Stan Lee | †

Stanley Martin Lieber, mais conhecido como Stan Lee (Nova Iorque, 28 de dezembro de 1922 — Los Angeles, 12 de novembro de 2018), foi um escritor, editor, publicitário, produtor, diretor, empresário e ator norte-americano. Foi editor-chefe e presidente da Marvel Comics antes de deixar a empresa para se tornar presidente emérito da editora, bem como um membro do conselho editorial. Lee também era conhecido por fazer várias aparições em filmes da Universo Cinematográfico Marvel.

Em colaboração com vários artistas, incluindo Jack Kirby e Steve Ditko, cocriou diversos super-heróis incluindo o Homem-Aranha, Hulk, Doutor Estranho, Quarteto Fantástico, Demolidor, Pantera Negra e os X-Men.

Além disso, ele desafiou a organização de censura da indústria de quadrinhos americana, o Comics Code Authority, indiretamente levando-a a atualizar suas políticas. Lee liderou a expansão da Marvel Comics de uma pequena divisão de uma editora para uma grande corporação de multimídia.

Stan Lee foi introduzido no Will Eisner Award Hall of Fame em 1994, no Jack Kirby Hall of Fame em 1995 e recebeu uma National Medal of Arts em 2008.

Nascimento: 28 de dezembro de 1922, Manhattan, Nova Iorque, EUA
Falecimento: 12 de novembro de 2018, Cedars-Sinai Medical Center, Los Angeles, Califórnia, EUA
Cônjuge: Joan B. Lee (de 1947 a 2017)
Livros: Incrivel, Fantastico, Inacreditavel, MAIS
Filhas: Joan Celia Lee, Jan Lee

Madeleines (de Proust)

A “madeleine” de Commercy nasceu (ou tornou-se famosa) nas cozinhas de Estanislau I da Polônia, por volta de 1750. Este deposto rei da Polónia, semi-exilado no leste de França, viu de repente a sua filha Maria tornar-se rainha de França, pelo casamento com o duque de Bourbon, que se tornou no rei Luís XV de França. Desta forma, Stanislas tornou-se facilmente duque da Lorena, melhorou a cidade de Nancy em termos arquitetónicos, estando aí sepultado.

Desta forma, é muito possível que um simples doce regional se tivesse “notabilizado”, primeiro na corte do duque da Lorena, depois na do rei de França. O certo é que não se sabe se teria sido alguns dos cozinheiros do duque a “inventar” a iguaria, ou quem teria sido, como se queixava em 1843 o historiador Charles Dumont.

A HISTÓRIA DAS MADELEINES

Em 1755, Stanislas, o Rei da região da Lorraine, organiza um jantar. No meio da festa, o pâtissier da corte briga na cozinha e pede demissão, deixando a refeição sem sobremesa.

Para resolver o problema, uma jovem serviçal que trabalhava ali faz um bolinho que era receita da sua família.

Quando come o doce, o rei pergunta quem fez a sobremesa. A jovem se apresenta, ainda com as mãos sujas de farinha. O rei pergunta o nome da receita e a moça diz que não tem um nome, que é uma receita tradicional de sua cidade, Commercy, em dias de festa. O rei então pergunta o seu nome e ela responde: Madeleine. A partir daí esses bolinhos, em forma de concha, ficaram conhecidos como madeleines de Commercy.

Receita de madeleines

Para 20 madeleines
Preparação: 10 min
Tempo de cozimento: cerca de 15 minutos
Dificuldade: Fácil
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Ingredientes:

100 g de manteiga + para um pouco para untar
1/4 limão (ou outro sabor: baunilha, água de flor de laranja…)
2 ovos
120g de açúcar
100g de farinha
3g de fermento em pó
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Preparação:

1. Pré-aqueça o forno a 220°C (terma. 7-8).
2. Em uma panela pequena, derreta a manteiga em fogo baixo. À parte raspe a casca de 1/4 de limão.
3. Em uma tigela, bata os ovos e o açúcar até obter uma mistura espumosa. Adicione a farinha e o fermento peneirado, mexendo sempre. Despeje a manteiga devagar (para evitar deixar cair o soro de leite). Por fim, adicione as raspas de limão e misture bem.
4. Unte a forma de madeleine. Preencha com 2/3 da massa. Asse em forno a 220°C durante 5 minutos, em seguida, abaixe a temperatura para 200°C e cozinhe por 10-15 minutos.
5. Desenforme ainda quente e deixe esfriar antes de servir.
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Dica:

Se você não usar toda a massa de madeleine no mesmo dia, você pode mantê-la na geladeira e assá-la mais tarde.

