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UM EXCELENTE-PÉSSIMO NEGÓCIO CHAMADO GASTRONOMIA

Mas e os cozinheiros? A gastronomia hoje reproduz um estranho cenário onde a profissão ganhou mais importância que o profissional! Por isso se faz necessário uma análise fria do nosso mercado. Tentando deixar de lado as paixões, frases bonitas e lugares comuns, qual é a realidade da gastronomia hoje?

O salário médio de um cozinheiro é de R$ 1.259,00 (Dados: Guia de Profissões e Salários da Catho/2015). Os melhores salários ainda estão no eixo Rio de Janeiro – São Paulo, mas há oportunidade em todo o País, especialmente com a recente valorização das cozinhas regionais (gaúcha, amazônica e nordestina, por exemplo) e a exploração de novos ingredientes. A carreira de cozinheiro ainda não é regulamentada no Brasil.

Existem mais de 130 universidades autorizadas pelo MEC a oferecer o curso de Gastronomia, tanto em grau de bacharelado como de tecnólogo. A maioria é de instituições privadas. Esse dado seria incrível se não levássemos em consideração um importante fato; As instituições de ensino, em sua grande parte, estão em completa dissonância com as necessidades do mercado de trabalho.

Em uma das grandes faculdades de gastronomia do país, a Anhembi Morumbi, os próprios alunos que se encarregavam da limpeza dos fogões e equipamentos utilizados nas aulas. (não sei se o sistema ainda permanece na Instituição). De 60% a 70% da carga horária é voltada para a parte prática – a grade teórica inclui microbiologia, dietas alternativas e gestão de pessoas, entre outras. Além de os alunos zelarem por seus pertences pessoais, há uma escala semanal que define quem verifica se todos lavaram suas panelas, se os materiais foram guardados e se o lixo foi retirado. Em 1999, a primeira turma da Anhembi Morumbi revoltou-se com essas obrigações. Fez abaixo-assinado reivindicando autorização para levar para a classe suas empregadas domésticas. O pedido estapafúrdio, evidentemente, foi ignorado.

Este fato (absurdo) só corrobora com alguns dados evidenciados pelo MEC há alguns anos. De acordo com o Ministério da Educação há pouco mais de 5 anos, 200 alunos no Rio concluíram a graduação em gastronomia. O número corresponde a apenas 20% dos estudantes matriculados. Hoje a educação superior de gastronomia no Brasil, ainda não forma profissionais para o mercado de trabalho. A evasão de 80% é uma reação à intensa rotina de trabalho nas cozinhas. E você sabe quanto custa em média uma mensalidade nas faculdades de gastronomia no país? R$1.300. Uma média de 40 reais mais caro que a média salarial da profissão.

Vamos a alguns pontos importantes à se considerar. Para aqueles que permanecem até o final do curso (tendo conseguido pagar as mensalidades), ainda precisam passar por um processo importante; O estágio. Considerado por muitos a porta de entrada para o mercado de trabalho, o estágio deve cumprir a dupla função de iniciação profissional e a possibilidade de capacitação barata para o futuro cozinheiro (caso a empresa acabe por contratar o estudante). Agora, você sabe quanto é a média de salário para um estagiário de Engenharia de Produção? R$1.436,72 (é um dos mais bem pagos do mercado). E a média de um estagiário em uma empresa de Marketing? R$ 1.030,29. Mas eu não queria dar exemplos de mercados de trabalho tão distantes da gastronomia. Então, quanto você acha que um estagiário da área de nutrição ganha, em média? R$ 635,29 E um estagiário em turismo? R$ 677,80.

E como é na gastronomia? Na sua grande maioria esmagadora, o estágio em cozinhas NÃO É REMUNERADO!!! O restaurante de cozinha contemporânea D.O.M., objeto de desejo da maioria dos estudantes, não paga nada. Segundo o chef Alex Atala, de cada 100 alunos que passam por sua cozinha todo ano, apenas dois permanecem ali. “A moçada ainda tem uma imagem distorcida da profissão”, diz Atala. “Esquece que, antes de se tornar um chef, é preciso aprender a ser um bom cozinheiro”.

