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Parque Nacional das Emas

O Parque Nacional das Emas é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada na região sudoeste do estado de Goiás. O parque abrange uma área de 132 000 ha, distribuídos pelos municípios de Mineiros, Chapadão do Céu, e parte de Costa Rica (Mato Grosso do Sul).

Criado através do Decreto No 49.874, emitido em 11 de janeiro de 1961 pelo então Presidente da República, Juscelino Kubitschek, teve seus limites revistos posteriormente pelo Decreto 70.375, de 6 de abril de 1972. O parque preserva as diversas nascentes dos rios Jacuba e Formoso, afluentes do rio Paranaíba, da bacia do rio Paraná.

O acesso ao parque pode ser feito por Serranópolis, por Chapadão do Céu, ou por Mineiros. É administrado atualmente pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Importância do parque:

Preservar amostras representativas dos ecossistemas do Cerrado, em especial do campo limpo hiperestacional, área única conhecida desta fitofisionomia para o Cerrado.
Proteger as áreas da chapada do parque, como ponto mais setentrional das áreas de recarga do aqüífero Guarani.
Assegurar a qualificação do parque como área-núcleo da Reserva da Biosfera do Pantanal e como Patrimônio Natural da Humanidade.

Abrigar e assegurar o habitat de grandes mamíferos, em especial:

onça-parda (Puma concolor)
onça-pintada (Panthera onca)
cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus)
tamanduá-bandeira (Myrmecophaga trydactyla)
lobo-guará (Chrysocyon brachyurus)
cachorro-vinagre (Speothos venaticus)

Assegurar a manutenção de populações viáveis das espécies ameaçadas de extinção, a saber:
Da fauna:

codorna-mineira (Nothura minor)
inhambu-carapé (Taoniscus nanu)
papagaio-galego (Amazona xanthops)
bacurau-rabo-branco (Caprimulgus candicans)
tapaculo-de-colarinho (Melanopareia torquata)
chorozinho-de-bico-comprido (Herpsilochmus longirostris)
andarilho (Geobates poecilopterus)
limpa-folha-do-brejo (Philydor dimidiatus)
fura-barreira (Hylocryptus rectirostris)
maria-corruíra (Euscarthmus rufomarginatus)
soldadinho (Antilophia galeata)
gralha-do-cerrado (Cyanocorax cristatellus)
gralha-do-cerrado (Cyanocorax cristatellus)
pula-pula-de-sobrancelha (Basileuterus leugophrys)
bandoleta (Cypsnagra hirundinacea)
cigarra-do-campo (Neothraupis fasciata)
batuqueiro (Saltator atricollis)
Porphyrospiza caerulescens
mineirinho (Charitospiza eucosma) e
capacetinho-do-oco-do-pau (Poospiza cinerea)
da flora:
coquinho-do-campo (Acrocomia hassleri)

Assegurar a manutenção de populações viáveis das espécies raras, a saber:
De aves:

bacurau-de-rabo-branco (Caprimulgus candicans)

de serpentes:

mussurana (Rhachidelus brazili)
bicuda (Lystrophis nattereri)
cobra-cega (Leptotyphlops koppesi)
cobra-cipó (Philodryas livida)
cobra-d’água (Liophis maryellenae)

de flora:

araticum (Annona coriacea)
murici-pequeno (Byrsonima coccolobifolia)
Camarea affinis
fel-de-gentil (Cayaponia espelina)
algodão-do-campo (Cochlospermum regium)
Combretum hilarianum
araticunzinho (Duguetia furfuracea)
Galactia decumbens
paratudo (Gomphrena macrocephala)
Hyptis eriophylla
rosa-de-caboclo (Langsdorffia hypogea)
folha-de-serra (Ouratea spectabilis) e
bolsa-de-pastor (Zeyheria montana)

Assegurar a manutenção de populações viáveis das espécies em perigo da flora, a saber:

cajuzinho-do-cerrado (Anacardium humile)
Barjonia erecta
Deianira nervosa
caqui-do-cerrado (Diospyros hispida)
Eriope crassipes
Froelichia procera
jenipapo (Genipa americana)
Heteropteris campestris
anileiro (Indigofera gracilis)
Ipomoea virgata
Irlbachia speciosa
Pradosia brevipes e
pimenta-de-macaco (Xylopia aromatica)