Prêmio Caio 2016

Prêmio Caio Incrições
O Prêmio Caio® é apoiado oficialmente pelas entidades representativas dos segmentos de eventos, promoção comercial, marketing promocional e turismo de negócios: ABBTUR, ABETAR, ABLA, ABRACE, ABRACOR, ABRACORP, ABRAFEC, ABRAJET, ABRASEL, ABREMAR, ADVB, ANETUR, ANSEDITUR, BRAZTOA, EVENTPOOL, FBHA, FENACTUR, FENADVB, FOHB, FORNATUR, IBEV, IFEA, IRES, OBME, RESORTS BRASIL, SINDEPAT e SINDIPROM.
O “Oscar dos Eventos” foi criado em 1999, com o objetivo de incentivar, reconhecer e valorizar o trabalho de empresas e profissionais da Indústria Brasileira de Eventos e Turismo, proporcionando reconhecimento em seu segmento e na mídia.
Sinônimo de qualidade, o Prêmio Caio® é a única premiação no setor, o que faz com que sua importância seja ainda maior. Prêmio Caio® tem como missão promover, difundir e aprimorar a utilização de uma das mais modernas e eficazes ferramentas de marketing à disposição das empresas: a promoção comercial, o marketing promocional, o turismo de negócios e os eventos, elegendo as melhores empresas, profissionais e empreendimentos destes setores no país.
Além disso, o Prêmio Caio® também objetiva: resgatar a memória e preservar a cultura do setor; estimular a atividade como um todo; realizar um grande encontro entre todos os envolvidos com o setor no país; promover a cidade-sede onde é realizada a premiação, seus locais e seus equipamentos para eventos.

POR QUE CAIO?

O nome do prêmio é uma homenagem a Caio de Alcantara Machado, profissional pioneiro na área de eventos e feiras de negócios, criativo e bem-sucedido no lançamento de novos produtos, promoção e organização de eventos. Caio enfrentou muitas dificuldades até atingir seus objetivos. Seus trabalhos, sempre reconhecidos, foram premiados diversas vezes, incluindo o prêmio Homem de Marketing do Ano, que arrematou seis vezes, e a Legião de Honra da França.

POR QUE JACARÉ?

O formato do prêmio entregue anualmente aos melhores profissionais e empresas de eventos foi inspirado na frase “Um dia vai dar jacaré”, ouvida por Caio Alcantara Machado de um apostador contumaz, tornando-se sua marca registrada. Essa expressão é conhecida entre as pessoas que convivem com feiras e eventos e virou uma identificação carinhosa para Caio. Através dos tempos, dezenas, centenas de quadros e alegorias de jacarés foram se espalhando por seu escritório, presenteadas por seus amigos e admiradores.

Jurado

Convite - Eduardo Temperini Pereira

Inscrições
Site do Prêmio

Edição de 2018

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Ayrton Senna, há 22 anos R.I.P.

Tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna morreu durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. O brasileiro perdeu o controle de sua Williams e bateu na curva Tamburello.

Ayrton Senna – A História em 1 Minuto

Durante os 10 anos de carreira, uma imagem de Senna a cada vitória se transformou em uma marca: a bandeira do Brasil tremulando na mão. “(O que me lembra ele) é a cena do cockpit com a bandeira fora”. “É a procura da bandeira, o falar do país, a maneira de se posicionar. E uma outra coisa: não falar o que você faz. As pessoas falam por você”.

Ayrton Senna

Canal Senna TV – Trailer 2016

Esse é o Senna TV, é um canal sobre o maior piloto de automobilismo de todos os tempos!

Para inaugurar o Senna TV, nada melhor do que bater um papo sobre a estreia de nosso tricampeão mundial com um jovem estreante da Formula 4, o piloto Giuliano Raucci.

Ayrton Senna superou até mesmo as barreiras do automobilismo! Em uma conversa com a ex-jogadora Magic Paula, falamos sobre como ele inspira esportistas de todo o mundo em diversas categorias.

Ayrton Senna Documentário – The Right To Win

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Prince Rogers Nelson | R.I.P.

Foi um músico multi-instrumentista e dançarino norte-americano, considerado por muitos um dos maiores ícones pop de todos os tempos, assim como um dos mais talentosos e conhecidos mundialmente, após de ter vendido mais de 100 milhões de álbuns e 60 milhões de singles. Os singles e álbuns de Prince, especialmente os lançados nos anos 1980, estão quase sempre entre as cinco primeiras posições de todas as listas de melhores canções ou discos de todos os tempos, com destaque para o álbum Purple Rain, lançado em 1984. Sua música mistura diversos gêneros musicais como funk, R&B, soul, new wave, jazz, rock, pop e hip hop. Foi considerado o 33.º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Prince tinha a habilidade de juntar elementos de todos estes estilos musicais fazendo uso de sintetizadores e bateria eletrônica desde o início da sua carreira no fim dos anos 1970, tornando conhecido o som de Minneapolis, influenciando todos os novos artistas até hoje.