Sem um salário atraente, o iniciante sofre mais um solavanco ao receber a lista de atribuições. Em muitas cozinhas, será dele a missão de descascar batatas, lavar as folhas das saladas e limpar o chão no fim da noite. São tarefas pelas quais a maioria dos chefes tarimbados já passaram antes de liderar uma grande brigada, mas que muitos principiantes não têm o hábito de encarar – nem mesmo em sua própria casa. A maior parte dos estagiários pede demissão logo nos primeiros dias de trabalho; “São raros os que aguentam até a segunda semana”, conta a premiada Roberta Sudbrack.

Fica nítido que a luta por melhorias no mercado de trabalho não faz parte das agendas destes profissionais. E isso é corriqueiro em nosso mercado. Eles estão certos? Não me cabe julgar tal questão. Estes são os profissionais que colocaram o país nas mais altas esferas da gastronomia mundial. Nomes que estão alterando toda uma cadeia socioeconômica, valorizando regiões e pequenos produtores rurais. Além de trazer à luz de nossos estudos ingredientes e técnicas singulares. Por tantos méritos, nosso total respeito.

Trocando em miúdos, é nítido que a mão de obra barata sempre é algo interessante. Ainda mais num país com cargas tributárias abusivas para qualquer empreendedor. Dito isso, vocês acham que partirá deles tal mudança? Quero acreditar, mas acho pouco provável. Assim fica fácil perceber o os efeitos nocivos da GLAMOURIZAÇÃO da gastronomia para a uma educação mais inclusiva, com novas possibilidades de nichos de trabalho.

E assim, apesar de abarrotadas de alunos, as faculdades acabam por possuir pouca representatividade na formação profissional. O francês radicado no Brasil há dezenove anos, o chefe Emmanuel Bassoleil, vê com bons olhos o crescimento das escolas. Em 1994, ele deu consultoria na criação do curso do Senac. “Quando cheguei aqui, faltavam profissionais qualificados”, recorda-se ele, que faz uma ressalva à proliferação de faculdades. “Meu medo é que essa multiplicação resulte apenas em quantidade, e não em qualidade.”

E quem são estes profissionais que atuam na educação na gastronomia? Quais são os caminhos possíveis de estudo deste profissional? O Brasil hoje possui poucos cursos de pós graduação na área de gastronomia e somente 1 curso (privado) de mestrado! Ou seja, o professor que sai de uma faculdade com extremo perfil técnico e tem por meta a formação de novos profissionais, encontra extrema dificuldade para sua própria formação nas áreas de pós-graduação! Não fica difícil entender a triste dialética em que nos encontramos…

É urgente a regulamentação da profissão, levando em consideração suas especificidades. Mas não devemos deixar de pensar na ampliação e aprofundamento do meio acadêmico, dando oportunidade para o crescimento de outros nichos de nossa área. Hoje não consigo conceber outras formas de mudança senão a organização de nosso setor por meios de Conselhos. Regionais e Federal. Para estabelecer finalmente um Código de Ética Profissional do Cozinheiro, por exemplo. Ou ainda definir, nos termos legais, o limite de competência do exercício profissional, conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestada em escolas ou institutos profissionais reconhecidos (PÚBLICO, para que o acesso seja irrestrito!) Assim o profissional que não teve a oportunidade de se especializar em cursos técnicos ou tecnológicos da área, poderia através de uma prova de proficiência (conhecimentos técnicos) ser regularizado na profissão.

E como fazer? Acredito que o envolvimento de representantes do mercado de trabalho (cozinheiros, chefes de cozinha), da educação (professores, coordenadores de curso, diretores de instituições) e representantes de associações (ABRESI , SBGAN, APC , ABAGA , ABRASEL) para discutir estas questões levantadas no artigo, seja um belo começo.

Considero de suma importância não somente um diálogo mais amplo do mercado de trabalho com as instituições de ensino e associações de nosso país, como também o começo de um amadurecimento destas instituições no que tange a formação de seus alunos e professores, para assim finalmente pensar a realidade da gastronomia com a sua diversidade inerente!

PODEMOS E DEVEMOS MUDAR ESTA REALIDADE.

Autor – Gustavo Guterman é professor de gastronomia, consultor, palestrante e, acima de tudo, um cozinheiro apaixonado.

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Dicas como Participar de Feiras

A seguir, estão algumas dicas para montar um estande ideal: como expor para valorizar o produto, cuidados para evitar a poluição visual, a importância do treinamento da equipe de atendimento e materiais de apoio necessários.