Assegurar a manutenção de populações viáveis das espécies vulneráveis da flora, a saber:

decatuaba (Anemopaegma arvense)
araticum (Annona warmingiana = A. pygmaea)
pequi (Caryocar brasiliense)
Croton cinctus
araticunzinho (Duguetia gabriuscula)
Eremanthus sphaerocephalus
azulzinha (Evolvulus cressoides)
Evolvulus fuscus
Hoehnephyton trixoides
Hortia brasiliana
Ipomoea argentea
Ipomoea campestris
Ipomoea procurrens
Jacquemontia sphaereocephala e
carne-de-vaca (Roupala montana)

Assegurar a manutenção de populações viáveis das novas espécies encontradas no PNE, a saber:
de serpentes:

cobra-cega (Liotyphlops aff. Ternetzi)
falsa coral (Apostolepis aff. Lineata)
de lagartos:
Cnemidophorus aff. parecis
Cnemidophorus aff. ocellifer
cobra-de-vidro (Ophiodes sp) e
calango (Tropidurus sp)

de peixes:

lambari (Astyanax scabripinnis cf. paranae), Astyanax sp 1, Astyanax sp 2, Astyanax sp 3
lambari (Hasemania sp.)
piaba (Hyphessobrycon sp. 1), Hyphessobrycon sp. 2
canivete (Characidium aff. zebra), Characidium sp. 1, Characidium sp. 2
piau (Leporinus cf. paranensis)
timboré (Leporinus marcgravii)
Cyphocharax sp.
traíra (Hoplias aff. Malabaricus)
bagrezinho (Tatia intermedia)
baginho (Cetopsorhamdia sp)
Rhamdia sp
Hisonotus sp
barrigudinho (Phalloceros sp//)
talhoto (Rivulus pictus)
pirambóia (Synbranchus sp. 1) e Synbranchus sp.2

Assegurar que o PNE contribua como centro de reprodução e dispersão de animais silvestres e como fonte de repovoamento da região;

Contribuir, estimular e promover a utilização dos princípios e práticas de conservação da natureza no processo de desenvolvimento da zona de amortecimento do PNE;

Proteger paisagens naturais e pouco alteradas de notável beleza cênica no interior do PNE, em especial as Chapadas e Furnas do rio Jacuba e as diversas fitofisionomias do Cerrado existentes no interior do PNE;

Proteger as nascentes dos rios Jacuba e Formoso, afluentes do rio Corrente, da bacia do rio Paraná;

Proporcionar meios e incentivos para atividades de pesquisa científica, estudos e monitoramento ambiental, em especial: da prevenção de incêndios florestais, de estudos de ecologia da biodiversidade encontrada no PNE, do monitoramento das espécies invasoras, e estudos de biologia do campo limpo hiperestacional de Cerrado;

Assegurar a integridade e a riqueza do bioma Cerrado preservado pelo PNE;

Propiciar meios para o monitoramento do fogo, das espécies exóticas e invasoras, do uso de agrotóxicos no entorno no PNE, da qualidade da água das nascentes e das zonas de recarga que fluem para o PNE de forma que o PNE possa se tornar uma referência para outras áreas de Cerrado.

Favorecer e promover a educação e interpretação ambiental, a recreação em contato com a natureza;

Assegurar que a única área protegida de Cerrado onde ocorre o fenômeno de bioluminescência seja preservada;

Propiciar a integração do PNE com outras UCs contíguas e próximas ao Parque de modo a favorecer a gestão em mosaico, tornando o PNE sua área núcleo;

Contribuir com a conectividade entre remanescentes florestais da região de forma a favorecer o trânsito e a troca genética dos corredores ecológicos das três bacias do Paraná, Araguaia e Pantanal.

Métodos

O desenvolvimento do Parque obedeceu à metodologia contida no roteiro metodológico do IBAMA “Parques Nacionais, Reservas Biológicas e Estações Ecológicas” (IBAMA, 2006), contendo informações coletadas e organizadas nos levantamentos realizados no parque e sua área de influência, com subsídios de informações colhidas junto à comunidade em várias etapas do planejamento. Foram, também, elaborados mapas temáticos, a partir da interpretação de cartas topográficas do IBGE e do DSG e informações coletadas “in crazy ” por GPS.