Prince tinha a reputação de ser um workaholic, seja a trabalhar nas suas canções ou a produzir outros artistas até o ponto de deixar muito material inédito na gaveta. Considerado um perfeccionista, tinha a imagem de uma pessoa difícil de se trabalhar e por ser altamente protector de sua música. Escreve, compõe e produz todas as suas canções. Também toca todos os instrumentos nos seus álbuns. Muitos críticos elogiavam seu trabalho pela sua versatilidade compor, tocar, cantar e dançar, fazendo da sua performance em palco algo extraordinário.

Prince faleceu, em casa, a 21 de abril de 2016, uma semana após ser hospitalizado com sintomas de gripe.

Filme: Purple Rain
Data de lançamento: 1984
Prêmio: People’s Choice Award: Nova Canção Favorita

Prince – Purple Rain (Super Bowl 41 Halftime Show)

Prince – Super Bowl XLI Halftime Show (Full Show)

Prince Rogers Nelson’s entire 1999 CNN interview

O Presunto Jamón

Presunto é um produto alimentar do ramo da charcutaria, formado pela perna inteira do porco, que é curada, por vezes apenas com sal, outras vezes temperada com condimentos e até fumada. Dependendo do tipo de cura, do grau de secagem e das condições de armazenagem, o presunto pode manter-se com boas características organolépticas durante períodos longos e ser consumido, tanto fatiado em sanduíches ou como aperitivo duma refeição, ou ainda fazendo parte de outra preparação culinária.

A conservação de alimentos com sal, retirando-lhes uma parte da água e evitando o crescimento de bactérias ou outros organismos que possam deteriorá-los, é um processo muito antigo, tanto que foi descrito por Marco Pórcio Catão no século II ou III a.C. na sua obra “De Agricultura”. Os latinos chamavam a este produto “perexsuctum”, com o significado de “enxuto” ou “privado de água”, palavra que se tornou em “presunto”, em português e “prosciutto”, em italiano.

Espanha

O presunto (em espanhol: jamón) é um produto tradicionalmente muito consumido na Espanha, pelo que existem diversos modos de fabrico e denominações. Em traços gerais, podem distinguir-se dois grandes tipos de jamones, segundo a raça do porco usada: o porco ibérico (usualmente designado em Portugal por porco preto ou pata negra) para o jamón ibérico (presunto ibérico) e porco branco para jamón serrano.

As principais características do presunto ibérico, que o distinguem pela sua qualidade, derivam da pureza da raça dos animais usados, da criação em regime extensivo e em dehesas (pastagens de montado) onde podem mover-se livremente, da alimentação dos animais e da cura, que é nomeadamente dura entre 8 e 36 meses. O jamón ibérico distingue-se dos restantes tipos de presunto pela sua textura, aroma e sabor singulares e distinguíveis, embora o sabor varie conforme a quantidade de bolota ingerida pelo porco e do exercício físico que ele tenha feito.

Geralmente a classificação dos presuntos espanhóis baseia-se na quantidade de bolota usada na alimentação dos porcos antes do abate. A classificação oficial para os jamones ibéricos agrupa-os em: Jamón Ibérico de Cebo, Jamón Ibérico de Cebo Campo, Jamón Ibérico de Recebo e Jamón Ibérico de Bolota. Algumas regiões com tradição de elaboração de presunto criaram, em conjunto com o Ministério do Meio-ambiente e Meio Rural e Marinho, as “Denominações de Origem”, que exigem e controlam o cumprimento de determinadas características para que possam levar o selo de qualidade. As denominações de origem reconhecidas do porco ibérico são: Jamón Ibérico D.O. de Huelva, Jamón Ibérico D.O. Los Pedroches, Jamón Ibérico D.O. de Guijuelo, e Jamón Ibérico D.O. Dehesa de Extremadura. As denominações de origem estão protegidas legalmente pelo Regulamento Europeu (CE) nº 510/2006 do Conselho da União Europeia.

Além das denominações de origem oficiais, existem diferentes denominações comerciais conhecidas pelo consumidor espanhol, mas frequentemente confundidas pela sua ambiguidade, como são os casos do “Jamón de Pata Negra”, “Jamón de Jabugo” (ou de de Huelva) ou “Jamón 5J”. Para avaliar sua qualidade só existe a classificação oficial, a qual deve constar na etiqueta identificativa da peça (anilha).

O jamón serrano ou jamón branco procede de variedades de porco branco, e distingue-se facilmente pela cor da pele do pernil. Denomina-se serrano quando se cura em clima de serra, frio e seco. Atualmente está regulado pelo Regulamento comunitário 2082/92, no qual se definem as características do processo e do produto acabado. Distinguem-se três qualidades de jamón serrano, segundo a sua cura: bodega (adega), reserva e grande reserva. Entre os jamones serranos mais famosos encontram-se os das províncias de Granada e de Salamanca, mas são produzidos em muitas outras regiões, dentre as quais cabe nomear as denominações de origem de Jamón de Teruel, em Aragão e o Jamón de Trevélez (IGP), na Andaluzia, além de outras produções sem denominação mas com tradição jamonera como o jamón de chato de Múrcia ou o jamón de porco Duroc.

