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Seu planejamento de eventos pode estar errado???

Sua checklist está muito vaga

A atenção aos detalhes pode significar a diferença entre convenção que é apenas “ok” e um evento incrível na sua empresa. Por exemplo, a única maneira de garantir que sua checklist contenha crachás com nomes impressos, etiquetas em branco para participantes de última hora e canetas para escrever os nomes é escrevendo esses detalhes na checklist. Se houver um item apenas com “Crachás”, isso vai lembrar você que você precisa delas, mas incluir mais detalhes vai garantir que o trabalho será bem feito:

Checklist com itens vagos

● Crachás
● Itens entregues aos participantes

Checklist com itens detalhados

● Crachás com nomes impressos
● Cordões ou pins
● Etiquetas em branco
● Canetas
● Programação da convenção
● Mapa do local
● Login e senha para acessar o WiFi
● Mesa ou cadeira individual do participante
● Informações turísticas locais
● Pesquisas ou questionários

Lembre-se: quanto mais abrangente for sua checklist, mais provável será que você preste atenção a todos esses detalhes. Uma lista detalhada também permite que você facilmente atribua tarefas para outras pessoas sem se preocupar se elas entenderão o que precisa ser feito.

Sua checklist está desatualizada

Convenção tecnológica

A checklist faz referência a uma filmadora ou a uma máquina de fax? Se o fizer, talvez seja a hora de uma revisão. Você pode pensar que não é grande coisa ter itens desatualizados na checklist, afinal você pode apenas atualizar esses itens em sua cabeça, certo? Errado. Mudanças na tecnologia muitas vezes significam sistemas completamente novos. Agora você pode não ter que se preocupar em conectar um cabo para acessar um site ou arquivo. Na verdade, você pode até não ter acesso a uma tomada, mas terá de usar o WiFi. Seu checklist traz a necessidade de descobrir como acessar o WiFi do local do evento? Você não quer descobrir que a resposta para essa pergunta é “não” apenas quando souber que precisa do WiFi para acessar a sua apresentação.

Redes sociais

Uma checklist desatualizada pode não incluir tarefas relacionadas à tecnologia mais recente para melhorar o envolvimento dos participantes, como as redes sociais. Certifique-se de incluir as redes sociais na checklist com as seguintes subtarefas:
Crie uma página do Facebook para a convenção e uma hashtag do Twitter para que os participantes interajam uns com os outros.
Compartilhe fotos como teasers nas semanas que antecederam o evento (use a hashtag!).
Use as principais redes sociais para postar informações e encorajar posts dos participantes.
Envie um lembrete após o evento para que os participantes compartilhem suas fotos. Inclua um link para qualquer feed da convenção que já tenha imagens.

Informações de contato

A tecnologia não é o único item da checklist que pode ficar desatualizado. As informações de contato de empresas de transporte podem ter mudado e você não vai descobrir até o momento em que houver um grupo perdido no aeroporto. Se você tiver esses detalhes atualizados em seu checklist, você não perderá tempo nem ficará estressado(a) ao chamar um carro para um dos palestrantes.

Faltam seções em sua checklist

Você pode ter a checklist mais atualizada e bem planejada para sua convenção, mas se faltarem informações cruciais, o mesmo acontecerá com seu evento. Sua checklist inclui uma seção para ações off-site e para aprendizagem experiencial? E quanto a todos os detalhes relativos ao tema da convenção? À medida que você continuar desenvolvendo e aprimorando seus eventos corporativos, adicione novas seções de acordo com essas mudanças.
Uma boa checklist para planejar suas convenções pode ajudar na execução do evento. Quando você tem em mãos uma checklist com todas as seções relevantes e detalhes atualizados, é fácil modificá-la para o seu próximo evento. Ela servirá para lembrar de atividades que você pode ter esquecido desde a sua última convenção. Por exemplo, se você tiver começado a incluir módulos de treinamento em todos os eventos da empresa, inclua uma seção para essa atividade. Assim, você estará mais preparado para fazer novamente esse planejamento na próxima convenção.

Qual o Formato Ideal de Eventos Corporativos???

Cursos e workshops

São eventos criados para estimular principalmente o aumento do ticket médio dos clientes e a redução do ciclo de compra. Oferecer cursos ou workshops gratuitos a um grupo seleto de pessoas pode ser uma importante ferramenta para transmitir conteúdo relevante e estabelecer contato próximo com os participantes. Esse formato de evento é ideal para quando você possui um produto de alto valor agregado ao cliente e de longa curva de aprendizagem.

