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Mercebes-Bens C 200 Kompressor Avantgarde

A Mercedes-Benz C-Class é uma linha de carros executivos compactos produzidos pela Daimler AG . Introduzido em 1993 como um substituto para o 190 (W201) gama, o C-Class foi o menor modelo lineup da marca até a chegada do Classe A , em 1997. A Classe C é construído nas fábricas da Mercedes-Benz em Sindelfingen e Bremen , na Alemanha, bem como numerosas fábricas de satélites de outros países. O primeiro sedan C-Class (W202) foi produzido em 1 de junho de 1993, eo primeiro da segunda geração (W203) saiu da linha de montagem em 18 de Julho de 2000. A terceira geração mais recente (W204) foi lançado em 2007.

Embora originalmente vendido como sedan e station wagon, a série W203 em 2000 estreou uma versão cupê fastback / hatchback que, quando um facelift, tornou-se a CLC-Class da Mercedes-Benz. O CLC-Class permaneceu em produção até 2011, quando foi substituído por um novo cupê C-Class W204-based para o ano modelo 2012.

TP EVENTOS AGORA COM VEÍCULOS EXECUTIVOS DE LUXO

C 200 Avantgarde

Ano: 2009
Cor: Branca
Fabricante: Mercedes-Bens
Potência: 184 cv a 5.500 rpm
Motor: 1.8 16v
Velocidade máxima: 229,2 km/h
Ar condicionado
Rodas 17 polegadas
Faróis de xenônio
Sensor de temperatura na cabine
Locação com Motorista
Perfeito estado de conservação
Foto 1 | Foto 2

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Chrysler PT Cruiser

Um carro que irradia exclusividade em cada um de seus elementos, o Chrysler PT Cruiser vem inovando conceitos de espaço e tecnologia, o carro tem diversos itens a serem destacados, como o seu confortável sistema de regulagem em seis direções para o assento do motorista, bancos traseiros rebatíveis e outros acessórios que valorizam ainda mais o modelo interna e externamente.

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Chrysler 300 C

O Chrysler 300 é um sedan de porte grande da Chrysler projetado por Ralph Gilles como um sedan de automóvel de alta performance. Foi apresentado em Nova Iorque em 2003 como um carro conceito e começou a ser comercializado no final de 2004.

O 300 é comercializado nos Estados Unidos e na Austrália, sendo que neste último país é o primeiro grande porte desde o Chrysler Valiant, descontinuado em 1981.

Primeira geração (2005-2010)

O Chrysler 300 foi fabricado com base do Chrysler LX, que por sua vez era derivado do Mercedes-Benz W211 (2003-2009). Dentre os componentes derivados estão a suspensão traseira, os bancos dianteiros, a coluna de direção e a transmissão automática de 5 velocidades. A suspensão dianteira foi adaptada do Mercedes-Benz W220.

Chrysler 300 Heritage Edition 2009

TP EVENTOS AGORA COM VEÍCULOS EXECUTIVOS DE LUXO

Chrysler 300C
Ano: 2009
Cor: Preto
Fabricante: Chrysler
Potência: V6 24 válvulas – 3.5 litros
Motor: Hemi V8 5.7
Velocidade máxima: 274 km/h
Ar condicionado central
DVD
Boston Acoustics com 322 watts
Rodas 22 polegadas
Faróis de xenônio
Sensor de temperatura na cabine
Locação com Motorista
Perfeito estado de conservação
Foto 1 | Foto 2

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Volkswagen New Beetle

O Volkswagen New Beetle é a reedição do muito consagrado do antigo Volkswagen Fusca/Carocha (Old Beetle, Bug, Coccinelle, Vocho, Escarabajo, Käfer, Kever, Fusca).

O New Beetle nasceu como um estudo de design, que recebeu o nome-código Concept 1, sob as formas do antigo Fusca, mirando uma reedição do popular Volkswagen, já que a imagem da fábrica ainda estava bastante vinculada ao Fusca. O projeto do novo carro ficou a cargo dos estúdios californianos da Volkswagen.