Portugal

As principais variedades em Portugal são o de Chaves, Barroso, Barrancos, e Vinhais.

Os primeiros registos referentes ao presunto remontam ao Império Romano, embora os primeiros porcos da península Ibérica tenham sido trazidos pelos Fenícios. As atuais raças resultam do cruzamento destes porcos com os javalis que por cá existiam.

As condições naturais de criação destes porcos, feita em regime extensivo, com alimentação constituída pelos produtos naturais das regiões onde crescem, confere à sua carne características próprias e diferenciadas, ocorrendo o abate entre os dezasseis e os dezoito meses.

Presuntos com DOP

Foram reconhecidos com Denominação de Origem Protegida (DOP), de acordo com as normas da União Europeia, os seguintes presuntos:

Presunto de Barrancos;
Presunto do Alentejo e Paleta do Alentejo.

Presuntos com IGP

Foram reconhecidos com Indicação Geográfica Protegida (IGP), de acordo com as normas da União Europeia. os seguintes presuntos:

Presunto de Barroso;
Presunto de Campo Maior e Elvas e Paleta de Campo Maior e Elvas;
Presunto de Santana da Serra e Paleta de Santana da Serra;
Presunto de Vinhais ou Presunto Bísaro de Vinhais;
Foi ainda apresentada, em meados de 2012, a candidatura do Presunto de Melgaço.

Outros presuntos

Presunto de Chaves
A principal área geográfica de produção do presunto de Chaves abrange os concelhos de Chaves, Boticas, Montalegre e Valpaços, no distrito de Vila Real. Uma zona que engloba também a região do Barroso, de onde é originário o Presunto de Barroso IGP.

Apesar das suas qualidades o presunto de Chaves não possui a distinção de Denominação de Origem Protegida ou de Indicação Geográfica Protegida.

A difusão do presunto de Chaves no mercado português teve início em 1910, quando uma família local o começou a comercializar em Lisboa. O auge de popularidade deste produto teve lugar nas décadas de 1960 e 1970. Na década de 1980, o presunto de Chaves viu chegar um período de declínio, motivado por quedas na produção, migrações das populações rurais antigamente associadas à produção artesanal, desrespeito pelos processos tradicionais, no que diz respeito à salga e à alimentação dos porcos, e, ainda, à introdução de presunto espanhol no mercado português. A produção baseia-se no consumo local, mas existem esforços para que num futuro próximo ganhe expressão no mercado, através da modernização da sua produção e da sua comercialização.

Para que a carne destinada ao presunto seja produzida de acordo com as regras em vigor, destacam-se, designadamente, o controle e a identificação dos animais, o saneamento e a assistência veterinária, todo o sistema de produção, a sua alimentação e as condições no abate, a forma de cura e o tratamento necessário para obtenção do produto final, o presunto.

Itália

Prosciutto é a palavra italiana para presunto, embora muitas pessoas não-italianas associem esta palavra com um tipo especial de presunto; na realidade, o prosciutto do norte da Itália é curado apenas com sal e seco ao ar durante um período que pode chegar a dois anos. Na Itália, o termo “prosciutto” refere-se principalmente ao produto não cozinhado, também conhecido como “prosciutto crudo”, que é consumido em fatias muito finas, tanto como antepasto ou misturado noutra preparação culinária; diferentemente, o “prosciutto cotto”, ou “presunto cozido” é o mesmo que fiambre.

Há diferentes tipos de prosciutto e muitos deles são considerados com Denominação de Origem Protegida. Um dos mais conhecidos é o presunto de Parma, para o qual os porcos devem ser alimentados com coalho e soro do queijo parmesão. Outros presuntos com origem protegida são o San Daniele, da região de Friuli, o Prosciutto Veneto Berico-Euganeo, do Veneto, e o “Prosciutto Toscano” (da Toscânia). O Prosciutto di Norcia, do sul da região da Úmbria, tem o estatuto de Indicação Geográfica Protegida.

Bulgária

O Elenski but (ou perna Elena) é um presunto seco curado da cidade de Elena, no norte da Bulgária, sendo popular em todo o país. A carne apresenta um sabor específico e pode ser preservada ao longo de diversos anos, devido tanto ao processo original de fabricação do produto, como às condições climáticas da parte da Cordilheira dos Bálcãs, onde Elena está localizada.

China

A existência do presunto seco chinês tem sido relatada desde a dinastia Sung, sendo este usado em muitos pratos. Existiam diversos tipos durante a dinastia Qing, sendo usados em pratos de presunto estufado (火腿炖肘子) e vegetais, ou para uma diversificada quantidade de sopas, além da importante Sopa asiática. Um dos mais famosos presuntos chineses é o presunto Jinhua, um presunto seco curado, o qual é usado para produzir um prato conhecido como “Buda saltando sobre uma parede”. O presunto Jinhua é usado na culinária chinesa para dar sabor de cozido e assado aos alimentos, bem como para fazer bases para caldos e sopas. O presunto foi premiado pela primeira vez em 1915 na Panama International Merchandise Exhibition.