Grande evento anual

essa é a modalidade de evento mais versátil de todas! Através deste formato é possível cumprir qualquer um dos objetivos. Entretanto, é o mais trabalhoso e que exige maiores investimentos iniciais. Realizando grandes eventos anuais, você tem uma boa possibilidade de, no futuro, transformar a produção de eventos em uma parte auto-sustentável de sua empresa através da venda de inscrições e patrocínios.

Evento com streaming

Através de eventos com streaming você consegue aumentar bastante o alcance da sua realização sem grandes investimentos em infraestrutura. Eles propiciam aquisição de leads, reduzem o ciclo de vendas e também aumentam a retenção, mas em taxas inferiores se comparados à quem se encontra presencialmente no evento. Esse formato é ideal para grandes eventos que esgotam seus ingressos. Transmitir um evento online pode escalar os resultados com baixo custo e o conteúdo exposto poderá se fragmentar em vários vídeos para você utilizar como preferir no pós evento.


Encontros frequentes

Existem negócios que dependem ou se beneficiam muito com a criação de comunidades em que o contato constante entre os participantes e a empresa acaba por favorecer a todos. Também conhecidos como meetups, geralmente são eventos menores e que atendem públicos mais específicos. Por depender de pequena infraestrutura, trata-se de um evento mais simples de se produzir e que, por servir como um termômetro constante de seu público alvo, pode trazer grandes resultados de retenção e de insights. Esse formato possui grande limitação pois dificilmente possuirá atrativos suficientes para pessoas de outras cidades se deslocarem para participar – tendência de limitar sua estratégia geograficamente.

Produção de Eventos. Documentário nos bastidores de um evento corporativo.

Com o aquecimento da economia no Brasil, a área de produção de eventos se tornou um nova oportunidade de negócios e um foco de forte geração de empregos. Neste video, preparamos um documentário nos bastidores de um grande evento, com alguns profissionais que trabalharam na organização da OMETZ CONFERENCE. Um evento corporativo para mais de 2000 executivos e franqueados que contou com mais de 400 pessoas em sua organização.

UM EXCELENTE-PÉSSIMO NEGÓCIO CHAMADO GASTRONOMIA

Mas e os cozinheiros? A gastronomia hoje reproduz um estranho cenário onde a profissão ganhou mais importância que o profissional! Por isso se faz necessário uma análise fria do nosso mercado. Tentando deixar de lado as paixões, frases bonitas e lugares comuns, qual é a realidade da gastronomia hoje?

O salário médio de um cozinheiro é de R$ 1.259,00 (Dados: Guia de Profissões e Salários da Catho/2015). Os melhores salários ainda estão no eixo Rio de Janeiro – São Paulo, mas há oportunidade em todo o País, especialmente com a recente valorização das cozinhas regionais (gaúcha, amazônica e nordestina, por exemplo) e a exploração de novos ingredientes. A carreira de cozinheiro ainda não é regulamentada no Brasil.

Existem mais de 130 universidades autorizadas pelo MEC a oferecer o curso de Gastronomia, tanto em grau de bacharelado como de tecnólogo. A maioria é de instituições privadas. Esse dado seria incrível se não levássemos em consideração um importante fato; As instituições de ensino, em sua grande parte, estão em completa dissonância com as necessidades do mercado de trabalho.

Em uma das grandes faculdades de gastronomia do país, a Anhembi Morumbi, os próprios alunos que se encarregavam da limpeza dos fogões e equipamentos utilizados nas aulas. (não sei se o sistema ainda permanece na Instituição). De 60% a 70% da carga horária é voltada para a parte prática – a grade teórica inclui microbiologia, dietas alternativas e gestão de pessoas, entre outras. Além de os alunos zelarem por seus pertences pessoais, há uma escala semanal que define quem verifica se todos lavaram suas panelas, se os materiais foram guardados e se o lixo foi retirado. Em 1999, a primeira turma da Anhembi Morumbi revoltou-se com essas obrigações. Fez abaixo-assinado reivindicando autorização para levar para a classe suas empregadas domésticas. O pedido estapafúrdio, evidentemente, foi ignorado.