Estande: Deve ter um clima agradável, bonito e receptível. O espaço deve permitir receber, demonstrar e vender bem. Se possível, criar um espaço reservado para negociações. Nunca deixar o estande vazio.

Recepção: Receber o visitante com um sorriso e dar boas-vindas ao cliente. Oferecer água, café, biscoitos. Atendê-lo de imediato, prestar orientação segura e não formar uma barreira com os colegas na entrada do estande. Evitar termos como “às suas ordens” ou “posso ser útil”. Usar termos mais proativos como: “já conhece esse tipo de material?”, “gostaria de uma demonstração?”. Agradecer a visita ao seu estande.

Móveis: Evitar os excessos. Eles devem ser funcionais e não podem atrapalhar o fluxo de entrada e saída do estande; deve-se mantê-los sempre organizados.
Produtos: Definir quais serão expostos (escolha sempre o que tiver melhor design ou inovação) e agrupa-los por linhas e categorias. Os produtos devem atingir o público-alvo imediatamente, para isso, deve-se colocá-los em pedestais de diversos tamanhos ou projeta-los sobre a parede (nunca em superfícies planas). Todo equipamento ou máquina em exposição deve estar totalmente pronto e adequado para demonstração.

Plantas: Não podem interferir no tráfego da feira e, se danificadas, afetam negativamente a imagem do estande. Manter cuidados diários, principalmente em ambientes fechados, de calor intenso ou com correntes de ar. Se optar pelos arranjos artificiais, verifique a qualidade.

Tapetes: Devem ser limpos diariamente e colocados em áreas de menor tráfego.

Iluminação: Deve ser plena e ressaltar os produtos expostos. A luz difusa achata as formas e deixa fosco o brilho dos metais.

Logotipo/cartazes: É importante a colocação do nome e do logotipo da empresa no estande. Sua posição deve possibilitar uma ampla visualização e leitura a distância. Os cartazes devem ter conteúdo objetivo e legível, além de ressaltar lançamentos ou inovações. Dar preferência aos coloridos.

Brindes: Devem ter relação direta com o negócio da empresa. Pode ser a amostra de um produto ou itens como bonés e canetas, que ajudam a reforçar o nome da empresa (devem conter o nome e telefone). Dar apenas às pessoas que demonstrem interesse; fazer uma previsão de demanda diária (nunca deixar faltar).

Equipes: Definir e treinar a equipe responsável pelo atendimento e pela organização do estande.

Material de apoio: Providenciar folhetos, catálogos, revistas, cartão de visita, etc. Avaliar a demanda diária.

Material de expediente: Providenciar blocos, canetas, grampeador, cola, fita adesiva, clipes, canetas tipo marca-texto, etc.

Outras dicas:

• Ficar atento aos horários de montagem preestabelecidos pelos promotores da feira;
• Verificar como será feita a limpeza diária do estande;
• Fazer uma lista de clientes em potencial (para envio de material promocional ou agendamento de visita à empresa);
• Nunca encerrar as atividades antes do horário estabelecido pela organização da feira;
• Determinar a equipe que fará a desmontagem do estande;
• Contrate a TP Eventos para a organização do seu estande.

Acidente 500 Cabrio em 2014

Um exemplar do 500 Cabrio suspenso num display voltou a aparecer nesta quarta-feira (29) no estande da Fiat no Salão do Automóvel de São Paulo. Na terça (28), primeiro dia de visitação de imprensa ao evento, ele havia desabado.
De acordo com a Fiat, peças de aço que suspendiam o carrinho numa estrutura, na qual ele descrevia movimentos semicirculares, romperam-se e causaram a queda. Houve danos ao Cinquecento e a parte do piso, mas ninguém se feriu. Na hora do acidente (por volta de 15h30) acontecia uma apresentação da Toyota, em outro estande.
O local em que está o 500C fica isolado por uma divisória de vidro — recurso comum em salões, já que evita riscos à segurança e ao produto, ao mesmo tempo em que não barra a visão das pessoas. De acordo com a Fiat, a ideia é que o carro (exatamente o mesmo que caiu na terça) volte a girar, mas ainda não há confirmação de que isso será possível.