Em 1998, após a reformulação do Volkswagen Golf europeu, que, à época, chegou a sua 4a. geração, a Volkswagen se utilizou da plataforma e mecânica deste para originar o novo Fusca/Beetle.

E assim aconteceu, em 1998, o mundo conheceu o New Beetle, com formas idênticas ao antigo modelo, porém, com mecânica, suspensão e plataforma do Volkswagen Golf de 4a geração. Dessa forma, o antigo motor traseiro refrigerado a ar, de cilindros contrapostos (boxer) e em posição longitudinal do Fusca foi deixado de lado em favor de um propulsor dianteiro refrigerado a água, de configuração em linha e em posição transversal.

O carisma do carro original se manteve, o que confere um apelo emocional de venda, porém, o preço alto evita que o novo VW venda de forma tão avassaladora quanto o seu antecessor, pois o New Beetle nem de longe é um carro popular, já que conta com refinamentos como banco de couro, direção hidráulica, câmbio automático, ar-condicionado, air-bags e reforços estruturais que absorvem e distribuem a energia de um impacto em caso de acidentes.

O New Beetle é fabricado na planta da Volkswagen de Puebla, no México, onde durante 5 anos conviveu com o modelo tradicional, que era montado na linha artesanal ao lado da linha robotizada onde agora o Beetle é hoje produzido, até que o velho Vocho, nome do Fusca no México, deixou de ser produzido, em 30 de julho de 2003, quando o New Beetle se tornou o sucessor legítimo (ao menos na aparência e lembranças) da lenda do Carro do Povo.

Versão Cabriolet

Existiu ainda uma versão Cabriolet (conversível) do New Beetle, com capota de lona, reeditando também as linhas do clássico Fusca Cabriolet produzido em conjunto pela Karmann e Volkswagen até 1979. Como predicados, essa versão traz um discreto friso cromado nas laterais e, quando arriada, a capota fica deitada de forma elegante sobre a traseira do carro, pois não é camuflada pelo porta-malas.

Em 2006, o New Beetle recebeu uma leve reestilização, a primeira em 8 anos, e permanece sendo exportado para a América do Norte, América Latina e Europa.

A gama de motores do New Beetle compreendiu um 1,4l, 1,6l, 1,8l, 1,9lTDI a diesel turboalimentado, 2,0l e 2,5. Todas as versões tem a opção de câmbio automático com tiptronic. A versão exportada para o Brasil foi a com propulsor 2,0l, com opções de câmbio mecânico e automático, em versão comum, de teto rígido, e Cabriolet. Para 2010, a Volks preparou uma versão de despedida para o New Beetle, a versão Final Edition, que será exatamente igual ao Volkswagen Sedán Última Edición, versão final do Fusca no México. A segunda geração, agora chamada Volkswagen Beetle está pronta em 2011 (para o hatch) e 2012 (para o cabriolet). O novo Volkswagen Beetle vai começar as suas vendas para o Brasil até o fim de 2012 ou nos primeros meses de 2013, e vai estacionar automaticamente.