Este fato (absurdo) só corrobora com alguns dados evidenciados pelo MEC há alguns anos. De acordo com o Ministério da Educação há pouco mais de 5 anos, 200 alunos no Rio concluíram a graduação em gastronomia. O número corresponde a apenas 20% dos estudantes matriculados. Hoje a educação superior de gastronomia no Brasil, ainda não forma profissionais para o mercado de trabalho. A evasão de 80% é uma reação à intensa rotina de trabalho nas cozinhas. E você sabe quanto custa em média uma mensalidade nas faculdades de gastronomia no país? R$1.300. Uma média de 40 reais mais caro que a média salarial da profissão.

Vamos a alguns pontos importantes à se considerar. Para aqueles que permanecem até o final do curso (tendo conseguido pagar as mensalidades), ainda precisam passar por um processo importante; O estágio. Considerado por muitos a porta de entrada para o mercado de trabalho, o estágio deve cumprir a dupla função de iniciação profissional e a possibilidade de capacitação barata para o futuro cozinheiro (caso a empresa acabe por contratar o estudante). Agora, você sabe quanto é a média de salário para um estagiário de Engenharia de Produção? R$1.436,72 (é um dos mais bem pagos do mercado). E a média de um estagiário em uma empresa de Marketing? R$ 1.030,29. Mas eu não queria dar exemplos de mercados de trabalho tão distantes da gastronomia. Então, quanto você acha que um estagiário da área de nutrição ganha, em média? R$ 635,29 E um estagiário em turismo? R$ 677,80.

E como é na gastronomia? Na sua grande maioria esmagadora, o estágio em cozinhas NÃO É REMUNERADO!!! O restaurante de cozinha contemporânea D.O.M., objeto de desejo da maioria dos estudantes, não paga nada. Segundo o chef Alex Atala, de cada 100 alunos que passam por sua cozinha todo ano, apenas dois permanecem ali. “A moçada ainda tem uma imagem distorcida da profissão”, diz Atala. “Esquece que, antes de se tornar um chef, é preciso aprender a ser um bom cozinheiro”.

Sem um salário atraente, o iniciante sofre mais um solavanco ao receber a lista de atribuições. Em muitas cozinhas, será dele a missão de descascar batatas, lavar as folhas das saladas e limpar o chão no fim da noite. São tarefas pelas quais a maioria dos chefes tarimbados já passaram antes de liderar uma grande brigada, mas que muitos principiantes não têm o hábito de encarar – nem mesmo em sua própria casa. A maior parte dos estagiários pede demissão logo nos primeiros dias de trabalho; “São raros os que aguentam até a segunda semana”, conta a premiada Roberta Sudbrack.

Fica nítido que a luta por melhorias no mercado de trabalho não faz parte das agendas destes profissionais. E isso é corriqueiro em nosso mercado. Eles estão certos? Não me cabe julgar tal questão. Estes são os profissionais que colocaram o país nas mais altas esferas da gastronomia mundial. Nomes que estão alterando toda uma cadeia socioeconômica, valorizando regiões e pequenos produtores rurais. Além de trazer à luz de nossos estudos ingredientes e técnicas singulares. Por tantos méritos, nosso total respeito.

Trocando em miúdos, é nítido que a mão de obra barata sempre é algo interessante. Ainda mais num país com cargas tributárias abusivas para qualquer empreendedor. Dito isso, vocês acham que partirá deles tal mudança? Quero acreditar, mas acho pouco provável. Assim fica fácil perceber o os efeitos nocivos da GLAMOURIZAÇÃO da gastronomia para a uma educação mais inclusiva, com novas possibilidades de nichos de trabalho.

E assim, apesar de abarrotadas de alunos, as faculdades acabam por possuir pouca representatividade na formação profissional. O francês radicado no Brasil há dezenove anos, o chefe Emmanuel Bassoleil, vê com bons olhos o crescimento das escolas. Em 1994, ele deu consultoria na criação do curso do Senac. “Quando cheguei aqui, faltavam profissionais qualificados”, recorda-se ele, que faz uma ressalva à proliferação de faculdades. “Meu medo é que essa multiplicação resulte apenas em quantidade, e não em qualidade.”

