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Workshop dos Negócios de Eventos

Público-Alvo:

Executivos e profissionais do mercado de eventos.
Objetivos:

• Apresentar uma “aula aberta” de informações sobre o mercado de eventos.

• Destacar os negócios de eventos sob a ótica de seus principais empresários.

PROGRAMA:

18h20 às19h:Cadastro dos participantes
Cooffee de Boas Vindas

19h às 19h15: Apresentação
Beatriz Lage (coordenadora) – Professora Titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Coordenadora de Cursos da Fipe.

19h15 às 22h: Palestras

Eventos no Mundo e no Brasil – Feiras de Negócios
Juan Pablo De Vera (coordenador) – Vice-Presidente Sênior da América Latina da Reed Exibitions Alcantara Machado; Presidente do Conselho Executivo da União Brasileira dos Promotores de Feiras (UBRAFE); do SINDIPROM; e do São Paulo Convention & Visitors Bureau (SPC&VB).

Negócios de Eventos – Congressos Científicos e Técnicos
Rodrigo Cordeiro – Diretor de PCO, MCI Brasil

Tecnologia Aplicada em Eventos
Ney Neto – Diretor da Innovation, MCI Brasil

Eventos, Destinos e Vantagens Competitivas
Toni Sando – Presidente Executivo do São Paulo Convention &Visitors Bureau (SPC&VB).

Considerações Finais
Ricardo Amaral (coordenador) – CEO da R11 Travel. Foi Presidente da ABREMAR; Vice-Presidente Regional da Royal Caribbean para América Latina e Diretor Geral no Brasil.

22h: Encerramento e Entrega dos Certificados

Mais informações
Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – Fipe
Telefone: (11) 3289-0813
Fone/Fax: (11) 3284-1624
cursos@fipe.org.br

Parceria Zezé di Camargo & Luciano

Objetivo

Ter um relacionamento comercial/parceria entre a marcas e a dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano.
Impulsionado a marca do parceiro com novas vendas e relacionamento com clientes.

Biografia

Zezé Di Camargo & Luciano é uma dupla sertaneja brasileira formada pelos irmãos Mirosmar José de Camargo (cujo nome artístico – pseudônimo é Zezé Di Camargo) e Welson David de Camargo (conhecido como Luciano), naturais de Capela do Rio do Peixe, distrito de Pirenópolis, no estado de Goiás. A dupla tem uma média de 120 shows por ano, mais de um milhão de cópias por CD lançado, participação em campanhas publicitárias e licenciamento em várias marcas.

Discografia

Consiste em 25 álbuns de estúdio (contando com dois em espanhol), dois álbuns ao vivo, seis álbuns de compilação, um EP e quatro álbuns de vídeo. Toda essa trajetória começou com a canção “É o Amor”, composta pelo próprio Zezé Di Camargo, que de longe é a canção de maior sucesso da dupla juntamente com “No Dia Em Que Eu Saí de Casa”. Já venderam mais de 40 milhões de discos.

Mais detalhes do projeto no link.

Contato: edu@tpeventos.com.br | (11) 2674-5050 | (11) 97028-0077 (Tim e Watts)

Lounge GAMARO

Lounge GAMARO e um espaço multifuncional com 350 m², Conceito Inovador, Acessibilidade, Rider Técnico e que também oferece uma equipe treinada e preparada pela TP Eventos para fazer do seu evento uma experiência perfeita.
Venha conhecer este novo conceito.
(11) 2674-5050 | (11) 97028-0077 (Tim | Watts)
lougegamaro@tpeventos.com.br

CALCULAR ALIMENTAÇÃO, BEBIDA E SERVIÇOS PARA EVENTOS

A primeira dica é contar a quantidade de convidados que pretende receber e separar por faixa etária. Quanto mais jovens, mais comida será consumida e provavelmente mais bebidas alcóolicas. O mesmo vale para os homens, que acabam bebendo mais do que as mulheres. E se tiver muita criança, a quantidade de refrigerante precisará ser maior.