Curiosidades

O New Beetle mantém, além do design, algumas características do Vw Sedan, como duas alças na coluna central entre os bancos dianteiros e traseiros, uma alça no painel em frente ao banco ao lado do motorista, e um irreverente vaso para flores ao lado do volante, como nos primeiros Fuscas produzidos na Alemanha até a década de 1950.
Por muito pouco o New Beetle não seria produzido. Após a apresentação do Concept 1 em 1994, a Volkswagen divulgou informação de que não tinha intenção de produzir o carro. Pouco tempo depois, dadas as pressões do público, a fábrica alemã voltou atrás e pôs o modelo em produção.
A modernização que atingiu o New Beetle também acabou com outra característica do Vw Sedan, o chassis separado da carroceria. O New Beetle usa estrutura monobloco, onde chassis e carroceria são uma única peça.
Além de repartir a plataforma (esquema de fixação de motor e suspensão) com o Volkswagen Golf de 4a geração, hoje descontinuado na Europa, o New Beetle também repartia a plataforma com o Audi A3 de 1a geração, hoje também já descontinuado na Europa em favor da sua segunda geração.
Em razão do motor dianteiro e transversal, o New Beetle também abandonou a conhecida tração traseira do Vw Sedan.
No dia 22 de novembro de 2010, a apresentadora estadunidense Oprah Winfrey, durante uma edição especial de Natal do seu programa no qual dá presentes a toda a plateia, resolveu, em parceria com a VW, dar para cada pessoa da plateia um exemplar da segunda geração do New Beetle, meses antes de seu lançamento oficial, previsto para Maio de 2011; mas a apresentadora chegou a mostrar uma silhueta de como vai ser o modelo, exibindo a sombra de um protótipo vindo da Alemanha. Em vista disso, os ganhadores só receberão o carro na data apresentada.

 

TP EVENTOS AGORA COM VEÍCULOS EXECUTIVOS DE LUXO

New Beetle
Ano: 2009
Cor: Amarelo
Fabricante: Volkswagen
Potência: 116 cv a 5200 rpm
Motor: 2.0
Velocidade máxima: 180 km/h
Ar condicionado
Rodas 15 polegadas
Faróis de xenônio
Sensor de temperatura na cabine
Locação com Motorista
Perfeito estado de conservação
Foto 1 | Foto 2

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Dia do Trabalhador – 1º de Maio

O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países. No calendário litúrgico celebra-se a memória de São José Operário por tratar-se do santo padroeiro dos trabalhadores.

História

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Dia do Trabalhador em Portugal

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.

O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).

No Algarve, assim como na Madeira e Açores é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas nas regiões..

Dia do Trabalhador no Brasil

Com a chegada de imigrantes europeus no Brasil, as ideias de princípios e leis trabalhistas vieram junto. Em 1917 houve uma Greve geral. Com o fortalecimento da classe operaria, o dia 1º de Maio foi declarado feriado pelo presidente Artur Bernardes em 1925.

Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.

Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.

Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, em 01 de maio de 1943.

Dia do Trabalhador em Moçambique

Durante o período colonial (até 1975), os moçambicanos estavam proibidos de celebrar o 1º de Maio em virtude da natureza repressiva do regime colonial português. No entanto, houve manifestações de trabalhadores moçambicanos, em particular em Lourenço Marques (actual Maputo), contra o modo de relações laborais existente naquele período.

Após a Independência Nacional, o Dia do Trabalhador é celebrado anualmente, e com o passar dos anos, com as reformas políticas, económicas e sociais que o país sofreu a partir de finais da década de 80, registrou-se um crescimento do movimento sindical em Moçambique. A primeira instituição sindical no país foi a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos (OTM), que veio depois a impulsionar o surgimento de novos movimentos sindicais, cada vez mais específicos de acordo com os sectores de actividade.

Dia do Trabalhador no mundo

Na Austrália, Bolívia, Canberra, Nova Gales do Sul, Sydney e na Austrália Meridional esta data de celebração varia de acordo com a região.
Estados Unidos e Canadá: Celebram o Labour Day na primeira segunda-feira de Setembro.

Shows 2014

Na quinta, a partir das 10h, acontece a celebração ao Dia Internacional do Trabalhador 2014, evento realizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil) e pela CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), no Vale do Anhangabaú.
Entre as atrações estão Sampa Crew, Art Popular, Leci Brandão, Maria Cecília & Rodolfo, Pixote, Paula Fernandes, Michel Teló, Belo e Péricles.