Sítio oficial Parque Nacional das Emas

Endereço: Rodovia GO 206, s/n – Chapadão do Céu, Mineiros – GO, 75828-000
Telefone: (64) 3929-6000

Projeto: LIVRO “PARQUE DAS EMAS, NO CORAÇÃO DO CERRADO”

Livro “Parque das Emas, no coração do cerrado”

O livro terá distribuição gratuita, garantindo assim a democratização de acesso a todas as classes sócio-econômicas. Será distribuído em escolas públicas de ensino médio e em bibliotecas públicas, além dos Centros de Atendimento ao Turista (CAT) dos municípios da zona de influência do Parque (Mineiros, Chapadão do Céu, Serranópolis, em Goiás e Chapadão do Sul e Costa Rica, em Mato Grosso do Sul).

OBJETIVO

Publicar um livro de fotografias e textos sobre o Parque Nacional das Emas,a maior unidade de conservação do bioma cerrado do mundo, propondo a discussão da relação que a comunidade produtora do agronegócio vizinha tem com o parque e as consequencias para o meio ambiente desse relacionamento, não só para o Parque como também para toda a política de preservação ambiental em curso no país.
O livro terá o formato 21×28 cm com cerca de 170 páginas em papel couchê e totalmente a cores. Será ilustrado com mais de 100 (cem) fotografias (a cores e em preto e branco) da paisagem, dos campos, do cerrado, das águas, dos bichos e dos homens da comunidade vizinha ao Parque. Terá textos de apoio, com a introdução de cada capítulo fotográfico das fisionomias do parque e da ocupação antrópica das terras vizinhas, apresentando suas características de forma descritiva e literária.
Graficamente o livro terá orientação vertical, com parte das fotografias sendo apresentadas em páginas duplas, para que a obra garanta sua característica artística ao mesmo tempo em que facilite e atraia a atenção do leitor para seus textos.

JUSTIFICATIVA

Depois de mais de 30 anos de conhecimento e visitas fotográficas frequentes ao Parque Nacional Emas e às comunidades do seu entorno, decidi publicar esse livro e compartilhar a maravilhosa experiência de fotografar sua paisagem, seus viventes e os homens e mulheres que o cercam, para deixar registrada a beleza cênica de sua natureza e a realidade produtiva das comunidades em sua vizinhança. O sentido da publicação é que a obra tenha o viés prático de despertar nas novas gerações a importância da preservação do bioma cerrado e alertar para os impactos da relação da produção moderna com a natureza.

SINOPSE DA OBRA

“Parque das Emas, no coração do Cerrado”, descreve em fotografias e textos a maior unidade de conservação do cerrado no mundo, bioma que é o segundo em extensão do Brasil. Com sua terra primitiva, sua fitofisionomia preservada e seus campos sem fim em estado natural há milhões de anos, o Parque vive hoje seu maior desafio desde sua criação em 1961, que é o de sobreviver à expansão frenética da ciranda produtiva do agronegócio no seu entorno. A proposta do livro é mostrar sua paisagem, seus viventes e o trabalho do homem em seus limites, descrevendo imagética e literariamente esse desafio e impactos para o ambiente e para o desenvolvimento econômico.
São mais de cem fotografias produzidas com olhar artístico e rigor técnico, grande parte ampliada em páginas duplas, que revelam a beleza cênica de sua natureza única e encantadora, além da atividade humana em seu entorno.
O livro está dividido em quatro partes, todas ilustradas com fotografias e apoiadas em bibliografia de caráter científico, acadêmico e da literatura regional brasileira. São fotografias da paisagem, da fauna, da flora, dos rios e dos elementos humanos que compõe a natureza e o território do Parque:

Parte I – Introdução Nota do Autor, Apresentação Prefácio
Sumário
Parte II – o Meio A Paisagem
Os Campos
O Cerrado
As Águas Os Bichos
Parte III – o Homem
A Ocupação Humana do Entorno Entrevistas
A Terra
Parte IV – Encerramento Considerações finais
Índice das fotografias
O Autor
Bibliografia
Agradecimentos