Enfim, esses são só alguns exemplos, de quantidades x idade e gênero. Mas claro que todas essas quantidades também vão variar de acordo com o tempo da festa que você pretende dar. Numa festa de 4 horas de duração, você vai planejar uma quantidade x de comidas e bebidas. Se a duração for maior, aumente proporcionalmente a cada hora que for acrescentada.

Para garantir que não vai mais errar no cálculo e passar vergonha como anfitrião de uma festa, aí vai um guia prático das quantidades divididas por comida, bebida e outros itens também muito importantes, que não devem ser esquecidos.

QUANTIDADE DE BEBIDA

Dica 1: em primeiro lugar é preciso analisar uma série de variáveis importante sobre a festa, como o tempo de duração do evento. Uma evento longa com certeza irá consumir mais bebidas. Também é preciso definir se será um coquetel, almoço ou jantar;
Dica 2: a faixa etária dos convidados também é importante, normalmente os jovens bebem mais que os mais velhos e as crianças bebem a metade dos adultos;
Dica 3: quando será a festa? Inverno, Verão? os tipos de bebidas variam, no verão o consumo de água, refrigerantes e cerveja aumenta, e no inverno o vinho é mais consumido.

Não esqueça: o mais importante aqui é a qualidade, afinal, nada mais chato do que acordar com ressaca na manhã seguinte porque a bebida era da pior qualidade. e lembre-se, melhor sobrar do que faltar.

Refrigerante: 400 ml por pessoa se também servir outras bebidas e 600 ml por pessoa se servir apenas refrigerantes e água. Se for em lata, 02 por pessoa. Não esqueça de ter opções diet, pois há que gostam e preferem e os que não podem ingerir açúcar;
Suco: 02 copos por pessoa ou 600 ml;
Água mineral: 2 copinhos de 300ml por pessoa / 1 litro para 4 pessoas lembre-se: muitas pessoas não bebem refrigerantes. Por isso é importante colocar à disposição dos convidados água tônica e água mineral com e sem gás para quem não toma bebidas alcoólicas;
Vinho tinto: 1 garrafa de para cada 3 ou 4 pessoas durante um almoço ou jantar e 1 garrafa de vinho para cada 2 pessoas em um coquetel;
Vinho branco: 1 garrafa para cada 2 pessoas;
Espumante: 1 garrafa para cada 2 pessoas em uma festa “bolo-com-champanhe”, onde o champanhe será servido do começo ao fim da festa e 1 garrafa de champanhe: para cada 8 pessoas na hora do brinde;
Whisque: 1 garrafa de 750 ml fornece 20 doses, ideal para 6 pessoas;
Cerveja: 2 garrafas por pessoa ou 4 latas;
Caipirinha: 3 a 4 por pessoa;
Outras bebidas: Vodka, Run e Tequila – 3 doses por pessoa.

Coquetelaria Gourmet

QUANTIDADE DE COMIDA

Canapés: 4 ou 5 por pessoa. Eles não são feitos para satisfazer a fome do convidado e sim para distraí-los;
Salgadinhos: 6 a 8 por pessoa, caso vá haver um jantar completo. Se for servido apenas o coquetel, 12 a 15 por pessoa;
Sanduíches: 1 metro de sanduíche serve 6 pessoas. Mini sanduíches: 5 ou 6 por pessoa.
Queijos: 150g por pessoa;
Arroz: 50g por pessoa (ainda cru);
Massas: 150 a 200g por pessoa;
Camarão: 70g por pessoa;
Carne e peixes: 200g por pessoa;
Churrasco: 300g de carne por pessoa / 100g de farofa e 100g de vinagrete por pessoa, 1 pacote de carvão a cada 10 kg de carne;
Pedaço de pizza: 8 pedaços de pizza salgada e 3 pedaços de pizza doce por pessoa. (quando a festa só tem pizza, no estilo buffet de pizza, onde o pedaço é bem menor que o normal)
Almoço ou jantar: 50g de arroz cru por pessoa, 300g de carnes/peixe/frango por pessoa, 150g de frutas/legumes/verduras por pessoa.

