nome do evento, com a finalidade de despertar o interesse dos eventuais participantes.

7. Divulgação eficaz

Ao desenvolver suas estratégias de divulgação, lembre-se de deixar claro que o evento é open bar, não importa qual seja o meio de divulgação escolhido. Se você não fizer isso, algumas pessoas poderão perder o interesse quando checarem os preços (que são mais elevados). Tenha em mente que festas open bar são muito atraentes, especialmente para quem prefere pagar um pouco mais e ter a liberdade de beber sem precisar ficar controlando a carteira durante a festa.

8. Planejamento organizado

Você deve montar uma planilha com os custos do evento, de modo a ter um planejamento organizado, diminuindo a possibilidade de ter prejuízo com o evento. Além de oferecer um serviço de alta qualidade, será possível controlar todos os gastos a partir de uma planilha organizada, contendo todos os detalhes da festa.

9. Projeto bem definido para atrair parceiros

A atração de patrocinadores, apoiadores e parceiros depende muito de como você apresenta o projeto a eles. Por conta disso, é essencial elaborar um projeto bastante detalhado e que ressalte os benefícios do evento para cada uma das partes possivelmente envolvidas.

10. Escolha de atrações adequadas

Por fim, selecione atrações que combinem com o tipo de evento, seja ele temático ou não. Assim, a chance de agradar aos participantes será maior, garantindo uma repercussão positiva para o seu negócio.

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5º Prêmio Botequim Cultural: Votação Final

1. Prazo de Votação: 17 a 30 de janeiro

2. SERÁ COMPUTADO APENAS 1 VOTO POR IP – mas é possível exceções. (ex: residências em que mais pessoas queiram votar). Basta encaminhar e-mail para renatomello@botequimcultural.com.br, justificando o motivo e identificando o nome do votante, que será então computada sua escolha.

3. Em caso de mais de 1 voto do mesmo IP, será computado apenas o último(desde que não haja justificativa, conforme item 2).

4. Não é obrigatório o voto em todas as categorias.

5. O resultado final com todos os vencedores será divulgado dia 31 de janeiro.

6. O regulamento completo pode ser lido AQUI

Link da Votação Final

Boa Sorte a Todos…..

REVISÃO DE VÉSPERA – TRE/SP

APRESENTAÇÃO

No dia 11 de fevereiro chegará à capital da América Latina o melhor evento de Revisão de Véspera para o concurso do TRE – SP. Com participação dos Professores Marcelo Sobral (Direito Administrativo e Direito Constitucional), Bruno Oliveira (Direito Eleitoral), Felipe Oberg (Língua Portuguesa), César Vianna (Informática) e Geraldo Neto (Legislação) com dicas valiosíssimas para a sua aprovação.

PROFESSORES PRESENTES NO EVENTO

Marcelo Sobral – Direito Administrativo e Direito Constitucional Bruno Oliveira – Direito Eleitoral
Felipe Oberg – Língua Portuguesa
César Vianna – Informática
Geraldo Neto – Legislação

CARGA HORÁRIA

Por disciplina:
Direito Administrativo – 1h30 Direito Constitucional – 1h30 Direito Eleitoral – 1h30 Língua Portuguesa – 45min Informática – 30min Legislação – 1h


CRONOGRAMA E LOCAL Pré-abertura

08h15 – 08h45 – Professores convidados Ridison Lucas (Processo Civil e Processo Penal) e Robnei Stefanes (AFO) –
Curso Exército PHD / Porto Velho – Rondônia Abertura
09h00 – 10h30 – Marcelo Sobral – Direito Administrativo 10h30 – 11h00 – César Vianna – Informática

Intervalo (30min)

11h30 – 13h00 – Bruno Oliveira – Direito Eleitoral Almoço (1h30)
14h30 – 15h30 – Geraldo Neto – Legislação
15h30 – 16h15 – Felipe Oberg – Língua Portuguesa Intervalo (30min)
16h45 – 18h15 – Marcelo Sobral – Direito Constitucional

Inscrição : pelo site

Local

Teatro GAMARO – Rua Dr. Almeida Lima, 1.176 – Mooca – São Paulo/SP – CEP: 03164-000

CREDENCIMENTO

Solicitamos que todos os partipantes do evento cheguem ao local com no mínimo uma hora de antecedência ao início da aula, para identificação e credenciamento.

Hotel Oficial

Ibis Budget Frei Caneca – Tarifa promocional para participantes R$ 159,00 (singles, double e triple) e café da manhã a R$ 16,00 por pessoa.
Reservas pelo e-mail: h9610-re@accor.com.br
(mencionar o nome do evento REVISÃO DE VÉSPERA – TRE/SP para conseguir o desconto)
Rua Frei Caneca, 826 | Consolação – São Paulo – SP

Realização: www.papaconcursos.com.br

O Barato Sai Caro nos Eventos!!!

Escolher fornecedores para eventos corporativos é uma tarefa de muita responsabilidade. Essas empresas ou profissionais, em conjunto, farão com que todo o planejamento seja seguido. Uma escolha errada pode prejudicar o projeto de forma definitiva. E o pior: isso pode acontecer horas de o evento começar. É imprescindível fazer boas escolhas!

Um dos principais problemas que uma contratação ruim pode trazer é o “efeito dominó”. Para que tudo corra conforme o planejado, os fornecedores de eventos corporativos precisam trabalhar em time. Algumas vezes, a falha de um deles pode afetar os outros e resultar em um grande problema. Então, avalie a forma de trabalho e o comprometimento daqueles que você for contratar.