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Elvis Presley

Elvis Aaron Presley (East Tupelo, 8 de janeiro de 1935 — Memphis, 16 de agosto de 1977) foi um famoso músico e ator norte-americano, mundialmente denominado como o Rei do Rock. É também conhecido como Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 1950 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Elvis também foi um dos pioneiros e principal idealizador do movimento conhecido como rock and roll. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século XX.

Começou sua carreira em 1954 na lendária gravadora Sun Records e era acompanhado pelo guitarrista Scotty Moore, pelo baixista Bill Black e pelo baterista D.J. Fontana, Presley foi um dos criadores do rockabilly, uma fusão de música country e R&B.

Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial do século XX. Entre seus sucessos musicais podemos destacar “Hound Dog”, “Don’t Be Cruel”, “Love me Tender”, “All Shook up”, “Teddy Bear”, “Jailhouse Rock”, “It’s Now Or Never”, “Can´t Help Falling In Love”, “Surrender”, “Crying In The Chapel”, “Mystery Train”, “In The Ghetto”, “Suspicious Minds”, “Don’t Cry Daddy”, “The Wonder Of You”, “An American Trilogy”, “Burning Love”, “My Way”, “My Boy” e “Moody Blue”. Na Europa, canções como “Wooden Heart”, “You Don’t Have To Say You Love Me”, “My Boy” e “Moody Blue” fizeram sucesso. Particulamente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções “Kiss Me Quick”, “Bossa Nova Baby”, “It’s Now or Never” e “Bridge Over Troubled Water”.

Após sua morte, novos sucessos advieram, como “Way Down” (logo após seu falecimento), “Always On My Mind”, “Guitar Man”, “A Little Less Conversation” e “Rubberneckin”. Trinta e oito anos após sua morte, Presley ainda é o artista solo de maior sucesso comercial e com maior número de “hits” nas paradas mundiais, sendo ainda o artista solo recordista em vendas de discos, com mais de 1 bilhão de álbuns vendidos em todo o mundo.

Elvis – Ao Longo Dos Anos

Elvis Presley in concert – june 19, 1977

Elvis Presley – Comeback Special – Black Leather Stand-Up Show 1#

Elvis Presley – Comeback Special – Black Leather Sit-down Show 2#

Elvis Presley – The Platinum Collection

Elvis Presley – O início de uma lenda

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Piloto Marcus Leão

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Piloto Marcus Leão

Definição

Piloto ou motorista é a denominação que se dá a pessoa que conduz os automóveis.

São utilizados conhecimentos técnicos na manipulação e observação de parâmetros, tais como: velocidade, altitude, pressões, temperaturas, marchas, rotações por minuto de um motor, consumo de combustível entre outras.

O equipamento (carro), é parte determinante para o sucesso de um piloto, não bastando somente ser um ótimo piloto ou ter um conhecimento aprofundado sobre técnicas de pilotagem.

Quando se fala em qualidade de equipamento, a parte financeira se torna decisiva na evolução da carreira de um piloto. Basicamente, quem tem mais dinheiro, tem um equipamento melhor e consegue portanto, resultados melhores.

Isso é válido para qualquer categoria do automobilismo, desde o kart até a F1.

Stephen Hawking | TEMPO

Stephen William Hawking (Oxford, 8 de janeiro de 1942) é um físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade. Doutor em cosmologia, foi professor lucasiano de matemática na Universidade de Cambridge , onde hoje encontra-se como professor lucasiano emérito, um posto que foi ocupado por Isaac Newton, Paul Dirac e Charles Babbage. Atualmente, é diretor de pesquisa do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica (DAMTP) e fundador do Centro de Cosmologia Teórica (CTC) da Universidade de Cambridge.

Biografia

Stephen William Hawking (AFI: [‘stifən ‘hɔkɪŋ]) nasceu exatamente no aniversário de 300 anos da morte de Galileu. Seus pais eram Frank Hawking, um biólogo pesquisador que trabalhava como parasitólogo no Instituto Nacional de Pesquisa Médica de Londres, e Isabel Hawking. Teve duas irmãs mais novas, Philippa e Mary, e um irmão adotivo, Edward. Hawking sempre foi interessado por ciência. Em sua infância, quando ainda morava em St Albans, estudou na St Albans High School for Girls (garotos de até 10 anos eram educados em escolas para garotas) entre 1950 e 1953 – ele foi um bom aluno, mas não era considerado excepcional.