QUANTIDADE DE DOCES

Bolo: 100 a 150g por pessoa. Mas lembre-se que apenas 40% dos convidados comem bolo. Homem de um modo geral não comem;
Tortas: 2 pedaços por pessoa;
Doces: 30g por pessoa (compota);
Sorvete: 1kg = 20 bolas. Calcula-se uma bola por pessoa;
Docinhos: 4 a 5 por pessoa;
Bombons: 6 a 12 por pessoa.

UTENSÍLIOS

Copos: Lembrar dos copos é muito importante: calcule de 2 a 3 copos por pessoa (no caso dos de vidro) e de 4 a 5 (se forem de plástico). Os copos de vidro devem variar entre tulipas, taças, copos para refrigerante, água e ou suco. Sempre aparece um copo quebrado, então nunca faça a conta certinha pelo número de pessoas. E copos descartáveis então, deve-se comprar muitos, pois o hábito é jogar fora e pegar outro, sempre que for se servir novamente;
Pratos: 1 prato por pessoa / se for descartável 2;
Talheres: 2 jogos de garço e faca por pessoa / se for descartável 5 / o mesmo para colher de sobremesa;
Guardanapos: 50 unidades para cada 10 pessoas.

CÁLCULOS IMPORTANTES

Garçon: calcule 1 garçom para cada 15 convidados em coquetéis e 1 garçom para cada 12 convidados em jantares onde os convidados ficam sentados;
Segurança: 1 para cada 20 pessoas em eventos abertos e para um público grande e 1 para cada 50 em eventos mais tranquilos;
Equipe de limpeza: 1 para cada 50 pessoas, fora banheiros (1 para cada);
Lembrancinha: normalmente apenas para mulheres em casamentos e festas de adulto e em festas infantis, para todas as crianças. É bom ter sempre uma margem de 20% a mais;
VALET: sempre dar uma opção de serviço de Valet ou estacionamento conveniado para o cliente.

Precisando de uma Assessoria para seu Evento pode contar com a TP Eventos (11) 2674-5050 | (11) 97028-0077 (Celular e WhatsApp) e-mail: tpeventos@tpeventos.com.br

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Seu planejamento de eventos pode estar errado???

Sua checklist está muito vaga

A atenção aos detalhes pode significar a diferença entre convenção que é apenas “ok” e um evento incrível na sua empresa. Por exemplo, a única maneira de garantir que sua checklist contenha crachás com nomes impressos, etiquetas em branco para participantes de última hora e canetas para escrever os nomes é escrevendo esses detalhes na checklist. Se houver um item apenas com “Crachás”, isso vai lembrar você que você precisa delas, mas incluir mais detalhes vai garantir que o trabalho será bem feito:

Checklist com itens vagos

● Crachás
● Itens entregues aos participantes

Checklist com itens detalhados

● Crachás com nomes impressos
● Cordões ou pins
● Etiquetas em branco
● Canetas
● Programação da convenção
● Mapa do local
● Login e senha para acessar o WiFi
● Mesa ou cadeira individual do participante
● Informações turísticas locais
● Pesquisas ou questionários

Lembre-se: quanto mais abrangente for sua checklist, mais provável será que você preste atenção a todos esses detalhes. Uma lista detalhada também permite que você facilmente atribua tarefas para outras pessoas sem se preocupar se elas entenderão o que precisa ser feito.

Sua checklist está desatualizada

Convenção tecnológica

A checklist faz referência a uma filmadora ou a uma máquina de fax? Se o fizer, talvez seja a hora de uma revisão. Você pode pensar que não é grande coisa ter itens desatualizados na checklist, afinal você pode apenas atualizar esses itens em sua cabeça, certo? Errado. Mudanças na tecnologia muitas vezes significam sistemas completamente novos. Agora você pode não ter que se preocupar em conectar um cabo para acessar um site ou arquivo. Na verdade, você pode até não ter acesso a uma tomada, mas terá de usar o WiFi. Seu checklist traz a necessidade de descobrir como acessar o WiFi do local do evento? Você não quer descobrir que a resposta para essa pergunta é “não” apenas quando souber que precisa do WiFi para acessar a sua apresentação.