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Mercado de Eventos

O Brasil está na rota dos grandes shows e eventos de negócios do mundo e esse é um setor que cresce, em média, 10% ao ano.
A boa notícia para o trabalhador é que há vagas para muitas áreas. O mercado de eventos é promissor e envolve todo o tipo de profissional que trabalha no desenvolvimento dos projetos, na montagem, na execução… É uma grande estrutura que cresce e que atrai muita gente.
Uma das áreas em ascensão é a de live marketing – o marketing ao vivo. “A gente está falando de eventos, de campanhas de incentivo, de campanhas promocionais ao consumidor, ao público intermediário e ativações que acontecem no ponto de venda”, explica Kito Mansano, presidente da Associação de Marketing Promocional.
O live marketing vai além da promoção de uma marca. Tem um time de criação sim, mas envolve muito mais profissionais. “Um advogado para construir uma autorização de realização de um evento, um engenheiro para fazer a assinatura das plantas de um palco”, afirma Kito.
Já existem cursos técnicos de live marketing e faculdade para quem quer seguir carreira. “Algumas faculdades oferecem o curso de live marketing, que é uma especialização e existem algumas faculdades que já tem um curso chamado mercadologia, que também é um curso de live marketing”, orienta Kito.
Para quem quer seguir na área de eventos, as feiras podem ser uma oportunidade. O Brasil realiza mais de 2,2 mil feiras de negócios por ano. Sudeste, Sul e Nordeste são as regiões onde acontece o maior número de feiras, um mercado que movimenta 49 mil empresas expositoras.
Uma feira realizada no pavilhão do Anhembi, em São Paulo, por exemplo, levou um ano de planejamento e ocupou 85 mil metros quadrados. Foram cinco dias de montagem, outros sete para desmontar e milhares de profissionais. “Aqui pra gente montar, realizar e desmontar gera em torno de 14 mil empregos. Nós temos profissional de marketing, engenharia, comunicação, equipe de operacional, tem arquitetos, engenheiros”, afirma Liliane Bortloluci, diretora da Reed Exhibitions.

Tem ainda os profissionais que movimentam os estandes, como vendedores, expositores, modelos e atores. Lilian Bragança trabalha como recepcionista em eventos há 16 anos e tem alguns segredos: ela fala inglês, francês, não desce do salto alto por nada e conserva sempre o sorriso, mesmo que o tempo demore pra passar: “Você tem que ficar linda o dia inteiro, recebendo as pessoas, conversando, explicando, ajudando. Não tem horário, já cheguei a fazer 13 horas de evento”.

Lollapalooza

Um dos grandes eventos realizados no Brasil é Lollapalooza, festival internacional que começa no próximo sábado (28) em São Paulo. Em dois dias são esperadas 150 mil pessoas e milhares de profissionais para dar conta de tudo. “Toda a parte de banheiros, de acessos, de pisos, de tendas de comida, de bebida, enfim, toda a parte de gradiamento, de perímetro de festival”, explica Pedro Braga, coordenador de área de festival.

“Tudo que as agências de publicidade criam e a gente executa aqui em campo, em uma melhor forma para o público, pra que não interfira nas passagens, nos acessos, nos palcos…”, relata a produtora Alessandra Câmara.
Há cerca de 20 anos, festivais gigantes como esse eram poucos no Brasil. “Quando eu comecei a trabalhar, eu fazia dois shows por ano, ou dois festivais e também tinha muito pouca gente no mercado e pouca demanda”, conta Fabiana Lian, diretora do curso On Stage Lab.

Agora, é um atrás do outro. “Quando acaba um festival, a gente já começa a pensar no outro. O Brasil virou foco de turnê, de banda, mega festivais. São muitos festivais acontecendo no Brasil só esse ano. A gente acaba criando um mercado muito amplo, mas falta a mão de obra”, diz Victor Pelúcia, diretor técnico de montagem.
Falta profissional qualificado porque o mercado cresceu e o nível de exigência também. O diretor de eventos Pablo Fantoni é professor do curso que prepara quem quer trabalhar com show business: “É uma situação muito profissional. Hoje em dia a fiscalização é muito grande, a responsabilidade dos promotores de evento é gigante. Formar as pessoas pra que esse resultado seja o mais profissional possível é super interessante e super positivo”.
Tem muita gente estudando para entrar nesse mercado. “Eu trabalho na área desde os 16 anos como freelancer e acho que faltava a parte de aprender realmente, o papel, uma planilha, então faltava realmente isso, você tem a prática, mas faltava a essência, conta a estudante Luly Souza.