Na Praça Campo de Bagatelle, em Santana, zona norte de São Paulo, rolam os shows do 1º de Maio Unificado, evento realizado pela Força Sindical, UGT, Nova Central e CTB, a partir das 7h.
Entre as atrações estão Michel Teló, Jads & Jadson, André & Adriano, Patati Patatá, Latino, Zé Henrique & Gabriel, Cacau com Leite, Sam Alves, Lucas Lucco, Rionegro & Solimões, Sorriso Maroto, Léo Magalhães, João Neto & Frederico, Hugo Pena & Gabriel, Fernando & Sorocaba, Nilton & Néton, Edson & Hudson, Cristiano Araújo,Pixote e Paula Fernandes.

Fispal Food Service 2014 chega à sua 30ª edição

A maior e principal feira direcionada para o mercado Food Service da América Latina, a Fispal Food Service – Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar – reúne este ano cerca de 1.400 marcas expositoras, nacionais e internacionais, que devem mostrar suas novidades para empresários de restaurantes, padarias, pizzarias, bares, lanchonetes, redes de fast food, sorveterias, empresas de catering e de refeições coletivas, cozinhas industriais, buffets, entre outros.

A 30ª edição do evento acontece de 24 a 27 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo e, para este ano, são esperados mais de 60 mil visitantes de todo Brasil e de diversos países. São empresários, distribuidores e lojistas do setor, que poderão conferir as novidades nas feiras Fispal Food Service, Fispal Café – Feira de Negócios para o Setor Cafeeiro, Fispal Sorvetes – Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Sorveteria Profissional e SIAL Brazil – Salão Internacional de Alimentação para a América Latina, que acontecem simultaneamente. Esta será a terceira edição em que as quatro feiras acontecem juntas, o que proporciona um evento completo com um mix de produtos e profissionais em um único lugar.

Segundo a diretora da Fispal, Clélia Iwaki, a feira é a melhor oportunidade para quem busca boas oportunidades de negócios. “A Fispal Food Service é a vitrine do mercado, e os profissionais do setor já sabem disso. Em quatro dias, eles encontram todas as soluções para o seu estabelecimento. É a forma mais prática de otimizar tempo para se manter atualizado no mercado”, ressalta.

Além de ser o palco de lançamentos do setor, a feira ainda oferece aos visitantes eventos de qualificação profissional, como por exemplo, o Espaço Gestão Cozinha Profissional, em conjunto com a revista Cozinha Profissional, que vai mostrar as melhores práticas de gestão de um restaurante comercial; o Espaço Cheiro do Pão by Rogério Shimura, onde este renomado chef padeiro vai dar dicas de preparação de pães; a Copa Brasileira de Pizzarias, sob coordenação do “Senhor Pizza” – Ronaldo Ayres, e palestras ministradas por empresários do setor.

Catálogo Online 2014

Projetos de Stands para Feiras

Para Feiras a montagem de Stand tem por finalidade oferecer maior visibilidade de uma marca através da exposição adequada de seu produto ou serviço.

Trabalhamos com empresas parceiras com excelente qualidade e design diferenciado personalizado para cada cliente e segmento.

Alguns modelos de montagem de Stands:

Montagem de Stand padrão: realizada por estruturas modulares o que agrega maior agilidade a montagem e custos reduzidos com material.
Todas as medidas e formatos são pré-definidos oferecendo facilidades no momento de sua montagem, mas com excelente resultado final.

Montagem de Stands básicos: os modelos básicos atendem a eventos onde os espaços são padronizados geralmente pequenos com a simples finalidade de expor o produto dando destaque apenas a marca ali presente, excelente para quem deseja reduzir custos com a locação de stand.

Montagem de Stand misto: o modelo misto combina variados materiais como vidros e madeiras dando um visual diferenciado ao stand. Esse modelo é excelente, pois oferece variadas possibilidades de uso e um custo benefício atrativo.

Montagem de Stands construídos: perfeito para quem busca um projeto exclusivo com originalidade agregada.
A uma grande gama de materiais que podem ser utilizados na construção desse modelo de stand, vidros temperados, fórmicas e madeiras são apenas alguns.