Redes sociais

Uma checklist desatualizada pode não incluir tarefas relacionadas à tecnologia mais recente para melhorar o envolvimento dos participantes, como as redes sociais. Certifique-se de incluir as redes sociais na checklist com as seguintes subtarefas:
Crie uma página do Facebook para a convenção e uma hashtag do Twitter para que os participantes interajam uns com os outros.
Compartilhe fotos como teasers nas semanas que antecederam o evento (use a hashtag!).
Use as principais redes sociais para postar informações e encorajar posts dos participantes.
Envie um lembrete após o evento para que os participantes compartilhem suas fotos. Inclua um link para qualquer feed da convenção que já tenha imagens.

Informações de contato

A tecnologia não é o único item da checklist que pode ficar desatualizado. As informações de contato de empresas de transporte podem ter mudado e você não vai descobrir até o momento em que houver um grupo perdido no aeroporto. Se você tiver esses detalhes atualizados em seu checklist, você não perderá tempo nem ficará estressado(a) ao chamar um carro para um dos palestrantes.

Faltam seções em sua checklist

Você pode ter a checklist mais atualizada e bem planejada para sua convenção, mas se faltarem informações cruciais, o mesmo acontecerá com seu evento. Sua checklist inclui uma seção para ações off-site e para aprendizagem experiencial? E quanto a todos os detalhes relativos ao tema da convenção? À medida que você continuar desenvolvendo e aprimorando seus eventos corporativos, adicione novas seções de acordo com essas mudanças.
Uma boa checklist para planejar suas convenções pode ajudar na execução do evento. Quando você tem em mãos uma checklist com todas as seções relevantes e detalhes atualizados, é fácil modificá-la para o seu próximo evento. Ela servirá para lembrar de atividades que você pode ter esquecido desde a sua última convenção. Por exemplo, se você tiver começado a incluir módulos de treinamento em todos os eventos da empresa, inclua uma seção para essa atividade. Assim, você estará mais preparado para fazer novamente esse planejamento na próxima convenção.

Locação de Fusca

Ano: 1976
Cor: Bege
Fabricante: Volkswagen
Motor: 1.600L gasolina
Velocidade máxima: 128,57 km/h
04 Lugares
Teto Solar Hard Top
Faróis de neblina
Tração traseira
Acabamento de luxo
Locação com Motorista
Perfeito estado de conservação

Ano: 1974
Cor: Azul Caiçara
Fabricante: Volkswagen
Motor: 1.300L gasolina
Velocidade máxima: 128,57 km/h
04 Lugares
Teto Solar Hard Top
Tração traseira
Acabamento de luxo
Locação com Motorista
Perfeito estado de conservação

Ano: 1971
Cor: Amarelo
Fabricante: Volkswagen
Motor: 1.600L gasolina
Velocidade máxima: 128,57 km/h
04 Lugares
1302 Cabriolet
Tração traseira
Acabamento de luxo
Locação com Motorista
Perfeito estado de conservação

Qual o Formato Ideal de Eventos Corporativos???

Cursos e workshops

São eventos criados para estimular principalmente o aumento do ticket médio dos clientes e a redução do ciclo de compra. Oferecer cursos ou workshops gratuitos a um grupo seleto de pessoas pode ser uma importante ferramenta para transmitir conteúdo relevante e estabelecer contato próximo com os participantes. Esse formato de evento é ideal para quando você possui um produto de alto valor agregado ao cliente e de longa curva de aprendizagem.

Grande evento anual

essa é a modalidade de evento mais versátil de todas! Através deste formato é possível cumprir qualquer um dos objetivos. Entretanto, é o mais trabalhoso e que exige maiores investimentos iniciais. Realizando grandes eventos anuais, você tem uma boa possibilidade de, no futuro, transformar a produção de eventos em uma parte auto-sustentável de sua empresa através da venda de inscrições e patrocínios.