E quem são estes profissionais que atuam na educação na gastronomia? Quais são os caminhos possíveis de estudo deste profissional? O Brasil hoje possui poucos cursos de pós graduação na área de gastronomia e somente 1 curso (privado) de mestrado! Ou seja, o professor que sai de uma faculdade com extremo perfil técnico e tem por meta a formação de novos profissionais, encontra extrema dificuldade para sua própria formação nas áreas de pós-graduação! Não fica difícil entender a triste dialética em que nos encontramos…

É urgente a regulamentação da profissão, levando em consideração suas especificidades. Mas não devemos deixar de pensar na ampliação e aprofundamento do meio acadêmico, dando oportunidade para o crescimento de outros nichos de nossa área. Hoje não consigo conceber outras formas de mudança senão a organização de nosso setor por meios de Conselhos. Regionais e Federal. Para estabelecer finalmente um Código de Ética Profissional do Cozinheiro, por exemplo. Ou ainda definir, nos termos legais, o limite de competência do exercício profissional, conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestada em escolas ou institutos profissionais reconhecidos (PÚBLICO, para que o acesso seja irrestrito!) Assim o profissional que não teve a oportunidade de se especializar em cursos técnicos ou tecnológicos da área, poderia através de uma prova de proficiência (conhecimentos técnicos) ser regularizado na profissão.

E como fazer? Acredito que o envolvimento de representantes do mercado de trabalho (cozinheiros, chefes de cozinha), da educação (professores, coordenadores de curso, diretores de instituições) e representantes de associações (ABRESI , SBGAN, APC , ABAGA , ABRASEL) para discutir estas questões levantadas no artigo, seja um belo começo.

Considero de suma importância não somente um diálogo mais amplo do mercado de trabalho com as instituições de ensino e associações de nosso país, como também o começo de um amadurecimento destas instituições no que tange a formação de seus alunos e professores, para assim finalmente pensar a realidade da gastronomia com a sua diversidade inerente!

PODEMOS E DEVEMOS MUDAR ESTA REALIDADE.

Autor – Gustavo Guterman é professor de gastronomia, consultor, palestrante e, acima de tudo, um cozinheiro apaixonado.

GUTERMAN GASTRONOMIA

O Barato Sai Caro nos Eventos!!!

Escolher fornecedores para eventos corporativos é uma tarefa de muita responsabilidade. Essas empresas ou profissionais, em conjunto, farão com que todo o planejamento seja seguido. Uma escolha errada pode prejudicar o projeto de forma definitiva. E o pior: isso pode acontecer horas de o evento começar. É imprescindível fazer boas escolhas!

Um dos principais problemas que uma contratação ruim pode trazer é o “efeito dominó”. Para que tudo corra conforme o planejado, os fornecedores de eventos corporativos precisam trabalhar em time. Algumas vezes, a falha de um deles pode afetar os outros e resultar em um grande problema. Então, avalie a forma de trabalho e o comprometimento daqueles que você for contratar.

Outro cuidado que devemos ter é com o valor cobrado pelos fornecedores de eventos corporativos. Um dos maiores problemas enfrentados é optar pelo menor orçamento e depois perceber que o serviço não contempla tudo que você precisa. Nesse momento, é possível constatar na prática que “o barato pode sair caro”.

Cabe ressaltar que você tem o controle do planejamento, mas quem realmente o executa são os fornecedores de eventos. Portanto, uma escolha malsucedida pode resultar no fracasso do seu árduo trabalho. Seguindo as dicas que trouxemos neste artigo, você vai escolher os melhores profissionais para um evento corporativo de sucesso.

1. Pesquise, pergunte e avalie;
2. Alinhe suas expectativas e a experiência dos fornecedores de eventos;
3. Busque valor, não preço;
4. Faça uma avaliação in loco;
5. Descubra se o fornecedor é um bom aliado;
6. A TP Eventos esta pronta para auxiliar nosso clientes com todo o processo.

Tarifa Cultural | ibis Budget Frei Caneca | Empresas

Tarifa Cultural para empresas que estão envolvidas com Teatro, Dança, Eventos Culturais, Eventos Esportivos, Eventos Corporativos, Eventos em geral, Parcerias com Artistas e entre outras opções a serem analisadas.

Glossário do Mundo CORPORATIVOS!!!

Glossário

Confira a lista com os jargões usados no mundo corporativo e seus significados

A

Agregar valor: incorporar ao trabalho algo que o qualifique ou o torne mais sofisticado.

Alavancar: impulsionar um negócio, mas pode significar estar além da sua capacidade.

Alinhar: garantir que todas as partes envolvidas estejam atuando com o mesmo propósito e seguindo as mesmas diretrizes.

Avaliação 180 graus: análise de desempenho feita por líderes e clientes internos e externos.

Avaliação 360 graus: feita por chefes, clientes e subordinados.