Entrou, em 1959, na University College, Oxford, onde pretendia estudar matemática, conflitando com seu pai que gostaria que Stephen estudasse medicina. Como não pôde, por não ser disponível em tal universidade, optou então por física, formando-se três anos depois (1962). Seus principais interesses eram termodinâmica, relatividade e mecânica quântica. Obteve o doutorado na Trinity Hall em Cambridge em 1966, onde é atualmente um membro honorário. Nesta época foi diagnosticada em Stephen W. Hawking a doença degenerativa ELA (esclerose lateral amiotrófica). Depois de obter doutorado, passou a ser pesquisador e, mais tarde, professor no Gonville and Caius College. Depois de abandonar o Instituto de Astronomia em 1973, Stephen entrou para o Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica tendo, entre 1979 e 2009, ano em que atingiu a idade limite para o cargo, ocupado o posto de professor lucasiano de Matemática, cátedra que fora de Newton, sendo atualmente professor lucasiano emérito da Universidade de Cambridge.

Casou pela primeira vez em julho de 1965 com Jane Wilde, separando-se em 1991. Casou depois com sua enfermeira Elaine Mason em 16 de setembro de 1995, da qual se divorciou em 2006. Hawking continua combinando a vida em família (seus três filhos e três netos) e sua investigação em física teórica junto com um extenso programa de viagens e conferências.

Hawking é portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA)5 , uma rara doença degenerativa que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto, atingir as funções cerebrais, sendo uma doença que ainda não possui cura. A doença foi detectada quando tinha 21 anos. Em 1985 Hawking teve que submeter-se a uma traqueostomia após ter contraído pneumonia visitando o CERN na Suíça e, desde então, utiliza um sintetizador de voz para se comunicar. Gradualmente, foi perdendo o movimento dos seus braços e pernas, assim como do resto da musculatura voluntária, incluindo a força para manter a cabeça erguida, de modo que sua mobilidade é praticamente nula. Em 2005 Hawking usava os músculos da bochecha para controlar o sintetizador, e em 2009 já não podia mais controlar a cadeira de rodas elétrica. Desde então outros grupos de cientistas estudam formas de evitar que Hawking sofra de síndrome do encarceramento, cogitando traduzir os pensamentos ou expressões de Hawking em fala. A versão mais recente, desenvolvida pela Intel e cedida a Hawking em 2013, rastreia o movimento dos olhos do cientista para gerar palavras.

Em 9 de janeiro de 1986, foi nomeado pelo papa João Paulo II membro da Pontifícia Academia das Ciências.

Participações em filmes, séries e programas de TV

Em 1993 participou num episódio da série Star Trek: The Next Generation numa cena em que é um holograma, conjuntamente com Newton e Einstein, jogando cartas com o personagem Data.

Em 1994 participou na gravação do disco do Pink Floyd, The Division Bell, fazendo a voz digital em “Keep Talking”. Vinte anos depois, o álbum feito a partir das sobras de estúdio de The Division Bell, The Endless River, usa um sample de Hawking gravado para um comercial na faixa “Talkin’ Hawkin'”.

Fez algumas participações em The Simpsons, Futurama, Dexter’s Laboratory (O laboratório de Dexter), The Fairly OddParents (Os Padrinhos Mágicos), Family Guy (uma família da pesada) e no cartoon Dilbert. Recentemente fez uma participação numa propaganda do Discovery Channel chamada Eu amo o Mundo, onde ele disse “Boom De Ya Da”.

Em 2012, participou num episódio de The Big Bang Theory (no Brasil, Big Bang: a teoria), onde conversa com Sheldon Cooper. Neste episódio, Sheldon Cooper cometeu um erro básico de aritmética e desmaiou na frente do Stephen. No mesmo ano, Hawking leu um discurso durante a cerimônia de abertura dos Jogos Paraolímpicos de Verão de 2012 em Londres.

Cinebiografias

A vida de Stephen Hawking já foi contada em dois documentários e dois filmes.

Os documentários foram A Brief History of Time (1991), em que Errol Morris usou o livro homônimo como base para relatar a vida do cientista; e Hawking (2013), narrado pelo próprio Hawking.

Em 2004, o filme televisivo Hawking foi lançado pela BBC Two. Dirigido por Philip Martin, o filme estrela Benedict Cumberbatch como Hawking, focando em seu período na Universidade de Cambridge.

Outra biografia mais abrangente foi lançada nos cinemas em 2014, The Theory of Everything (No Brasil e em Portugal A Teoria de Tudo), baseado no livro de memórias de Jane Wilde, Travelling to Infinity: My Life with Stephen. Dirigido por James Marsh e estrelando Eddie Redmayne como Hawking e Felicity Jones como Wilde, o filme começa com Hawking conhecendo a futura esposa em Cambridge e vai mostrando as dificuldades da vida do casal enquanto Hawking alcançava a fama com suas teorias e tinha seu corpo definhado por uma doença motora degenerativa. Após assistir uma versão finalizada do filme, Hawking aprovou a biografia e permitiu aos cineastas usarem sua voz sintetizada e protegida por direitos autorais na versão final. A interpretação de Hawking por Redmayne garantiu-lhe o Oscar de melhor ator.