Evento com streaming

Através de eventos com streaming você consegue aumentar bastante o alcance da sua realização sem grandes investimentos em infraestrutura. Eles propiciam aquisição de leads, reduzem o ciclo de vendas e também aumentam a retenção, mas em taxas inferiores se comparados à quem se encontra presencialmente no evento. Esse formato é ideal para grandes eventos que esgotam seus ingressos. Transmitir um evento online pode escalar os resultados com baixo custo e o conteúdo exposto poderá se fragmentar em vários vídeos para você utilizar como preferir no pós evento.


Encontros frequentes

Existem negócios que dependem ou se beneficiam muito com a criação de comunidades em que o contato constante entre os participantes e a empresa acaba por favorecer a todos. Também conhecidos como meetups, geralmente são eventos menores e que atendem públicos mais específicos. Por depender de pequena infraestrutura, trata-se de um evento mais simples de se produzir e que, por servir como um termômetro constante de seu público alvo, pode trazer grandes resultados de retenção e de insights. Esse formato possui grande limitação pois dificilmente possuirá atrativos suficientes para pessoas de outras cidades se deslocarem para participar – tendência de limitar sua estratégia geograficamente.

Produção de Eventos. Documentário nos bastidores de um evento corporativo.

Com o aquecimento da economia no Brasil, a área de produção de eventos se tornou um nova oportunidade de negócios e um foco de forte geração de empregos. Neste video, preparamos um documentário nos bastidores de um grande evento, com alguns profissionais que trabalharam na organização da OMETZ CONFERENCE. Um evento corporativo para mais de 2000 executivos e franqueados que contou com mais de 400 pessoas em sua organização.

UM EXCELENTE-PÉSSIMO NEGÓCIO CHAMADO GASTRONOMIA

Mas e os cozinheiros? A gastronomia hoje reproduz um estranho cenário onde a profissão ganhou mais importância que o profissional! Por isso se faz necessário uma análise fria do nosso mercado. Tentando deixar de lado as paixões, frases bonitas e lugares comuns, qual é a realidade da gastronomia hoje?

O salário médio de um cozinheiro é de R$ 1.259,00 (Dados: Guia de Profissões e Salários da Catho/2015). Os melhores salários ainda estão no eixo Rio de Janeiro – São Paulo, mas há oportunidade em todo o País, especialmente com a recente valorização das cozinhas regionais (gaúcha, amazônica e nordestina, por exemplo) e a exploração de novos ingredientes. A carreira de cozinheiro ainda não é regulamentada no Brasil.

Existem mais de 130 universidades autorizadas pelo MEC a oferecer o curso de Gastronomia, tanto em grau de bacharelado como de tecnólogo. A maioria é de instituições privadas. Esse dado seria incrível se não levássemos em consideração um importante fato; As instituições de ensino, em sua grande parte, estão em completa dissonância com as necessidades do mercado de trabalho.

Em uma das grandes faculdades de gastronomia do país, a Anhembi Morumbi, os próprios alunos que se encarregavam da limpeza dos fogões e equipamentos utilizados nas aulas. (não sei se o sistema ainda permanece na Instituição). De 60% a 70% da carga horária é voltada para a parte prática – a grade teórica inclui microbiologia, dietas alternativas e gestão de pessoas, entre outras. Além de os alunos zelarem por seus pertences pessoais, há uma escala semanal que define quem verifica se todos lavaram suas panelas, se os materiais foram guardados e se o lixo foi retirado. Em 1999, a primeira turma da Anhembi Morumbi revoltou-se com essas obrigações. Fez abaixo-assinado reivindicando autorização para levar para a classe suas empregadas domésticas. O pedido estapafúrdio, evidentemente, foi ignorado.

Este fato (absurdo) só corrobora com alguns dados evidenciados pelo MEC há alguns anos. De acordo com o Ministério da Educação há pouco mais de 5 anos, 200 alunos no Rio concluíram a graduação em gastronomia. O número corresponde a apenas 20% dos estudantes matriculados. Hoje a educação superior de gastronomia no Brasil, ainda não forma profissionais para o mercado de trabalho. A evasão de 80% é uma reação à intensa rotina de trabalho nas cozinhas. E você sabe quanto custa em média uma mensalidade nas faculdades de gastronomia no país? R$1.300. Uma média de 40 reais mais caro que a média salarial da profissão.