Para um atendimento eficiente trabalhamos com um BRIEFING para Feira.

TRUFER | FENAF 2013
Sabo Impianti 2016

Projetos de 2016

Sambódromo do Anhembi

O Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, conhecido popularmente como Sambódromo do Anhembi, está localizado no Anhembi, no distrito de Santana, na Zona Norte da cidade de São Paulo, no Brasil. Nele, são realizados, todos os anos, os desfiles das escolas de samba do Carnaval de São Paulo.

Anhembi Parque

Anhembi Parque é um complexo cultural-comercial localizado na Avenida Olavo Fontoura, em Santana, na Zona Norte da cidade de São Paulo, no Brasil. É administrado pela São Paulo Turismo S/A, empresa pertencente ao município de São Paulo. Foi construído pela Companhia Brasileira Fichet & Schwartz Hautmont, sob gestão do eng. Raymond Faure. Seus 400 mil m² de área total sediam 30% dos eventos que acontecem no Brasil e 55% dos eventos da Região Sudeste do País. Seus espaços recebem mais de 1.000 eventos por ano, dos mais diversos gêneros e portes. Estima-se que circulam pelo Anhembi mais de 11 milhões de pessoas no período.

História

A atual denominação é sucessora da antiga “Anhembi Eventos e Turismo de São Paulo”, que, por sua vez, foi a sucessora da denominação “Centro de Convenções Anhembi”, criada por Caio de Alcântara Machado. Devido a problemas financeiros, o complexo foi encampado pela prefeitura de São Paulo.

Composição acionária

Empresa de capital aberto, tem, como sócia majoritária, a Prefeitura da Cidade de São Paulo, com 77% das ações. Os outros 23% estão nas mãos de particulares, cerca de 200 acionistas, entre os quais o seu fundador, Caio de Alcântara Machado.

Atuação

Atua para fazer de São Paulo um destino-referência em entretenimento e lazer, que vai muito além dos negócios, com destaque ao turismo e divulgação de diversos pontos turísticos da cidade de São Paulo.

Desenvolve diversos projetos, com o objetivo de fazer com que o turista que vem a São Paulo, principalmente a negócios, fique mais tempo na cidade para vivenciar a riqueza cultural daquela que é considerada o maior centro de referência da América Latina quando o tema é vanguarda, conhecimento, cultura, eventos ou saúde. É considerado o maior centro de eventos da América Latina.

O Anhembi abriga a sede da São Paulo Turismo S/A e o Hotel Holiday Inn, construído pela iniciativa privada e arrendado por 20 anos renováveis ou até o término do pagamento de sua construção.

Principais Estruturas

  • Pavilhão de Exposições
  • Auditório Elis Regina
  • Palácio das Convenções
  • Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo
  • Arena Anhembi
  • Nova Arena Anhembi

O Pavilhão de Exposições foi aumentado em 5 mil metros quadrados em 2010, e passou a ter 76 mil metros quadrados de área útil, onde acontece grande parte das mais importantes feiras realizadas no Brasil. No Palácio das Convenções, estão disponíveis 5 halls, 4 salas e 3 auditórios de diversos tamanhos, ideais para feiras de menor porte, congressos e reuniões. Inaugurado em 1985, o Auditório Elis Regina foi totalmente reformado em 2002 e tornou-se um dos melhores espaços da cidade para receber eventos como convenções, congressos e formaturas. O Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo, com 93 mil metros de área para eventos ao ar livre, abriga o Carnaval de São Paulo desde sua inauguração (1993).