Outro cuidado que devemos ter é com o valor cobrado pelos fornecedores de eventos corporativos. Um dos maiores problemas enfrentados é optar pelo menor orçamento e depois perceber que o serviço não contempla tudo que você precisa. Nesse momento, é possível constatar na prática que “o barato pode sair caro”.

Cabe ressaltar que você tem o controle do planejamento, mas quem realmente o executa são os fornecedores de eventos. Portanto, uma escolha malsucedida pode resultar no fracasso do seu árduo trabalho. Seguindo as dicas que trouxemos neste artigo, você vai escolher os melhores profissionais para um evento corporativo de sucesso.

1. Pesquise, pergunte e avalie;
2. Alinhe suas expectativas e a experiência dos fornecedores de eventos;
3. Busque valor, não preço;
4. Faça uma avaliação in loco;
5. Descubra se o fornecedor é um bom aliado;
6. A TP Eventos esta pronta para auxiliar nosso clientes com todo o processo.

Calcular o ROI do seu Evento

Tão importante quanto promover um evento corporativo é saber calcular o retorno que ele trouxe. Especialmente nos dias atuais, nos quais as empresas têm buscado maior índice de custo-benefício, investindo o mínimo possível. Calcular o ROI de eventos vai além da fórmula “lucro líquido divido pelos custos”. Outros fatores devem ser considerados para mensurar o retorno real.

Tendo em mente o objetivo do seu evento corporativo, devemos avaliar se ele foi alcançado. Isso pode ser feito por meio do nível de interação atingido entre os participantes e a empresa, se houve captação de novos clientes e como eles foram impactados pelo que aprenderam naquele momento.

O que é ROI e para que serve?

Return on Investment (ROI) é a análise dos retornos obtidos a partir de determinada ação. Partindo do pressuposto que toda ação tem um objetivo, a ideia é mensurar aquilo que foi alcançado e analisar seus resultados. Isso significa avaliar se aquela ação atingiu a meta esperada, como isso aconteceu, quais foram os impactos e, finalmente, se o investimento valeu a pena.

Métricas utilizadas para calcular o ROI de um evento corporativo.

Para facilitar o entendimento de como as métricas podem ser usadas, vamos imaginar a seguinte situação: você está organizando um jantar para empresários com alto potencial para se tornarem clientes da empresa. A proposta do evento é apresentar uma nova linha de produtos, específica para o mercado deles e pioneira do país. O objetivo é convencer os empresários de que esses produtos vão reduzir em 40% seus custos de produção mensais.

Como se calcula o ROI?

A conta para se obter esse número é bem simples, na verdade.

ROI = (GANHO OBTIDO – INVESTIMENTO INICIAL) / INVESTIMENTO INICIAL

Assumindo, por exemplo, que o ganho obtido da sua empresa tenha sido 500 mil reais e o investimento inicial tenha sido de 100 mil reais, temos:

ROI = (500.000 – 100.000) / 100.000

ROI = 4

Neste caso, o resultado significa que o retorno foi de quatro vezes o investimento inicial. E para você obter o ROI em forma de porcentagem, deve multiplicar o resultado do cálculo acima por 100. No exemplo citado, então, o retorno sobre investimento foi de 400%.

Agora, uma observação importante: o valor do investimento inicial deve incluir o dinheiro gasto em todo o processo e o tempo despendido. Assim, toda e qualquer despesa, por menor que tenha sido, deve ter sido incluída se o objetivo é ter um resultado mais preciso.

Satisfação dos participantes.

O primeiro passo para mensurar o sucesso de um evento corporativo é entender se os empresários ficaram satisfeitos com o que presenciaram. Imaginando que são pessoas muito ocupadas, será que eles acharam o tempo bem investido ou poderiam ter feitos coisas mais importantes se não tivessem comparecido?

Conhecimento promovido.

Mais do que conhecer um novo produto ou serviço, as pessoas comparecem a eventos com a intenção de aprender algo novo. Se a nova linha de produtos da empresa vai causar impacto ao empresário, como isso será feito? Quais tecnologias foram usadas? O que há de diferente no seu produto, em termos técnicos? Como mensurar a economia prometida?

Interação do participante com a empresa.

No exemplo citado, é importante avaliar a interação que os empresários passaram a ter com a empresa que promoveu o evento. Ainda que não tenham se tornado clientes, eles procuraram saber mais sobre a companhia e os produtos oferecidos? Se mostraram receptivos para novas abordagens? Têm interesse em negociar com a empresa?

Captação de novos clientes.

Esse fator é conhecido por todos e, comumente, é um dos únicos avaliados para medir o sucesso de uma ação. Mas, vale ressaltar que a o participante só se torna cliente, nesse caso que apresentamos, se as métricas anteriores tiverem sido favoráveis em relação a ele. Ou seja, torná-lo um cliente é uma consequência do impacto que o evento trouxe.

Ferramentas para calcular o ROI do seu evento corporativo.

Inicialmente, é importante que a empresa tenha ao menos dois mecanismos para mensurar o resultado de um evento: uma ferramenta de pesquisa e uma plataforma de CRM (Customer Relationship Management). A pesquisa pode ser feita através de serviços como o QuickTapSurvey ou aplicativos para dispositivos móveis desenvolvidos para o evento. Quanto ao CRM, trata-se de um item fundamental para segmentar os clientes que serão convidados e mensurar os resultados das vendas que surgiram a partir do evento.

Calcular o ROI de eventos não é tão simples quanto parece. Pensar apenas nos investimentos financeiros aplicados ao evento e o resultado em vendas que ele trouxe, pode apresentar uma resposta muito rasa. Além disso, essa avaliação é fundamental para que a empresa aprimore suas abordagens e formas de comunicação.

A TP Eventos esta preparada em calcular seu ROI e prestar todos os serviços necessário para excelência em seus eventos.