Vamos a alguns pontos importantes à se considerar. Para aqueles que permanecem até o final do curso (tendo conseguido pagar as mensalidades), ainda precisam passar por um processo importante; O estágio. Considerado por muitos a porta de entrada para o mercado de trabalho, o estágio deve cumprir a dupla função de iniciação profissional e a possibilidade de capacitação barata para o futuro cozinheiro (caso a empresa acabe por contratar o estudante). Agora, você sabe quanto é a média de salário para um estagiário de Engenharia de Produção? R$1.436,72 (é um dos mais bem pagos do mercado). E a média de um estagiário em uma empresa de Marketing? R$ 1.030,29. Mas eu não queria dar exemplos de mercados de trabalho tão distantes da gastronomia. Então, quanto você acha que um estagiário da área de nutrição ganha, em média? R$ 635,29 E um estagiário em turismo? R$ 677,80.

E como é na gastronomia? Na sua grande maioria esmagadora, o estágio em cozinhas NÃO É REMUNERADO!!! O restaurante de cozinha contemporânea D.O.M., objeto de desejo da maioria dos estudantes, não paga nada. Segundo o chef Alex Atala, de cada 100 alunos que passam por sua cozinha todo ano, apenas dois permanecem ali. “A moçada ainda tem uma imagem distorcida da profissão”, diz Atala. “Esquece que, antes de se tornar um chef, é preciso aprender a ser um bom cozinheiro”.

Sem um salário atraente, o iniciante sofre mais um solavanco ao receber a lista de atribuições. Em muitas cozinhas, será dele a missão de descascar batatas, lavar as folhas das saladas e limpar o chão no fim da noite. São tarefas pelas quais a maioria dos chefes tarimbados já passaram antes de liderar uma grande brigada, mas que muitos principiantes não têm o hábito de encarar – nem mesmo em sua própria casa. A maior parte dos estagiários pede demissão logo nos primeiros dias de trabalho; “São raros os que aguentam até a segunda semana”, conta a premiada Roberta Sudbrack.

Fica nítido que a luta por melhorias no mercado de trabalho não faz parte das agendas destes profissionais. E isso é corriqueiro em nosso mercado. Eles estão certos? Não me cabe julgar tal questão. Estes são os profissionais que colocaram o país nas mais altas esferas da gastronomia mundial. Nomes que estão alterando toda uma cadeia socioeconômica, valorizando regiões e pequenos produtores rurais. Além de trazer à luz de nossos estudos ingredientes e técnicas singulares. Por tantos méritos, nosso total respeito.

Trocando em miúdos, é nítido que a mão de obra barata sempre é algo interessante. Ainda mais num país com cargas tributárias abusivas para qualquer empreendedor. Dito isso, vocês acham que partirá deles tal mudança? Quero acreditar, mas acho pouco provável. Assim fica fácil perceber o os efeitos nocivos da GLAMOURIZAÇÃO da gastronomia para a uma educação mais inclusiva, com novas possibilidades de nichos de trabalho.

E assim, apesar de abarrotadas de alunos, as faculdades acabam por possuir pouca representatividade na formação profissional. O francês radicado no Brasil há dezenove anos, o chefe Emmanuel Bassoleil, vê com bons olhos o crescimento das escolas. Em 1994, ele deu consultoria na criação do curso do Senac. “Quando cheguei aqui, faltavam profissionais qualificados”, recorda-se ele, que faz uma ressalva à proliferação de faculdades. “Meu medo é que essa multiplicação resulte apenas em quantidade, e não em qualidade.”