DETALHAMENTO DOS CAPÍTULOS

Parte I – Introdução – Nota do Autor

O autor descreve sua relação com o Parque das Emas, em análise temporal e espacial, narrando desde o primeiro contato, suas experiências renovadas em cada viagem ao interior da reserva, histórias pessoais, o testemunho das transformações ocorridas no entorno a partir dos anos 80 do século XX, o frágil equilíbrio entre homens e natureza nas comunidades vizinhas, o questionamento da real utilidade da existência do parque e sua motivação em produzir o livro;

– Apresentação

Dois textos de apresentação feitos pelo patrocinador e por renomado fotógrafo brasileiro;

– Prefácio

Texto feito por escritor da Academia Goiana de Letras e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás;

– Sumário

Índice dos capítulos

Parte II – o Meio – A Paisagem

Análise da conceituação teórica da paisagem enquanto elemento geográfico e sócio- cultural, descrição das diversas fisionomias paisagísticas no Parque, o clima, sua formação, sua evolução geomorfológica e geológica e seu sentido como código presente e testemunho do passado, resultado de interações dinâmicas naturais;

– Os Campos

Breve histórico dos campos desde o Brasil colonial, seu uso como referência geográfica para os bandeirantes, viajantes e colonizadores, sua similaridade com a savana africana, a descrição de sua composição fitológica, do seu uso intensivo pela agricultura na vizinhança e, em conseqüência, da sua importância dentro do território do Parque, onde ocupam quase 70% de sua área;

– O Cerrado

Descrição do bioma cerrado no Brasil, sua importância para o ambiente, suas fisionomias, sua flora rica em recursos medicinais e alimentares, sua fauna única e diversificada, suas características específicas dentro e no entorno do Parque e sua influência nas culturas, trabalho, cotidiano e devoções nas representações do homem no bioma;

– As Águas

Contextualização da rede hidrográfica do Parque no planalto central brasileiro, considerado a cumeeira do país, seus principais rios, o trajeto e a importância de suas águas para a alimentação das bacias hidrográficas do Araguaia, Alto Paraguai e Paraná, a conformidade e harmonia de suas águas e dos meandros dos seus rios com a fisionomia geral do Parque e os aspectos paisagísticos das suas margens;

– Os Bichos

Exposição sobre os principais habitantes do Parque, que, com uma fauna exuberante e de fácil observação, abriga grande parte das 190 espécies de mamíferos, mais de 350 espécies de aves do cerrado, mais de 50 espécies de serpentes, cerca de 28 espécies de lagartos e 27 espécies de anfíbios, além de 20 espécies de peixes, narrando costumes, hábitos e comportamentos dessas espécies, que fizeram com que
o Parque se tornasse um centro de reprodução e dispersão dos animais silvestres e uma fonte de repovoamento de toda a região.

Parte III – o Homem

– A Ocupação Humana do Entorno

Narração sobre a identidade da população local e sua relação com a existência do Parque, o imaginário popular e sua interação entre a economia política e a natureza, contrastes entre a tipologia dos antigos moradores e a imigração sulista do final do século XX, a criação de novos aglomerados urbanos com a expansão da agricultura de exportação e a retração da pecuária tradicional e a mudança de hábitos seculares a partir da modernização, além de informações econômicas, estatísticas e geográficas dos municípios limítrofes;

– Entrevistas

Entrevistas com moradores representativos das comunidades vizinhas, buscando explorar a sua visão em relação ao Parque, suas histórias de vida, casos, experiências pessoais e sentimentos que o contato diário próximo com uma unidade de conservação de grande influência ambiental e renome internacional despertam em cada um;

– A Terra

Apresentação das características da terra na região onde se localiza o Parque, enquanto composição e morfologia do solo natural e do terreno usado para cultivo, sua exploração comercial, o atrativo que essas características oferecem ao agronegócio, a transformação do Parque em uma ilha de biodiversidade em meio à matriz agropecuária, a importância regional da terra no seu entorno para o crescimento das cidades e populações vizinhas e para o incremento de índices como o PIB (Produto Interno Bruto) e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e as ameaças que este mesmo desenvolvimento oferecem ao modelo de parques nacionais.