B

Background: experiência e conhecimento pessoal ou profissional.

Benchmarking: comparação de produtos, serviços e práticas com os melhores do mercado.

Branding: trabalho de construção e fortalecimento de marcas no mercado.

Brainstorming: termo em inglês que significa tempestade cerebral, representa uma oportunidade para expor ideias livremente, sem censura, como ponto de partida para um projeto.

Briefing: usado como sinônimo de relatório, é o resumo de informações feito a partir de coleta de dados.

Budget: orçamento.

Brilho no olho: expressão para caracterizar profissional motivado ou muito empenhado.

Business plan: plano de negócios.

Business unit: unidade de negócios.

C

Capital intelectual: valor do que um determinado profissional sabe, conhece e aplica.

Capacitação: curso ou treinamento profissional.

Case: estudo de caso. Uma história que descreve assunto vivido pela empresa.

CEO (Chief Executive Officer): sigla para denominar o profissional que ocupa o cargo mais alto na hierarquia da empresa.

Clima organizacional: características do ambiente de trabalho percebidas pelos funcionários que influenciam seu comportamento.

Coaching: treinamento feito por um consultor de carreira chamado de coach (treinador, em inglês) que visa o crescimento profissional por meio de cumprimento de metas.

Cultura organizacional: hábitos e crenças que refletem no comportamento dos funcionários e está ligado à missão e aos valores da empresa.

Colaborador: sinônimo de funcionário ou empregado.

Comoditização: é um tratamento padrão para atividades ou produtos, o oposto de customizar (adaptar a necessidades específicas). Vem da palavra commodity (insumo básico).

Competências: conjunto de conhecimentos, habilidades, comportamentos e aptidões do profissional.

D

Deadline: prazo final.

Disruptivo: processo ou produto que muda a forma de consumo e revoluciona o mercado

Downsizing: em português, encolhimento. Técnica que tem por objetivo o a redução dos níveis hierárquicos de uma organização.

E

Endereçar: se alguém lhe pedir para endereçar algum assunto, não se limite a repassar. Ao ser aportuguesada da expressão em inglês “to adress”, quer dizer que é preciso achar uma forma de resolver a questão .

Endomarketing: marketing interno que visa informar, motivar e conscientizar os funcionários.

Empowerment: delegação de poderes de decisão, autonomia e participação dos funcionários na administração das empresas. A versão aportuguesada “empoderamento” também é usada.

Está no DNA: processo, modelo ou forma de atuação já incorporados à cultura da empresa, ao modo de a organização atuar.

Expertise: sinônimo de especialidade. Também pode se referir ao conhecimento técnico de um profissional.

F

Feedback: usada como sinônimo de “retorno”, é uma ferramenta de gestão por meio da qual se faz uma avaliação do desempenho de um profissional.

Follow up: acompanhar uma discussão ou um debate, retomar temas em busca de uma solução. Também pode significar acompanhamento de projeto, negócio ou cliente, revisão de tarefas que ficaram pendentes.

G

Ganha-ganha: situação, projeto ou ação no qual todos os envolvidos são beneficiados.

H

Headhunter: caçador de talento.

I

Insight: usa-se esse termo quando se tem uma ideia não convencional ou se encontra a solução para um problema.

Interface: em recursos humanos, significa o meio capaz de promover a ligação ou interação entre dois ou mais grupos.

J

Job: trabalho eventual ou sazonal, que não é fixo.

Job rotation: rodízio de funções ou de departamentos.

Job description: atividades vinculadas ao cargo

K

Know-how: conhecimento.

L

Layout: plano, arranjo, esquema, design ou projeto.

M

Mentoring: acompanhamento de um profissional mais experiente (mentor) para dar conselhos e orientar a carreira.

Meritocracia: política de promoção e recompensas baseada no desempenho e nas contribuições do funcionário.

N

Networking: rede de contatos.

O

Outplacement: quando a empresa acompanha eventuais demissões com aconselhamento, orientação e estímulo para recolocação no mercado.

On-the-job: treinamento realizado dentro da área ou do departamento de atuação.

Ombudsman: profissional ou departamento que tem a função de receber críticas, sugestões e reclamações da empresa. Media conflitos entre as partes.

Outsourcing: mão de obra terceirizada com o intuito de reduzir os custos internos.

P

Pensar fora da caixa: ter ideias diferentes das convencionais, propor soluções nunca testadas.