E quem são estes profissionais que atuam na educação na gastronomia? Quais são os caminhos possíveis de estudo deste profissional? O Brasil hoje possui poucos cursos de pós graduação na área de gastronomia e somente 1 curso (privado) de mestrado! Ou seja, o professor que sai de uma faculdade com extremo perfil técnico e tem por meta a formação de novos profissionais, encontra extrema dificuldade para sua própria formação nas áreas de pós-graduação! Não fica difícil entender a triste dialética em que nos encontramos…

É urgente a regulamentação da profissão, levando em consideração suas especificidades. Mas não devemos deixar de pensar na ampliação e aprofundamento do meio acadêmico, dando oportunidade para o crescimento de outros nichos de nossa área. Hoje não consigo conceber outras formas de mudança senão a organização de nosso setor por meios de Conselhos. Regionais e Federal. Para estabelecer finalmente um Código de Ética Profissional do Cozinheiro, por exemplo. Ou ainda definir, nos termos legais, o limite de competência do exercício profissional, conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestada em escolas ou institutos profissionais reconhecidos (PÚBLICO, para que o acesso seja irrestrito!) Assim o profissional que não teve a oportunidade de se especializar em cursos técnicos ou tecnológicos da área, poderia através de uma prova de proficiência (conhecimentos técnicos) ser regularizado na profissão.

E como fazer? Acredito que o envolvimento de representantes do mercado de trabalho (cozinheiros, chefes de cozinha), da educação (professores, coordenadores de curso, diretores de instituições) e representantes de associações (ABRESI , SBGAN, APC , ABAGA , ABRASEL) para discutir estas questões levantadas no artigo, seja um belo começo.

Considero de suma importância não somente um diálogo mais amplo do mercado de trabalho com as instituições de ensino e associações de nosso país, como também o começo de um amadurecimento destas instituições no que tange a formação de seus alunos e professores, para assim finalmente pensar a realidade da gastronomia com a sua diversidade inerente!

PODEMOS E DEVEMOS MUDAR ESTA REALIDADE.

Autor – Gustavo Guterman é professor de gastronomia, consultor, palestrante e, acima de tudo, um cozinheiro apaixonado.

GUTERMAN GASTRONOMIA

Como Escolher a Melhor Data do Evento

1. Período do mês

É fundamental considerar o período do mês na hora de decidir quando determinado evento será realizado. Não se esqueça de que as pessoas costumam receber seus salários no começo do mês, ou seja, é nos primeiros dias que elas ficam mais propensas a gastar dinheiro. Por isso, aproveite para marcar eventos na primeira quinzena do mês, o que pode se traduzir em um aumento no número de ingressos vendidos;

2. Dia da semana

Outro elemento importante na escolha da data de um evento é o dia da semana em que ele acontecerá. Dificilmente você conseguirá atrair a quantidade esperada de frequentadores se você programar um show, um comício ou qualquer outro evento numa segunda-feira, por exemplo. Tirando os dias seguidos de feriados, não é recomendável agendar eventos para dias úteis, especialmente os eventos de grande porte, pois muitas pessoas não poderão comparecer em função do trabalho ou dos estudos. Sendo assim, dê preferência a datas que caiam em fins de semana ou numa sexta-feira;

3. Feriados

Optar por feriados requer uma avaliação criteriosa de acordo com a cidade em que o evento ocorrerá, visto que há locais em que os moradores não tendem a viajar, mas também existem lugares que ficam vazios em véspera de feriado ou nos próprios dias de folga. Além disso, é preciso considerar o feriado em questão, pois cada um gera um fluxo diferente de pessoas na cidade. No caso de municípios que atraem bastantes visitantes em determinados feriados, você pode marcar eventos sem precisar se preocupar com a possibilidade de fazer um evento sem alcançar o público desejado;

4. Comemorações específicas

Alguns eventos podem ser ligados a comemorações específicas, o que pode ser uma ótima estratégia de divulgação. Se você pretende realizar uma festa para celebrar a cultura indígena da região, que tal marcar o evento no dia do índio ou numa data próxima desse dia (19 de abril)? Basta ficar de olho nas datas comemorativas que podem dar mais visibilidade e relevância para seus eventos;