No ano de 2004, foi criada, sob o patrocínio da marca de cerveja Skol, a Arena Skol Anhembi, um espaço para megaeventos que acomoda até 35 mil pessoas. O nome atual é Arena Anhembi. Em 2012 foi inaugurada a Nova Arena que acomoda até 24.000 pessoas. Na Arena Anhembi foram realizados diversos shows internacionais, como: Carlos Santana, Oasis, Elton John, Aerosmith, Ne-yo, RBD, Amy Winehouse, Green Day, Britney Spears, Rihanna, Demi Lovato, Big Time Rush,Miley Cyrus, Red Hot Chilli Peppers, Maroon e Keane. Entre as apresentações nacionais: Jorge Ben Jor, Maria Rita, Nando Reis, Zeca Baleiro, Roberto Carlos, Rita Lee, Fábio Júnior, Paula Fernandez, Seu Jorge, Zélia Duncan, Lulu Santos, Jota Quest, O Rappa, Restart, Paralams do Sucesso, NX Zero, Charlie Brown Jr, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Thiaguinho, Luan Santana, entre outros. No dia 14 de março de 2010, o centro de eventos recebeu uma prova de corrida válida pelo campeonato IZOD Indy Car Series, ou Fórmula Indy. O vencedor foi o australiano Will Power, da Penske. Will Power venceu novamente as edições 2011 e 2012 da etapa São Paulo da Fórmula Indy, também realizadas no Anhembi.

O site Museu de Eventos do Anhembi registra a história do Anhembi Parque.

Carnaval de São Paulo

 

História

Depois do embarque do Mililique e do entrudo em terras brasileiras, a festa, que viria a se tornar o Carnaval, desenvolveu-se de forma diferente nos diversos lugares em que floresceu: na Bahia, de forma ligada aos fortes ritmos africanos; no Rio de Janeiro, já desde muito cedo organizado em sociedades, o embrião das futuras Escolas de Samba; em São Paulo, objeto do verbete, sob forte influência das populações que migravam do campo para a cidade, já no contexto da crise da economia cafeeira. Foi a população resultante do êxodo rural causado pela crise do café que desencadeou o início do Carnaval paulistano.

As comemorações carnavalescas e o próprio samba diferiam pouco do Rio de Janeiro para São Paulo, exceto por uma nítida diferença de andamento, ou seja, a grosso modo, de velocidade, de tempo da música. O sambista paulista, acostumado à árdua lida nas lavouras de café e migrando para a cidade para o trabalho operário, fazia o que Plínio Marcos denominou de “samba de trabalho, durão, puxado para o batuque”, contrastando com o lirismo e a cadência do samba carioca. Além disso, o samba paulistano era decisivamente influenciado por outros ritmos fortemente percurssivos, como o jongo-macumba, também conhecido por Caxambú. Data dessa época o início da relação entre o Carnaval e o direito: a repressão policial sofrida pelos sambistas, feita de forma dura e sem critério. Os sambistas, não só no Carnaval, mas durante todo o ano, eram vistos como vagabundos, marginais que eram duramente perseguidos pelas autoridades.

Na periferia marginalizada de uma São Paulo em construção, o som retumbante dos batuques anunciava uma cultura imigrante que mais tarde influenciaria a cultura brasileira de forma definitiva. Os negros, últimas gerações de escravos do final do século XIX, resgatavam sua identidade perdida nos navios negreiros com o som dos seus instrumentos peculiares em um samba rural e popular, improvisado em meio às lavouras cafeeiras. Não eram poetas ou compositores, mas cantavam sua vida em ritmo dançante e contagiante.

A história do samba em São Paulo é feita de alguns grandes nomes. Um deles e talvez o primeiro é Dionísio Barbosa, negro da primeira geração de escravos livres que veio para a capital em busca de oportunidades como liberto. Aqui, foi para a Barra Funda, reduto negro da cidade.