Ateísmo

Hawking se descreve como ateu. Ele repetidamente tem usado a palavra “Deus” em seus livros e discursos, mas segundo ele próprio, no sentido metafórico e relativo. Sua ex-esposa Jane já afirmou que durante o processo de divórcio, ele se descreveu como ateu. Hawking declarou que não é religioso no sentido comum, e que acredita que “o universo é governado pelas leis da ciência. As leis podem ter sido criadas por um Criador, mas um Criador não intervém para quebrar essas leis”. Hawking comparou a ciência e a religião durante uma entrevista, dizendo “há uma diferença fundamental entre a religião, que se baseia na autoridade; e a ciência, que se baseia na observação e na razão. A ciência vai ganhar porque ela funciona”.

Em alguns trechos de seus livros, Hawking também parece seguir uma linha de pensamento baseado em Einstein ou em Leibniz, que se aproxima muito ao Deísmo, no que tange à admiração e o deslumbre pela ordem presente no universo, mas não necessariamente implica a admissão da existência de deidade(s) por tudo responsáveis como fazem os deístas (ver panteísmo). No livro “Uma breve história do tempo” ele cita que “tanto quanto o Universo teve um princípio, nós poderíamos supor que tenha um Criador”. Ainda nesse livro, ele diz que “no entanto, se nós descobrirmos uma teoria completa…então nós conheceríamos a mente de Deus”.

Porém, em seu mais recente e polêmico livro “The Grand Design”, Stephen Hawking muda suas antigas declarações sobre a ideia de um criador e afirma que “Deus não tem mais lugar nas teorias sobre criação do universo, devido a uma série de avanços no campo da física”. No livro, afirma que “Por haver uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar a ele mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual algo existe ao invés de não existir nada, é a razão pela qual o universo existe, pela qual nós existimos”, dizendo que o Big Bang foi simplesmente uma consequência da lei da gravidade. Hawking também cita a descoberta, feita em 1992, de um planeta que orbita uma estrela fora do Sistema Solar, como um marco contra a crença de Isaac Newton de que o universo não poderia ter surgido do caos.

Obra

Os principais campos de pesquisa de Hawking são cosmologia teórica e gravidade quântica. Em 1971, em colaboração com Roger Penrose, provou o primeiro de muitos teoremas de singularidade; tais teoremas fornecem um conjunto de condições suficientes para a existência de uma singularidade no espaço-tempo. Este trabalho demonstra que, longe de serem curiosidades matemáticas que aparecem apenas em casos especiais, singularidades são uma característica genérica da relatividade geral.

Hawking também sugeriu que, após o Big Bang, primordiais ou miniburacos negros foram formados. Com Bardeen e Carter, ele propôs as quatro leis da mecânica de buraco negro, fazendo uma analogia com termodinâmica. Em 1974 calculou que buracos negros deveriam, termicamente, criar ou emitir partículas subatômicas, conhecidas como radiação Hawking, além disso, também demonstrou a possível existência de miniburacos neBreve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros (edição portuguesa de A brief history of time). Lisboa: Gradiva, 1988. ISBN 972-662-010-4
Uma Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros (edição brasileira de A brief history of time). Rio de Janeiro: Rocco, 1988.
Buracos Negros, Universos-Bebês e outros Ensaios. Porto: ASA, 1994. ISBN 972-41-1508-9
O Fim da Física. Lisboa: Gradiva, 1994. ISBN 972-662-345-8
A Natureza do Espaço e do Tempo (em co-autoria com Roger Penrose). Lisboa: Gradiva, 1996. ISBN 972-662-466-0
Breve História do Tempo Ilustrada. Curitiba: Editora Albert Einstein, 1997. Lisboa: Gradiva, 1998. ISBN 972-662-511-4
O Universo numa Casca de Noz. São Paulo: Mandarim, 2001. Lisboa: Gradiva, 2002. ISBN 972-662-826-1
O Futuro do Espaço-Tempo (em co-autoria com Alan Lightman, Kip Thorne, Igor Novikov e Timothy Ferris). São Paulo: Companhia das Letras, 2005. ISBN 9788535906080
Os Gênios da Ciência: Sobre os Ombros de Gigantes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. ISBN 85-352-1525-5
Uma Nova História do Tempo (em co-autoria com Leonard Mlodinow: edição brasileira de A briefer history of time). Rio de Janeiro: Ediouro, 2005. ISBN 85-00-01857-7
Brevíssima História do Tempo (em co-autoria com Leonard Mlodinow: edição portuguesa de A briefer history of time). Lisboa: Gradiva, 2007. ISBN 978-989-616-164-4
George e o Segredo do Universo (em co-autoria com Lucy Hawking). Rio de Janeiro: Ediouro, 2007 (As ideias e conceitos de Física e Astrofísica de Hawking sobre o Universo, contadas em um enredo de aventura voltado para as crianças). ISBN 978-85-00-02222-7
O Grande Projeto (em co-autoria com Leonard Mlodinow). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011. ISBN 978-85-20-92657-4
Minha Breve História. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013. ISBN 978-85-8057-425-8gros. Hawking também participou dos primeiros desenvolvimentos da teoria da inflação cósmica no início da década 80 com outros físicos como Alan Guth, Andrei Linde e Paul Steinhardt, teoria que tinha como proposta a solução dos principais problemas do modelo padrão do Big Bang.