Cidade de São Paulo

São Paulo é um município brasileiro, capital do estado de São Paulo e principal centro financeiro, corporativo emercantil da América do Sul. É a cidade mais populosa do Brasil, do continente americano e de todo o hemisfério sul, e a cidade brasileira mais influente no cenário global, sendo considerada a 14ª cidade mais globalizada do planeta, recebendo a classificação de cidade global alfa, por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC). O lema da cidade, presente em seu brasão oficial, é “Non ducor, duco“, frase latina que significa “Não sou conduzido, conduzo”.

Fundada em 1554 por padres jesuítas, a cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional e internacional, seja do ponto de vista cultural, econômico ou político. Conta com importantes monumentos, parques e museus, como o Memorial da América Latina, o Museu da Língua Portuguesa, o Museu do Ipiranga, o MASP, o Parque Ibirapuera, o Jardim Botânico de São Paulo e a avenida Paulista, e eventos de grande repercussão, como a Bienal Internacional de Arte, o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, São Paulo Fashion Week e a São Paulo Indy 300.

O município possui o 10º maior PIB do mundo, 14 representando, isoladamente, 11,5% de todo o PIB brasileiro e 36% de toda a produção de bens e serviços do estado de São Paulo, sendo sede de 63% das multinacionais estabelecidas no Brasil, além de ter sido responsável por 28% de toda a produção científica nacional em 2005. A cidade também é a sede da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa), a segunda maior bolsa de valores do mundo em valor de mercado. São Paulo também concentra muitos dos edifícios mais altos do Brasil, como os edifícios Mirante do Vale, Itália, Altino Arantes, a Torre Norte, entre outros.

São Paulo é a sexta cidade mais populosa do planeta e sua região metropolitana, com 19 223 897 habitantes, é a quarta maior aglomeração urbana do mundo. Regiões muito próximas a São Paulo são também regiões metropolitanas do estado, como Campinas, Baixada Santista e Vale do Paraíba; outras cidades próximas compreendem aglomerações urbanas em processo de conurbação, como Sorocaba e Jundiaí. A população total dessas áreas somada à da capital – o chamado Complexo Metropolitano Expandido – ultrapassa 29 milhões de habitantes, aproximadamente 75% da população do estado inteiro. As regiões metropolitanas de Campinas e de São Paulo já formam a primeira macrometrópole do hemisfério sul, unindo 65 municípios que juntos abrigam 12% da população brasileira.

Dados Gerais

  • Fundação da cidade: 25 de janeiro de 1554
  • Localização: Região Sudeste do Brasil
  • Distância da Costa:
    – Costa dos Alcatrazes – São Sebastião – 186 km
    – Guarujá – 93 km
    – Ilhabela – 204 km
    – Santos – 72 km (8)
  • Umidade Relativa do Ar: 78% – média anua
  • Clima: Tropical Temperado
  • Temperatura média anual: 19°C
  • Extensão: 1.530 quilômetros quadrados de área.
  • Altitude: Média em torno de 760 metros.
  • Latitude: 23°32.0’S
  • Longitude: 46°37.0’W
  • População – 10.886.518 habitantes.
  • Religião Predominante: Católica
  • Moeda: Real (R$)
  • Fuso Horário: GMT (-)3 horas

GUIAS+FOLHETOS+MANUAIS+MAPAS+DIVERSOS

 

Conheça um pouco São Paulo:

Sambódromo do Anhembi

O Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, conhecido popularmente como Sambódromo do Anhembi, está localizado no Anhembi, no distrito de Santana, na Zona Norte da cidade de São Paulo, no Brasil. Nele, são realizados, todos os anos, os desfiles das escolas de samba do Carnaval de São Paulo.