Nascido em 1891, Dionísio uniu a expressão do interior paulista com a influência do samba do Rio de Janeiro, onde conheceu a Festa da Penha e todas as tradições carnavalescas cariocas. Em 1914, reuniu sua família e foi para as ruas festejar, cantar e tocar o samba que iniciou a tradição dos cordões. Já havia na cidade eventos carnavalescos, mas eram manifestações da classe rica e branca, onde investiam todo seu apoio no desfile de Carros Alegóricos, e nas competições de Clubes. O Cordão Barra Funda era o primeiro movimento cultural organizado dos negros, o primeiro cordão da cidade, algo pequeno, composto por 15 a 20 pessoas. Este movimento foi o embrião do hoje A.C.S.E.S.M. CAMISA VERDE E BRANCO, ressurgida como escola de samba, graças a união dos sambistas do Grupo Barra Funda com os do Camisas Verdes, em 4 de setembro de 1953. (fonte Jornal USP ano XXII no.790)

A tradição carnavalesca paulistana, além do chamado “Carnaval de Rua”, consistente em bailes e brincadeiras populares pelas ruas da cidade, era centralizada na figura dos cordões, entre os quais destacavam-se justamente os Geraldinos, Mocidade do Lavapés, Ruggerone e Campos Elyseos, os maiores da cidade até então. A festa nas ruas e os desfiles de cordões ocorriam paralelamente e em harmonia, compondo o quadro cultural paulistano. Data de 1885 a primeira intervenção da Prefeitura Municipal de São Paulo no Carnaval, promovendo o primeiro desfile carnavalesco dos cordões existentes à época. Os cordões por longo tempo definiram a musicalidade da população operária paulistana, e neles é que se desenvolvia o samba paulistano.

Na década de 1930, começaram a surgir as primeiras Escolas de Samba, oriundas da Marcha-Rancho de Santana do Parnaíba, e dos desfiles das Grandes Sociedades na Avenida Paulista, e graças a influencia da Rádio Nacional que começara a transmitir os desfiles carnavalescos do Rio, nasce a E.S. Primeira de São Paulo . Os desfiles ainda eram organizados de forma mais artesanal, e como não havia ainda uma diferenciação em São Paulo, Cordões, Blocos e Escola de Samba desfilavam competindo pelo mesmo certame, o primeiro desfile de uma escola que se tem notícia foi em 1931 na Praça Patriarca no centro de São Paulo. Os desfiles já tinham caráter oficial desde 1935, eram financiados pela prefeitura de São Paulo, que oferecia local, arquibancadas, infraestrutura além de apoiar e oficializar campeonatos através da C.C.R.P, ou das Federações que ao longo dos anos comandavam as instituições carnavalescas daqui… logo então podemos dizer que o carnaval de São Paulo já era oficial desde então.

Porem graças a lacunas mal preenchidas, erros de administração, documentações perdidas infelizmente a oficialialização é feita pelo Prefeito José Vicente Faria Lima (carioca, nascido em Vila Isabel e apreciador de samba) em 1968, da Lei nº 7.100/67, destinada a regular a promoção do Carnaval pela Prefeitura Municipal de São Paulo, e regulamentada pelo Decreto nº 7.663/68. Essa lei, juntamente com a criação da Secretaria de Turismo e Fomento e as atividades por esta promovidas, encontrava-se num contexto de ampliação da atuação cultural da Municipalidade. Ainda como consequência desta política, foi idealizada no ano de 1968 e criada no ano de 1970 a Anhembi Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo S/A, (hoje chamada de SPTuris) sociedade de economia mista de capital aberto, que atualmente tem 77% de suas ações em propriedade da Prefeitura Municipal de São Paulo. A Anhembi teria, no futuro, papel de destaque nas transformações pelas quais passou o carnaval paulistano.

A edição da lei acima referida iniciou o fenômeno denominado “oficialização do Carnaval”. Embora aparentemente extremamente bem intencionada, a atuação da Prefeitura revelou-se desastrosa do ponto de vista cultural. Isso porque, embora o parágrafo único do artigo 1° da lei estipulasse vários investimentos públicos em infraestrutura para acomodar festejos em vários pontos da cidade, além de instituir verbas e premiações, na prática os recursos foram destinados unicamente a organizar o desfile das Escolas de Samba, decretando, pela falta de incentivo e recursos, o fim dos cordões e da ligação do Carnaval paulistano com suas raízes culturais.