Parte IV – Encerramento

– Considerações finais

Descrição da relação direta da fotografia com o processo de elaboração do livro na vida do autor, suas dificuldades e recompensas ao longo dos anos de pesquisas e trabalhos fotográficos dentro do Parque, citações pessoais à família e aos personagens que foram parte importante na realização do projeto, declaração de propósitos e do sentido de respeitar, valorizar e divulgar a natureza única do cerrado e seus viventes;

– Índice das fotografias

Índice das fotografias do livro, com miniaturas, página de localização, título, nome popular e nome científico (quando for o caso) do objeto fotografado;

– O Autor

Breve biografia do autor;

– Bibliografia

Listagem de todas as fontes de consulta utilizadas no texto e citadas na elaboração do livro, de acordo com normas da ABNT;

– Agradecimentos

Relação de pessoas que, direta ou indiretamente, colaboraram para a elaboração do livro, com respectivos agradecimentos.

Ficha Técnica

AUTORIA (TEXTO E FOTOGRAFIAS):

ANDRÉ LUIZ MONTEIRO DA SILVA
André Monteiro (nome artístico de André Luiz Monteiro da Silva) é fotógrafo, graduado em Engenharia Cartográfica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, pós-graduado em Sensoriamento Remoto por Imagens pela Universidade Federal de Goiás e tem formação em Professional Photography pelo NYIP (New York Institute of Photography).
É membro da AFNATURA (Associação de Fotógrafos de Natureza do Brasil)
Autor do livro “Memórias: Boiadeiros do Cerrado”, publicado pelo Instituto Casa Brasil de Cultura, de Goiás, em 2010.
Colaborou, a pedido do autor, com as fotografias do livro “Uma pausa para a Coluna passar”, de Martiniano J. Silva, escritor, membro da Academia Goiana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, publicado pela editora Kelps, de Goiás, em 2012.
Participou das seguintes mostras e exposições fotográficas:
2014 – Exposição “Parque das Emas em preto e branco”, SESC Centro, Goiânia, GO, Ipê

Shopping, Mineiros, GO e Câmara de Vereadores, Chapadão do Céu, GO
2013 – Salão Internacional de Fotografia, FIAP (Federation Internationale de l’Art Photographique), Çakovec, Croácia
2013 – Salão Nacional de Fotografia, Museu da Imagem e do som, Araraquara, SP 2012 – Mostra SESC/DF “Centro-Oeste: O homem, a cultura e o meio”, Museu da República, Brasília, DF
2011 – Exposição “Goyaz”, Mostra Internacional FotoRio, Rio de Janeiro, RJ
2011 – Exposição “Cerrado”, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, GO 2010 – Exposição “Olhares sobre Goiás – Caminhos”, Secretaria da Fazenda de Goiás, Goiânia, GO