Anhembi Parque

Anhembi Parque é um complexo cultural-comercial localizado na Avenida Olavo Fontoura, em Santana, na Zona Norte da cidade de São Paulo, no Brasil. É administrado pela São Paulo Turismo S/A, empresa pertencente ao município de São Paulo. Foi construído pela Companhia Brasileira Fichet & Schwartz Hautmont, sob gestão do eng. Raymond Faure. Seus 400 mil m² de área total sediam 30% dos eventos que acontecem no Brasil e 55% dos eventos da Região Sudeste do País. Seus espaços recebem mais de 1.000 eventos por ano, dos mais diversos gêneros e portes. Estima-se que circulam pelo Anhembi mais de 11 milhões de pessoas no período.

História

A atual denominação é sucessora da antiga “Anhembi Eventos e Turismo de São Paulo”, que, por sua vez, foi a sucessora da denominação “Centro de Convenções Anhembi”, criada por Caio de Alcântara Machado. Devido a problemas financeiros, o complexo foi encampado pela prefeitura de São Paulo.

Composição acionária

Empresa de capital aberto, tem, como sócia majoritária, a Prefeitura da Cidade de São Paulo, com 77% das ações. Os outros 23% estão nas mãos de particulares, cerca de 200 acionistas, entre os quais o seu fundador, Caio de Alcântara Machado.

Atuação

Atua para fazer de São Paulo um destino-referência em entretenimento e lazer, que vai muito além dos negócios, com destaque ao turismo e divulgação de diversos pontos turísticos da cidade de São Paulo.

Desenvolve diversos projetos, com o objetivo de fazer com que o turista que vem a São Paulo, principalmente a negócios, fique mais tempo na cidade para vivenciar a riqueza cultural daquela que é considerada o maior centro de referência da América Latina quando o tema é vanguarda, conhecimento, cultura, eventos ou saúde. É considerado o maior centro de eventos da América Latina.

O Anhembi abriga a sede da São Paulo Turismo S/A e o Hotel Holiday Inn, construído pela iniciativa privada e arrendado por 20 anos renováveis ou até o término do pagamento de sua construção.

Principais Estruturas

  • Pavilhão de Exposições
  • Auditório Elis Regina
  • Palácio das Convenções
  • Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo
  • Arena Anhembi
  • Nova Arena Anhembi

O Pavilhão de Exposições foi aumentado em 5 mil metros quadrados em 2010, e passou a ter 76 mil metros quadrados de área útil, onde acontece grande parte das mais importantes feiras realizadas no Brasil. No Palácio das Convenções, estão disponíveis 5 halls, 4 salas e 3 auditórios de diversos tamanhos, ideais para feiras de menor porte, congressos e reuniões. Inaugurado em 1985, o Auditório Elis Regina foi totalmente reformado em 2002 e tornou-se um dos melhores espaços da cidade para receber eventos como convenções, congressos e formaturas. O Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, com 93 mil metros de área para eventos ao ar livre, abriga o Carnaval de São Paulo desde sua inauguração (1993).

No ano de 2004, foi criada, sob o patrocínio da marca de cerveja Skol, a Arena Skol Anhembi, um espaço para megaeventos que acomoda até 35 mil pessoas. O nome atual é Arena Anhembi. Em 2012 foi inaugurada a Nova Arena que acomoda até 24.000 pessoas. Na Arena Anhembi foram realizados diversos shows internacionais, como: Carlos Santana, Oasis, Elton John, Aerosmith, Ne-yo, RBD, Amy Winehouse, Green Day, Britney Spears, Rihanna, Demi Lovato, Big Time Rush,Miley Cyrus, Red Hot Chilli Peppers, Maroon e Keane. Entre as apresentações nacionais: Jorge Ben Jor, Maria Rita, Nando Reis, Zeca Baleiro, Roberto Carlos, Rita Lee, Fábio Júnior, Paula Fernandez, Seu Jorge, Zélia Duncan, Lulu Santos, Jota Quest, O Rappa, Restart, Paralams do Sucesso, NX Zero, Charlie Brown Jr, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Thiaguinho, Luan Santana, entre outros. No dia 14 de março de 2010, o centro de eventos recebeu uma prova de corrida válida pelo campeonato IZOD Indy Car Series, ou Fórmula Indy. O vencedor foi o australiano Will Power, da Penske. Will Power venceu novamente as edições 2011 e 2012 da etapa São Paulo da Fórmula Indy, também realizadas no Anhembi.

O site Museu de Eventos do Anhembi registra a história do Anhembi Parque.