5. Previsão do tempo

Assim como os frequentadores do evento costumam observar a previsão do tempo para terem noção se o dia estará ensolarado, chuvoso, frio ou de qualquer outro tipo, você também deve se precaver ao planejar a data de eventos. Se o local de um evento não tiver proteção contra chuva, por exemplo, é melhor pensar numa data alternativa ou então mudar o lugar para que o evento não seja um fracasso;

6. Outros eventos regulares

Toda cidade possui certos eventos que ocorrem todo ano na mesma data. Dependendo da situação, é possível integrar o seu show à programação do evento maior que acontece regularmente na cidade. Caso não seja possível fazer isso, escolha uma data não tão próxima de feiras, festivais e mostras tradicionais, para que o seu público não seja afetado pelos grandes eventos;

7. Eventos parecidos

Ao planejar a data para o seu evento, não se esqueça de conferir se já existem eventos semelhantes marcados na data cogitada. Para não haver conflitos na programação, tente agendar seu show ou outro evento em um dia diferente, o que será vantajoso para o público e para os produtores dos eventos, pois não haverá o risco de que os frequentadores em potencial precisem escolher entre um show e outro;

8. Concorrência de peso

Muitas vezes, é necessário reavaliar a data de um evento de acordo com a presença de concorrentes de peso no mesmo período. Lembre que é mais fácil atrair o público quando seu evento não ocorrer numa data perto de um evento com artistas famosos, por exemplo. Se o seu evento contar com uma audiência que possa se interessar por essas celebridades, é melhor não concorrer diretamente com elas;

9. Parcerias com pessoas famosas

Dependendo do tipo de evento, você pode aproveitar a passagem de pessoas famosas pela região para convidá-las para o seu evento. A participação delas pode gerar uma visibilidade ainda maior para o seu evento, especialmente se a celebridade tiver relação com o tipo de evento que você estiver produzindo. Por exemplo: contrate bandas em turnê pela cidade para tocar no seu show ou chame um esportista famoso para fazer parte de uma conferência ligada a esportes.

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TERRENO DE ESQUINA COM 33.000 METROS QUADRADOS

Esquina valorizada

O terreno possui quase 250 metros de frente, uma bela esquina. Ele é todo murado e possui excelente topografia.

Flexível

Terreno muito flexível e em excelente localização. Perfeito para a realização de qualquer projeto.

Clube, Clínica ou Eventos

Durante quase 50 anos foi usado como sítio, portanto, possui casas e infra-estrutura que podem ser aproveitadas para montar um clube, um pesque-pague, um SPA, uma clínica de reabilitação ou até mesmo servir de área de eventos.

Rodoanel

O Rodoanel está sendo construído a 3.000 metros da porta da propriedade. Além disso, possui saída fácil para as principais avenidas da Zona Leste de São Paulo.

Direto com proprietário

A venda está sendo feita pelo proprietário, sem intermediários. Negociação fácil.

50% de permuta

Aceita permuta de até 50% do valor em imóveis, terrenos, carros e motos.

VANTAGENS DESTE TERRENO

FLEXÍVEL

Topografia excelente que permite a realização de qualquer projeto.

DOCUMENTAÇÃO OK

Documentação em dia. Além de possuir água, luz, telefone, asfalto, infra-estrutura de bairro e ponto de ônibus na porta. Tudo o que um projeto precisa para ser iniciado.

FINANCIAMENTO

Propriedade aceita financiamento bancário.

SEM INTERMEDIÁRIO

Venda direta com o proprietário.

ÁREA VERDE

De frente para os bairros Jardim São Paulo e Cambiri. Atrás, uma grande área verde.

DIVISA COM OUTRAS CIDADES

A propriedade está próximo a divisa de 3 outras cidades: São Paulo, Suzano e Poá.

LOCALIZAÇÃO

Av. Helmuth Hans Hermann Louis Baxmann, 290 – Ferraz de Vasconcelos – SP

Site: http://terrenoemferraz.com.br/

CONTATO: (11) 97028-0077 (celular e Watts) | (11) 2674-5050 | tpeventos@tpeventos.com.br

Eventos