Performar: da palavra performance, e é usado no sentido de atingir o bom desempenho esperado no trabalho.

Período sabático: quando o profissional decide se afastar do trabalho por um tempo prolongado, com expectativa de retorno.

Proativo: profissional que em vez de apresentar problemas aponta soluções ou toma iniciativas sem esperar ordens.

Q

Quebra de paradigma: parente do ‘pensar fora da caixa’,refere-se a buscar soluções fora dos padrões.

R

Resiliência: capacidade de superar obstáculos sem surtar e contribuindo para a mudança.

S

Sinergia: trabalho em conjunto, que envolve vários setores ou profissionais da empresa.

Schedular: do termo em inglês schedule (agenda), é agendar.

Startar: significa dar início, vem da palavra em inglês start (começar).

Supply chain: gerenciamento de cadeia de suprimentos.

T

Team building: espírito de equipe.

To do: lista de afazeres.

Tropicalizar: adaptar estratégias da matriz estrangeira à cultura do Brasil.

Turnover: rotatividade, ou movimento de admissões e desligamentos de funcionários.

W

Workaholic: pessoa viciada em trabalho.

Porsche Boxster

Diferenciais: Veículos próprios e revisados preventivamente, motoristas constantemente treinados experientes, emissão de nota fiscal, sede própria.

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A FEIRA MAIS STYLES DE SÃO PAULO | 05/08/2016

Descrição do hotel – ibis Styles SP Faria Lima
Hotel São Paulo Faria Lima by ibis styles está localizado em um dos principais centros de negócios de São Paulo. São 180 apartamentos, com todas as facilidades que um ibis styles oferece. O hotel está próximo à estação do metrô Faria Lima, e a 10 minutos de caminhada de dois dos principais shoppings da capital paulista. Se o que você procura são as atrações noturnas da cidade, o hotel está próximo a Vila Madalena, onde você pode encontrar bares e casas noturnas de diversos estilos.

O Universo da Arte de Rua
Arte
Moda
Música
Gastronomia

Sexta, 05 de Agosto das 11h ás 20h

ibis Styles SP Faria Lima
Rua Tavares Cabral, 61 Pinheiros

Sorteio de Hospedagem

20% de desconto no Restaurante

Feira iBis Styles

Dicas como Participar de Feiras

A seguir, estão algumas dicas para montar um estande ideal: como expor para valorizar o produto, cuidados para evitar a poluição visual, a importância do treinamento da equipe de atendimento e materiais de apoio necessários.

Estande: Deve ter um clima agradável, bonito e receptível. O espaço deve permitir receber, demonstrar e vender bem. Se possível, criar um espaço reservado para negociações. Nunca deixar o estande vazio.

Recepção: Receber o visitante com um sorriso e dar boas-vindas ao cliente. Oferecer água, café, biscoitos. Atendê-lo de imediato, prestar orientação segura e não formar uma barreira com os colegas na entrada do estande. Evitar termos como “às suas ordens” ou “posso ser útil”. Usar termos mais proativos como: “já conhece esse tipo de material?”, “gostaria de uma demonstração?”. Agradecer a visita ao seu estande.

Móveis: Evitar os excessos. Eles devem ser funcionais e não podem atrapalhar o fluxo de entrada e saída do estande; deve-se mantê-los sempre organizados.
Produtos: Definir quais serão expostos (escolha sempre o que tiver melhor design ou inovação) e agrupa-los por linhas e categorias. Os produtos devem atingir o público-alvo imediatamente, para isso, deve-se colocá-los em pedestais de diversos tamanhos ou projeta-los sobre a parede (nunca em superfícies planas). Todo equipamento ou máquina em exposição deve estar totalmente pronto e adequado para demonstração.

Plantas: Não podem interferir no tráfego da feira e, se danificadas, afetam negativamente a imagem do estande. Manter cuidados diários, principalmente em ambientes fechados, de calor intenso ou com correntes de ar. Se optar pelos arranjos artificiais, verifique a qualidade.

Tapetes: Devem ser limpos diariamente e colocados em áreas de menor tráfego.

Iluminação: Deve ser plena e ressaltar os produtos expostos. A luz difusa achata as formas e deixa fosco o brilho dos metais.

Logotipo/cartazes: É importante a colocação do nome e do logotipo da empresa no estande. Sua posição deve possibilitar uma ampla visualização e leitura a distância. Os cartazes devem ter conteúdo objetivo e legível, além de ressaltar lançamentos ou inovações. Dar preferência aos coloridos.