Hawking escreveu diversos livros que ajudaram a divulgar complexas teorias cosmológicas em linguagem fácil para leigos. O primeiro foi Uma Breve História do Tempo, escrito entre 1982 e 1984 e vendendo mais de 10 milhões de cópias. Obras seguintes incluem O Universo numa Casca de Noz (2001), Uma Nova História do Tempo (2005, versão atualizada de sua estreia co-escrita com Leonard Mlodinow) e God Created the Integers (2006). Em parceria com sua filha Lucy, Hawking também escreveu livros infantis sobre o universo com George e o Segredo do Universo (2007) e suas duas continuações.

O asteróide 7672 Hawking é assim chamado em sua homenagem.

Livros

Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros (edição portuguesa de A brief history of time). Lisboa: Gradiva, 1988. ISBN 972-662-010-4
Uma Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros (edição brasileira de A brief history of time). Rio de Janeiro: Rocco, 1988.
Buracos Negros, Universos-Bebês e outros Ensaios. Porto: ASA, 1994. ISBN 972-41-1508-9
O Fim da Física. Lisboa: Gradiva, 1994. ISBN 972-662-345-8
A Natureza do Espaço e do Tempo (em co-autoria com Roger Penrose). Lisboa: Gradiva, 1996. ISBN 972-662-466-0
Breve História do Tempo Ilustrada. Curitiba: Editora Albert Einstein, 1997. Lisboa: Gradiva, 1998. ISBN 972-662-511-4
O Universo numa Casca de Noz. São Paulo: Mandarim, 2001. Lisboa: Gradiva, 2002. ISBN 972-662-826-1
O Futuro do Espaço-Tempo (em co-autoria com Alan Lightman, Kip Thorne, Igor Novikov e Timothy Ferris). São Paulo: Companhia das Letras, 2005. ISBN 9788535906080
Os Gênios da Ciência: Sobre os Ombros de Gigantes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. ISBN 85-352-1525-5
Uma Nova História do Tempo (em co-autoria com Leonard Mlodinow: edição brasileira de A briefer history of time). Rio de Janeiro: Ediouro, 2005. ISBN 85-00-01857-7
Brevíssima História do Tempo (em co-autoria com Leonard Mlodinow: edição portuguesa de A briefer history of time). Lisboa: Gradiva, 2007. ISBN 978-989-616-164-4
George e o Segredo do Universo (em co-autoria com Lucy Hawking). Rio de Janeiro: Ediouro, 2007 (As ideias e conceitos de Física e Astrofísica de Hawking sobre o Universo, contadas em um enredo de aventura voltado para as crianças). ISBN 978-85-00-02222-7
O Grande Projeto (em co-autoria com Leonard Mlodinow). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011. ISBN 978-85-20-92657-4
Minha Breve História. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013. ISBN 978-85-8057-425-8

Prêmios, títulos e medalhas

1975 – Medalha Eddington
1976 – Medalha Hughes
1979 – Medalha Albert Einstein
1982 – Ordem do Império Britânico (Comandante)
1985 – Medalha de Ouro da Royal Astronomical Society
1986 – Membro da Pontifícia Academia das Ciências
1988 – Prêmio em Física da Fundação Wolf
1989 – Prêmio “Príncipe das Astúrias” da Concórdia (contribuição à paz, entendimento, etc.)
1989 – Título de “Companheiro de Honra”, da Rainha Elizabeth II
1999 – Prêmio “Julius Edgar Lilienfeld” da Sociedade Americana de Física
2003 – Prêmio “Michelson Morley” da Case Western Reserve University
2006 – Medalha Copley da Royal Society
2009 – Medalha Presidencial da Liberdade
2012 – Fundamental Physics Prize

Filme

A Teoria de Tudo é um drama romântico biográfico do Reino Unido, dirigido por James Marsh e escrito por Anthony McCarten.

Data de lançamento: 7 de novembro de 2014 (EUA)
Direção: James Marsh
Duração: 2h 3m
Música composta por: Jóhann Jóhannsson
Indicações: Oscar de Melhor Filme e Oscar de Melhor Atriz

O Universo de Stephen Hawking 1-5