Em 1977 o desfile foi transferido para a Avenida Tiradentes, onde eram construídas arquibancadas que comportavam (ainda que com pouca infraestrutura) trinta mil pessoas.

Em 1986, a organização das Escolas de Samba passou a ser feita nos moldes atuais, com a fundação da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo – LigaSP, que de certa forma, substituiu aUESP sem extingui-la, uma vez que a representação das agremiações tornou-se bipartite: as Escolas do Grupo Especial e do Grupo de Acesso (respectivamente a primeira e a segunda divisão) eram representadas pela LigaSP acima aludida; e as Escolas dos grupos inferiores, bem como os blocos pela UESP, que deixou de representar todas as Escolas como fazia desde a sua fundação. Em 1990, a Prefeita Luiza Erundina sancionou a Lei nº 10.831, que, de acordo com sua emenda “socializa o Carnaval da Cidade de São Paulo, revoga a Lei n° 7.100/67, e dá outras providências”. Esta lei acomete à Prefeitura, por meio do artigo 3°C/c artigo 2°, II, a responsabilidade de organizar o Carnaval, por meio da Anhembi S/A. A lei também reconhece e institucionaliza a representação das Escolas de Samba por meio de entidades associativas, que, desde 1986, funcionava da maneira acima descrita.

A lei n° 10.831/90 desencadeou a última mudança de endereço dos desfiles de Carnaval, que se deu em 1991, quando passaram a ser realizados no Polo Cultural Grande Otelo, uma grande passarela de mais de quinhentos metros construída na Avenida Olavo Fontoura, e popularmente conhecido por Sambódromo do Anhembi. Este local, de propriedade da Anhembi S/A, sedia os desfiles desde então, e nele ainda são realizados diversos eventos das mais variadas naturezas.

Temos, dessa forma, que a atuação administrativa da Prefeitura Municipal de São Paulo, por meio de leis e decretos, e de seu órgão de administração indireta, interagindo com fatores históricos, sociológicos e antropológicos, determinou a forma atual do Carnaval paulistano, inclusive determinando o abandono de suas raízes culturais e musicais.

A partir de 2006 passou a vigorar dois títulos no Carnaval paulistano. O primeiro e mais importante título é o do Grupo Especial das Escolas de Samba, o outro título, passou a ser disputado apenas pelas escolas ligadas a torcidas organizadas de clubes de futebol, casos da Mancha Verde (ligada ao Palmeiras) e Gaviões da Fiel (ligada ao Corinthians), nascia assim o Grupo Especial das Escolas de Samba Desportivas. A intenção em 2006 era realizar apenas esse Grupo de Escolas Desportivas quando houvesse duas ou mais agremiações ligadas a clubes disputando o Grupo Especial do Carnaval, mas em 2007, mesmo com a presença apenas da Mancha Verde no Grupo Especial, o título foi mantido, dando o bicampeonato a torcida do Palmeiras, que levara o primeiro título desse novo grupo em 2006. Em 2008 o Grupo Especial das Escolas de Samba Desportivas deixou de existir, fazendo com que Gaviões da Fiel e Mancha Verde voltassem a disputar com as outras escolas o título do Grupo Especial no carnaval de 2008.

E depois de vários anos, sem sair do papel o Carnaval de São Paulo ganhará com previsão de término em 2016, a Fábricas de Sonhos nos mesmos moldes da Cidade do Samba, no carnaval carioca. que reunirá os barracões das principais escolas de samba do carnaval.

O carnaval é muito importante, para todos os brasileiros e até para os turistas de outros países, o carnaval é a imaginação, sonho, amor e muita alegria para todos.

Vídeo que apresenta a história do carnaval no Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Bahia.

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