Brindes: Devem ter relação direta com o negócio da empresa. Pode ser a amostra de um produto ou itens como bonés e canetas, que ajudam a reforçar o nome da empresa (devem conter o nome e telefone). Dar apenas às pessoas que demonstrem interesse; fazer uma previsão de demanda diária (nunca deixar faltar).

Equipes: Definir e treinar a equipe responsável pelo atendimento e pela organização do estande.

Material de apoio: Providenciar folhetos, catálogos, revistas, cartão de visita, etc. Avaliar a demanda diária.

Material de expediente: Providenciar blocos, canetas, grampeador, cola, fita adesiva, clipes, canetas tipo marca-texto, etc.

Outras dicas:

• Ficar atento aos horários de montagem preestabelecidos pelos promotores da feira;
• Verificar como será feita a limpeza diária do estande;
• Fazer uma lista de clientes em potencial (para envio de material promocional ou agendamento de visita à empresa);
• Nunca encerrar as atividades antes do horário estabelecido pela organização da feira;
• Determinar a equipe que fará a desmontagem do estande;
• Contrate a TP Eventos para a organização do seu estande.

Acidente 500 Cabrio em 2014

Um exemplar do 500 Cabrio suspenso num display voltou a aparecer nesta quarta-feira (29) no estande da Fiat no Salão do Automóvel de São Paulo. Na terça (28), primeiro dia de visitação de imprensa ao evento, ele havia desabado.
De acordo com a Fiat, peças de aço que suspendiam o carrinho numa estrutura, na qual ele descrevia movimentos semicirculares, romperam-se e causaram a queda. Houve danos ao Cinquecento e a parte do piso, mas ninguém se feriu. Na hora do acidente (por volta de 15h30) acontecia uma apresentação da Toyota, em outro estande.
O local em que está o 500C fica isolado por uma divisória de vidro — recurso comum em salões, já que evita riscos à segurança e ao produto, ao mesmo tempo em que não barra a visão das pessoas. De acordo com a Fiat, a ideia é que o carro (exatamente o mesmo que caiu na terça) volte a girar, mas ainda não há confirmação de que isso será possível.

Soluções Técnicas e Locação de Equipamentos Audiovisuais

Seja uma apresentação, casamento, evento coorporativo, show ou qualquer outro evento que necessite de Áudio, Iluminação, Estrutura, Palco e Vídeo, nossa empresa pode realizar.

Eventos

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3ª Curso de Vendas Consultivas

Sales Revolution, é tempo de mudar

Saiba como vender Feiras nos novos tempos

Apresentação

» Quanto é importante para a sua organização aumentar as vendas?
» Quanto é importante para a sua organização incrementar o valor do seu negócio?
» Quanto é importante para a sua organização ter participantes satisfeitos?

Se respondeu afirmativamente a alguma destas questões então compreende a necessidade de investir no conhecimento e processos da sua equipe comercial!

Conteúdo

Um dos desafios que hoje se coloca aos comerciais é sem dúvida conseguir satisfazer as necessidades do seu cliente e atingir as metas. No entanto o mercado ou a crise, nem sempre são a razão real para que a sua equipe não atenda as expetativas dos promotores.

Quantas vezes já ouviu o seu comercial dizer:

– O expositor diz que é caro
– Com a crise não podem participar
– A feira não atende as expetativas porque tinha poucos visitantes

Este discurso parece-lhe familiar não é verdade? No entanto, compreenda que muitas das razões e justificações apresentadas para o insucesso resultam da falta de preparação comercial, de método de trabalho e processo para comunicar eficientemente com o cliente utilizando técnicas comerciais que permitem transformar um NÃO em um SIM.
Equipes comerciais mal preparadas, são sinônimo claro de insucesso, que não entendem o processo de venda consultiva e que em vez de venderem, “compram” os problemas dos clientes não sabendo contornar as dificuldades nem apresentar soluções.

Mais Informações no link

Ficha de Inscrições no link


3ª Curso de Vendas Consultivas | Sales Revolution, é tempo de mudar

Data: 16 de Setembro de 2019
Duração: 6 horas
Local: São Paulo Expo – Exhibition & Convention Center
Inscrições: info@newevents.com.br
Líbia Macedo | libiamacedo@newevents.com.br
Eduardo Temperini Pereira | edu@newevents.com.br