———————————————————————————————— DIAGRAMAÇÃO: ANDRÉ LUIZ MONTEIRO DA SILVA (ACIMA) ————————————————————————————————– CONSULTORIA FOTOGRÁFICA: WEIMER CARVALHO
CURRICULUM VITAE
Weimer de Carvalho Franco, 40 anos, natural de Jataí-GO. Graduação em Geografia pela UFG.
Editor de fotografia do Jornal O Popular.
Fotojornalista desde 1991, com trabalhos publicados em diversos jornais e revistas nacionais e internacionais, entre eles: Jornais – Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, O Globo, Correio Braziliense, El Pais, The Guardian Revistas – Veja, Época, Isto É, Placar, Contigo, Manchete, Claudia entre outros.
TRABALHOS PREMIADOS
1995
* III Prêmio Beg Natureza – Categoria: Fotografia – 1o lugar
1996
* IV Prêmio Beg Natureza – Categoria: Fotografia – 1o lugar
* Prêmio Mobilizando a Sociedade e Promovendo a Saúde no Trânsito – Categoria: Fotojornalismo – 1o Lugar
* Internacional AGFAnet Photo Award – Categoria: Close-Ups 2006
* Finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, no ano de 2006, na categoria de Fotojornalismo.
2007
* 3o Prêmio New Holland de Fotojornalismo – Menção honrosa – categoria fotojornalismo agrícola
2008
* Prêmio Especial no 2o Concurso Avistar Itaú BBA de Fotografia – Aves Brasileiras
* Prêmio Sistema Fieg de Comunicação – 1o lugar fotojornalismo -Trabalhadores da construção civil
* Menção honrosa 4o Prêmio New Holland de Fotojornalismo
* Prêmio Leica – Foto: Cidade de Goiás – Finalista
2009
* Prêmio Faeg de Jornalismo – Foto: ” A arte do deslocamento de boiadas” – 2o lugar fotografia
* Concurso Fotográfico Cidade de Santa Maria – Foto: “Vendo o desfile passar” – 2o lugar categoria PB
* Prêmio Sistema Fieg de Comunicação – Foto: “Silicose, mal silencioso em Pirenópolis” – 2o lugar fotografia
* Concurso Fotográfico do Sistema CNA – Weimer Carvalho – Foto: “Cabeça de repolho” * Selecionado no 08o Salão Nacional de Arte de Jataí-GO – Museu de Arte Contemporânea
2010
* Prêmio Top Etanol – Foto: “Sustentabilidade no Velho Chico” – Menção honrosa de fotojornalismo
* Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos – Foto: Série “De frente pro crime” – Menção Honrosa categoria Fotojornalismo
* Prêmio Sistema Fieg de Comunicação – Foto: “O desafio é equilibrar as contas” – 2o lugar fotografia
2011
* Prêmio Leica – Foto: “O melhor amigo” – Menção Honrosa
* Juri do Prêmio Esso de Jornalismo – Fotojornalismo
2012
* Finalista do Prêmio Esso de Jornalismo 2012
* Participação no Livro “O Melhor do Fotojornalismo 2012”.
* Premiado pela Revista Photo “Le Plus Grand Concours Photo Du Monde”, categoria – Paisagem
2013
* 2o Lugar no Prêmio OAB de Jornalismo – O Altar da Morte
* Juri do Prêmio Esso de Jornalimso – Fotojornalismo
* Participação no Livro “O Melhor do Fotojornalismo 2013.
2014
* 2o Lugar na categoria Fotojornalismo do Prêmio de Jornalismo 75 anos do Popular * 1o Lugar no Prêmio Fieg de Jornalismo –
* Juri do Prêmio Esso de Jornalismo 2014
* Curador da exposição fotográfica “Parque das Emas em Preto & Branco” por André Monteiro – 25 de julho a 31 de agosto no Sesc Centro, em Goiânia

EXPOSIÇÕES

* Exposição fotográfica
Tema: Compondo Espaços
Local: Museu de Arte Contemporânea de Jataí
Data: 03 a 30 de setembro de 1996
* Exposição fotográfica
Tema: Compondo Espaços
Local: Galeria Frei Confaloni – Goiânia- GO
Data: 16 a 31 de outubro de 1996
* Exposição fotográfica
Tema: Compondo Espaços
Local: Universidade Federal de Viçosa – MG
Data: 12a 30 de junho de 1997
* Mostra Fotográfica Consigo a Melhor Imagem
Trabalho finalista no 1o Concurso Nacional de Fotografia Consigo Local: Salão de Exposições Consigo – São Paulo-SP
Data: entre os dias 20/08/2008 e 13/09/2008.
* Exposição Coletiva – A Flor na Paisagem.
Trabalhos do 14o Concurso Itaú BBA de Fotografias.
Museu da Casa Brasileira – São Paulo .
De 9 de maio até 21 de junho de 2009.
* Exposição do 8o Salão Nacional de Arte de Jataí-GO.
De 26 de maio até 28 de agosto de 2009.
* Exposição “Duas visões” – Museu de Jataí
* Grupo ALUGA-SE “até meio Kg” em exposição no Museu de Arte Contemporânea de Jataí.
De 1o de setembro a 1 de outubro de 2011
* Exposição Coletiva dos Fotógrafos do Centro-Oeste – Brasília 2012, durante o mês da fotografia.
* Exposição fotográfica – Atacama 2013 Museu de Arte de Jataí
 Exposição Coletiva dos Fotógrafos do Centro-Oeste – Brasília 2014, durante o mês da fotografia.
* Exposição fotográfica – “Operantar XXIX” – Dezembro de 2014 Universidade de Brasília – UNB
Comemoração do Dia da Antártica
*Exposição Fotográfica “Fato Popular Olhar Incomum” – Galeria Potrich – Dezembro de 2014

REVISÃO ORTOGRÁFICA: ZECA MARTINS

Desde outubro de 2008. Editora Livronovo Ltda. Sócio-diretor. Responsável por todo o planejamento, produção editorial e desenvolvimento de novos produtos. Um deles é um sistema de apoio à autopublicação, baseado em impressão digital on demand, com controle 100% online de todas as etapas: produção editorial, impressão e distribuição por e- commerce. Tornou-se um sucesso comprovado de vendas em poucas semanas. Além disso, domino conhecimento para expressiva redução de custos financeiros de impressão, distribuição e logísticos, tanto para a formação quanto para a manutenção ou ampliação de acervo.
2007 a 2008. Editora Baraúna SE Ltda. Sócio-diretor. Responsável por todo o planejamento, produção editorial e desenvolvimento de novos produtos. Um deles é um sistema de apoio à autopublicação ,baseado em impressão digital on demand, com controle 100% online de todas as etapas: produção editorial, impressão e distribuição por e- commerce. Conhecimento para expressiva redução de custos financeiros, tanto para a formação quanto para a manutenção ou ampliação de acervo literário.
2007. PH2 Publicidade, Propaganda e Promoções. Diretor de planejamento estratégico & desenvolvimento de negócios. Responsável pelo direcionamento das prospecções,
potencialização de negócios com os atuais clientes, e condução da participação da agência em licitações públicas, pela elaboração das respectivas estratégias e criação das campanhas concorrentes.
2005 a 2007. Editora Atlas S/A. Prestador de serviços em regime de freelance ao setor de marketing, em lançamentos editoriais, publicidade e eventos do setor.
Desde 1998. Profissional independente em comunicação.

Clientes:

Fundação de Rotarianos de São Paulo;
Import Express, Tecnomania, Cleusa Presentes, Lojas Camicado, Universidade e Colégio Presbiteriano Mackenzie, Sol Inn Hotéis (grupo Sol Meliá), Grupo Siciliano, Mary Kay do Brasil, entre outros.
Ao longo de 1998, supervisão de criação e planejamento de projetos especiais de marketing direto para clientes como Honda Automóveis, Mercedes-Benz Caminhões, Pirelli e Nestlé.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO

LIVRO
FORMATO : 21 X 28 CM
PÁGINAS : 170
IMPRESSÃO A CORES
PAPEL COUCHÊ 170G
CAPA DURA COM SOBRECAPA EM PAPEL LAMINADO

Boneco Amostra

Livro Parque das Emas (detalhamento)
Planilha de Custos

MINISTÉRIO DA CULTURA
PRONAC: 151122

Custo do projeto Aprovado R$ 87.417,00

Mapa

Dia Nacional do Café

o Brasil, o Dia do Café relembra o início das grandes plantações cafeeiras no país, responsáveis por representar um importante período histórico para o desenvolvimento da economia e sociedade brasileira.

De acordo com dados da ABIC, aproximadamente 9 em cada 10 brasileiros com mais de 15 anos consomem café. Seja ele carioca, cappuchino, expresso ou americano… O café é sem dúvidas um “queridinho” no país.

Curiosidades sobre o café

* Quando consumido com moderação, o café pode ser um importante aliado para aumentar os níveis de concentração;
* O café é a segunda bebida mais consumida no mundo (em primeiro lugar está a água);
* A cafeína (nas doses certas) ajuda a evitar a depressão e o mau humor;
* A borra de café pode ser usada como adubo para plantas;
* Acredita-se que o café surgiu por volta do século IX, na Etiópia.

Dia Internacional do Café

A nível internacional, o Dia Internacional do Café é celebrado em 14 de abril em todo o mundo.

Historia do café

O café no Vale do Paraíba

O café no Oeste Paulista

Eventos

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